Textos de Direito

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Minha mãe certa vez me disse:
_ Não se iluda! “Braço direito” não cresce mais que “braço esquerdo”! A única diferença é que,regra geral, o braço direito apenas funciona mais, trabalha mais, acumula mais “funções”.
E isso nem é sobre ummembro do corpo humano. Embora até pudesse ser.
Enfim:
Ahh, a sabedoria materna…
⁠

A ESCOLA É UMA PIADA. NÃO ENSINA DIREITO AS 4 OPERAÇÕES E NEM A LER O DICIONÁRIO PARA EXPANDIR VOCABULÁRIO. SÓ FALA DE VILÕES QUE MASSACRARAM A HISTÓRIA!! SACANAGEM. AS 4 OPERAÇÕES, ENVOLVE EMPREENDEDORISMO. ENSINAR A SE COMUNICAR COM AS PALAVRAS CORRETAS, FAZ AS PESSOAS SEREM EDUCADAS E CIVILIZADAS. O SISTEMA NÃO ENSINA CONCORRENTES. ELE ENSINA OBEDIÊNCIA, NADA MAIS!!
TUDO O QUE APRENDI NA VIDA ADULTA, FOI DEPOIS DE PESQUISAR E APRENDER SOZINHA.
ATÉ LER E ESCREVER, EU APRENDI COMPLETAMENTE SOZINHA. TODOS OS DIAS, CHEGAVA DA ESCOLA E TENTAVA LER UM LIVRINHO DA PREFEITURA, SOBRE CÓLERA, EM UMA SEMANA, EU CONSEGUI. NUNCA VOU ESQUECER DISSO.
TIVE UMA ÓTIMA PROFESSORA NO JARDIM. A ELIETE. ELA ME DEU MEU PRIMEIRO CADERNO BONITO, E A MINHA PRIMEIRA CARTILHA, COM A PERSONAGEM LAILA, NA CAPA AMARELA. FOQUEI TANTO A ATENÇÃO NAS LETRAS QUE ELA ENSINAVA, NAS CHAMADAS EM SUA MESA, QUE LER, FOI COMO ANDAR DE BICICLETA PELA PRIMEIRA VEZ SOZINHA, ENQUANTO SE SOLTA OS BRAÇOS.
OBRIGADA PROFESSORA ELIETE!! SEMPRE DIGO QUE A AMO, PORQUE É VERDADE. ELA NÃO FOI O SISTEMA. ELA REALMENTE AMAVA O QUE FAZIA. OBSERVAR AQUELES QUE NUNCA SERIAM IGUAIS AOS DEMAIS, ERA O QUE ELA FAZIA.

Manifesto pela Liberdade


O direito à informação é a força que nos conduz, caminha com a nação rumo ao progresso e à luz.


Diminui a desigualdade, previne e traz clareza, propaga a pura verdade como nossa maior riqueza.


Quem tenta amordaçar a voz da livre comunicação, semeia o medo entre nós escondendo a própria podridão.


Pois quem censura o que é dito tem segredos no porão, teme o povo esclarecido e a força da união.


Quem quer dominar o poder e o conhecimento trancar, pretende tudo ditar e reger para a sociedade cegar.


Cortar o acesso à informação é o plano do opressor, para calar o cidadão e governar pelo temor.

Nenhuma novidade a extinções das etnias indígenas.
Nasce sem direito de existência...
Sem um registro de nascimento apenas roda pe de notícia.
Os indígenas são expostos e apagados da história,
A velha história terras griladas, animas mortos a quebra da teia ambiental.
As famílias indígenas são parte do equilíbrio natural, mesmo assim continuamos com exploração de terras...
E alienação da toca de utensílios continua, a terra morre...
Os coronéis de terras continuam a devastar a floresta e planeta.
As queimadas e fabricantes de carvão...
Para lembrar no churrasco de final de semana o quanto o valor do planeta e válido. As associações e ONGs de proteção ambiental. É apenas politicamente correto, enquanto a floresta morre e indígenas desaparece...
Sem nenhuma culpa é simplicidade uma questão de lucros e sobrevivência?
Parece cruel desumano?
Esta parte da gaiola brasileira que ninguém saber.

