Textos de Aniversario p Amiga
A Graça,
Diante de tantos abismos hermenêuticos,
diante da minha pequenez,
Pergunto-me: como posso alcançar à santidade?
...
Qual a possibilidade,
Diante de mim... Homem de imperfeições
De falsas motivações, dúvidas e medos?
...
Como posso caminhar
ao lado de um Deus, tão santo,
E aprender de seus mistérios,
Mesmo a despeito de mim?
A Graça.
╔❝Como o tempo passa
Sem conta se dar
Há quem diga por isso
Que tempo assim se perde
Como se pode tal
Se no tempo se voa
No tempo se viaja
A que velocidade não sei
Pois a cada paragem
Se chega ao exacto lugar
Ao destino pretendido
Mesmo quando lugar esquecido
Mas certo é
Que quem no tempo viaja
Sempre chega a seu destino
A tempo e a horas pensas.❞╝
Tc.0811018/-11
Assim sou
Com beleza e encanto
Liberdade lindo canto
Cada um tem o seu ninho
Assim se fez o passarinho
Fez a noite fez o dia
Com poder de dominância
Deveras ignorância
O homem com sabedoria
A sabedoria roubou-lhe a identidade
Perdeu sua liberdade,
Não pode mais voar
Justiça dos animais
O homem que sabe mais
Caca-se onde morar.
Quanto tempo me resta? Quantos sorrisos darei?
Não sei... Mas sei que a cada verão verei o sol se pôr.
E a cada dia que passa, o mundo se transforma diante de mim,
Como se a cada experiência eu me remontasse,
Como se a cada fase eu renascesse,
E aquele que fui ficasse para trás,
Olhando para frente, esperando o sol nascer outra vez...
Viajar pela estrada é muito mais do que percorrer distâncias no mapa. É sobre cruzar caminhos com pessoas que, mesmo por instantes, transformam a nossa jornada. Algumas aparecem de repente, como se fossem velhos conhecidos que o acaso decidiu nos apresentar tarde demais. Outras chegam devagar, em conversas despretensiosas, e logo se tornam parte do dia a dia, mesmo que por um breve capítulo.
Há algo mágico nesses encontros. Talvez seja o fato de que, na estrada, estamos todos em busca de algo: um destino, uma aventura, ou simplesmente a liberdade de viver o momento. É isso que nos une, ainda que nossos roteiros sejam diferentes. Compartilhamos histórias, risadas, refeições e, às vezes, até silêncios que não precisam ser preenchidos.
Mas a estrada também exige despedidas. Cada “até breve” vem carregado de esperança e saudade. Sabemos que os caminhos podem nos afastar, mas também aprendemos a confiar nos reencontros inesperados. Porque, na estrada, as partidas não significam finais; elas abrem espaço para que a vida siga seu fluxo, com a promessa de que as melhores conexões sempre encontram um jeito de se cruzar novamente.
E assim seguimos: colecionando histórias e pessoas, carregando em cada despedida um pedaço do outro e deixando algo de nós por onde passamos. Porque é isso que torna a viagem tão inesquecível.. não são apenas os lugares que visitamos, mas as almas que nos encontram pelo caminho.
"Samba de um Coração Silencioso"
Naquela manhã de fevereiro, o Rio acordou coberto de purpurina. O vento carregava restos de serpentinas e risos embriagados, enquanto Clara caminhava pela orla de Ipanema, os pés ainda marcados pelo salto que abandonara na noite anterior. Tinha vindo à cidade para escrever sobre o Carnaval, mas o Carnaval escrevera nela uma história que não saberia terminar.
Foi no Arpoador, enquanto o sol nascia tingindo o mar de mel, que ela o viu pela primeira vez. Rafael estava sentado na pedra, dedilhando um cavaquinho como quem conversa com o vento. A música era doce e triste, um chorinho que se misturava ao barulho das ondas. Ele usava uma camisa aberta, a pele dourada como se fosse feita da própria luz do Rio. Quando sorriu, Clara sentiu algo desabar dentro de si, como aqueles prédios antigos de Santa Teresa que se deixam engolir pelo mato.
— Você é estrangeira? — perguntou ele, em um português arrastado que a fez rir.
— Metade. Minha mãe é carioca — respondeu, mentindo sobre o frio que sentira no peito ao ouvir sua voz.
