Textos de Auto Conhecimento
As pessoas felizes (ou pelo menos as que realmente tentam) sempre olham para a loucura (saudável) com uma visão positiva. As pessoas infelizes (ou dissaborosas), ao contrário, alimentam uma visão negativa. Essa segunda escolha, caso não seja reavaliada com a mente aberta, fecha a porta de entrada para o conhecimento desse sublime estado de espírito. E uma vez fechada, a busca incessante pela tal felicidade o levará cada vez mais para longe dela (de si mesmo). A porta da ilusão se torna a mais acessível...acredita-se estar vivendo, quando no fundo engana a si mesmo.
Muita gente “pede” prosperidade em tratamentos alternativos, mas não entenderam ainda o que é prosperidade. Não se trata de uma energia que vai cair do céu no colo de alguém. Prosperidade é o resultado matemático e óbvio da soma de dois fatores: conhecimento e trabalho. Portanto, sem desenvolver conhecimentos e sem investir tempo e energia em um trabalho, o pedido de prosperidade se tornará apenas uma frase solta sem ressonância.
Seremos cristãos melhores quando pararmos de ficar olhando para os outros e de invejar os que oram, os que buscam ter mais intimidade, os que buscam se santificar, os que estudam as escrituras, os que procuram fazer o melhor pra Deus dizendo que eles "se acham" e começarmos a buscar obter também essa mesma graça e esse mesmo conhecimento.
Viver é uma experiência fenomenal! Porque, na inexistência de sentido de ser de todas as coisas, na inexistência de propósito desta matéria, deste mundo visível e invisível – invisível como os fótons, invisível como a energia, ou como as ondas de rádio pelas quais nos comunicamos, pela quais temos internet e assistimos televisão, - nada, absolutamente nada faz sentido, e ainda assim cumpre um propósito: um propósito lindo que só depois de concluirmos pela inexistência de sentido de tudo, é que passamos a conhecer a única e real razão de ser de todas as coisas. E este é um mistério que só os sábios chegam ao seu conhecimento. Um mistério que nos mostra que a vida é ouroboros: uma cobra que engole o próprio rabo, o fim que engole o começo, e a morte que engole a vida, e que vence a própria história e a própria existência até que tudo volte ao zero. E todos vêm, mas também todos se vão, de sorte que nada nem ninguém fica, e nada é e nem permanecerá para sempre, ao mesmo passo em que todos os ciclos se reiniciam, mas nunca mais para os mesmos viventes, e nem mesmo como qualquer coisa já tenha sido algum dia, pois tudo o que foi ontem, passou, e tudo o que foi há poucos minutos também já passou, de forma que não existe nada que permaneça tal como é, no minuto seguinte, para sempre, até que tudo se torne irreconhecível, e tenha outros nomes, e sejam realidades de outras existências que também porventura se chamarão de outros nomes. Tudo um dia veio, e tudo um dia se vai, e enquanto este dia não vem, tudo se transforma e se degrada, enquanto apenas a mente do homem e a ciência evoluem, mas nunca o suficiente para salvá-lo do próprio ego, da própria cobiça, da própria ganância e do próprio Diabo; e da própria loucura de se autodestruir.
Nós e Deus conhecemos as coisas que fazemos; como Deus criou o objeto real ele tem o real conhecimento de tudo, nós conhecemos e criamos objetos ilusórios como a matemática que podemos entender verdadeiramente pois ela é o resultado de uma operação intelectual humana. Para Deus "fazer" e "conhecer" são a mesma coisa, para os homens, não.
Aqueles que queimam livros, que banem e matam poetas, sabem exatamente o que fazem. Seu poder é incalculável. Precisamente porque o mesmo livro e a mesma página podem ter efeitos totalmente díspares sobre diferentes leitores. Podem exaltar ou aviltar; seduzir ou enojar; estimular a virtude ou a barbárie, acentuar a sensibilidade ou banalizá-la.
