Textos de Auto Conhecimento

Cerca de 2907 textos de Auto Conhecimento

Para mim, o Amor é a única religião que existe. A mais pura, justa e verdadeira.
O amor não julga, adverte, não condena, redime, não castiga, ensina, não destrói, edifica, não mata, ressuscita.
O Amor vive em nós e nós o negamos diariamente quando reduzimos seu significado a um reles sentimento.
Ó Mestre Jesus veio e nos ensinou a importância da conexão com o Criador e nós evitamos isso e inventamos milhares de desculpas para significar nossos fracassos na vida.

Inserida por ErikaTerapeuta10

⁠📝 Este é o reflexo da nossa Educação a tempos e tempos. Formou um povo que se contenta em receber migalhas! Um povo doutrinado e treinado a viver escravos da corrupção deixando-se levar por uma falsa liberdade!
Isto não se aplica apenas ao fanatismo e idolatria, mas também a falta de conhecimento que faria um povo se revoltar contra a injustiça!

Inserida por FilipeSenaAndrade

Podemos usar todas as técnicas conhecidas para alfabetizar uma criança, e até conseguimos, mas se não despertarmos também o desejo, a motivação e afetividade, o vínculo com a aprendizagem fica comprometido. São pessoas que aprendem a ler, mas que não possuem amor pelo conhecimento. Instala-se um obstáculo epistemofílico.
Simaia Sampaio

Inserida por simaia_sampaio_maia

Conheço homens inteligentes; mas nem todos são sábios.
Agora está se questionando, qual a diferença entre ambos;
O conhecimento muitos possuem ou conseguem por meios e esforços,
o mesmo dá ao que possui poderes e status em meio a este mundo, dando ao mesmo o feito de ser admirado e respeitado em meio a sociedade em que vive.
Já o sábio, em sua infinita sabedoria sabe que neste território tudo é passageiro,
que honra e glória são passadas a outros de tempo em tempos;
e que o eterno; somos nós.

Inserida por rosesabadini

⁠O QUE É LIVRE-ARBÍTRIO?

Livre-Arbítrio é a Liberdade que o Homem tem de Construir e Viver o seu próprio Conhecimento ou Realidade e se Responsabilizar pelas respectivas Consequências!

É a liberdade de criar e usar os seus próprios programas ou softwares e assumir suas consequências!

Inserida por Amanciorego

⁠"Arthur Schopenhauer, disse: 'Se a marca da primeira metade da vida é o anseio insatisfeito pela felicidade, o da segunda é o receio da desgraça, pois, a essa altura, reconhece-se mais ou menos nitidamente que toda felicidade é quimérica, enquanto o sofrimento, ao contrário, é real.'.

Toda realidade, ao ser sentida, já não é -para o homem, na relação com o homem- ela mesma, e sim, uma sensação, uma interpretação sensorial. O homem subjetiva a realidade, 'dosa', dá à ela, 'medidas de intensidade', de maneira que, Shophenhuer, não está plenamente com a razão. A vida é um 'caldeirão fervilhando, resultando em encantamentos, magias..., enquanto bruxas criam suas receitas'. Não se tem garantias sobre 'o que os elementos jogados no caldeirão irão resultar'; coisas boas e coisas ruins podem resultar. Na realidade, o que chamamos de 'coisas boas' e o que chamamos de 'coisas ruins' referem-se, simplesmente, à predominância, do bem ou do mal, pois não há separação, sendo, sempre, uma e mesma coisa, como 'extremidades alcançadas por um pêndulo movendo-se'. Não há como furtar-se a isto: a vida pode ser mais ou pode ser menos saborosa à medida em que, a pessoa, experimenta coisas amargas, e vice-versa.

O novo -independentemente de positivo ou negativo- só pode vir mediante o choque de realidades que, em alguma medida, sejam opostas."

