O Direito de estar Errado e O Dever de... Jefferson Freitas.
O Direito de estar Errado e O Dever de não permanecer no Erro
O erro não é o caminho sensato — melhor que não existisse — mas, infelizmente faz parte do ser humano e ninguém está isento, claro; é um direito estar errado em certos momentos por ser um mal necessário e um jeito muito difícil de conseguir aprendizado, que não precisa daqueles julgamentos dos outros com aquele ar de superioridade como se não fossem de carne e osso — o que não passa de uma falsidade.
O problema é permanecer no erro, errando de propósito, sem nenhum peso na consciência, ignorando tudo que já deveria ter aprendido, fomentando a própria tristeza, causando conflitos internos e externos; a fraqueza da imaturidade, da falta de bom senso, de pé na realidade — exemplo do desperdício do tempo de vida onde tudo é brevidade, que vai permitindo cada vez menos tentativas.
Com ela não poderia ser diferente: não quer ser julgada quando errar, também não carece de aprovação, pois o percurso até o sucesso não é percorrido sem falhas; os erros dos ensaios contribuem para os acertos de uma grande apresentação, o sabor de uma meta antiga sendo alcançada; não uma justificativa para insistir no mesmo erro, nem para ensaiar eternamente sem aplicar nada.