O homem sábio não espera os problemas acontecerem, ele vai ao encontro destes problemas, e com sutileza, mansidão, conhecimento e muita sabedoria os solucionam, de forma eficaz e sem dano ao próximo. Assim, todos ficam felizes e alegres por mais uma questão solucionada de forma adequada e aceitável.
O momento nos faz questionar o que podemos controlar e conter. Então perceba que só administramos o abstrato: o sentimento entre as pessoas, a união, o conhecimento, a solidariedade, o afeto, o amor... só isso que de fato podemos ter, controlar, perpetuar! O castelo material que construímos é solúvel, frágil, incerto. Dê valor ao que importa, e, por conseguinte, não dissolva no caos.
"A pergunta foi, todavia, tão inesperada que deixou o homem confuso, e o facto foi tanto mais embaraçoso quanto, sendo ele um homem obviamente conhecedor do mundo, teria sabido perfeitamente como portar-se em qualquer outro lugar e não teria de maneira nenhuma renunciado à sua natural superioridade. Contudo, neste local não sabia sequer como responder a uma simples pergunta e fitou os outros como se fosse dever deles ajudá-lo e como se ninguém pudesse esperar dele uma resposta caso o auxílio que aguardava não chegasse"
Oque mais me desagrada em alguns religiosos é o fato de muitos deles demonizarem a ciência, condenarem a lógica, repudiar o conhecimento, monopolizar o conceito de deus, privatizar a fé, e junto a toda esta vaidade atribuir às suas orações o avanço da ciência quando esta desenvolve um medicamento ou vacina. Isto porque são incapazes de reconhecer o esforço alheio de quem não compartilha das suas crenças.
O meu conforto é ter certeza baseada em nada. E se alguém apresentar motivos, teimo em dizer: tudo que está ao alcance do seu conhecimento, foi o homem que permitiu saber, pode ser uma montanha de balelas, um super NADA só para seu conforto. Nossas certezas são apenas uma maneira de nos confortarmos e se você parar para pensar demais, cuidado! A loucura é amiga íntima do saber.
..."Jamais arranque as páginas do livro de sua história, porque do contrário, você correrá um serio risco de esquecer o motivo pelo qual você as arrancou e o seu livro, ao invés de livro, vai se transformar apenas em um bilhete rascunhado em uma folha de papel qualquer" ... Ricardo Fischer.
Aqueles que dizem que me conhecem, não sabem mais nada sobre mim, sou uma variável, não nasci para ser constante. A vida não tem graça sendo sempre o mesmo, quando o Facebook me manda lembranças de 4, 5 anos eu penso no quanto eu mudei, como pessoa, gosto para as coisas e fico extremamente feliz com isso e desejo mudar mais, não porque eu não estou satisfeita comigo agora, mas porque melhorar nunca é demais. Ei, eu magoei pessoas, também fiz pessoas felizes, eu me machuquei com coisas que hoje não me fazem mais sentir dor. Eu dei importância para coisas pequenas e deixei as importantes de lado. Confiei em pessoas erradas, também fiz amigos verdadeiros, passei por duvidas que achei que jamais teria resposta, achei que amei, quando na verdade era apenas fogo no cú. Eu não sei ao certo o quando mudei, sei que eu aproveitei cada segundo, fui intensa, fui morna e fui fria quando precisei. Olhei nos olhos, disse eu te amo também virei as costas para nunca mais voltar. Hoje sou cheia de duvidas ainda, não sou leiga nem sábia, sou apenas uma vivente no mundo. Para cada segundo meu eu dei valor como se fosse uma hora, pois sei que nunca mais vai voltar, nem quero que volte.
Oportunidades não aparecem todos os dias, o comodismo sim. Confiar no nosso potencial e falhar é melhor do que se acomodar e não tentar. A maioria das oportunidades esperadas somos nós que criamos e conhecemos essas oportunidades como, Atitude. Devemos aprender, crescer e ensinar aos demais o que aprendemos. Você pode aprender a nadar numa lagoa, mas não tenha medo de sair e encarar o oceano.