Inserida por Portal

Desculpa a desordem das ideias, é que resolvi
traçar novos rumos... Refiz a minha jornada,
em busca de me encontrar no final, revendo
conceitos e "pré-conceitos", para assim fazer
valer o encontro... Sigo a passos lentos
alimentando minha imaginação... Ainda estou
no caminho, colhendo conhecimentos,
mas volto já!
06.01.2020

Inserida por patricia_maria_camara

Para mim, os olhos por onde são contempladas as formas, não nos trazem a visão do belo como de fato ele é, nos mostram apenas o que parece ser.
Pois, não importa por quanto tempo seja contemplada uma obra de arte, de nada adiantará, se quem a contempla não tiver o conhecimento da sua essência.

Inserida por AlvaroAzevedo

⁠Torne-se melhor do que ontem, para que seu presente te mostre os caminhos que farão seu futuro brilhar! Esses caminhos te levarão para o aprendizado, te ensinará e te mostrará tudo o que vas precisar para o estágio da vida; com essa conclusão o seu certificado vai ser inspiração para muitos. E de tudo isso, vc olhará para a vida e pensará no seu mais íntimo do subconsciente que:
- o intuito da vida é te tornar mais forte!
Saberá que o conhecimento é a chave para a liberdade!
Torne-se seu próprio fã, e isso se fará espelho para as próximas gerações.

Inserida por MALUMFBRAGA

⁠Eis o véu que cobre os olhos dos homens, a tolice inconsciente que os acorrenta ao desejo de serem como o eco de mil vozes, e não a melodia de sua própria alma.

Pois eles buscam o brilho fugaz do espelho que lhes devolve a imagem que o mundo aprova, e não a luz imutável que reside em seu próprio coração.

Assim, constroem suas moradas sobre a areia da opinião alheia, e não sobre a rocha de sua própria verdade.

Inserida por BRUNAKATORI

A Pirâmide das Verdades

A verdade não é uma só, nem sempre constante. Ela funciona como uma pirâmide, dividida em camadas que sustentam umas às outras.

No topo estão as verdades mais rápidas, como ideias, opiniões e valores que mudam conforme a cultura e o tempo.

No meio, temos as verdades sólidas, como conhecimentos científicos e éticos, que mudam lentamente com o avanço do conhecimento.

Na base, ficam as verdades quase absolutas, princípios lógicos e fatos básicos que raramente mudam.

Quando uma verdade da base muda, toda a estrutura acima precisa ser revista, porque ela depende dessa base para se manter.

Compreender a verdade é entender essa estrutura e aceitar que a busca por ela é um processo em constante evolução.

Inserida por matheus_correa_ludtke

Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.

Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.

Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.

É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.

No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.

Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.

Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.

É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.

No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem

Inserida por WesleySillva

⁠Ruídos Alheios

A vida é um trabalho contínuo
De parar cada pensamento
E questioná-lo até descobrir
Se ele é nosso mesmo
Ou se pegamos ele na rua.

Spoiler:
A maioria herdamos de nossos pais e de pessoas próximas.
E pensando bem, grande parte de nossas certezas não foram nem conclusões nossas...

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠PARA QUE SERVE A FILOSOFIA?

Um ancião de barbas e cabelos longos chegou a um vilarejo um pouco distante dos grandes centros urbanos, um lugar desses onde o tempo tem outro tempo, um tempo natural de ser.

Naquele lugar havia poucas pessoas, mas, dentre elas, havia uma miniatura do mundo real: pessoas que tinham mais ou menos habilidades para desenvolver aquela realidade. O fato é que se tratava de um lugar com costumes tradicionais, por assim dizer. Isso não quer dizer que não havia sabedoria no coração daquele espaço e daquelas "gentes".

O velho andarilho tinha uma vivência profunda, por tantas realidades que ele já havia presenciado. Então, como um bom pensador, ele achou por bem conversar com aquelas pessoas. Conversar sobre tudo: sobre o tempo, sobre Deus, sobre conhecimento, progresso, sustentabilidade, etc.

Uma de suas perguntas foi saber o que aquela gente pensava. Então ele perguntou: "Para que serve a Filosofia?"

Começou a andar por diferentes lugares com a mesma pergunta: "Para que serve a Filosofia?"
Primeiramente, ele perguntou a um pastor, que, desconfiado, respondeu: "A filosofia não é de Deus, está na Bíblia".

