Textos sobre o destino
Pau de Sebo
A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)
Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino
Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono
Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)
Refrão...eu sou aquele menino...
Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo
A ÉTICA DOS QUE SEMEIAM E O DESTINO DOS QUE COLHEM NOS MEANDROS INSALUBRES DOS PRÓPRIOS DESVIOS DE COMPORTAMENTO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Poucos patrimônios resistem tão incólumes à erosão do tempo quanto a integridade moral. Civilizações ascendem e declinam, fortunas são acumuladas e dissipadas, prestígios florescem e desaparecem ao sabor das circunstâncias; entretanto, o caráter permanece como o mais sólido testemunho da verdadeira grandeza humana. É na discrição das escolhas cotidianas, e não no esplendor das aparências, que se revela a estatura ética de um indivíduo.
A moral não se sustenta sobre discursos eloquentes, tampouco sobre demonstrações ocasionais de virtude. Ela manifesta-se na coerência entre aquilo que se pensa, o que se proclama e aquilo que efetivamente se pratica. Toda dissociação entre esses elementos produz, cedo ou tarde, uma fratura interior que nenhuma aparência consegue ocultar.
Há quem compreenda que toda conquista deve ser fruto do mérito, da honestidade e da consciência tranquila. Outros, porém, escolhem percorrer os meandros insalubres dos próprios desvios de comportamento. Alimentam-se da intriga, da maledicência, da desinformação, da deslealdade e do julgamento precipitado, supondo que a degradação do próximo lhes conferirá alguma forma de superioridade. Não percebem que, ao obscurecerem a reputação alheia sem fundamento, apenas tornam mais visível a pobreza dos próprios argumentos.
A verdadeira inteligência jamais necessita da agressividade para afirmar-se. O saber autêntico é naturalmente sereno, porque reconhece que toda convicção pode ser enriquecida pelo diálogo. É precisamente essa serenidade que distingue o espírito instruído daquele que apenas acumula opiniões.
Há uma diferença intransponível entre quem busca vencer um argumento e quem busca compreender a verdade. O primeiro teme o diálogo; o segundo o procura, porque sabe que a verdade jamais se enfraquece quando submetida ao exame da razão.
A crítica, quando nasce do conhecimento, representa um dos instrumentos mais nobres do progresso intelectual. Foi assim que avançaram a filosofia, a ciência e o próprio Espiritismo. Allan Kardec jamais receou objeções fundamentadas; ao contrário, convidava seus leitores a examinarem, confrontarem e verificarem seus ensinos. A crítica esclarecida aperfeiçoa as ideias. Já a crítica destituída de estudo limita-se ao ruído das impressões superficiais.
É por isso que as censuras precipitadas revelam menos acerca do objeto criticado do que acerca da formação intelectual daquele que as formula. Quem verdadeiramente conhece um tema dificilmente recorre ao sarcasmo ou à hostilidade; prefere o colóquio respeitoso, no qual argumentos substituem adjetivos e a razão ocupa o lugar da vaidade.
" Quem estudou profundamente uma ideia não teme debatê-la; quem apenas a imagina conhecida costuma combater caricaturas criadas pela própria ignorância. "
Entre pessoas verdadeiramente civilizadas, a divergência não constitui motivo de hostilidade, mas oportunidade de crescimento recíproco. O respeito preserva a dignidade do interlocutor mesmo quando as conclusões permanecem distintas. Onde existe cultura moral, há espaço para a escuta, para a ponderação e para a humildade intelectual.
Aqueles que insistem em atacar sem compreender, acusar sem investigar e ridicularizar sem conhecer acabam impondo a si mesmos uma silenciosa forma de isolamento. Não porque sejam perseguidos, mas porque o debate sério naturalmente prossegue sem a participação de quem renunciou aos requisitos mínimos da honestidade intelectual. As vozes destituídas de substância raramente permanecem por muito tempo nos ambientes onde prevalecem a razão e o respeito.
