Texto sobre Voce Mesmo
Todos nós em algum momento, já ouvimos falar em "OLHAR DE ÁGUIA", não é mesmo? Essa frase nos remete a figura de uma ave de rapina que por sua bravura, afoiteza e coragem, simbologicamente representa a rainha dos céus, o símbolo do poder e da força, por sua capacidade de perceber através do seu olhar nítido, atento e observador às complexidades da vida diante dos obstáculos, assim também pela beleza plástica do mundo que o cerca.
Quando olhei para dentro de mim mesmo foi que percebi que já não sabia mais o que havia lá. Não sabia mais o que fazia parte da pilha das decepções ou da pilha que me fazia feliz, talvez eles pudessem até fazer parte das duas pilhas, mas eu já não sabia mais diferenciar meus sentimentos e isso me confundia fazendo tudo parecer igual e cinza.
Companheiro e amigo Valdir, gostaria de pedir-lhe publicamente minhas escusas ou mesmo até perdão por ter sido um tanto áspero com o amigo, nas minhas colocações a respeito da minha candidata à reeleição, Srª Dilma - 13 - PT. É que eu, já estou um pouco velho 6.2 anos e bastante estressado em falar em política ou de políticos. Continuemos amigos e vamos curtir juntos o som sagrado e sereno de nossas violas caipiras, deixando esse negócio de política prá lá. Outrossim, quero lhe enviar esse vídeo de uma música de minha autoria, vencedora do VI Festival de Viola e Sanfona de São Pedro do Itabapoana, Mimoso do Sul, ES. Acesse o link aí: http://www.youtube.com/watch?v=xiNR60v2XKo , curta e compartilhe com os demais amigos e amigas, essa linda canção de minha autoria! Abraços violeirísticos.
Talvez um dia eu escreva um livro. Talvez nesse dia eu mesmo leia e reveja tudo o que passei, vivi, ouvi e contei nesse livro. Talvez um dia o tempo ajude e faça sol, ou chuva, pois, isso é mero detalhe. Talvez nesse período de leitura eu ache que ainda falta alguma coisa a mais, e, acrescente no livro. Talvez acredite que não falta nada e queime-o, rasgue-o, descarte-o ou talvez leve-o comigo para algum lugar que acredito ainda não saber. Talvez tenha alguém para ouvir as estórias no livro, ou talvez, não tenha ninguém. Talvez um dia publique-o para que milhões de pessoas vejam mais um autor de muitos outros que vieram, semearam e se foram, e outros que ainda virão, lerão e se identificarão com as ideias. Talvez a estória seja chata, ou envolvente, ou dramática, ou piegas. Talvez o nome do tal livro se chame ''Talvez''...Engraçado ver como a vida parece um livro e que em boa parte das páginas ela se repete para que possamos reeditar seus momentos, reviver suas passagens, corrigir seus desacertos e lê-lo toda vez que precisar nem que seja pelas linhas da memória...Ao analisar o que é a vida eu vejo um conjunto de momentos que passam mais rápido do que os segundos de um relógio, giram numa velocidade muito maior que a rotação do planeta (pode parecer lento mas não é) e é mais oculta do que o mistério das pirâmides ou o espaço. A vida é realmente uma incógnita mesmo porque ''Talvez'' um dia eu nunca escreva este livro!
Ser feliz, negar-se a si mesmo, rejeitar-se de coisas, pessoas e pensamentos ruins, positividade, guardar sentimentos bons, aprender com os ruins. Egoismo? depende do ponto que se é visto. Enfim, ser você, contribuir e ajudar sem importa se esse alguém mereça ou não, faça sua parte isso basta. As vezes tudo o que precisamos é disso de palavras, atitudes e coisas que talvez para os outros não passe de mera insignificância, e pra você o que é isso tudo? O que tem no seu mundo? Bagunça? O seu alguém, como anda? Como se sente? … Talvez se você ordenar as palavras elas façam mais sentindo, ou não.
sou assim mesmo, bem do tipo não liga, n faz questão de falar? Ah entendi quer ibope. Então espera sentado(a) que talvez um dia alguém babaca o suficiente vai te dar atenção medíocre que você tanto adora agora se você quer que eu o faça, perca as esperanças e n sonha tão alto pois quando voltar a realidade o back será pior.
Hoje eu eu tive mais que certeza que a vida é mesmo uma delícia de sabor por nos proporcionar desafios. Nos bagunçar com suas dúvidas, com suas cobranças. Vivemos pra sobreviver, essa é a verdade. Mas a gente tem mesmo é que rir dessa loucura toda. Tudo é passageiro, num instante tudo muda de lugar. Ser feliz tem que ser agora, pra já. Nada pra depois. É a vida nos dando rasteiras e a gente se divertindo e mandando tudo pro alto! Viver intensamente, com fé, com vontade, com alegria. A vida foi feita pra isso. Sem mais.
