Textos de Amor e Saudade
"De longe te hei-de amar
– da tranquila distância
em que o amor é saudade
e o desejo, constância.
Do divino lugar
onde o bem da existência
é ser eternidade
e parecer ausência.
É que tu que daí de onde estás
Pareces real
porque encanta
quando se faz canção
Mas depois
Se faz saudade
Ainda que sejas um presente
Te tornas sempre, ilusão."
De longe
Saudade de nós -
Chegaste tarde meu amor
E no silêncio desta dor
Nem sei bem o que senti;
Uma saudade de nós
Ou talvez por estarmos sós
Uma saudade de ti.
As andorinhas não vieram
E as pessoas não disseram
Se voltavas p'ra mim ou não;
Grito e ninguém me responde
Oiço-te mas não sei d'onde
Nos confins da solidão.
Passo a passo sem Carinho
Acendo velas no caminho
Virando os olhos p'ra Deus;
Porque não há maior tristeza
Do que trazer a Alma presa
Ao Silêncio de um adeus.
Eu nem sei onde me perdi
Que tudo me fala de ti
Entre a terra e os Céus;
Mas podes sempre voltar
Porque eu vou por ti esperar
Jamais te direi adeus.
Amor, amor, amor ... saudade amor
Saudade do teu calor, amor
O meu amor! Saudade!
Em plena natureza uma brisa nos marcou
transportando a tanto tempo atrás
Pra juventude, Plenitude do vigor
Irresistível ante a face do amor
eterno Nosso Criador temos grato coração
a Ti que pela vida nos guardou
a brisa que soprastes, suave a nosso favor
restaurou nossa história de amor.
Sobre Brasília, lago Paranoá,
Cerrado e amor em plenitude,
Há uma mistura de saudade,
Angústia, medo e incerteza em atitude.
Cidade planejada, arquitetura moderna,
Lago azul turquesa em meio ao cerrado,
História presente em cada esquina,
Mas também angústia do que será do passado.
As águas do Paranoá refletem o céu,
E guardam segredos que a mente inventa,
Da cidade que nasceu no coração do Brasil,
E da saudade que invade a alma em momentos de tormenta.
O amor é presente, em cada monumento,
Nas linhas curvas de Niemeyer,
E nas mãos que se entrelaçam no pôr do sol,
Mas há medo da mudança e incerteza do que vai ser.
Brasília é a capital do país,
E no cerrado, um oásis de cultura e arte,
Mas também é a cidade da saudade,
E da angústia de quem sabe que tudo pode mudar em um instante.
E assim, no meio de tantos sentimentos,
A cidade se reinventa, se transforma,
E o lago Paranoá segue a refletir,
As inúmeras faces de Brasília, do amor, da saudade, do medo e da incerteza.
Banhistas
Este poema de amor não é lamento
nem tristeza distante, nem saudade,
nem queixume traído nem o lento
perpassar da paixão ou pranto que há de
transformar-se em dorido pensamento,
em tortura querida ou em piedade
ou simplesmente em mito, doce invento,
e exaltada visão da adversidade.
É a memória ondulante da mais pura
e doce face (intérmina e tranquila)
da eterna bem-amada que eu procuro;
mas tão real, tão presente criatura
que é preciso não vê-la nem possuí-la
mas procurá-la nesse vale obscuro.
Saudades e desejo.
Que a saudade de ti não me mate, que a distância encurte ...
Que meu amor aumente por si , que meus beijos sejam gostosos e saborosos ...
Que meu desejo por ti seja cada dia mais intenso, que essa intensidade seja prazerosa a cada instante...
Saudade ,desejo e um beijo as o falta o abraço ,pois o amor existe com intensidade ! Lícia Madeira
O amor sempre me encanta
A dor da Saudade isso não tem idade...
Os momentos que passamos juntos
As risadas te demos
Às vezes que dançamos
Os vinhos que tomamos
O amor me encanta
Lembrar de você
sentir sua falta...
Às vezes a saudade é tanta
Que o choro toma conta
o coração aperta
Ah meu Deus!!!
