Textos de Aniversario p Amiga
Volto pra casa dos meus pais
Sem dor e nada mais
Mas volto sem ninguém
Meus filhos, não ligam pra mim
O mundo é só vícios
Porcarias e banais
Não tem nada, nada de mais
Viver pra tirar a própria paz
Tanto tempo, vou morar?
Moro com meus avós
Moro com meus tios e tias
Moro na rua escura
Eu só quero morar na lua
Ou na casa sua
Sua mãe me aceita?
Ou tenho que melhorar
Meus olhos estão secos
De tanto de olhar
Minha língua adormecida
De tanto te chamar
Para amar as pessoas
Tem que lembrar quem é
Para amar, é sonhar
Quando lembrar que está afim
Peço desculpas, claro que sim
Não mudei nada
Que mude em mim
Não quero morrer sozinho
Abrace o mundo com seu sorriso...
Espalhe sorriso por onde você estiver....
Sorriso contagia as pessoas que estão a nossa volta...
Sorria pois quando demonstramos esse gesto do fundo do coração..
Portas de bençãos se abrem..
Conguistamos novas amizades.
Apenas sorria e verá como esse ato faz toda diferença no seu dia a dia.... Dias Fátima
Muita gente vai duvidar dos seus sonhos. Vão dizer que é difícil demais, que você não tem o que é preciso, que não vai dar certo. Mas a verdade é que ninguém precisa acreditar no seu caminho — só você.
Enquanto muitos duvidam de você, sua única missão é manter o foco e provar — não para eles, mas para si mesmo — que seus sonhos valem cada passo.
Acredite em você. Trabalhe em silêncio. E deixe que os resultados façam o barulho.
Monólogo ao Mar
Às vezes, assim penso, vivo
um monólogo diário,
ecoando pensamentos soltos
pelas vielas da alma
onde não há atalhos,
apenas passos
que ressoam no asfalto molhado
de manhãs silenciosas.
Em frente ao mar,
dedico-lhe meus devaneios,
como cartas lançadas ao vento
sem, ao menos, um pingo de receio.
Discorro sobre você,
como se as ondas fossem
páginas brancas
esperando minhas confissões.
O mar, atento,
ouve com paciência de quem
já engoliu mil naufrágios
e ainda assim permanece,
se comunicando
através de suas ondas,
mergulhante, deslizante, ascendente,
um discurso contínuo
que cabe àqueles
que mantêm os olhos bem abertos
decifrar.
E eu, narrador solitário,
me vejo parte da maré,
flutuando entre a certeza
e o esquecimento,
tentando entender
se o que entrego ao mar
é o peso dos dias
ou a ânsia de ser ouvido.
O vento salgado
me corta os lábios
enquanto o mar responde
numa marola discreta,
como se dissesse
que palavras se dissolvem
como espuma,
mas sentimentos permanecem
ancorados no fundo.
Talvez ele saiba
que não há resposta certa,
pois enquanto me desfaço
em palavras e sonhos,
ele se refaz
em ciclos e ondas,
e assim seguimos,
dois monólogos paralelos
que jamais se tocam,
mas se compreendem
no silêncio que resta
após o último sopro de vento.
E então, na maré baixa,
percebo que talvez
o mar também sussurre
suas incertezas para a areia,
e que nós,
vagando por nossas marés interiores,
somos tão mutáveis quanto ele,
sempre buscando a margem
onde a alma repousa.
E enquanto observo
o encontro da água com a terra,
sinto que viver é isso:
um eterno diálogo
com o imenso e o indomável,
uma troca de segredos
entre solidão e grandeza.
O mar nada exige,
apenas acolhe,
como se dissesse
que a liberdade reside
em aceitar a fluidez
e não temer os ciclos.
Por fim, sorrio,
pois entendo que o mar
não é apenas ouvinte,
mas também mestre
de uma sabedoria inquieta,
que ensina a ser vasto
sem perder a essência,
e a permitir-se tempestade
sem deixar de ser calmaria.
Poetar
Um pensamento contínuo...
Sensações que de longe vêm...
Ideias bem definidas
que aos poucos vão criando vida.
Partículas de emoções.
Deslizam leves por mim.
Virando palavras...
Poesia concreta enfim!