Sob a perspectiva espírita, essa realidade adquire significado ainda mais profundo. Allan Kardec ensina que o progresso intelectual, desacompanhado do progresso moral, permanece incompleto. O conhecimento que não conduz à humildade converte-se facilmente em instrumento da vaidade; e a vaidade, por sua vez, obscurece o discernimento, tornando o indivíduo cada vez menos capaz de reconhecer os próprios equívocos.
A história demonstra que as grandes transformações humanas jamais foram edificadas sobre o escárnio ou sobre a insolência. Foram construídas por homens e mulheres que compreenderam que nenhuma ideia se fortalece pela violência das palavras, mas pela solidez dos argumentos e pela nobreza da conduta.
Ao final, cada pessoa colhe exatamente aquilo que semeou em sua própria consciência. Quem cultiva a retidão encontra paz, ainda que atravesse dificuldades. Quem faz da desinformação, da arrogância ou da leviandade o seu método de ação pode experimentar vitórias efêmeras, mas dificilmente alcançará o respeito duradouro daqueles que verdadeiramente pensam.
A ética permanece, assim, como a mais elevada expressão da inteligência moral. Ela não procura humilhar os ignorantes nem silenciar os divergentes; convida-os ao estudo, ao diálogo e ao aperfeiçoamento. Quando esse convite é recusado em favor da crítica pueril, a resposta mais eloquente costuma ser o silêncio sereno. Afinal, a sabedoria não desperdiça tempo disputando espaço com a insensatez; segue seu caminho, enquanto esta se desfaz sob o peso das próprias incoerências.
Fontes:
Aristóteles. Ética a Nicômaco.
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, especialmente as questões 799, 913, 917 e 918.
Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII – "Sede Perfeitos".
Immanuel Kant. Fundamentação da Metafísica dos Costumes.
Marco Aurélio. Meditações.
GENÉTICA, DESTINO E RESPONSABILIDADE MORAL.
Marcelo Caetano Monteiro.
A genética nos apresenta predisposições, tendências e probabilidades biológicas. O Espiritismo, sem negar as descobertas da ciência, acrescenta um elemento fundamental à compreensão da existência humana: a realidade do Espírito e sua responsabilidade perante as Leis Divinas.
Os genes influenciam a estrutura física, determinadas enfermidades, características orgânicas e até algumas inclinações comportamentais. Contudo, segundo a visão espírita, a hereditariedade corporal não é a única força atuante na vida. O Espírito preexiste ao nascimento e traz consigo um patrimônio moral construído ao longo de múltiplas existências.
Sob essa perspectiva, a genética oferece as condições biológicas da experiência terrena, enquanto o Espírito determina a forma pela qual lidará com essas condições. Uma predisposição não representa uma condenação inevitável. O livre-arbítrio, a educação moral, os hábitos cultivados e as escolhas diárias exercem influência decisiva sobre o desenvolvimento da personalidade.
O Espiritismo ensina que o corpo é uma vestimenta temporária da alma. Assim, características hereditárias podem constituir recursos educativos destinados ao progresso espiritual. Certas limitações físicas, tendências psicológicas ou desafios orgânicos podem representar valiosas oportunidades de aprendizado, disciplina, resignação e aperfeiçoamento moral.
A ciência investiga os mecanismos da hereditariedade. O Espiritismo amplia essa análise ao demonstrar que a consciência sobrevive à morte e continua responsável por suas decisões. Os genes podem predispor, mas não determinam o valor moral de uma criatura. Acima das circunstâncias biológicas encontra-se a vontade do Espírito, capaz de superar tendências inferiores e construir novos caminhos.
A verdadeira grandeza humana não reside apenas naquilo que herdamos biologicamente, mas naquilo que fazemos com os recursos que recebemos. A genética descreve possibilidades. A moral espírita esclarece responsabilidades.
Fontes.
O Livro dos EspíritosCapítulo IV. Pluralidade das Existências. Questões 258 a 273.