O ancião seguiu sua andança e foi até a única praça da cidade, onde ele poderia encontrar mais pessoas. Fez a mesma pergunta a um ateu que estava discutindo sobre a inexistência de Deus com os homens responsáveis pela limpeza da praça. O ateu respondeu da seguinte forma: "A filosofia serve para fazer as pessoas deixarem de ser ignorantes, idiotas, alienadas, gado".

O senhor perguntou também a um daqueles homens responsáveis pela limpeza, e ele respondeu: "Eu não gosto de filosofia, isso é coisa de gente que não tem o que fazer, que só tem minhoca na cabeça".

Da mesma forma, o velho curioso agradeceu pela resposta e saiu daquela roda de conversa.

Então o velho encontrou uma professora, com o jaleco da escola onde trabalhava, e lhe fez a mesma pergunta. A professora respondeu uma enorme lista de utilidades que a filosofia, segundo ela, teria: "A Filosofia serve para fazer as pessoas pensarem a respeito do mundo, da vida, dos mistérios do universo, da origem da humanidade, das linguagens, das demais Ciências. A filosofia é a mãe de todas as ciências. Sem ela não seríamos capazes de saber nem quem somos nós realmente".

O velho agradeceu educadamente e seguiu sua jornada de questionamentos. Abordou um homem que estava sentado em um banco da praça, cabisbaixo.

"Para que serve a Filosofia, meu caro?"
O homem então respondeu-lhe dizendo: "Eu não sei, não sei o que é isso, mas deve ser para enganar as pessoas." Agradecido pela resposta, o velho saiu da praça e desceu em direção a um rio que contornava a parte Sul da cidade.

Ao chegar embaixo da ponte que ligava aquele vilarejo a outras regiões mais ao Sul, o ancião percebeu que havia um senhor, também com aparências semelhantes, com mais idade talvez. Decidiu se aproximar para desenvolver uma conversa. Aquele outro senhor estava ali pescando e fumando um charuto. Isso era interessante para o que se aproximava. Talvez pudessem fumar cachimbos e trocar um "dedo de conversa". Ao cumprimentá-lo de perto, o senhor andante perguntou o seguinte: "O senhor tem fumo?" "É óbvio que tenho", respondeu o velho pescador. "Então empresta-me, eu avio também."

Enquanto isso, ele desenrolava seus panos de bagagem e pegou um velho cachimbo que pertencera ao seu avô, algo feito à mão. O silêncio pairou sobre os dois.

Fumaça vai, fumaça vem, o andarilho perguntou ao pescador: "O senhor pode me responder para que serve a Filosofia?"

O velho pescador virou as costas em silêncio, sem dizer uma palavra. Então o que se ouvia naquele lugar era apenas o murmúrio das águas do rio e algum barulho de pássaros e carros que passavam sobre a ponte de quando em quando.
Depois de um longo período de silêncio, e de muitas "chumbadas", o ancião que chegou agradeceu o fumo, despedindo-se do pescador para seguir sua caminhada.

Então o velho pescador virou-se na direção de seu visitante, respondendo da seguinte forma: "A Filosofia não serve para nada! Ela recusa-se a servir quem quer que seja".

O senhor recém-chegado permaneceu calado, como quem espera mais. O pescador continuou a dizer: "A Filosofia recusa-se a cair nessa vala de servidão que surgiu nos padrões mentais medievais e que tem tragado tantas gerações que acreditam que servir é o mais importante. É por isso que nós, os velhos, não somos vistos como seres úteis. A maioria dos indivíduos das nossas gerações se tornaram inúteis, de tanto ouvirem que estavam velhos, e envelheceram realmente. O brilho vital deles ficou opaco de tantas palavras e olhares que demonstravam tristeza, talvez, pelo peso da idade, que não deveria ser um peso, mas uma bagagem muito importante de experiências deles".

Aquela conversa era profunda demais para não acender mais um cachimbo. Então o visitante fez menção de que iria fumar novamente, e o pescador logo lhe alcançou fumo e avio.