Reminiscência do vivido.
Lembranças do já esquecido.
Rotina que se repete...
Esperanças de um futuro incerto...
Presente, passado, futuro.
Tudo embaralhado... indefinido.
Poeta e seu poetar...
Vivendo a imaginar!
Pensamentos Mórbidos
A vida, diante de nós,
despedaçada em silêncios que ninguém ouve.
A maior parte são sombras —
tristeza que se arrasta, solidão que grita,
uma depressão que veste o corpo por dentro.
A vida anda.
Mas os pensamentos? Eles ficam.
Soturnos, escorrem pela mente,
corroem as paredes do ser,
como ferrugem em ossos vivos.
E a gente aprende a sorrir sem alma,
a calar o grito que quer sair.
Vale a pena insistir em esperança
quando até a luz nos parece mentira?
Diverseria
Nas pradarias encontro-me
Perdido no nada.
Quem terá tirado minha humanidade?
Os parvos desta vida
Ou os deuses da eternidade?
Porque nada mais me surpreende...
Os horrores não me marcam
Nem a beleza me prende.
Vivi o verso e o reverso!
O drama eloquente
E o romance, nem tanto atraente.
Provei o doce imbuído em amargura
E o amargo enjoado em doçura,
O bom do insosso e o salgado sem graça.
Fiquei ruim com poucos copos de água,
E bom, exacerbando a cachaça.
Ganhei na escassez, perdi nos excessos,
Ora teimando nos erros
Ora fazendo progressos.
Tive pavor de lugar aberto,
E conforto em recinto fechado e coberto.
Aguerrido em menino,
Menos ferino mais tarde.
Um vilão difundido,
Um herói sem alarde!
Fui gênio, fui louco.
Fui muito, fui pouco!
Chorei de alegria,
Sorri de tristeza.
Hipocrisia? Pureza?
Deram,
Tiraram-me!
Se hoje eu chego,
Em retirada já bato.
Tenho interesse em tudo
E não me motivo com nada.
Ouça o chamado
permitir-se à loucura é o dar asas onde a razão nos condiciona à um arrastar-se pesado em um chão aparentemente seguro, mas que logo tal peso no arrastar de cada passo fará com que os pés sangrem
neste chão "seguro", o choro evitado, a dor que não chega, a tristeza que se mantém ao longe, são apenas abreviadas
não há viver e sentir no Amor que tenha chego ao nosso conhecimento que não tenha nascido através da loucura de desprendendo-se de toda a razão dar asas a si mesmo quando tudo que se vê é a impossibilidade de voar
e mesmo neste céu imenso contemplando nuvens que não deveriam ali estar, nuvens de chumbo que não caberiam em nosso céu, que se nos chocarmos com elas inevitavelmente cairemos abatidos, no entanto, na loucura a que nos permitimos se nos faz acreditar que o bater de nossas asas a seu tempo afastará para longe tais nuvens de chumbo não permitindo que nos toquem, e por acreditar tão fidedignamente, assim acontece
sentimos, ouvimos nossas asas batendo...
tememos, imaginamos um choque nas nuvens de chumbo...
há um chamado ào céu da liberdade através da loucura do sentir
há um chamado à permanência do chão da segurança através da racionalidade do medo..
Quanto mais corres para a frente mais tu ficas p'ra trás
Sairás em frente desta vez na tua mente tu não és capaz
De repente acidente tristemente perdeste a tua paz novamente estagnaste
Sentes te parado enganado
Cuidado devagarinho
Tu ficas gelado, passinho ruidinho coitadinho ele sente se sózinho
Ela confusa perde se no caminho
Tu tás ****** é a moca do vinho.
Não existe mais o "lá". O que tenho é só o "aqui".
Não há pra onde voltar...pois eu não vejo mais os caminhos que percorri.
Demorei tanto pra chegar e continuo sem saber direito pra onde ir.
Olhando para trás só vejo mata fechada; sem pistas ou pegadas...sou grata por tudo que vivi. Agora só tenho uma estrada; ando sem pressa e ainda sem ver linha de chegada, mas flertando com tudo de belo que há por vir...
Verbo Amar -
EU AMO o que tu és
expresso p'lo teu corpo,
nascido da tua Alma...