A GêneseCapítulo XI. Gênese Espiritual. Itens 18 a 21.
Missionários da LuzCapítulo 13. Reencarnação.
O Problema do Ser, do Destino e da DorParte II. As Vidas Sucessivas.
#espiritismo #genetica #reencarnacao #livrearbitrio #leiDeCausaEEfeito #filosofiaespiritual #consciencia #evolucaoEspiritual
Toboágua
E assim vivemos,
ESCORREGANDO
Pelas curvas do destino,
Entre quedas e desvios,
Sem saber o que nos espera.
A correnteza nos arrasta,
O tempo nos atravessa,
E, quanto mais tentamos frear,
Mais depressa descemos.
Até que, de repente,
Nos descobrimos...
SEM RUMO
Em um caminho
Que já sabia aonde chegar.
Eu não renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que não encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. Não como castigo, e sim como respeito. Há silêncios que não são ausência... são maturidade. Há despedidas que não negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.
Então que o silêncio faça o que não conseguimos: nos aquietar. Que ele não grite por rancor, mas por paz. Não por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar não porque não houve raiz, mas porque já entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.
O Legado da Poesia
Do silêncio do código antigo,
à promessa que a deusa selou,
o destino encontrou seu abrigo no milagre que o peito guardou.
Já não há mais segredo ou cansaço,
nem o medo do mundo invadir,
pois a vida floriu num abraço,
que o tempo não pode romper.
Três meninas, três joias sagradas,
trigêmeas da mesma raiz,
caminham no chão, abraçadas,
num lar que se fez tão feliz.
Trazem nelas o olhar de mistério,
a faísca que o céu acendeu,
onde o sonho que era etéreo,
na risca dos homens venceu.
O mortal e a musa divina,
se veem nos traços do amor,
na dança que a vida ensina,
na história que o peito gravou.
Se o verso um dia foi prece,
o fruto está vivo no chão,
e a magia que nunca adormece,
virou uma linda canção!
O Fluxo do Destino
Sou água de rio em direção ao mar, não faço retorno,
não sei recuar.
O leito que sigo é o que o tempo desenha,
não há correnteza que me detenha.
Eu sigo em frente, constante e valente, trilhando o destino que me faz semente.
Não carrego a mágoa,
nem peso, nem dor, de quem escolheu me negar seu amor.
Se o livre arbítrio do outro partiu, a água aceitou o que o vento pediu,
assim eu abençôo a partida, desato esse nó, pois rio que para vira lagoa e só.
Mas trago comigo, na linha do peito, o livre arbítrio que herdei por direito, e levo à risca a lição que aprendi.
Não caibo em migalhas, nunca me perdi, não me diminuo, não dobro o meu ser, no mundo de quem não me soube acolher.
Deságuo na vida,
inteira e sem fim,
o mar é o limite que pulsa em mim!
A verdadeira rebeldia não consiste em amaldiçoar o destino sob o peso de uma cruz inevitável, mas em carregar o próprio fardo com uma elegância que insulta a gravidade do sofrimento. É no meio do inverno mais rigoroso da alma que devemos cultivar um sol interno, cujos raios não dependem de estações externas para aquecer a vontade de continuar a caminhada.
- Tiago Scheimann
A PELEJA DA ABELHA COM A MOSCA
I
Num jardim nasceu a peleja,
Que o destino foi traçando;
Abelha, rainha das flores,
Seu trabalho cultivando.
Mosca vinha do outro lado,
Cada qual seu rumo andando.
II
Disse a Abelha, muito altiva:
— Eu vivo do puro mel,
Faço cera, gero vida,
Cumpro um nobre e bom papel.
Quem visita flor perfumada
Nunca perde seu troféu.
III
Respondeu logo a Mosca,
Sem baixar sua cabeça:
— Cada ser tem seu caminho,
Sua sina e sua peça.