A dor do estômago apertava e nervoso
Quando eu fui te apanhar na rodoviária
o ônibus atrasou e a ansiedade tomava conta do meu peito
Quando o ônibus chegou meu coração acelerou
me lembro quando te vi descer...
Pude perceber se era real
Peguei na sua mão tão pequenininha essa mulher minha...
Minha pequena princesa minha gigante rainha...
Que saudades!!
Saudade de um amor secreto
É uma dor que dilacera o peito
Uma ferida que não cicatriza
Um sentimento que não tem jeito
É um amor que nunca se concretiza
Um desejo que não pode ser saciado
Uma paixão que fica sublimizada
É uma tristeza que não tem fim
Uma saudade que não se esvai
Um amor que não tem seu lugar
É um segredo que não pode ser revelado
Um sonho que nunca se realizará
Um amor que sempre será guardado.
Amor verdade, brilho, saudade
Me encontrava ali pensando, mano e sem maldade
Meu remédio contra o medo, me deixa sem estresse
Seu olhar, tudo que eu preciso a luz que me aquece
Entre becos e vielas, entre a paz e o perigo
E você ali sorrindo de mãos dadas comigo
A gente se abraça, minha mão no seu cabelo eu ponho
Mas adivinha, eu acordei e era só um sonho!
No meu pensamento sei que vai ficar
A todo momento sei que vou lembrar
Do brilho dos teus olhos.
Saudade
Teu amor
deixou marcas indeléveis
e hoje são registros
de emoções adormecidas.
Elas dormem, talvez,
entre os fios de cabelos brancos,
presos em coque,
entre as pregas das rugas
que se formaram na face
ou estão guardadas, num tempo qualquer,
onde só moram as Saudades.
Cika Parolin 20.01.2021
INTEIRAMENTE ...
Tenho saudade do que algo mais diga
Amor de silêncio valeroso e inteiramente
Amor que tece prosa, sensação e cantiga
No mistério, magia e poética pra gente
A proximidade que no desejo causa liga
E, assim, na emoção ardente e fremente
Aquele afeto duma cumplicidade antiga
Amiga, sem nunca com paixão ausente
A atração socia, amante e enamorada
Amor que embala a cortês madrugada
Acalentando as mãos, forma e segredo
O amor tal ao perfume da primavera
Caprichoso e, olhar cheio de quimera
Sem privação, solidão e sem degredo...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
05/02/2021, 10’11” – Triângulo Mineiro
AMOR DESFEITO ....
No sentimento esquio e acre, a saudade pura
Suspirando, arfando, a procura de um talvez
Sente a emoção vagar e sem a fulcral ternura
Que larga a sensação numa silenciosa surdez
Enquanto o lacrimejar escorre pela fissura
Do olhar. Há aperto, dor no peito outra vez
São as lembranças tão cheias de amargura
Dum afeto que se vai e ali então se desfez
Quando surge, então, a poética derrocada
A quimera pela janela se afasta desfolhada
E o sentir se faz delicado igual a um cristal
E o sentimento desamparado, acre e esquio
É ante o querer: - apático, indiferente e frio
Então, no amor desfeito, o irrefreável final! ....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21/01/2021, 19’52” – Triângulo Mineiro
E quando eu for desejo... sacia -me ...
quando eu for saudade ... mata me de amor..
quando eu for lembrança ... me abrace pra sempre ....
quando eu for embora ...simplesmente não deixe ... me faz tua morada ...tranque a porta e fique com a chave..
um grande amor nunca morre ...
quando se tem desejo , vontade , quando se tem química... é porque nasceu pra ser pra sempre ...
Quando voçê ama alguém de verdade
Esse amor nunca se esquece
O tempo passa a saudade atormenta, Quem ama não esquece por mais dias que possam passar
O amor é como uma tempestade.
Eu tenho esquecido muita gente
Mas ela eu nunca esqueço
Por ela esse amor é infinito. sou um sonhador
A cada sonho cada lembrança sempre me lembro o quando seria belo ver o seu sorriso todas as manhãs.
