Textos Amorosos

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Aos pés da torre eiffel...


Mais uma noite linda cai no centro do universo romântico,
as árvores bem vestidas com os seus ternos de neve,
alguns casais patinando ao som da música clássica tocada bem alto,
a torre de Paris deslumbrante iluminada com os tons da paixão,

Ela tão feliz, tão sorridente após uns leves giros de 360 graus vivendo tudo aquilo que por anos havia sonhado,
clima frio, corpos quentes, mais uma muda de amor plantada na torre eiffel sendo curtida ao sabor do bom e velho vinho.

⁠Momentos

Tao intensos
E românticos
Enchem meu
Coração.
Derrepente abro
Meus olhos......
Onde estou??
Essa pergunta é feita
Em minha mente
Custo identificar aonde
Estou.
Quando dou por mim
Percebo que você não
Está a meu lado
Mais uma vez a solidão
Se faz presente deixando
você ausente
A emoção toma conta de mim
Lágrimas querem cair dos meus olhos
Nesse momento percebo que tenho que te deixar partir....
Grande amor da minha vida
Serás sempre querida
Eternamente amada
Tenho dentro de mim várias lembranças.
Devo me ater a elas seguindo meu caminho sem olhar para trás.
Irei com minhas lembranças
Ninguém as tomará de mim
Quando sentir saudades
Usarei essas mesmas lembranças para aliviar meu coração essa saudade tão bela
Certamente será eterna.

Lua e Sol


Astros Divinos responsáveis
Pela noite e pelo dia
Hora tão românticos, hora tão
Rudes que nos chega á castigar
Tanto no suor quanto na solidão
Maior que a noite vem trazer

Lua e Sol ligados eternamente
Para o bem fazer, se assim o é.
Por que não consigo etender
Que hora tanto vejo tanto sofrer
Pois a luz deles nos aquece e conforta
Mas se de bem comigo não estou,
tanto um quanto outro me sufoca

Pois em minha vida vem brilhar
Para o sofrer não mais me visitar
Saiba que o amor nos ensina
A tudo superar, se românticos
Também são, me ensine esta canção
De beleza sublime que o raio do sol
E a luz da lua passe pela rua e a
E a meu coração encontrar e
Em fim a missão Divina que a cada
Um deles traz algo sublime tão Divino
Chamado paz!

Assim lua e sol te encontro como
Um rumo, como um farol, para com
Deus guiar meus passos, para no mesmo
Não tropeçar e com as luzes da noite e do dia
Eu sempre caminhar para o alto alcançar.


05/01/07

14h 45m

De tanto romântico ser
Anti-romântico se tornou
Pelas cartas que escreveu, dos poemas que recitou
Tudo o que produziu, a desilusão levou.

E então descobriu, o verdadeiro significado
Do romantismo, pregado e idealizado
O poeta disse: deve ser evitado.

Em estórias escritas de romances massivos
Ensinava ao público a tudo momento
Afim de evitar escravizar os iludidos
A lei do anti-romântico desse moderno tempo.

De perto sou romântico, mas de longe te enganaram com um desabafo de alguém carente;
Diga-me onde esse amor vai parar, pois meu coração continua seguindo a sós;
De olhos em olhos continuo tentando me firmar entre as pálpebras encharcadas de emoção;
Se entre a caça a escolha vai se construindo, entre um coração virado do avesso se tem a certeza do quê quer;

Ofereço-lhe meus sentimentos como justificativa de meus crimes românticos á seu coração.
Meus versos verdadeiros transpuseram os ciúmes envolventes em um coração que se fez carente e solitário á um caminho profundo e intenso.
Minhas intensidades desataram o escuro do mundo certificando-me á esperança de está ao seu lado.