Os direitos do reino do rei que sou eu,


Pobre burro tem direito de ficar calado comer pão duro ainda sorrir,
Pobre de direita ainda pode trabalhar 12 horas sem direito a viver.
No dia de descanso tem um trabalho extra pois as horas extras foram extinta.
Direitos infantis foram abulidos.
Os banheiros públicos foram fechados
Os livros foram queimados...
As terras raras foram vendidas e toda riqueza foi dada.
Somos pobres mais orgulhosos.
A luz acabou água esta falta vamos colocar fogo na floresta e fazer carvão.
A gasolina está a venda só para ricos poderoso, andem de ônibus, bom osso chegou, paradoxo da pobreza de espírito, de santo não tem nada...
Para o nada o sol do sertão.

Canta de um estudante de Direito


"Prezada, vossa excelência que me tirou o juízo,
peço-te a máxima atenção para esta humilde petição inicial.


A saber:
quando poderemos arrolar nosso processo?


Requeiro vista da minha confessa ignorância
para saber se devo ipetrar a ti um
abscorpos ou absdata,


que nos assegure o acórdão de tal data,
sem litígios, sem recursos
e, se possível, com sentença favorável
ao coração." (CH²)

Eu pensei muito se deveria escrever isso.


Talvez eu nem tenha o direito de esperar que você queira ouvir alguma coisa de mim depois da forma como agi, mas existe algo que eu gostaria de te dizer, independentemente de qualquer coisa que aconteça daqui para frente.


Eu sinto muito.


Sinto muito pela maneira como te tratei naquele momento em que você decidiu se abrir comigo. Você estava sendo vulnerável, confiando em mim para mostrar uma parte sua, e, em vez de te acolher, eu fui frio, grosseiro e arrogante.


Quando você precisava de alguém que simplesmente estivesse ali para te ouvir, eu respondi como se aquilo fosse um problema que você tivesse colocado nas minhas mãos para eu resolver. Hoje eu consigo perceber o quanto isso foi injusto com você.


Eu disse que aquilo era um problema que apenas você poderia resolver. Talvez exista alguma verdade nisso, porque ninguém pode viver a vida de outra pessoa ou resolver seus problemas por ela. Mas eu usei uma verdade como uma forma de me afastar de você naquele momento.


Eu confundi não ser responsável pelos seus problemas com não precisar ser responsável pela maneira como eu te tratava enquanto você falava deles.


E eu estava errado.


Você não estava necessariamente me pedindo uma solução. Talvez só estivesse procurando um pouco de compreensão, um lugar seguro para falar, alguém que dissesse: "Eu estou aqui. Pode falar."


E eu não fui essa pessoa.


O que aconteceu antes explica algumas das minhas reações, mas não torna justo aquilo que fiz com você. Você não era aquela pessoa. Você não merecia receber de mim o peso de uma história que não era sua.


E talvez essa seja uma das coisas mais importantes que eu aprendi com tudo isso.


Eu percebi que posso me importar profundamente com alguém sem carregar os problemas dessa pessoa. Posso ouvir sem tentar consertar. Posso acolher sem assumir responsabilidades que não são minhas. Posso estabelecer limites sem precisar ser frio.


E, principalmente, posso escolher ser gentil mesmo quando alguma coisa dentro de mim está com medo de se machucar novamente.


Eu queria ter entendido isso naquele momento. Queria ter respondido diferente. Queria ter olhado para você e percebido que, naquele instante, você não precisava de uma resposta perfeita.


Você precisava apenas ser ouvida.


E eu sinto muito por não ter percebido.


Também quero te dizer uma coisa sobre você.


Nós nos conhecemos pouco, e justamente por isso eu não quero fingir que conheço toda a sua história ou colocar sobre você sentimentos e expectativas que talvez não correspondam à realidade. Mas o pouco que conheci foi suficiente para perceber que havia algo muito especial em você.


A maneira como você se abriu comigo, a sua sensibilidade e a confiança que teve para mostrar uma parte vulnerável de si foram coisas que ficaram comigo.


Talvez seja por isso que tudo tenha me atingido tanto depois.


Eu fiquei pensando no que poderia ter acontecido se eu tivesse sido diferente naquele momento. Pensei em como seria continuar te conhecendo, descobrir suas pequenas manias, suas histórias, as coisas que te fazem rir, os seus sonhos, os seus medos.


Minha cabeça chegou até a imaginar futuros que nunca existiram.


Mas eu também percebi que não quero transformar uma possibilidade em uma certeza que nunca tivemos.


Você foi alguém que eu tive a oportunidade de conhecer, e talvez essa oportunidade tenha terminado ali.Talvez não, eu não sei.