E é assim o meu amor sem limites
O maior e mais forte que existe.
AMOR DISTANTE
Na saudade, te cato nas noites morosas
Nas lembranças singulares de dias ledo
Manifestadas naquelas exclusivas rosas
Tão belas, eternizadas no nosso enredo
Tua ausência é pesar tirânico na poesia
Que trasborda e faz a inspiração suspirar
Não poder te abraçar, mais uma agonia
O preço de quem a te um dia pôde amar
Nestes versos em vão, dum amor distante
Que retalha a alma e na ilusão manifesta
Há sussurrar a todo o instante, lancinante
Sem existência a sensação vai se esvaindo
E nesta prosa somente estória, então, resta
Do amado amor que um dia nos foi lindo...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/09/2021, 11’58” – Araguari, MG
LUTO
Minha poesia fez-se pesar dum amor ido
Uma dor no sepulcro onde saudade sente
Lembrada, suspirada, sentimento sofrido
Evocado da recordação, mas tão presente
Oh, versar, porque és tu, tão imperador?
Minha prosa vive a sonhar nos desvarios
Dos beijos, dos carinhos do amado amor
Num desejo de inteirar os versos vazios
Estouvada poética, carente de venturas
Não vês que o meu estrago é tão duro
Rasga o coração, e farto de amarguras
Cá fico a olhar e imaginar um atributo
Para então versar a este amor tão puro
Mas, o verso se traja de nostálgico luto!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
30 setembro, 2021, 11’08” – Araguari, MG
Saudade em Pauta
O amor habitava entre nós
Sentava a mesa
Até hoje a cor do teu tom de voz
Colorem a lembrança com pureza
Cada sensação, uma dor atroz
Dum vazio, ó mãe querida!
Teu tempo foi tão veloz
Demorado o suspiro na vida
Gratidão, o que tenho a hora
Da senhora, é muita falta...
Por que este choro agora?
É desta saudade em pauta!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09/10/2021, 05’10” – Araguari, MG
Paráfrase Adélia Prado
Outra vez é amor
Outra vez é madrugada
E eu não consigo te esquecer
Eu queria que a saudade
Fosse falar com você, sem querer te magoei
Machuquei teu coração
É que eu não controlei
O impulso da minha paixão
Pra te dizer o quanto dói à solidão
Pra te mostrar
Que não valeu apenas não...
Duvidar do teu amor
Controlar teus pensamentos
Foi pura ilusão
Veja bem como eu estou
Olhar só o que restou
Foi só sofrimento
Antes que a tristeza
E a saudade
Mate de uma vez meu coração
Volta amor.
Saudade de amor, saudade do Amor
Somente as paredes sabem da minha dor,
Da minha amada sinto a falta do calor.
Sofro, não só de saudade da amada,
Mas, pela nossa vida que sofre calada...
Queria tanto voltar ao passado,
Consertar tudo que foi feito errado,
Ou, pelo menos, evitar que acontecesse
Coisas que exigem tanto desinteresse.
Um passado onde, em paz, a gente vivia...
Em que brigas, escutar, não devia...
Em que brigas, presenciar, não precisava...
Naquela época todo mundo se amava...
Tão estranho eu me sinto,
Pois sem carinho eu fico.
A solidão me consome,
Ao mesmo tempo me faz mais homem!
Se eu pudesse desse pesadelo acordar,
Faria nossa vida aprender a caminhar...
Só as paredes sabem da minha dor.
Saudade de amor, saudade do Amor!
Poeminha de saudade
Do meu amor e meu carinho por todos os momentos que vivemos juntos,
Pelo tempo em que crescíamos sem perceber.
As vezes dá saudade, pois as diferenças não existiam.
Eu era somente tua irmã,
e tu somente meu irmão.
Mas o tempo passa e cada um cresce como tem de ser,
e as vezes aquela convivência já não pode ser.
Porém fica a lembrança dos bons tempos vividos,
tempos de criança, quando havíamos recém amanhecido...
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