Texto sobre Sol
E a cada pôr do sol coisas novas e velhas acontecem..
Enquanto alguns formam, outros reformam
suas mentes..
Enquanto alguns nascem, outros renascem
no seu interior
Enquanto alguns brilham, outros iluminam
seus mundos
Alguns amam, outros são amados
E o amor permanece...pronto, ideal, generoso, perdoador..
E a cada amanhecer as coisas acontecem segundo seus passos, seus sonhos, seus atos de coragem..
Enquanto dias e noites se repetem, pessoas vem e vão
Algumas "imortais" outras inesquecíveis..
E na contra mão dessa positividade tantas outras
se rendem, se deixam ir, se perdem...
Pessoas são como mapas, algumas levam a tesouros, outras a caminhos sinuosos, e outras se mostram o próprio tesouro...
E as coisas novas e velhas se repetem...
Algumas para bem, outras para mal...
E tudo se faz com o que você faz de si mesmo..
Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.
Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.
Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.
O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.
Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.
Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.
Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.
— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.
Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.
Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.
— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.
Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.
— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.
Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:
"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."
Um toque — e a razão sucumbiu.
Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.
Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.
Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:
Camille Monfort.
Sol de Domingo
Quem diga que uma poesia, só pode ter sintonia, se as pessoas estiverem conectadas.
De certa vez, fui me encantando pelo teu sorriso, teu jeito, teu carisma, e do nada me dei por vencido. Vi aquele sorriso que vai de canto a canto de boca.
Ela prefere as cores, do que as dores, o sol do girassol, ela é intensa como uma corrente elétrica que pulsa energias positivas para as pessoas ao seu redor.
A voz dela é como o canto dos pássaros numa manhã ensolarada de domingo.
O melhor de tudo é quando ela usa a maquiagem de seus olhos lindos que transmite a verdade.
Sorvete de sol
Olha o sorvete! A orla começando a caminhar...
Vento leve da brisa, pés no chão... ah! como é tão, tão...
Olha o sorvete!; ...devaneios, delírios-delirantes...
Como pode existir um sorvete de sol?!..
Agora?! Ainda com este frio?! Sorvete, sol, intrigantes!..
Com quem eu reclamo?!.. Como pode? Aqui é praia!..
Como se lá' não pudesse frio estar!
Louco, loucura, a quem contestar?!..
Tudo que peço 'e um pouco de SOL, tão, tão...
Olha o ônibus!...
Preciso ir ao trabalho! Seco os pés, mas não esqueço!..
Compromisso comigo mesmo; a praia, sol, sorvete...
VIDA PROJETADA
Se alguém num dia comum...
Havendo chuva ou sol,
Se este alguém diz que o dia e' conflituoso e se põe a murmurar...
Este alguém passa a contestar o criador do universo e este
Conflito não esta' no mundo senão no próprio
Pensar...
Passa por entre este e o pensar duas vidas que em versos posso
Afirmar...
Uma vida e' a vida que se vive, esta beija a realidade;
A vida real que podemos medi-la e retrata-la.
A outra vida e' a do pensar; a projetada no pensamento.
A esta ultima a projeção contorna o idealismo, com o qual o pensamento
Passa a lidar.
Com todas as forças do ser tentamos viver o ideal, não somente vivermos
Com o respirar.
Entre a vida real que podemos tocar e a outra do pensar reside a distancia
Da incerteza que por ela a tornar.
Numa hora somos galinha e conhecemos bem o quintal a ciscar...; e nosso
Mundo e' grande como um quintal.
Noutra hora somos águia e o mundo e' nosso quintal, assim como o galinha
A águia precisa conhecer seu espaço.
Vivermos contidos num espaço "ideal" ou viver o ideal num espaço, não contidos.
Se somos galinhas estamos a esperar diariamente pelo criador...
Se a morte muda seu cardápio e' certeira a sorte.
Esperar, esperar... num quintal ate' seu final, mas,
Se somos águias já estamos nas alturas com o criador e a sorte e' levada
em conta.
Que os anjos sejam piedosos! Que os anjos sejam vegetarianos!
AMOR MALOGRADO
Tu que lançares-te ao amor, lançaras-te ao mar
Tu levaste sol aos vales encantados do amor,
Bem sabes tu que o amor cria um espaço sonar,
Na frequência do amor não há rusga, estridor.
E no instante que a massa prima torna sintoma
O amor; este mesmo amor se reveste do torpor.
Se vem em demasia dor e' paixão que o toma.
O amor e' silente e chega como vento arpoador.
Não se sabe quando e como se deu o malogro
No amor tudo e' levado por primorosa afeição,
Num duelo transloucado, quem sacou "el logro"?
Quem pendeu-se a saber do baile no coração?
poeta_sabedoro
E vi o sol... Radioso
E vi nas manhãs sorridentes
Passarinhos acenando com suas asas
Dando boas vindas a mais um dia...
Senti a fragrância de devaneios passados...
E eu quieto como as pedras...escuto o mar...