TU AMAS o mundo naquilo que ele é
fugindo de nós ...
ELE AMA o que tu não és,
quando estando tão perto
está tão longe de ti.
NÓS AMAMOS, quando juntos,
envolvidos, nos tocamos, entregamos,
...instante... apenas isso ... breve instante!
VÓS AMAIS somente,
o que separados nós não somos,
quando longe nos situamos...
ELES AMAM sem sonhar
o desejo que os possui,
apenas querem outros corpos
não nos sabem AMAR!
Quem sabe um dia,
se aprenderei a conjugar
de forma mais Feliz
a Profundidade do Verbo AMAR
Alentejo -
P'los prados verdejantes
do meu Alentejo
há rebanhos de solidão
que pastam horas solenes,
guiados p'lo cajado,
conduzidos ao bordão:
campos-de-silêncio
de lirios pintados
de roxo adornados
nas telas do Coração!
Oh Ceifeira do monte! ...
Ceifas ao relento
ceifas à calma,
deixa que te conte,
ouve este canto,
leva as minhas penas
a Saudade e o pranto!
E quando à sombra do montado
enfim descanso minhas culpas,
repouso meus pecados,
agradeço ao Universo
e deixo ali um Beijo:
serás sempre tão meu,
meu-doce-Alentejo!
Lisboa Oculta -
Caminhei p'la noite no silêncio
da Cidade oculta adormecida!
Lisboa sonhava com o Tejo,
e na Mouraria, um fadista,
cantava ainda à dor da despedida.
Ouviu-se então
o rumor dos passos d'um Poeta
que também chorava a desventura
do Amor ...
Ninguém passava!A noite velava!
Ninguém estava! Só eu restava!
E depois de muito ter andado, reparei então,
que a Cidade adormecia oculta sob o Tejo
abraçados num só Leito ...
Óh Lisboa, o Tejo, será sempre teu Amado!
Devaneios
Eu fico sozinho no quarto
Desligo o despertador
Não quero acordar amanhã
Me leve para onde for
E se eu acordar
Você vai vir me buscar ?
E me levar daqui
E me levar daqui
E esse mar vermelho
Eu vejo pelo espelho
No limiar da dor
Dos cortes e devaneios
E o que me segura
Já não é suficiente
Já não consigo mais
Me manter consciente
Entorpecido, reflexo pálido
No sonho que sonhei
Nossas almas não estavam nesse estado
Mas já que se encontra aqui
O que decidiremos
Melhor ficar acordado
Ou dormir durante um milênio
E o mesmo mar vermelho
Calmo como o sereno
Se ficar agitado
Eu me afogo com seu veneno
E esse mar vermelho
Eu vejo pelo espelho
No limiar da dor
Dos cortes e desvaneios
E o que me segura
Já não é suficiente
Já não consigo mais
Me manter consciente
Elaine, Há momentos em nossas vidas que um minuto, nos deixa a impressão que é uma vida inteira;
Por outro lado, há aqueles, que uma eternidade nos arremate à sentir, que percorremos o mesmo instante.
Ontem/hoje, foi momentos que passamos juntos;
Duração????
Foi um piscar de olhos!
Ao estar com você, o tempo nos dá a impressão que:
Anos, se transforma em meses;
Meses se transforma em dias;
Dias, se transforma em horas;
Horas, se transforma em minutos;
Minutos, se transforma em segundos;
E os segundos?
Parece nem existir para nós.
Pois, o tempo, ultrapassa todos os limites, dos quais, sequer podemos imaginar.
Quando estamos juntos, o eterno parece ser apenas um pequeno instante.
Observar sem interferir
Talvez o nosso maior aprendizado seja o de observar sem interferir. Não podemos tirar do outro o direito do seu próprio aprendizado. Muitas vezes queremos interferir em algo maior do que podemos. Queremos dar um destino ao outro que nem sempre será o melhor para ele.
Cada um deve aprender a andar com as suas próprias pernas. Dói muito ver o outro sofrer, mas se o outro se encontra em dificuldades é porque ele tem condições de resolver, de criar forças e buscar em si a sua própria luz. Ninguém se cura sem passar pela dor. Cada um está aqui para desenvolver, expandir sua consciência, aprender a viver na dualidade que é a vida.