A dor das palavras, eu senti, a dor de sentir e do não querer sentir, de renegar a sim mesmo, e outro se tornar, outro que carrega em si a dor, o ódio, o medo e todo o rancor tudo que foi trancado e isolado de uma existência pura e limpa, que um dia sorríra, lembro daquele sorriso, inocente sempre aberto, era um ser feliz por tudo, e todas as coisas simples desse mundo, e quanta felicidade carrega o sorriso de uma criança que seu pai acaba de abraçar? Com isso ganhara seu dia, nisso, num simples abraço, ó, quanta saudade!! daqueles abraços quanta saudade daqueles sorrisos, saudade daquela criança.
"Aprendi que mesmo para quem não tem crença ou religião, é preciso ter fé na vida. É impressionante que quando você acredita, decide ir em frente e não desanima, as coisas começam a clarear e a melhorar. Eu acho que a lição que eu tirei disso tudo foi a perseverança do Estevão, ele nunca se desesperou. Se você tem uma cabeça no lugar, se é tranquilo, as chances de sair de uma barra pesada são muito maiores."
Mesmo que a vida me dê motivos para desanimar, eu quero continuar de pé. Não é porque alguns sonhos não deram certo que eu vou desistir. Eu ainda tenho planos para a minha vida, afinal, as cortinas estão abertas e o teatro da vida segue, apesar de as vezes cansada, eles parecerem sonhos impossíveis, eu ainda acredito em mim e na possibilidade deles darem certo, é o que me motiva a seguir em frente com um sorriso no rosto e uma certa vibração no coração que é o que mantém o brilho dos meus olhos, a vida bate de uma lado da face e eu ofereço o outro porque eu não tenho medo de apanhar da vida, ja apanhei muito inclusive, e dessas “surras” surge sempre um novo aprendizado que me faz ver a vida com outros olhos e enxergar novas possibilidades. Enquanto o teatro seguir, eu farei o possível para estar no palco e não na plateia sentada como mera espectadora da minha própria vida vendo meus sonhos e planos sendo levados como o vento leva uma folha…Eu quero subir ao palco e agarrar com unhas e dentes as minhas ideias, e eu quero isso não para provar nada para ninguém, mas para provar pra mim mesma que eu estou viva e que eu sou o personagem principal da minha história.
É nessas horas em que me pergunto: Será mesmo que fiz a coisa certa?, então lembro-me de todas as vezes em que tentei dar um conselho, em todas as vezes em que dei um abraço pra tentar te acalmar, em todas as vezes em que passei a mão nos seus cabelos e disse que ficaria tudo bem, naqueles momentos em que deixei que minhas lagrimas caíssem e limpei as suas pra que a dor não fosse tão forte, em vão, será?, por inúmeras vezes me perguntei se fiz a coisa certa, se estou fazendo a coisa certa, eu sei o poder que a palavra tem, eu sei o peso de um não, o peso de uma lagrima de dor, mas as lagrimas agora são de arrependimento, queria eu ter passado por isso ileso também, ficou aquela velha cicatriz que reabriu, com a mesma dor, com o mesmo sentimento de estar deixando a vida escapar por entre meus dedos, perdi boa parte da minha vida me preocupado com suas dores e esquecendo das minhas, então olho pra você e vejo um sorriso meio de canto, como quem esconde uma dor e quer disfarçar, todas as palavras que pronunciei passaram com o vento e nem se quer foram ouvidas, então olho pra você e percebo que tudo esta errado mesmo você sabendo que teve todas as ferramentas da felicidade na mão e deixou que caíssem, então me lembro de uma frase que lhe disse em momentos perturbadores, as vezes quando ficamos tempo de mas olhando para o abismo, ele começa ate olhar de volta, então apenas tua fé lhe puxara de volta, foi pouco, tudo, cada palavra, e agora só me resta viver minha vida, com minhas dores, com minhas preocupações, e você?, bom.. de sua vida você sabe oque faz, pois até os mas leigo dos homes toma atitudes certas.
Sabe o que eu quero mesmo? Acordar um dia desses aí qualquer determinado a esquecer por um momento que tenho um trabalho, uma responsabilidade, sabe? Desligar todos os meus telefones, fugir da minha vida por um dia, ser criança talvez, fazer o que tenho vontade, deixar os problemas de lado, quebrar regras, ir onde eu quero, fazer umas loucuras, ficar sozinho, tem hora q a gente se cansa de certas coisas... Só quero poder ser EU de verdade por um dia.