Tentei chorar, mas não consegui, pois não me vejo tão sensível ou tão romântico que me faça merecedor;
Quem me dera ao menos uma vez eu não mais sangrar sozinho e não viver minha solidão como uma forma de vida;
Quero acreditar pelo menos uma vez que minha vida possa ser tão bela como a de qualquer um;
Quero que me entenda e insista de que o amor ainda valha a pena para que a felicidade não pereça e sim rejuvenesça nossas vidas;

Tem gente vivendo como uma comédia romântica. Hora, anjo metódico, sussurrando: "Vai dar certo!". , ou um demônio com roupas de couro, oferecendo pizza e preguiça. A diversão está no conflito! Não leve a sério demais nenhum dos dois. O anjo é um chato, o demônio, um folgado. O truque é rir da confusão. Escolha a ousadia do demônio com o coração do anjo. A vida é muito curta para dramas. Você é o diretor dessa bagunça e divirta-se, porque o maior presente de D'us é a vida. Cada novo amanhecer é uma oportunidade única de renascer, amar, aprender e evoluir. Celebre isso tudo com gratidão!
É a minha opinião....
Alexandre Sefardi

Na verdade, sou um paladino do invisível.
Um romântico que ainda caminha de armadura leve, não de ferro, mas de esperança.


Carrego no peito não uma espada,
mas a coragem de sentir.
Acredito no amor como quem acredita no nascer do sol:
mesmo depois da noite mais escura, ele volta.


Sou desses que ainda escrevem versos no silêncio,
que veem eternidade em um olhar sincero
e que entendem que a vida não é batalha para ser vencida,
mas jardim para ser cuidado.


Sim, sou um paladino,
não dos castelos de pedra,
mas dos sentimentos verdadeiros.


E enquanto muitos desacreditam,
eu permaneço,
porque quem ainda acredita no amor
já venceu metade da guerra.

ESSÊNCIA
A loucura é um privilégio
dos românticos dos poetas...
o meu juízo cuida de um arado,
a minha essência pega o firmamento,
empacota com papel presente
e guarda na gaveta...
eu me alimento
do que o meu juÍzo rima,
as minhas palavras fabricam sereias...
o que aprendi com a noite
é o que me ensina
a desfazer-me sob a lua cheia...

⁠Sei que pode se dizer que a vida é bela
literalmente bela, romanticamente bela, fantasticamente, fantasiosamente...
um dia nasceu sob o céu de Santo Amaro,
alguém que falaria da beleza
e a Bahia virou baía pras sereias...
alguém que inventaria palavras, palavras tão doces
que a dureza de São Paulo,
seus olhares frios, seus desvios, suas desnaturezas... nasceria Sampa, música e poesia do concreto reto e vertical que esconde horizontes
e a deselegância, a antipatia se perderiam nas estrofes
e esse povo forte aprendeu com o nordestino
o tino, o destino das coisas profundas que habitam a alma e ampliam os horizontes.

I — Solitário Conhecido

Sou um romântico
no estilo dos anos 50…

preso em uma geração
rápida demais
e profunda de menos.

Enquanto dizem que
viver
é diferente
de estar vivo…

eu sobrevivo.

Respiro…

sendo apenas mais um
solitário conhecido.

E me pergunto:
será que é isso?
Meu destino é este?

Porque ficar sozinho dói…

mas amar
consegue ser
ainda mais difícil.

Às vezes eu acho
que as pessoas se apaixonam por mim
antes mesmo
de me conhecerem.

Não se apaixonam
por quem eu sou.

Se apaixonam
pela versão silenciosa
que projetam em mim.

Mas não veem
a mente que não desacelera.

O cansaço de quem
organiza o caos
todos os dias.

E quando percebem
um pouco da tempestade
que mora aqui dentro…

vão embora.

Ou simplesmente
escolhem
não entender.

Mesmo assim
algo em mim
insiste em acreditar:

Em algum lugar
deste mundo imenso
alguém há de me encontrar.

Talvez ela esteja por aí…

tentando me encontrar
do mesmo jeito
que eu estou aqui
tentando encontrá-la.

Mas às vezes
o tempo pesa.

E eu temo
que quando nossos caminhos
finalmente se cruzarem…

eu já tenha aprendido
a viver
apenas na imaginação.

Mesmo sabendo
nome
e sobrenome…

o caminho até ela
ainda se perde
na névoa.

E foi na imaginação
que eu construí
minha casa.

Uma casa feita
de memórias
que nunca vivi.

E foi com muito custo
que eu entendi algo curioso:

o ápice da tristeza
é sorrir.

E o ápice da felicidade
é chorar.

Estranho, não é?

Um solitário conhecido
vivendo com um sorriso
no rosto…

e chorando apenas
quando volta
para a imaginação.