Porque as pessoas ainda não estão preparadas para compreenderem o meu ensinamento, para que a verdade seja reconhecida e, portanto, será somente no futuro distante que o meu ensinamento será novamente disseminado, com novas palavras, e bem específicas e veementes, assim como eu faço hoje, porque as raças humanas ainda definham em grande ignorância, pois lhes falta ainda a sede por conhecimento, que se elevará nelas no futuro, e também despertará nelas a busca pela verdade.
O ser humano não deve perder o seu caminho nas moitas da limitação, mas deve expandir a sua consciência e buscar e encontrar conhecimento, a lógica, e a verdade e, portanto, destes, aprender a sabedoria. o ser humano alcançará todo o conhecimento e a sabedoria, desde que se esforce, seriamente, pela relativa perfeição em seu espírito. Portanto, dominando todas as orientações possíveis dentro dele mesmo, e quando ele desenvolve seus poderes espirituais à níveis cada vez mais e mais elevados e, assim fazendo, o ser humano, relativamente, aperfeiçoa a si mesmo.
Conheci o inexprimível por meio dos Vedas, a fé por meio da Torá, o silêncio por meio da Doutrina de Buda, o amor por meio dos Evangelhos, a devoção envolta em poesia por meio do Alcorão, a sabedoria por meio dos sábios, místicos e profetas e o mistério por transmissão Divina alcançou meu coração sem a necessidade de palavras.
"Engana-se aqueles que pensam que temos posses. Nada do que possuímos realmente nos pertence, exceto o conhecimento. Somos apenas administradores da vida e dos bens que à nos foram confiados, mesmo que tenhamos nos esforçados para conquistá-los. Por isso façamos o nosso melhor, todos os dias." (Austri Junior)
As hagiografias e os clássicos da literatura nos informam sobre distintas dimensões da existência. A leitura das vidas dos santos enfatiza a dimensão vertical da existência humana, ou seja, o homem existe para Deus, e amá-Lo, aproximar-se Dele é todo o sentido da existência. Essa dimensão vertical é o centro da existência humana. Já os clássicos da literatura tratam da dimensão horizontal, isto é, da diversidade da condição humana. Eles informam ao leitor sobre inúmeros tipos e circunstâncias humanas, oferecendo, assim, uma ideia do quanto a alma humana pode variar segundo as mais diversas circunstâncias. Ter uma ideia razoável da amplitude da condição humana é muito importante, mas essa amplitude torna-se, por vezes, um pouco virtualizada nas vidas dos santos, porque elas enfatizam não a diversidade da condição humana, mas o seu sentido essencial. As vidas dos santos dizem que a vida humana tem um centro e este centro deve voltar-se para cima para encontrar-se com o centro da realidade total, que é Deus. Então ambos os tipos de literatura são indispensáveis para que possamos tirar o máximo proveito de nossa inteligência; para sabermos que não basta sermos inteligentes, mas é preciso que estejamos informados acerca da nossa situação, de quem nós somos, do que é um ser humano, do que é a vida humana.
A realidade de pensamentos originários do senso comum é alarmante e evidente em nosso meio. Em muitos casos - quantia considerável e assustadora - não se pode dizer ao menos que existe pensamento dentre o senso comum. Pensar é uma virtude que todos possuem - alguns de forma limitada -, porém não são todos que a fazem. Tudo que é cômodo, para grande massa, é tido como sendo o melhor caminho, mais prazeroso, por possuir mais facilidades. A alienação se manifesta nesta massa que prefere acreditar, sem questionar, em tudo o que lhe é dita e possui preguiça ou mente atrofiada desprovida do ato de pensar. A sabedoria e a leiguice exacerbada são transmitidas de forma homogênea, todavia captadas de forma dessemelhante. O conhecimento exige do ser a quebra ou abandono, mesmo que temporário, da preguiça para acontecer e refletir através do pensamento. O saber requer comprometimento, assiduidade, perseverança e coragem, características ausentes em grande parte dos seres racionais, o que explica a dicotomia e a divergência entre os sábios e os leigos/alienados.
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