Em cada canto tem um pouco de nossa história, seja um prédio, um monumento grandioso ou mesmo as várias estátuas espalhadas pelas praças da cidade e pontos turísticos. Um pena as nossas escolas não terem essa sensibilidade cultural, ao ponto de provocar nos alunos o interesse por essa história. Visitas constantes a esses lugares e pesquisas valendo notas seriam de grande valia, para que o esquecimento não viesse a ser palavra de ordem. Mas me parece ser cultural ou no mínimo uma maldade a memória curta do brasileiro, e quando resolvem se lembrar do passado se amparam a uma determinada rede de televisão que acha que tudo deve ser lembrado em forma de deboche ou comédia, transformando a nossa história numa verdadeira peça de mau gosto. Uma afronta às pessoas que construíram com muita labuta essa história. Mas, graça a Deus apareceu um jornalista muito lúcido e com a responsabilidade que todos esperam de um historiador, algo que não era o seu ofício, mas acabou se tornando pelo seu grande interesse e vontade de se aproximar da verdadeira história da nossa nação. Estou falando do renomado jornalista e agora também historiador e Beste Seller, Srº Laurentino Gomes, autor da trilogia 1808; 1822 e 1889.
Aquilo que é bom ou ruim é amplamente subjetivo, ainda mesmo que pautado pela ignorância ou imposições modistas, mas abençoado seja o mal feito, que faz com que saia do âmbito das opiniões pessoais ou coletivas e inegável e incontestavelmente se torna factual; E contra tudo aquilo que é fato, é um fato não haver debates.
Eu não tenho culpa de te sentir tão perto mesmo tão longe, não tenho culpa também desse sentimento intenso que flui aqui dentro. A culpa é sua, que me deixou frágil, debilitada, entregue e apaixonada. Não, eu não te agradeço por isso, de tão forte, me tornei tão vulnerável, desmedida a intensidade que causa em mim. Só peço que de tudo que nos for permitido, o meu medo hoje tenha o SEU sentido.
Quando o sentimento se torna um cárcere de si mesmo e folhas em branco se tornam a minha história, torna-se uma passagem brusca pela vida, tão demorada em acontecer, tão rápida em se esvair. Quando o peso das frustrações se acumula nos ombros, o mundo vai ficando desinteressante, vazio, sem sentido e o único pensamento que vem a mente é desistir, conformar-se, aceitar que seus sonhos eram só sonhos, que seus ideais eram mera bobagem e que seus esforços se tornaram em vão contra as forças da vida. Quando você sente que a orça que move o mundo externo sempre foi maior que a força que move o mundo interno, lutar é em vão, é morrer dentro de si.
"As pessoas esperam algo de nós e exigem que as perdoemos. Mas quando precisamos do mesmo, elas se recusam a nos dar. E nos condenam eternamente. Eu bem sei, todos esses anos, o esforço que me fiz, os sonhos que abandonei, as vidas que deixei passar. Eu bem sei, a dor que me causou, a amargura que me trouxe, o gelo que me tornei, o medo que se juntou a mim, todo a minha guerra pra não me deixar sufocar. Eu bem sei, mas talvez não quisesse saber. Te exigem compreensão, perdão, abdicação, te exigem tudo"
Será que há mesmo a necessidade de de fingi ser o que nem de longe, parece contigo? Ninguém é tão ruim... Mostre que você é de verdade, pois, carnaval é só uma vez por ano, mas tem gente que usa máscara o ano todo! Mais cuidado que mascaras caem, ninguém é tão esperto, assim como ninguém é tão bobo, não tenha vergonha de quem você é, tenha vergonha de fingi ser algo que você nem de longe, seria!
“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas ruas do mundo, com uma vontade arrebatadora de sentir-se achado na vontade de encontrar por algumas frações de tempo, o sentimento de querer estar num lugar que tem um quê de humano, alguma coisa de magia e uma essência toda perfumada, de divino.”
Mesmo que algumas pessoas não aceitem esse fato e tendem a discordar, esta mais do que comprovado que a mídia é que controla os brasileiros. O que vestir, comer, usar, onde ir e etc. Mesmo que indiretamente. E isso tem deixado as pessoas, principalmente as mulheres, insatisfeitas consigo mesmas na questão: Padrão de beleza. Imposto hoje não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Em todos os meios de comunicações audiovisual, que aparecem mulheres, todas elas são bem magras, as vezes até demais. E esse é o tal padrão de beleza imposto hoje, (que de beleza não tem nada), e isso faz com que cada vez mais aumente o numero de mulheres depressivas, tristes, e até anoréxicas. E sinceramente, não vejo nada de bonito nesse padrão que as mulheres ficam só o osso. Acordem mulheres, primeiro, porque quando alguém realmente gostar de você não sera pela estética. Segundo, você é que tem que se amar em primeiro lugar e aceitar que ninguém é igual, e que são as diferenças que fazem cada pessoa ter algo especial só seu.
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