Às vezes me pergunto
se não é mais fácil
assim.

Porque a realidade
custa caro.

E talvez
seja melhor

ser feliz
na imaginação

do que triste
na realidade.

Porque talvez
eu seja apenas isso:

um romântico dos anos 50
preso em uma geração
rápida demais
e profunda de menos.

E talvez seja assim
que tudo acabe:

um solitário conhecido
apaixonado por alguém
que talvez exista…

ou talvez
só exista
dentro de mim.

Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.

Eu sou uma alma profundamente
poética e romântica.


Não daquelas feitas de palavras ensaiadas
ou de gestos moldados por circunstâncias,
presas à conveniência de datas comemorativas.


O meu lirismo e o meu romantismo
se impõem de forma natural,
quase instintiva,
sem regras, sem horários,
sem datas marcadas no calendário.


Como quando, pela manhã,
olho pela janela
e encontro o céu cinéreo,
com uma chuva fina anunciando,
tímida, quase sem querer "incomodar",
a chegada do outono.


E então me aproximo do vidro,
suspirando versos,
tomada por uma imensa gratidão
pela beleza de ser e existir,
em comunhão com as estações do mundo
e com os ponteiros secretos do relógio
do meu próprio âmago.


✍©️@MiriamDaCosta

As expectativas românticas
seguem intocadas mesmo
que digam que sejam tardias
ou transformadas em ilhas.


Florescem na Mata Atlântica
com as orquídeas de Outono
na bela Santa Catarina,
assim mantém-se a poesia.


Cultivar tudo o que faz sorrir,
inspirar, não desistir e sonhar,
é imperativo para caminhar.


Não importa a estação,
o importante é manter vivo
o que faz bem ao coração.

⁠Não romantize o quê não é para ser,
a nossa ânsia romântica mal administrada pode ser o nosso próprio cálice cheio de veneno.

Quem realmente quer algo sério com você estuda a sua personalidade para agir com tato redobrado ao seu respeito porque quem ama não machuca a alma e não fere o teu corpo e em hipótese alguma.

Quem ama você se preocupa que numa conversa não haja danos, não te desrespeita quando vocês estão a sós ou em público.

Quem ama sempre se esforça em dar respostas imediatas, não te deixa de molho e faz um esforço para manter
o diálogo vivo.

Quem ama não te deixa perceber que está olhando ao redor porque de fato não está olhando ao redor; e se for excessivamente uma pessoa de atitudes pouco espontâneas cedo
ou tarde se tiveres calma perceberá
os sinais que a pessoa é hipócrita.

Não romantize o quê não é para ser porque a nossa energia romântica desperdiçada pode afetar o nosso amor próprio e até a chance de você encontrar um relacionamento saudável com uma pessoa que tenha os mesmos objetivos que os teus.

O meu coração romântico
com raízes bem fincadas
na Mata de Terra Firme,
Desejo perpétuo e sublime
envolvido pelo capuz ebúrneo
íntimo que guarda secreto
o sonho de ver de perto
o seu semblante decidido.


Encanto perene e mútuo
de entrega o tempo atravessa,
Castanheira-do-pará em flor
confiante do seu amor celebra
por antecipação a entrega
que haverá de acontecer:
nas tuas mãos pacientes
sem nada deixar arrefecer.


Nem brasa e nem fumaça,
em nós há um fogo que
queima, arde e não se apaga,
Há em nós permissão ampla,
fina, incontida e deliberada,
É questão de tempo aberto
para a rota encaminhada
para encontrar a Via Láctea.

⁠O Bicudinho-do-brejo
é um passarinho romântico
de uma parte do meu Sul
magnífico e poético
em dias com ou sem Céu azul.

Com igual alegria de passarinho
no meu coração resolvi
construir para nós um ninho
feito com amor, carinho
e enfeitado por beijinhos.

O Bicudinho-do-brejo com
a sua persistência inspira
vivendo nos mangues, alagados,
pântanos e capins altos,
segue ensinando que os caminhos
não é e nem nunca serão
o do desânimo e da desistência.

Com o Bicudinho-do-brejo
e seu voo baixinho é possível
se movimentar, ir longe
viver o quê se pode hoje
e seguir amando sempre.