E, pela primeira vez, acho que consigo aceitar que não cabe a mim decidir isso.


Se algum dia você quiser me perdoar, eu vou ficar feliz. Se algum dia quiser conversar comigo novamente, eu vou receber isso com carinho.


Estou escrevendo porque você merecia um pedido de desculpas que eu não fui capaz de te dar naquele momento.


E porque eu precisava reconhecer, para mim mesmo, que eu errei.


Eu não sei se algum dia você vai conhecer uma versão diferente de mim.


Mas eu espero que, independentemente de você estar ou não na minha vida, eu consiga me tornar essa pessoa.


Uma pessoa que sabe ouvir.


Que sabe acolher.


Que sabe colocar limites sem machucar.


Que não foge da vulnerabilidade.


Que não transforma medo em arrogância.


E que, quando perceber que machucou alguém, tenha coragem suficiente para admitir.


Eu gostaria muito que as circunstâncias tivessem sido diferentes entre nós.


Mas, se essa for a única coisa que ficou dessa história, espero que pelo menos tenha servido para me ensinar algo que eu precisava aprender.


Obrigado por ter confiado em mim naquele momento, mesmo que eu não tenha sabido honrar essa confiança.


E me desculpa por ter feito você se sentir menos acolhida justamente quando estava tentando se mostrar para mim.


E, se algum dia nossos caminhos se encontrarem novamente, espero poder te encontrar sendo uma versão melhor de mim.

A Fronteira da Ordem


O Direito, em sua essência, é a tentativa humana de engarrafar a moralidade. Ele cria diques, constrói muros e traça linhas no chão para que a convivência não transborde para o caos.


No entanto, a lei sem o questionamento filosófico é apenas força bruta institucionalizada.


A filosofia atua como a água que testa as rachaduras desses diques. Enquanto o jurista pergunta "isso é legal?", o filósofo exige saber "isso é certo?".


A verdadeira justiça não nasce no momento em que a regra é aplicada rigidamente, mas no espaço onde ela aceita ser desafiada pela sabedoria.

percebi que não posso mais guardar essas palavras. Sinto que perdi o direito de opinar sobre nós, sobre como você tem agido ou como tem se afastado, mas a verdade é que o pensamento de você indo embora me apavora.
Olho para trás e vejo o quanto fui descuidado. Você é, e sempre foi, aquela bandeja de coisas agradáveis que eu, por pura distração ou tolice, acabei derrubando. Você é a vitrine de anéis brilhantes que eu deixei escapar por entre os dedos, e dói perceber que a culpa desse estrago é só minha.
Você tem esse dom extraordinário de acalmar meus medos. Se eu tivesse o mínimo de certeza de que conseguiria encontrar meu caminho sozinho, eu não te pediria para ficar. Eu te deixaria ir. Mas a verdade nua e crua é que eu não duraria outro dia sem você.
Por favor, não vá.
Sei que errei ontem, e talvez tenha errado por muitos "ontens", mas deixe-me ter uma voz nisso. Deixe-me tentar consertar o que derrubei. Fica comigo?

Sabe o que eu acho muito engraçado? É que nossa mãe/pai acha que está no direito de dizer coisas extremamente feias para os seus filhos, e em que base cientificamente, no que isso vai ajudar a criança a "crescer"? Ela só vai ficar mal, muitas vezes os adultos erram. "Ai, mas é culpa do celular que ela/ele é assim!" Não, não é, é culpa sua (às vezes).
Acha que brigar, xingar e bater até arrancar sangue da sua/seu filha/filho vai resolver alguma coisa? Não, não vai, isso só vai fazer ela(e) sentir medo de você, não respeito. Acho que quem tem que crescer aqui não são os adolescente, e sim os adultos (a maioria).

O Eco da Voz Sincera


Falar torto e a direito sobre futilidades é fácil, mas falar o que realmente importa exige uma maturidade que poucos se dispõem a cultivar. O mundo já está cheio de ruídos vazios, de cobranças e de julgamentos que não levam a lugar nenhum. O que a alma humana verdadeiramente busca é o eco de uma voz sincera, que saiba dizer eu te amo com a gravidade e a leveza que essas palavras merecem. Que saibamos usar o dom da palavra não para erguer muros de indiferença, mas para tecer redes de afeto que sustentem uns aos outros quando o chão insistir em sumir

O Direito de estar Errado e O Dever de não permanecer no Erro

O erro não é o caminho sensato — melhor que não existisse — mas, infelizmente faz parte do ser humano e ninguém está isento, claro; é um direito estar errado em certos momentos por ser um mal necessário e um jeito muito difícil de conseguir aprendizado, que não precisa daqueles julgamentos dos outros com aquele ar de superioridade como se não fossem de carne e osso — o que não passa de uma falsidade.