Com olhos serenos... Ausentes de dor...
... e retorno ao encontro de uma saudade
Busquei o alento deste Sol de verão
Sou pescador de ilusões e brisas
Poeta das encantadas almas...
celina vasques
Aprecio um sol no crepúsculo...
Porque será que eu canto ao entardecer
Igual aos pássaros...
E fico de alma apertada...Numa nostalgia tão grande...
Quais ondas que gemem sussurrando
Cantigas na areia da praia...
Onde gaivotas observam
As espumas... Extensos véus de noivas
Arrastando rumo ao altar...
Olho o horizonte meu coração inquieto
Queda-se na esperança de ver as estrelas
Pois a lua me esqueceu...
Minha alma de poeta acelera o coração de mil perdões...
Ah como eu queria te ver
Para sentir um infinito arrepio viajando na emoção...!
"Quando tudo pesa"
Às vezes o mundo escurece por dentro,
Mesmo com sol batendo na pele por fora.
A alma grita em silêncio tão denso
Que ninguém nota — nem quem mora ali, agora.
Estar cercada e ainda sentir-se vazia
É um eco do peito que busca abrigo.
Não és um peso, és pura poesia,
Só cansou de andar sempre contigo.
Angústia é tempestade que visita sem aviso,
Mas passa, juro, feito nuvem no céu.
E o cansaço que queima esse riso
Vai ceder ao tempo, ao toque, ao papel.
Não te culpes por sentir tanto assim —
Coração que transborda é feito de mar.
Às vezes, se afoga… mas dentro de ti, tem sim
Força pra nadar, pra viver, pra amar.
Se o mundo parece demais pra você,
Diminua o mundo, se acolha, respira.
Você não é fardo — é chama a arder,
É estrela, é estrada, é alma que inspira.
Teu Sorriso, Meu Refúgio"
Teu sorriso, é sol que clareia,
até meu caos ele incendeia.
Tua alegria me faz dançar,
mesmo quando o mundo tenta me calar.
Carregas o mundo sem reclamar,
abraça dores que nem são teu lugar.
Cuida de todos, com alma tão forte,
e ainda me abraça quando a vida é sorte.
Teu olhar tem brilho que não se mede,
marcou minha pele.. Virou minha sede.
Tatuei tua luz, tua calma e tua cor,
porque em ti, menina, encontrei amor.
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Ninguém anda mais depressa do que as pernas que tem.
Se onde quero estar é longe, não estou lá num momento.
Sim: existo dentro do meu corpo.
Não trago o sol nem a lua na algibeira.
Não quero conquistar mundos porque dormi mal,
Nem almoçar o mundo por causa do estômago.
Indiferente?
Não: filho da terra, que se der um salto, está em falso,
Um momento no ar que não é para nós,
E só contente quando os pés lhe batem outra vez na terra,
Traz! na realidade que não falta!
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passe adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salte por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exatamente aonde o meu braço chega —
Nem um centímetro mais longe.
Toco só aonde toco, não aonde penso.
Só me posso sentar aonde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E somos vadios do nosso corpo.
E estamos sempre fora dele porque estamos aqui.
O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.
(Joel 2:31)
E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,
(Apocalipse 1:5)
Espero a noite cair por completo...
Ao nascer do sol,
Ao cair da tarde, desejo-me
Uma grande força,
Pois quando o brilho da lua
Toca o meu rosto,
Estou sozinho.
Minhas lágrimas são
Levemente escondidas entre
A vasta beleza da noite,
e a perfeição, digna de ser
um paraíso para aqueles que
escolhem o silêncio da noite
para deixar o barulho de sua mente
Fazer com que as emoções
transforme-se em puras lágrimas
de sinceridade e amor esquecido.
O Mar de Pernambuco
O mar de Pernambuco é belo por natureza. O seu esplendor traduzido no verde-esmeralda, é apreciado logo na chegada. As águas mornas de Boa Viagem e a sombra dos coqueirais em Olinda revelam a alegria do viver. A caminhada no calçadão é salutar, enquanto a água de coco refresca e equilibra a temperatura do corpo.
Num clima agradável e harmonioso, é bom estar em Enseada dos Corais e Calhetas. As areias molhada pelas ondas que quebram na praia dão uma sensação de bem-estar que invade alma e faz bem ao coração.
O aroma da brisa das manhãs remete-nos às lembranças do passado. Viajo nas brincadeiras nos arrecifes e do delicioso mergulho nas piscinas naturais. Estrelas do céu e do mar encantam a praia de Porto de Galinhas.
O Forte Orange em Itamaracá, o peixe-boi marinho, o passeio e a travessia de barco até Coroa do Avião trazem paz e tranquilidade de tardes inesquecíveis. O descanso na rede de dormir equilibra e dá uma sensação agradável de encontro com a felicidade.
A saudosa maria-farinha corre e esconde-se em suas tocas nas areias quentes. O entardecer em Mangue Seco, a casa na praia e a beleza do pescador em sua jangada na linha do horizonte são motivos de poesias.
