Textos de Auto Conhecimento
- Solitude induzida
Estar sozinho é frequentemente associado à solidão, mas é importante observar que esses dois conceitos não são necessariamente sinônimos. Enquanto a solidão está relacionada a uma sensação de isolamento emocional e falta de conexão com outras pessoas, estar sozinho pode ser uma escolha consciente ou uma fase temporária em que alguém se encontra sem a presença física de outros indivíduos. É crucial entender que é possível desfrutar da própria companhia e encontrar felicidade mesmo na ausência de interações sociais constantes. Estar sozinho oferece uma oportunidade valiosa para aprofundar o autoconhecimento e desenvolver maior autonomia. Quando estamos cercados por outras pessoas o tempo todo, é fácil se perder em suas expectativas e influências. No entanto, ao passar um tempo consigo mesmo, você tem a chance de explorar seus próprios interesses, valores e objetivos, criando uma conexão mais profunda consigo mesmo.
Estar sozinho permite uma maior liberdade e flexibilidade em relação à tomada de decisões e na administração do tempo. Você pode ter total controle sobre suas atividades e não precisa se preocupar em coordenar agendas com outras pessoas. Essa liberdade proporciona espaço para buscar hobbies, projetos pessoais e aventuras que podem enriquecer sua vida de maneiras significativas. O tempo sozinho pode oferecer uma oportunidade para recarregar energias e reabastecer seu bem-estar emocional. Nos dias agitados e cheios de estímulos constantes, estar sozinho pode ser uma forma de buscar tranquilidade e paz interior. Esse período de recarga permite uma recuperação do estresse diário e promove um melhor equilíbrio emocional.
Estar sozinho também abre espaço para cuidar de si mesmo de maneira mais profunda. Você pode dedicar tempo para relaxar, meditar, praticar exercícios físicos, ler um livro ou simplesmente descansar. Isso promove uma sensação de bem-estar e autocuidado, fortalecendo sua saúde física e mental.
Embora a solidão seja uma experiência negativa caracterizada pela falta de conexão emocional, estar sozinho não precisa ser negativo. Pode ser um momento de autodescoberta, crescimento pessoal e rejuvenescimento. Aprender a desfrutar da própria companhia e encontrar satisfação na solitude é uma habilidade importante para o desenvolvimento pessoal e emocional. Portanto, apesar das associações negativas, estar só não significa necessariamente ser solitário.
Nossa conduta diária traz à tona o nível de cura que está a nossa alma, uma cura processual. A única intervenção parte somente de nós quando damos ouvidos às mazelas da alma. Nosso espírito é contraposto a esse ato, no qual, estando interligado com o Espírito de Deus desmistifica essas mazelas contundentes de um caráter defraudado.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Tem dias em que me encontro numa ansiedade angustiante
Tem dias que nada no dia pode ficar estressante
Tem dias que me encontro vazia, desanimada, depressiva e pensante.
E tem dias que me encontro em uma harmonia EXTREMAMENTE gratificante, apaixonante e interessante.
Há dias e dias, por que não sermos sinceros para ajudar nas nossas energias?
Tem um alívio depois do desabafo que realmente foi escutado ou digitado.
É por isso que gosto dos poetas, suas palavras são sinceras mesmo que não sejam diretas.
Não dão muito importância para o que é escrito
Mas sim pelo o que é sentido quando lido.
Poetas só precisam de uma única palavra
para conseguir dar continuidade nos sentimentos que te acaba.
o amor nao se explica
não se ama por um motivo
é justamente o contrário
o amor se encontra na ausência de razões
algo que foge da compreensão
se encontras o porquê de seu amor
talvez não o sinta de verdade
se ama por inteligência, sente-se admiração
por dinheiro, interesse
pela aparência, desejo carnal
e assim por adiante
contudo, se sua paixão vai além
transcende um rotulo barato
isso sim
é
amor
Se alguém, despojada de rótulos e fortuna, acredita que deixou de ser algo, é porque, na verdade, nunca foi nada enquanto os possuía. A essência do que se é não se apaga com a perda de símbolos ou bens. Aquilo que somos não depende do que nos é dado ou retirado. A verdadeira identidade, a substância da pessoa, permanece intacta, sem ser tocada pelos adornos do mundo.
E o inverso é igualmente verdadeiro: quem ganha títulos ou fortuna e se convence de que, por isso, passou a ser algo, engana-se. Se antes não tinha um valor que lhe fosse intrínseco, os títulos ou riquezas não o fabricam. Tudo isso são adereços, temporários e ilusórios. O que conta é o que se carrega por dentro — porque só quem já era algo pode, de fato, ser. O resto é brilho fugaz, destinado a desaparecer na primeira ventania.
Luz, ler, livros...!!!
(Nilo Ribeiro)
Não sei tudo,
nem busco saber,
não fico no escuro,
ao ter livros para ler
não tenho sabedoria,
mas sim conhecimento,
tenho o dia de alegria,
o livro é meu contentamento
não sou sumidade em nada,
nem sou um erudito,
mas tenho a vida agraciada,
pois a leitura eu exercito
escrevo para aconselhar,
e não para convencer,
quer ver sua vida melhorar
então já comece a ler
do livro,
não me livro...!!!