O problema é permanecer no erro, errando de propósito, sem nenhum peso na consciência, ignorando tudo que já deveria ter aprendido, fomentando a própria tristeza, causando conflitos internos e externos; a fraqueza da imaturidade, da falta de bom senso, de pé na realidade — exemplo do desperdício do tempo de vida onde tudo é brevidade, que vai permitindo cada vez menos tentativas.

Com ela não poderia ser diferente: não quer ser julgada quando errar, também não carece de aprovação, pois o percurso até o sucesso não é percorrido sem falhas; os erros dos ensaios contribuem para os acertos de uma grande apresentação, o sabor de uma meta antiga sendo alcançada; não uma justificativa para insistir no mesmo erro, nem para ensaiar eternamente sem aplicar nada.

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.

O Direito e a Medicina parecem habitar mundos diferentes, mas compartilham a mesma essência. Um encontra pessoas quando a liberdade, a justiça ou a dignidade são colocadas à prova. O outro as encontra quando a saúde, a dor e a finitude se impõem. Em ambos, o verdadeiro objeto nunca foi o processo ou a doença. Sempre foi a pessoa.


Talvez seja por isso que nunca enxerguei o conhecimento como um acúmulo de títulos, mas como um encontro com vidas. Cada história confiada a mim amplia a minha própria compreensão do mundo. Cada dor compartilhada, cada conflito, cada esperança e cada recomeço me tornam um profissional melhor, mas, antes disso, me tornam mais humano.


Se há um sentido em tudo o que busco, ele não está apenas em conquistar. Está em compreender. Porque viver, para mim, nunca foi apenas existir. É permitir que cada vida que cruza o meu caminho deixe, silenciosamente, um pouco de si e leve, também, um pouco de mim. ⚖️⚕️

O Sagrado Direito de Não Querer


Há um momento na vida em que a maturidade nos convida a fazer as pazes com a nossa própria verdade, e foi exatamente essa intuição que hoje tocou a minha alma. Eu finalmente entendi o que eu não quero mais aceitar. Eu não quero mais rir sem vontade, fingindo uma alegria que o meu coração não sente apenas para manter as aparências. Eu não quero estar em lugares onde a minha presença não cabe, onde eu não sou vista de verdade ou onde claramente não querem que eu esteja. Recuso-me a compartilhar o meu tempo com pessoas que magoam, que não sentem a minha falta e que me dão a nítida sensação de que estar ao meu lado é uma espécie de favor. Eu não quero ir a lugar nenhum sem querer, arrastando os meus passos por obrigação ou permanecendo em espaços onde as pessoas só me aceitam por insistência minha. Dizer esses "nãos" para o mundo não é egoísmo; é um ato de sobrevivência espiritual. É escolher a honestidade de ser quem eu sou, reconhecer a minha própria importância e proteger o altar da minha paz interior.

"Se algo não funciona direito na minha vida, MUDO. Não tem esta história que: -Jamais mudarei... porque as circuntâncias da vida te levam a isso.
No meu caso como sou testaruda (cabeçota) mudei por Cristo. Só Ele eu faria tal coisa. E continuo mudando por Ele e claro que pra melhor, porque se for pra pior tenho a forma de pensar; que não se mexe naquilo que está bom. E se não é pra melhorar deixa como está ( não sou caranguejo) ou descanso onde estou em Cristo, ou sigo; e como sempre pra frente."

—By Coelhinha

A Última Carta

Eu percebi que você não estava brincando quando no lado direito da nossa cama deixou um bilhete eu percebi que falava sério quando em silêncio absoluto se foi sem que eu percebesse, estava tudo claro e tarde demais para que eu me arrependesse
E algumas horas antes estavamos juntos se amando pela última vez, eu sei que errei mas achei errado oque tu fez
Não importa aonde você esteja agora mas eu sei que deixou lagrimas no caminho, ainda não li seu bilhete mais sei que vai me emocionar um pouquinho