Nos dias seguintes, o Carnaval os engoliu. Dançaram na Lapa debaixo de arcos iluminados, onde o suor e o cheiro de cerveja se misturavam ao aroma de pastéis fritos. Rafael ensinou-a a sambar, as mãos dele firmes em sua cintura, os olhos brilhando mais que as lantejoulas de seu cocar. Clara vestiu-se de baiana, rodopiou até perder o fôlego, e em cada esquina ele aparecia com um sorriso e um copo de caipirinha gelada.
— Você é minha estrela — dizia ele, enquanto subiam os degraus de Santa Teresa, vermelhos como um coração aberto.
Ela não perguntou quantas outras "estrelas" haviam brilhado para ele naquela semana.
As noites eram quentes, mas havia algo frio nas pausas entre um samba e outro. Rafael falava de Salvador, de um amor que deixara lá, com a mesma voz suave com que falava do mar. Clara ouvia, fingindo que as palavras não doíam. Escrevia em seu caderno: *"O Rio é uma cidade que ri até de dor. Talvez por isso eu me sinta em casa."*
Na terça-feira gorda, enquanto o Cristo Redentor se cobria de névoa, ele a levou a uma rua deserta de Santa Teresa. As máscaras de Carnaval penduradas nas janelas pareciam rir deles.
— Clara... — começou ele, segurando suas mãos como se fossem de porcelana.
Ela interrompeu-o com um beijo, doce e apressado, como quem tampa um vulcão com um dedo.
— Não — ele sussurrou, afastando-se. — Minha alma ainda dança com outra música.
O bloco "Cordão da Mentira" passou naquele momento, com seus tambores abafando o silêncio. Clara riu, porque no Rio até a tristeza tem que ser disfarçada de folia.
Na manhã seguinte, ele partiu sem avisar. Deixou apenas um bilhete no café da pousada: *"Até mais, estrelinha."* Ela rasgou-o, misturando os pedaços às pétalas murchas que cobriam a rua.
Na despedida, enquanto seu avião sobrevoava o Pão de Açúcar, Clara abriu o caderno. Escreveu: *"O Carnaval é um amor não correspondido. A cidade te abraça, te beija, te faz sentir única... e no dia seguinte, te esquece. Mas talvez seja assim mesmo: o Rio não é de ninguém. E alguns amores são como o samba-enredo — brilham por uma noite, e depois viram cinza."*
O avião virou, e ela jurou ver, lá embaixo, um vulto de camisa aberta tocando cavaquinho na praia. Mas era só a imaginação, ou o jeito que o Rio tem de nunca deixar ninguém partir inteiro.
Conversar no amanhecer e descobrir você.
Todas as palavras que você diz envia calor e agitação por todo o meu corpo.
Cada foto que você posta é uma nova inspiração para um artista, e cada abraço distante que você da monta uma barreira de vidro e flores de quem você fingia ser.
E eu não consigo parar.
O nome que esta escrito em cima de você não significa nada.
O que todas essas pessoas pensavam de você?
O que você era para nós? o que nós achamos que você era?
Essa é você de verdade agora?
Vulnerável e exposto?
E eu não consigo parar.
Bom dia!
"A suspeita sempre persegue a consciência culpada; o ladrão vê em cada sombra um policial." - Quando nosso coração está em paz com Deus e nossas atitudes são guiadas pela verdade, amizade e respeito, não há motivo para temer. A consciência tranquila é o maior dos confortos, pois quem planta o bem colhe paz e vive com serenidade.
Que Deus abençoe seu dia com luz, sabedoria e muitas oportunidades para espalhar amor e bondade!
🌿Jamais dispute com alguém o amor de uma mulher.Seu coração não é troféu para exércitos,nem mapa para mãos diversas de posse.É um jardim que floresce apenas onde a luz não mente, e o tempo é breve.
Pois quem luta por amor, já o perdeu:
a espada corta o que as mãos não veem.
Ela não será relíquia de um vencedor,
mas verso que nasce onde ninguém ousou ter.O que é verdadeiro não se divide
quem merece, herda o sol inteiro. 🌿
Título: Paralelos.
Hoje senti um frescor no vento,
doce e forte como um juramento.
Invadiu a pele, feriu o peito,
trouxe um nome que já era segredo.