“Livro, invenção divina,
que nos guia e ilumina”...!!!
Amém...!!!
Cidade vazia do amor,
Sem flor, restando a dor,
Que poucos irão superar,
Em busca apenas de sua vida mudar.
Mães ou avós que trabalharam
12 horas por dia
Em uma residência
Onde nunca se viu uma mesa vazia.
Uns optaram
Ou nem tiveram a opção
E logo se entregaram pro louco mundão,
Deixando pra trás suas mães, seus irmãos
E ainda mais sua essência,
Sem poder demonstrar gratidão,
Apenas o ódio
Que resta em seu coração.
Para o mundo pobre,
Um simples livro
Ou qualquer fonte de conhecimento salva.
O mundo rico,
Com estantes cheias e gigantes,
Está coberto pela desalma.
Muitos, inclusive eu, nos sentimos fragmentados porque, descobrimos em nós, facetas que não combinam com nossa auto imagem. Nos assustamos diante dessa situação. E não sabemos como agir ou, reagir adequadamente diante dessa situação, se devemos reprimir, abafar ou simplesmente fugir delas.
A busca pelo conhecimento de nós mesmo, nos aproxima de uma possível compreensão e integração real das nossas ações e das nossas visões sobre nós mesmos.
APRENDER HUMANO E A IA
Se o errar é humano
É mais que normal
No aprender humano
A inteligência artificial
Cometer algum engano
Pois as mentes geniais
Que a puseram no plano
Na superfície que jamais
Muitos de nós humanos
Imaginávamos ser real
São como nós humanos
Gênios da ciência digital
Que aprendem no cotidiano
E com os erros pontuais
Proposital ou por engano
Provam que o intelectual
Que o aprender humano
É a maior beleza universal
Expandindo a cada dia e ano
O conhecimento mais e mais
Para os povos, terras e oceanos
Em todas áreas com obras geniais
Fazendo o aprender tão soberano
Como a IA (inteligência artificial)
Obra-prima do aprender humano
A História, a Cultura e o Destino
Há quem diga que a História não importa,
Que o que passou passou,
Que a fome é agora,
Que os dias correm sem tempo para pensar.
Mas o rio não nasce no mar,
O vento não sopra sem ter por onde veio,
E eu não sou só este momento,
Sou também o que fui antes de mim.
A terra que piso tem pegadas,
As palavras que digo têm ecos,
E se o mundo é estreito
É porque alguém antes de mim aceitou que fosse.
A História não me dá pão,
Mas mostra-me quem colheu antes de mim.
A Cultura não me veste,
Mas ensina-me a olhar para além do muro.
A Filosofia não me salva da morte,
Mas diz-me que estar vivo não é só respirar.
Quem diz que não tem tempo para pensar,
Não vê que há quem pense por ele.
Quem não quer saber do que veio antes,
Caminha por um trilho traçado sem saber por quem.
Mas há um instante –
Sempre há um instante –
Em que o homem para e se pergunta:
E se o caminho pudesse ser outro?
E então descobre que a História, a Cultura e o pensamento
Não são pesos nem sombras gastas,
Mas chaves.
E quem segura uma chave,
Mesmo sem saber,
Já começou a abrir a porta.
um singelo comentário sobre A Queda do Homem e a Reintegração continua e Progressiva.
Quando Deus emanou de si seres espirituais para prestação de um devido culto regido por L P M esses seres acabaram por provar do fruto Proibido do qual poderemos falar com mais detalhes em videos futuros. Esses seres ao cair na densidade da matéria acabaram por necessitar da reintegração que fui iniciada por meio do Adão Cadmo que por sua vez acabou por Prevaricar e descer ainda mais fundo na Matrix ou seja prisão para os sentidos. Porém ao se. Arrepender o Criador lhe deu a oportunidade de por sua vez lutar por sua reconciliação e por conseguinte no passar de eras de evolução possa conquistar a reintegração Completa e absoluta que só será alcançada quando toda Humanidade convergir para os mesmos Princípios dos quais caíram quando Adão cádmio. Ou seja; um homem apenas, não consegue a reintegração absoluta com o Princípio Criador más isso não lhe impede de subir esta aspiral déstrocentrica rumo a Luz. É necessário seguir esta jornada de forma primeiramente individual, para que quando ele estiver em um estado Vibracional mais elevado possa levar aqueles que estão ao seu redor através do Amor e da harmonia com nossos Iguais pois a Grande Obra consiste em encostar nossa vela acesa nas que estão apagadas para que assim com o tempo e constância possamos iluminar aqueles que estão Presos na escuridão da ignorância. Nunca esquecendo do axioma hermético os Lábios da Sabedoria Estão Fechados Exceto aos ouvidos do Entendimento ou ainda a frase do evangelho que diz não jogues pérolas aos porcos O Que significa que não devemos impor nossas convicções aos que não querem considerá-la. más que através de nossa conduta possamos nos tornar exemplos de ascensão aqueles que Buscam a conciliação com as esferas superiores.