Eu devia ter percebido seus sinais quando saia e te deixava sozinha em casa e você não falava nada mas àquilo te deixava chateada, ou quando eu chegava cansado e não perguntava como foi seu dia isso a magoava
Para uma mulher verdadeira tudo que importa é o seu seu interior, ela da seu melhor para te fazer sentir o total amor
Pense bem antes de magoar uma garota elas não tem o coração de pedra como nos, dizem que seu coração é de gelo mas o gelo quebra ou derrete, seja maduro o suficiente quando você passa a fazer parte dos sonhos dela não aja como pivete

Agora pego o bilhete e vejo o que foi escrito e nele havia palavras que depois de lidas tambem iam embora, não posso controlar o suor dos meus olhos e me pergunto oque faço agora?
Não é fácil esquecer toda sua beleza e doçura feminina, a ficha caiu e me esmagou como eu pude fazer isso com essa menina?
Mas no final do bilhete não tem um adeus e me pergunto se isso é um bom sinal, agora eu preciso dela e juro que vou lutar até o final
Vou recuperar minha princesa e ser o melhor como nunca fui antes

Quer saber isso tudo ja me deixou magoado não consigo ficar parado pensando se ela esta bem, algumas roupas ficaram será que na última esperança ela vem?
Um homem nunca é forte o suficiente sem sua companheira ela não é apenas a mulher que vive com você e te da filhos, ela é sua melhor amiga alguém que você pode confiar, mesmo você sendo idiota cometendo erros ainda no fundo ela vai te amar
A noite se aproxima eo silêncio toma conta da sala fazendo o ambiente ficar mais tenso, não sou nada sem aquela chata as broncas dela não é nada comparado com sua ausência é o que penso
Derrapante alguem bate na porta eu me levanto para ver quem é, era ela, jogando a mala no chão e me abraçando como um furacão, me sinto o cara mais feliz do mundo não controlo minha emoção
O amor não morre do dia pra noite, talvez nasce da noite pro dia

LEI DA NATUREZA


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


No princípio, o Deus da vida
Fez o mundo em perfeição;
Deu ao homem a missão
De guardar a criação.
À mulher deu companhia,
Amor, graça e comunhão.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


As Escrituras ensinam
Cada qual na sua função;
Autoridade não é força,
Nem domínio ou opressão.
É servir com humildade,
Com justiça e compaixão.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


O marido ama a esposa
Como Cristo amou a Igreja;
Protegendo com ternura,
Sem orgulho que a despreza.
Quem governa pelo amor
Nunca perde a natureza.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Toda esposa tem seus sonhos,
Seus projetos e querer;
Merecendo ser ouvida
Em qualquer amanhecer.
Pois quem ama escuta antes
De falar ou decidir.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


A palavra é liberdade,
Não é carta de poder;
Cada escolha traz consigo
Consequência no viver.
Quando o casal anda unido,
Deus faz tudo florescer.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


O marido é responsável
Pela paz do seu lugar;
Se disser um "sim" consciente,
Ou um "não" para guardar,
Que o faça com sabedoria,
Sem jamais desrespeitar.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Nem tirania do homem,
Nem orgulho da mulher;
Quando Cristo é o alicerce,
Cada um cumpre o dever.
Há respeito e harmonia
No caminho do viver.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.


Assim segue a Lei Divina,
Fonte viva do Senhor:
Autoridade é serviço,
Sacrifício feito em amor.
Onde Deus governa o lar,
Reina a paz do Criador.


A mulher tem o direito
de fazer o que quiser.
Cabe ao homem aceitar ou não.

Está na nossa Constituição Brasileira que todos os brasileiros têm o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, e assistência aos desamparados. Esses direitos devem ser garantidos e pagos pelo Estado, com o nosso próprio dinheiro, para beneficiar a população. Porém, o que vemos é que não seguem nada do que está escrito na Constituição.


A educação, que deveria ser um direito fundamental, é uma farsa. Está sabotada e não merece nem o nome de educação, pois não cumpre com o seu papel. Não temos saúde, pois se tivéssemos, não veríamos pessoas morrendo nas portas dos hospitais. Não temos alimentação, pois, se tivéssemos, não haveria pessoas passando fome nas ruas. Não temos moradia, pois, se tivéssemos, não haveria tanta gente pagando aluguel ou em situação de rua, sem ter onde morar.


Ou seja, a Constituição não é respeitada em nada do que está escrito. Eles passam por cima de tudo e desviam o nosso dinheiro, que deveria ser utilizado para o nosso benefício, para pagar os interesses de banqueiros, investidores, financiadores de campanha e megaempresários, tanto nacionais quanto internacionais.


Art. 6º – São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.