Sei que muitas vezes nós conseguimos enxergar mais que o outro, mas nada podemos fazer quando não formos solicitados. Podemos sim ajudar mas quando o outro permite receber essa ajuda. Fora isso estamos atrasando o processo evolutivo do outro.
Cada pessoa tem os seus desafios, seus aprendizados e seus próprios karmas e somente cabe a ele resolver, encontrar a melhor solução para os seus próprios conflitos. Não devemos interferir mas podemos desejar o melhor para cada um, que cada um consiga encontrar a sua luz.
Quem está mais a frente deve continuar buscando as suas próprias soluções, se fortalecendo para só depois ajudar quando for solicitado. Nós que temos mais consciência desejamos muito ajudar o próximo, mas às vezes a melhor ajuda é simplesmente o não interferir. Na ânsia por ajudar podemos estar retirando o karma do outro e transferindo para nós.
E vale lembrar que cada um faz o que pode, cada um faz o que sabe, dentro das suas possibilidades, dentro do seu grau de consciência.
Perícia teológica * Minha Sintonia com Leonardo Boff
A técnica ou seja a perícia teológica disponibiliza aos integrantes, de uma clerezia o ensejo de identificar minuciosamente conforme tradução grega o sopro de Deus, divinamente inspirada na Bíblia, á vista disso, viabilizando um aprendizado vasto de fé segurança, e variados temas alusivos à religião, numa notação científica e sistemática. Solange Malosto
Barco a vela
Dentro do meu barco, começo a remar
Numa direção reta
A ignorar a vela que estava presente no mesmo
Manusear um barco é mais difícil do que eu pensava
Perco o meu equilíbrio e o meu barco vira
Caio na água, que surpreendentemente não estava gelada
Puxo o meu barco e retorno a uma superfície
Subo nele de novo e volto a remar
Mas não tem progresso, a correnteza está puxando o meu remo
Luto contra ela, mas depois de tanto tempo, minhas mãos enfraquecem e soltam o meu remo
Entro em desespero, agora não tenho como controlar o meu barco
Então o vento vem e movimenta aquela vela do barco que antes não me tinha utilidade
Começa a ir em uma direção que eu desconhecia
Mas não deixa de ser linda
Ilhas que eu nunca vi
E provavelmente nunca veria
Se eu não tivesse largado
Aquilo que me prendia.
Lembra Senhor deste momento.
Como se hoje tenho nascido.
A ti primeiro lembrei.
Teu nome é a palavra que primeiro falei.
Jesus, filho de Davi.
Lembra Senhor deste momento.
Não aparte tua misericórdia de mim.
Ainda que amanhã não lembre eu.
Não rejeite, caso no pecado e no medo eu trafegar.
Sou mesmo um confesso fraco.
Humilho me a ti e não posso negar.
Tome este e grave no teu olhar.
Certo Senhor, quando me lembras e me chamas.
Deixo toda arte insana.
Perto de ti para ficar.
Deus, entre no ambiente que eu estiver.
Mesmo que o cenário é tenebroso.
Sou medonho e envergonhoso.
Lembra deste momento.
Eu confesso que me rendo, és tu a fé.
És dono do poder, do amor, da justiça, és tu que nos põe de pé.
És Senhor, que ressuscita.
Que socorre quem acredita.
Essa é minha fé, confessar que és tu o salvador.
Lembra Senhor deste momento.
Teu nome Jesus, exaltado a todo momento.
Mesmo que eu não venha entender perante dor.
Giovane Silva Santos
13/09/2022 20:18hs.
Pai!❤️
Obrigada! Porquê sou quem sou... Obrigada pela vida, pela minha família e obrigada por eu poder me expressar com que me quer bem.
Pai! Me perdoa! Porque as vezes brinco tanto com meus próprios sentimentos. Mas é assim que consigo superar meus medos e mostrar á mim mesma que tudo vai passar. E eu vou continuar tentando não repetir aquilo que não me faz bem...
Posso esquecer de mim! Mas nunca esquecer de ti ó Pai.
Obrigada porquê consigo achar palavras pra te agradecer e te louvar.
Pra sempre quero te amar.
Amém!🙏🏽
Bom dia!❤️
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