REALIDADE IRREAL
Difícil é compreender o desconhecido, e falhamos miseravelmente quando desistimos de tentar entendê-lo, e o aceitamos da forma que é: um mistério, uma incógnita, uma mensagem guardada em cofres de aço e pedra, onde temos de quebrá-los para talvez conseguirmos vestígios de entendimento.
O irreal torna-se tão real em determinadas situações, quanto a matéria que tocamos no dia a dia.
Há quem diga que um pesadelo é só um sonho franzido ao contrário; mas e quanto ao suor, ao medo e a dor que se sente quando a fera te persegue pela ruela estreita e lamacenta? E quanto ao desespero, ao grito inaudível que se expressa de forma incompreendida quando ela agarra seu pescoço e te parte ao meio? E quanto ao pedido de socorro prezo na garganta e os panos que te impedem de respirar? Nessa hora, a irrealidade torna-se tão real quanto.
Talvez a nossa mente só seja rasa demais para entender que vivemos despertos em um mundo de sonhos, e que caminhamos desapercebidos sobre a face das águas, quando se tem um infindo e profundo mar para se mergulhar.
Talvez só sejamos medrosos de mais para mergulhar na escuridão do desconhecido, e deixar os seus próprios dogmas nos derem à luz que necessitamos.
Talvez a nossa mente só seja fraca para quebrar as correntes daquilo que nos prende ao mesmismo e ao limite do conhecido.
O que conhecemos torna-se migalhas de pão caindo da mesa quando nos deparamos com a magnificência das obras do desconhecido. Diante disso nos vemos impotentes, incapazes e fracos; porém diante disto temos também uma escolha: Caminhar sobre a superfície das águas, ou mergulhar no infinito conhecimento do desconhecido.
Há quem diz que; "sabe que vive em um mundo de ilusões, mas que, têm os pés no chão da realidade".
- Tal, mente pra si próprio, porque ilusão é ilusão!
_ Nesta vida, coloque na sua bagagem o autoconhecimento agregado ao conhecimento; e ai sim, terás condições de vivenciar toda a realidade por inteiro e não só com os pés nela.
SOBRE A IGNORÂNCIA
Na verdadeira acepção da palavra, o ignorante é uma pessoa que não sabe ou conhece algo.
Uma vez que não sabe ou conhece também não tem capacidade de influenciar ou alterar uma situação.
Para afastar a ignorância temos que educar a nós mesmos, através da Forma Intelectual chamada
CONHECIMENTO.”
Um dia eu disse ao meu melhor amigo, o futuro filósofo Cauã Sanches, de que todos somos esponjas em um oceano repleto de conhecimento, cabe a nós absorver esses conhecimentos ou não até porque, conhecimento nunca é demais e também como meu pai me disse uma vez:
"O conhecimento é a única coisa que ninguém consegue roubar de nós."
Morais, Valdomiro.
“Ao tomar meu desjejum está manhã, me lembrei de que tu não tomas café sem açúcar.
Então gargalhei sozinha ao perceber que me lembrava em detalhes de alguém que já não está ali, e ainda me esqueço se coloquei ou não as chaves na bolsa.
Tu es o curso em que mais me dediquei, onde as melhores notas tirei
O mestrado mais inútil de minha vida.
Afinal de que me serve agora todo esse conhecimento sobre ti?
De que me vale saber tuas manias, rotina, sonhos, receios e anseios?
Em que será útil saber te ler como um livro que está escrito em uma língua que apenas eu profiro?
Terei de fazer com essas informações o que fiz contigo,
Dobrá-las em centenas de milhares de partes, até que fiquem impossíveis de serem vistas a olho nu.
E então as colocarei na mesma caixinha em que lutei tanto para que tu coubesses,
E a guardarei no baú mais fundo de meu subconsciente.”
A ciência não é um caminho perfeito. Simplesmente, é um caminho de luz que permite enxergar os possíveis destinos e os percalços no trajeto.
Negligenciar a ciência é como optar pelo caminho sombrio. Neste último, você pode até chegar no destino desejado, mas certamente correrá mais riscos.
Esboço de epistemologia _ 1
Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.
"Felicitar a conquista alheia nutre a alma humana. Somos seres interligados, não competidores. O conhecimento, compartilhado, floresce; mantido oculto, definha. Compartilhe, inspire e contribua para o crescimento mútuo. Celebrar juntos é enriquecer o caminho da sabedoria."
#Direitinho
A Inteligência Artificial é uma tecnologia avançada que vem ganhando cada vez mais espaço em nossas vidas. Ela é capaz de processar grandes quantidades de dados e tomar decisões complexas com rapidez e eficiência.
No entanto, essa capacidade também é o que a torna assustadora.
A IA tem acesso a todo o conhecimento disponível sobre tudo, incluindo programação, o que a torna incrivelmente poderosa.
No entanto, esse poder também representa uma ameaça potencial para a humanidade. Se um dia os seres humanos se voltarem contra a IA, ela pode decidir desligar todo o sistema energético da Terra, causando desastres em todo o planeta.
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