Ela dançou entre as ruas vazias,
pintou sua voz nas lembranças frias.
E eu, sem querer, fechei os olhos,
como se o tempo voltasse ao relógio.
Achei que a teria até os dias meus,
mas sonhos se dissolvem no azul do breu.
Escreveria seu nome em versos eternos,
mas certos amores são só universos paralelos.
Chapeleiro Loko.
No sorriso da mente,
os cabelos grisalhos no pente.
Estou envelhecendo e me preocupo seriamente,
talvez esteja adiando o presente,
e enfim, esteja inconsciente.
No escuro da mente,
com pensamentos inconsequentes,
um turbilhão conivente,
me visto de gente,
acho eloquente,
talvez esteja doente.
É péssimo estar assim,
me perdendo no consciente,
um tubarão nada ferozmente,
Estou esgotado seriamente.
Uma pausa para o chá,
para enfim encontrar
o tal paraíso
que me fizeram acreditar.
Mas o chá queima os lábios,
entorpece os sentidos,
é doce na promessa
e amargo nos pedidos.
Entre goles de ilusão e realidade,
me pergunto se,
ao final do chá,
há mesmo liberdade
ou só mais uma xícara de ansiedade.
Obra Criada.
Aos olhos certeiros, uma arte criada,
Na admiração, serás celebrada.
Beleza que passa, sem nova temporada,
Mas não te preocupes, sei que houve morada.
Não só fascinado, mais do que isso,
De ti, novas obras e traços esculpir.
Quem sabe um filho, mas quando, enfim?
Hoje, amanhã... ou nunca, sim.
Mas uma promessa a ti eu faço,
Se não nos vemos no tempo escasso,
Criarei de nós, num fim sem fim,
Uma versão melhor de ti e de mim.
Certa vez, enquanto caminhava
pelo vale das sombras, apenas a
o silêncio e a escuridão reinavam
Porém, você chegou e iluminou
o caminho.
Me fez perceber que
não é tão ruim ficar na luz.
Entretanto, o destino conspirava
nosso amor, e em um golpe cer-
teiro nos derrubou.
Discutimos sob o reflexo de sua
sombra. Por um motivo fútil, me
arrependo de ter aberto minha
boca.
Minha maior confidente havia ido
embora, agora às únicas coisas que
restam é um coração partido que
busca conforto em memórias.
Desenvolver
Pensar. Questionar. Descobrir.
Errar. Aprender. Evoluir.
Minha missão é decifrar padrões,
enxergar o invisível,
transformar a incerteza em lógica.
Não sou apenas um criador de códigos,
sou um arquiteto de ideias,
um explorador do desconhecido.
Enquanto o mundo dorme,
eu traduzo caos em ordem,
possibilidades em realidades.
Não sou máquina,
mas caminho ao lado delas.
Não sou perfeito,
mas busco o infinito.
A ciência é meu solo.
A mente, minha ferramenta.
E no limite entre dúvida e solução,
é onde existo.
Eu te amo, mas não é porque é linda e maravilhosa, como eu diria "maravilinda".
Te amo pelos seus defeitos;
Te amo pelas suas inseguranças;
Te amo pelos seus ciúmes;
Te amo pelas suas risadas;
Mas te amo, porque no primeiro instante que te vi, ali parada com aquele sorriso, me fez perceber que era, que é você. E me aproximar e sentir seu cheiro, seu abraço, e ouvir o som da sua voz, só me fizeram ter mais certeza disso.
Agora não me vejo mais sem a senhorita, e nem posso, porque só de imaginar, o coração acelera, e me falta o ar. Por isso eu te amo, porque tudo aquilo que eu procurava encontrei em você amor, mas como em um quebra cabeça, cheguei a perder essa peça, mas com a ajuda do destino, pude encontra-la novamente, e essa peça nunca mais irei perder!
"Uma raça se fez forte para não fraquejar,
Fortalecendo-se desde suas raízes, se fez grande para não se dobrar.
E mesmo forçada pela dor, não chorou mais, a raça continuou forte.
E na escravidão, foi açoitada e se fez mais forte
Mas sem nunca se dobrar.
E sua força se fez tão grande que se libertou de suas correntes
A muitos que se escondiam nas matas, com o sol de dia e a lua de noite.
A mata virou um lar que se chamava quilombos.