A natureza nos deu um presente de encantamento e sonhos transformados em realidade. O amor e a paixão fazem do litoral de Pernambuco um verdadeiro tesouro dos corações.
Em outros mares naveguei, mas, em Pernambuco aportei.
Antes Que Ver El Sol
Si te vas, se me va a hacer muy tarde
Y además, solo intento cuidarte
Ay cuando mi vida
Cuando va a ser el día que tu pared desaparezca?
Fabriqué un millón de ilusiones
Prisioneras que se hicieron canciones
Ay cuando mi vida
Cuando vas a cerrar tus ojos por mi?
Oh oh oh oh oh oh oh oh oh
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Oh oh oh oh oh oh oh oh oh
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Si te vas, para que regresaste?
Y además, solo quise besarte
Ay cuando mi vida
Cuando va a ser el día que tu pared desaparezca?
Fabriqué un millón de ilusiones
Prisioneras que se hicieron canciones
Ay cuando mi vida
Cuando vas a cerrar tus ojos por mi?
Oh oh oh oh oh oh oh oh oh
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Oh oh oh oh oh oh oh oh oh
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Prefiero tu voz, prefiero tu voz
Prefiero escuchar tu voz
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Prefiero tu voz, prefiero tu voz
Prefiero escuchar tu voz
Antes que ver el sol
Prefiero escuchar tu voz
Imagine se o mundo acabasse hoje...
Amanhã não teríamos mais sol...
Nem noites, nem estrelas...
Imagine se o amor acabasse hoje, não haveria namorados, beijos na bocas, flores sendo ofertadas...
Não haveria gemidos de prazer, nem filhos a nascer...
Imagine se o romântico, deixasse de tocar, aquelas doces canções que embalam corações...
Sinceramente, não dá para imaginar, porque cada dia é novo dia , seja para quem chora ou para quem ri...
Porque cada dia o amor nasce em um novo coração e os frutos destes amores trazem beijos, gemidos e filhos feitos no amor misto de prazer...
Porque se o mundo acabasse, o romântico não mais tocasse, que seria de mim, meu violão e as canções de amor que fiz para vc...
Sempre vou imaginar diferente, a cada instante que te amar um novo mundo nascerá, jamais deixaremos de imaginar, quão gostoso é amar...
Eu.
Eu poderia ser seu sonho, desde que ele fosse bom,
Poderia ainda lavar nossa louça, só pra te ver feliz.
Também poderia fazer uma massagem em seus pés e lava-los em água quente, até você gemer de prazer.
Eu poderia fazer amor, de uma forma que não te agredisse e sim te completasse como mulher.
Procuraria te beijar sempre com a leveza e o carinho dos anjos.
Eu poderia te amar cada dia com mais intensidade e te embriagar com o vinho de nossa paixão até o fim de minha vida.
Poderia viver com um único objetivo: Te fazer feliz.
... Mas isso teria um preço e você precisaria pagar na mesma moeda
É lindo! Na realidade é mágico o espetáculo do sol nascendo majestoso em todo o seu esplendor de luz e cor, irradiando energia para cada cantinho do planeta. É mágico o sol acordando a vida com a suavidade do seu toque, com a leveza do seu calor, com o encanto do seu sopro translúcido. Mas mágico mesmo é quando ele também acorda dentro da gente e, na magnitude de sua graça resplandece no sorriso, na leveza dos gestos de gentileza, na doçura das palavras ternas, no afeto compartilhado, no amor doado e em tudo que o brilho do nosso olhar despretensiosamente toca.
Por do sol ” Você é como uma tela ,onde o artista retratou o adormecer do sol,olho e o vejo imponente e enigmático”. Talvez jamais saberei ao certo como defini-lo,bem provável que jamais saiba.Estou tão perto de você ,assim como o sol da terra. Impossível enxergá-lo se não quer ser visto,sinto-o como o por do sol que simplesmente desaparece ao entardecer e eu fico aqui admirando sua partida,vai sem culpa,sem remorso, desaparecendo por detrás das nuvens. Assim como ele,surge ao romper do dia com todo esplendor e nem sequer me diz um bom dia,apenas ocupa seu lugar majestosamente. Tenho a nítida impressão que ouvi uma mentira tão bem contada,que tornou-se verdade aos meus ouvidos,ou melhor e mais correto dizer que, enxerguei em você …”Meu sol” e você me viu como o joio que nasceu em seu trigal,somente não arrancou-me pela raiz para não perder sua boa colheita...Direitos autorais reservados Ada Fronzzi.
Se o vento soprar quero estar no mar, se a chuva cair não quero do canto sair, se o sol chegar quero minha pele queimar, se o mundo girar quero o horizonte florir e não me preocupo se o ponteiro do relógio não para. Sou de ficar onde meu coração se acalma. Eu sou alma lavada com água doce e salgada.