Observando a rota mística
do Bicudinho-do-brejo
aprendi que nem mesmo
o mau tempo pode fazer
com que queiramos menos
e que percamos a fé na vida.

Amore in Venezia.

Manhã romântica de primavera, eu estava sozinha na linda Praça São Marcos, esperando a minha irmã. Eu deveria ter ido com ela, mas, meus pés já estavam cansados demais. Naquele instante eu pensei que Veneza é mais atraente para passarmos uma lua de mel e não para fazermos pesquisa de trabalho. Sei que muitos gostariam de está no meu lugar e ver os pombos voando, os casais apaixonados fazendo juras eternas, o sol pairando no azul das águas que se confundem com o brilho do céu. Mas, tudo o que desejava naquele momento era estar na minha casa no Rio de Janeiro.

Depois de quase uma hora, eu fui surpreendida por um belo jovem veneziano, de olhos verdes, com sorriso e olhar um tanto conquistador. Ele se aproximou lentamente e lançou algumas palavras:
- Oi senhorita, como está? – Confesso que o achei um pouco atrevido e ao mesmo tempo atraente e educado. Por isso fui bastante educada.
- Estou bem, só um pouco cansada.

Nesse dia conversamos pouco. Apenas nos apresentamos, ele disse se chamar Luigi, e quando eu disse que me chamava Carolina, ele achou lindo.

Passaram-se alguns dias sem que nos víssemos, até que houve um romântico baile para comemorar a primavera. Foi nesta noite mágica que o reencontrei. Ele estava lindo, com um sorriso inebriante, seus olhos pareciam um lago banhado de amor. Depois do baile saímos para passear sobre a nevoar daquela noite quase irreal. Tive sorte, pois, minha irmã voltou cedo para o hotel e eu fiquei na doce companhia do jovem veneziano.

Caminhamos silenciosamente pelas ruas enfeitadas de flores, com cheiro de jasmins cobrindo toda a cidade. Parecíamos sem destino algum, como se não houvesse o futuro e logo eu tivesse que retornar para a realidade do meu lar. Fomos guiados pelas batidas dos nossos corações.

Quando a madrugada deu lugar a uma luminosa e preguiçosa manhã, pois, a cidade inteira ainda dormia. Abraçamo-nos sobre a Ponte de Rialto, ele me presenteou com um beijo apaixonado, típico de um veneziano e me fez juras de amor. Namoramos ao balanço das gôndolas naqueles canais apaixonantes. Mas, eu sabia que na tarde daquele mesmo dia eu teria que partir.

Por alguns instantes senti vontade de largar tudo no Brasil e viver aquele sonho de amor. Comprar uma casinha com flores na janela, de frente para as águas solitárias, que já viram amores nascer e depois partir. Infelizmente, eu precisava voltar para o meu mundo real, menos colorido, mas, que me fazia sentir com os pés firmes no chão.

No fim da tarde, eu me despedi daquele que foi o meu amor por uma única noite e permanecerá dentro de mim a vida inteira. Talvez na próxima primavera, ou, quem sabe em um dia qualquer eu torne a encontra-lo. Afinal, a vida sempre pode nos surpreender.

Inserida por Luziamedeiros

A dois meses ela conheceu um rapaz de olhos coloridos, sonhador e romântico, daqueles raros, tachado de careta por não beber, tão pouco fumar. Um rapaz que valoriza os pequenos gestos, que está pronto para fazer uma mulher feliz. Mas ela não quer. Diz por aí que agora quer alguém mais velho, mais maduro, mais experiente, sem ao menos se dar conta que não importa quantas velas se colocam sobre o bolo ano após ano, sim, de que forma suas experiências o moldaram.
Mal sabe ela que aquele menino de olhos coloridos cresceu sem pai, sempre teve que batalhar pelo que quis, é justo e até excluído pelos demais por ser tão maduro e raro, pois, ainda sabe apreciar o luar e contemplar o brilho das estrelas. Mal sabe ela que ele tem um amor tão puro, guardado para ela.
É ela tem tudo para ser feliz outra vez, agora com quem a valorize, pena que ela ainda não tenha limpado seu coração de um amor que não lhe fez bem, que ela esteja deixando a felicidade passar, não esteja vendo ela parada na sua porta sem ao menos ser convidada a entrar.

Inserida por RogerStnkvcz