O silêncio se fez por um curto tempo. Não havia interesse em fazer qualquer pergunta por parte do ancião recém-chegado. Era uma questão de tempo para que novas explicações viessem por parte do pescador.

Fumaça vem, fumaça vai, e o velho do rio continuou: "Esse mundo utilitário, onde tudo cai em uso e desuso, inclusive as pessoas, tudo é coisa útil. É um tempo onde as coisas são mais importantes do que os seres. E os seres se transformam em coisas que servem ou não servem. As pessoas se coisificaram tentando se manterem úteis, serviçais, servas. Até mesmo as demais ciências se tornaram úteis, quando deveriam ser apenas caminhos. Os caminhos não são utilitários. As religiões, os Estados, as instituições, os deuses, os sagrados, as escolas, os homens, as mulheres, os jovens e as crianças, tudo isso se tornou números. Os números são utilitários, assim como as letras e os símbolos, mas a matemática, as demais ciências, as linguagens, nada disso deveria ser utilitário. As artes caíram em uma situação de serviço, se tornaram servas.

O homem curandeiro se tornou servo, o professor, o orador, os políticos, todos servos. E querem arrastar tudo mais consigo também. Por que diabos a filosofia deveria servir também? Ela não serve, porque ela não cabe nesse mundo de coisificação, de utilitários, de descartes. Veja bem, no que as religiões se transformaram? Não passam de alojamentos de imbecis que não sabem se conduzir e buscam alguém que lhes proíba de caírem em situações difíceis. Mas isso não lhes ensina absolutamente nada. Veja o que ocorreu com Deus, que na mentalidade medieval se tornou um espantalho para assombrar os medrosos através da fé. Até ele se tornou coisa, utilitário, servo.
As pessoas fazem os diabos e depois exigem que ele resolva suas desgraças, ou seja, ele é obrigado a fazer milagres, além de ser a capa de poder dos charlatões da fé."

Nisso, o senhor recém-chegado perguntou ao pescador: "O senhor é ateu?"

Ele então disse muito rapidamente: "Eu não tenho a necessidade de ser ateu, nem de ser religioso, nem de ser um pescador, nem seu amigo, nem de saber absolutamente qualquer coisa. Eu estou tentando aprender alguma coisa, e todos os dias aqui na beira deste rio, eu chego à conclusão de que o que eu sei se derrete diante da imensidão do abismo que eu não vejo, mas que provavelmente me vê. Eu preciso responder mais?"

"Não!", disse o ancião que escutava atentamente.
O pescador continuou: "Por que tornar a filosofia uma serva? Tudo que serve para alguma coisa, tornou-se servo, vassalagem. É impossível torná-la uma serva, defini-la como uma servente seria "apartá-la" da sua originalidade, da sua essência."

O velho pescador pediu licença ao seu companheiro de cachimbo, dizendo que costumava frequentar aquele lugar procurando entender todas essas coisas que ele havia abordado, mas que não havia conseguido entender, e que para isso costumava pescar e fumar seu cachimbo como forma de estar ali, sem ser visto pelas demais pessoas como alguém inútil.

Os dois se despediram e marcaram de talvez estarem ali no dia seguinte. O ancião que partiu não é mais o mesmo ancião que chegou naquele vilarejo.

Pedro Alexandre.

Inserida por pedro_de_alexandre

⁠O ser humano e a cultura: um contraste com a tecnologia

O ser humano é um reflexo da cultura em que está inserido.

Tudo o que produzimos — ideias, costumes, arte, ciência, religião, valores — é cultura.
E é através da cultura que nos relacionamos com o outro e com a realidade.

O ponto de encontro de toda a humanidade deveria ser o conhecimento.
Existe uma longa e rica história de saberes acumulados, construída por gerações.
Hoje, esse conhecimento está mais acessível do que nunca.

A tecnologia avançou de forma impressionante:
Máquinas inteligentes, viagens espaciais, redes globais, inteligência artificial.
Mas o ser humano…
continua, em muitos aspectos, nos tempos das cavernas.

Ainda somos guiados por impulsos egoístas, medos antigos, violência, ganância.
Falta consciência, empatia, sabedoria.