Não escolhi meu destino,
Nem a vida que me cerca.
IV
A Abelha retrucou ligeiro:
— Gosto bom é o da flor!
Quem procura coisa limpa
Leva paz, perfume e cor.
Quem vive entre imundícies
Não conhece o verdadeiro amor.
V
A Mosca falou sorrindo:
— Prazer muda de pessoa;
O que é doce para uns,
Pra outros não se entoa.
Cada qual segue o costume
Que a existência lhe abençoa.
VI
A Abelha fez ferrão,
Defendendo seu reinado;
A Mosca bateu as asas,
Sem mudar de seu traçado.
Cada qual julgando a outra,
No seu mundo fechado.
VII
Uma buscava o néctar
Nas campinas coloridas;
Outra rondava os caminhos
Das sobras já esquecidas.
Duas formas de viver,
Duas rotas tão distintas.
VIII
Mas o tempo, velho mestre,
Ensinou sem humilhar:
Nem só flores dão sustento,
Nem só lixo há de ficar.
Toda vida tem seu ciclo,
Seu nascer e seu findar.
IX
Disse então a Natureza:
— Parem já de discutir!
Cada qual cumpre um serviço
Que não pode se medir.
Quem condena a escolha alheia
Pouco aprende a refletir.
X
Abelha produz o mel,
Mosca limpa o que apodrece;
Uma encanta os jardins,
Outra evita o que fenece.
Mesmo sendo tão diferentes,
Cada qual à vida tece.
XI
Gosto, hábito e costume
Nem sempre são iguais;
Cada um faz sua estrada
Entre erros e ideais.
Não existe um só caminho
Para todos os mortais.
XII
Terminou-se a velha peleja
Com lição de igualdade:
Quem despreza o semelhante
Só cultiva a vaidade.
Abelha e Mosca, no fim,
São iguais nas diferenças da humanidade.
Muitos que descuidam do percurso, chegam ao destino com o entusiasmo fragilizado.
Porque não é apenas o ponto final que importa, mas tudo o que se aprende, sofre e celebra ao longo da caminhada.
Quem corre demais, negligencia experiências que poderiam lhe fortalecer o corpo, a mente e a alma.
Os que distraem na seriedade demasiadamente cobrada pela busca, perdem lições escondidas nas pequenas pausas.
O destino pode até ser alcançado, mas, sem atenção ao percurso, o brilho da conquista se apaga rápido demais.
O entusiasmo se quebra porque não encontrou raízes profundas no processo.
Afinal, a verdadeira força de um objetivo cumprido não está no instante da chegada, mas nos passos memoráveis que o antecederam.
Foque no Destino sem desprezar o Percurso!
"Essa conversa de que 'quem faz o destino somos nós' é algo questionável. Vejam, por exemplo, o caso do peru (ave). Alguém já viu peru (ave) Cantor? Professor? Piloto de Fórmula 1? Taxista? Poizé!"
"Peru (ave), minha gente, tem um só destino: a mesa, durante as ceias de Fim de Ano. É ou não tem sido?"
0725 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Minha cartinha para Papai Noel não chegou ao destino. Parece que foi interceptada pelos pobrezinhos coitadinhos que não querem Papai Noel no mundo."
"Por favor: não contém isso às crianças nem aos pobrezinhos coitadinhos que não querem Papai Noel no mundo. Obrigado!"
0728 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Acho que definitivamente eu consegui. Agora vai! Finalmente estou trilhando no caminho com destino à felicidade. Depois de ficar perdida, achei o caminho certo. Posso tropeçar cair, mas não desistirei de chegar até o fim, pois o que espero encontrar lá almejo tanto.
Ah, doce felicidade! Por tanto tempo andei te procurando... Tentei achar-te em pessoas, momentos... Mas entendi que estava dentro de mim o tempo todo, mas não enxergava.