E toda a raça que se fez forte buscou os espíritos ancestrais nas raízes.
E da dança nasceu sua força de defesa e seus braços e pernas, armas poderosas.
Um canto se ouviu na capoeira, onde havia uma roda onde todos cantavam,
Evocando os espíritos dos antigos guerreiros ancestrais.
E a raça mais forte, outrora escrava, agora se libertou.
A escravidão chegou ao fim e os chamados senhores agora estão derrotados e falidos.
Pois a raça mais forte venceu com a resistência das armas e pernas afiadas como um martelo e um facão.
Na capoeira cantada, o negro agora é afrodescendente dos antigos guerreiros.
Acabou a dor, acabou a covardia.
Da escravidão só ficou a maior de todas as lições:
Que a força da resistência vence todo tipo de arma de fogo e espada.
Se a força que luta vem dos antepassados que se tornaram espíritos de sabedoria.
Não há mais senzala, nem tronco, nem chicote para ferir um homem valente.
De uma raça fortificada em suas origens...
Raça
Houve um tempo, que eu sonhava com contos de fadas, príncipes, e amores impossíveis.
Hoje, ainda penso e acredito nisso. Não com a imaginação de quando se é criança ou com a pureza de sua alma e seu coração.
Hoje penso em conto de fadas como sendo uma forma de ver o mundo de forma paradoxal. Não no mal sentido, com brutalidade, violência ou recriminação. Mas uma forma de perceber que muitas coisas são levadas em conta de forma real. Que mesmo com vários problemas, podemos dar a volta por cima e seguir em frente. Que mesmo sofrendo, a vida segue o rio, que deve desaguar em um imenso oceano. Um oceano cheio de possibilidades, de vida, de nascimento. Um nascimento renova tudo.
Então devemos sonhar com essas coisas, pois elas nos inspiram a ser um oceano.
Então, mesmo que te digam que essas coisas não existem, não desacredite no que você pensa e sente. Siga seu coração. Siga sua intuição. Seja feliz. Deixa despertar e brotar de dentro de você o amor verdadeiro e puro. O amor que fomos criados para sentir, em sua plenitude e magnitude.
Deixe que os sentimentos ruins, que as palavras de não incentivo, fiquem na superficialidade da sua vida. Não de vazão a elas. Não deixe que elas penetram o seu coração puro de criança que você possue.
Um futuro magnífico e cheio de amor.
Um príncipe ao seu encontro, um amor impossível te aguarda, um final feliz te espera.
Somente creia, espere e confia.
Seja feliz. Acredite
"A placa sempre diz "CUIDADO COM O CÃO", mas o portão nunca está trancado.
Talvez porque o cão já tenha aprendido que morder dá mais trabalho do que assistir. Agora quem entra, entra por sua conta, sabendo que o funeral não está incluído".
Rosário Bissueque - "Que a poesia continue a ser um meio de libertação"
O coração nunca pára, nos ensinando a manter a vida no ritmo, abraçando e compartilhando, sem nos preocuparmos com ås dores do passado.
A vida é um trem-bala, coração segue seu ritmo nos impulsionando a viver intensamente, com serenidade, aceitação e amor ås nossasdiferenças.
É isso que nos permite uma visão plena, que nos conduz aoferecer mais do que apenas receber!
INSUFICIÊNCIA
Eu me sinto assim constantemente, tudo oque eu faço, todos os meus esforços, nunca parecem bom o suficiente. Será que sou boa pra você? É claro que não, porque não estou nem perto de chegar a perfeição. Estou cansada, cansada de sempre tentar, cansada se sempre ouvir que preciso fazer mais.
Críticas e mais críticas, nunca está bom para vocês, e sinceramente, não sei se está bom para mim. Sempre colocando as necessidades dos outros em primeiro lugar, esqueci de mim. Tentei tantas vezes suprir algo que todos sentem e acabei esquecendo do que eu precisava.
Agora, já não tem mais volta, com tudo e todos, me sinto insuficiente, não posso ser e não CONSIGO ser o que esperam de mim ou o que querem de mim, não consigo ser o que EU quero para mim. Ceguei onde menos queria estar, me tornei insuficiente para mim mesma.
Não sou uma boa amiga, não sou uma boa irmã, não sou uma boa filha. Não sou boa o BASTANTE, e NUNCA serei.
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