Mas há uma saída.
A cultura pode ser o caminho da evolução humana.
Ela pode nos tornar melhores, mais humanos, mais conscientes, mais compassivos.

Se evoluíssemos culturalmente na mesma velocidade com que evoluímos tecnologicamente,
o mundo seria outro.

⁠O que é a verdade? A verdade é algo imutável, que mesmo diante das severas críticas de seus inimigos, permanece firme, inabalável que nem uma rocha. Só conheço, uma verdade que conseguiu sobreviver ao longo dos séculos, às críticas dos seus inimigos, sem que houvesse a necessidade de, mudar se quer uma vírgula. Esta é sem dúvidas é a Palavra de Deus!

Oséias 4.6;
João 8.32;
Mateus 22.29;

Inserida por RCavalcante

⁠A verdadeira riqueza está naquilo que não podemos comprar e sim no que conquistamos, nem estou falando em patrimônios materiais. Invista no que lhe traga paz e aprendizado, pois quando morremos, daqui não levaremos nada, apenas conhecimentos emocionais e espirituais que adquirimos ao longo da vida. E são essas ferramentas que precisamos obter o são restos futilidades.


Inserida por TAISARAMOS

-Inquietude-⁠

E se não fosse por minhas inquietudes, jamais descobriria que desconheço uma grande parte dos segredos do meu ser.

A necessidade que habita em mim é sempre descobrir mais, mais do que possa existir, mais daquilo que me falta e sempre faltará.

A necessidade que habita em mim é de descobrir que sempre o que se sabe, sabe-se pouco em sua integralidade.

Inserida por MiltonSarges

⁠Sabe aquela frase bem clichê sobre os acontecimentos em nossas vidas, em que todos repetem em várias situações para si mesmo, e para outras pessoas. Aquela que diz assim:
“Deus sabe o que faz”
Eu sou católica então é claro que acredito piamente em Deus, mas deixar que alguns descontentamentos na vida sejam reduzidos a essa frase de consolo, não é nada legal.
Lute por tudo nessa vida que você acredita que vai dar certo, faça o que for necessário, pesquise, estude, faça cursos, siga seus sonhos, sejam eles quais forem, mas faça acontecer.
Se por ventura não der certo, ao menos você foi lá e fez, o que não podemos e desistir.
Nascemos com um dom muito poderoso de sobrevivência, o dom de saber “sugar”. Chegamos nesse mundo sem conhecimento de vida, mas para nos alimentar é preciso sugar o leite materno, e isso é instintivo.
Então vamos usar esse dom pra vida toda e SUGAR tudo que nos traga o despertar do conhecimento, da experiência e principalmente de qualidade de vida.
Mas nunca em sua vida, em hipótese alguma se esqueça de colocar amor em tudo que você faça, porque sem estima, realmente nada vai te dar entusiasmo pra continuar buscando desígnio em sua vida.
Tudo nessa vida feito com amor, é mais bonito e prazeroso!

Inserida por abgail_mendes

Quando entramos em um novo emprego, procuramos dar o nosso melhor para conquistar nosso novo patrão, criando confiança em nosso serviço.
Executamos nossas obrigações da melhor forma possível, porém, depois da confiança conquistada, relaxamos, deixamos o capricho de lado, umas coisinhas para trás, já que o patrão não revisa mais o nosso trabalho. Isso acontece até ele perceber e mudar com você.
Em um emprego devemos sempre dar o nosso melhor, fazer com carinho, agarrar a oportunidade com o coração. Imagina só como você acordaria bem mais feliz se pensasse que está indo fazer algo que gosta. Às vezes não é mil maravilhas, mas é o que tem.
O ser humano é totalmente adaptável. Você pode educar sua mente e tomar gosto pelo que faz, mesmo sendo um emprego ruim. Uma pessoa que trabalha com amor, ela é reconhecida, as pessoas percebem o capricho, a atenção e o carinho que tem pelo que faz. Não faça por obrigação, é destrutivo chegar em casa e pensar que amanhã é mais um dia difícil e que vai começar tudo de novo⁠

Inserida por fernanda_naidhig