Só não quero parar de prosseguir por este caminho. Quero ir mais à fundo. Uma busca incessante... Fazer-me feliz em primeiro lugar. E que essa felicidade, apenas seja contagiante.
O destino é impiedoso,
Nessa imensidão que é a vida, onde nos
encontramos, eu achei você.
Mas, no mesmo mundo eu o perdi. Soltamos
nossas mãos. Você soltou a minhas mãos. Nosso
fio blindado, nossa conexão se partiu.
Ficamos desconectados.
E esse mesmo mundo em que falo ficou
estreito para mim, porque vejo você em
qualquer parte dele.
O destino me iludiu, mostrou as suas garras e
usou de seus truques mais peversos . Mas, se
eu abaixasse minha cabeça para ele, eu não
seria eu mesmo. Mostrarei de minhas
artimanhas e ele verá que não sou mais um
bobo. Sou grandinho e sei me defender.
O homem deveria aceitar o seu destino. Nada acontece por acaso, diziam os estóicos. Tudo acontece porque tem de acontecer e de nada adianta alguém lamentar a sorte quando o destino bate à sua porta.
Também as coisas felizes da vida devem ser aceites pelo homem com grande tranquilidade.
Ainda hoje falamos de uma 'tranquilidade estóica' quando queremos nos referir a uma pessoa que não se deixa inflamar por seus sentimentos.
Destino
Elas estavam com as asinhas praticamente retalhadas pelo forte vento, voaram incansavelmentepor longos dias e noites frias, até encontrarem um cacho retrô de lâmpadas incandescentes,com a seguinte descrição em vermelho, rabiscada num pequeno graveto:
Dá-me luz. Moradia para mariposas!
Saudade
Saudade é força dolorida,
Destino de quem sabe amar.
Dor que não mostra ferida
Dor que grita, sem ecoar.
Retira da alma um gemido,
Que poucos conseguem escutar.
Retira do corpo um suspiro,
Que poucos conseguem notar.
Traz no riso um canto dolorido,
Que o rosto não sabe disfarçar.
Põe em conflito mente e espírito,
E os olhos começam a chorar.
Nosso destino entrelaçados sob as leis do universo
Dividindo o que é real e o que temos na cabeça
Procurando novas direções
Procurando o que melhor pode ser
Lutando contra todos os males
Aceitando os seus próprios resultados
Somos filhos das estrelas
Somos filhos de Oxalá
Somos o que temos que ser
Podem falar o que quiserem
Somos o que temos que ser
Olhe para a frente, olhe para seu próximo
Todos precisam de nos
Ate os mais fortes adormecem as vezes
Ate os que parecem fracos são imortais
Todos temos nossas chances
De dar o melhor de nos
Seja forte seja raro
Olhos nos contam seus segredos
Enxergam alem do imaginado
Desenhado em laços na sua mente
As certezas do que é sentir acontecer
O acontecer que nos faz sentir o que é real
A realidade que rodeia a nossa volta
A nossa volta que rodeada de insanidade
A insanidade de lutar de nesse mundo
Esse mundo insano que insistimos em lutar...
Somos o que temos que ser
Podem falar o que quiserem
Somos o que temos que ser
Olhe para a frente, olhe para seu próximo
Todos precisam de nos...
Amanhã pode haver um traço no meu destino que capaz dividir minha vida em duas partes.
Eu não sei de qual das partes eu vou gostar mais.
Apenas aceito a divisão porque nem sempre se pode ter tudo ao mesmo tempo.
Ou como a laranja, ou bebo o suco.
No fundo, ambas são ótimas opções. Mas uma delas vai se anular para a outra existir.
CONHECER O DESCONHECIDO
Destino, fazes de mim teu fantoche.
Brincas comigo como quem brinca com um boneco.
Tomas as rédias de minha vida e nada poderei fazer para conter-te. Espero que saibas realmente o que é melhor para mim. Não ei de temer o desconhecido, pois mais desconhecido que meu destino não há e mesmo assim sei que chegarás até mim.
