Texto Sobre Silêncio
"Quero ficar neste momento nesse silêncio que transmite meu coração
apenas sentir cada movimento e mil batidas
quando ele pensa pensa em você
cada dia ,hora e minutos ele ama você em
todos sentidos
busca sorrir pois seus lábios demonstram felicidade
procura te encontrar em todos os lugares
mais você sempre está dentro desse amor
e quando tua ausência não permitir esse sentimento ele busca a ti no fundo da alma
assim como o beija flor necessita da flor
eu necessito do seu amor
como a lua necessita da noite
eu preciso de ti em meus braços
esse coração simplesmente te ama"
ENCONTRO COM MINHA PESSOA
(27.09.2918)
Perfeito silêncio que traz a noite,
Um sussurro vibrante aos ouvidos
Dos quais escutam o vento
Em toda a sua inocência.
Então, o encontro com minha pessoa,
Revela o equilíbrio de se estar ligado
A mente, ao corpo e a alma, pois
O misterioso encanto está em tudo...
Pavor
Num quarto escuro
No silencio quase mortal
Um barulho
Que susto!
Se todos são vampiros
E há um zumbi entre eles
Pode ter certeza
Que esse assusta
Mas o terror mesmo
Ocorre quando a violência
E a impunidade existem
Em plena democracia
O medo de expressar a própria opinião
É o mais frequente.
As vezes é muito melhor escolher o silêncio para não ofender quem você gosta. Com certeza evitaria muitos conflitos desnecessário.
Faça um café ou um suco,reveja o quê realmente ocasionou aquele desentendimento, se foi você, peça desculpas, se explica.
Mas se for a outra pessoa, ajude-a, não grite se te gritar, não xingue se te xingar, apenas escolha o silêncio e quando essa pessoa também escolher o silêncio, então é sua vez de ser firme com as palavras e mostrar de forma educada o erro!
Voz!
O dia se foi a noite chegou...
O amor não veio , sua voz se calou num profundo silêncio...
A saudade bateu com força... A inspiração se foi e essa voz não cansa de gritar dentro de mim...
A voz do amor ,a voz do clamor,essa voz latente em eu no profundo vazio daqui... Que voz e essa que não cala dentro de mim?
Ela grita ,ela chora e reclama... Fica apenas a esperança dessa voz que um dia partiu...
O silencio naquele lugar se predomina a cada instante, mas não é um silencio normal como o de uma sala de cinema. É uma coisa mais reprimida, um silencio agoniante que te incomoda em estar presente.
Ruim ao ponto de você chegar perto e perceber que tem algo errado com aquele lugar.
As pessoas que estão presente agem de uma forma triste, no olhar delas reflete uma dor inexplicável, mas por incrível que pareça algumas pessoas não intendem, não conseguem ver ou saber o porque daquilo.
O silencio e a dor que são refletidos pela morte.
"SILÊNCIO MANSO"
Silêncio agudo da espada de ferro
Cresce, cresce, sobe e suspende-nos
Palavras que rebentam a nossa solidão
As fragas partem-se às inconformadas arestas
Recordações, esperanças do grito que se desvanece
Queremos gritar as mentiras desbocadas no silêncio
O mundo está em chamas e só vejo fogo na imensa ruína.
Aflito pranto rasga o peito com o sombrio véu, dor acerba.
Cruel, pungente suspiro que no peito encerra do celeste roubo
Cala-te, voz maldita que me grita nos dias de tempestade
Mundo soberbo, extraviei-me no tempo do pensamento
Já não ouvem nem falam, estão dispersos dos vivos ou mortos
Visões diferentes, perverso, inocente, no cálice persigo um tempo
Pés descalços na inquietude das madrugadas, que ficarei só
Escreverei a minha melancolia em versos que deixarei na tua ausência
Chegar de mansinho sem quebrar a tua solidão, que também é e será a minha.
Preciso de silêncio para sentir meus sonhos, para sorrir e para fugir.
Preciso de silêncio pra me encontrar e para te amar.
Para esquecer e chorar.
Eu preciso de silêncio para entender que vazio é esse que a saudade deixa dentro do nosso coração.
Preciso de silêncio para ouvir todo o barulho que tenho dentro de mim.
Salmo 83
1 Ó Deus, não te emudeças; não fiques em silêncio nem te detenhas, ó Deus.
2 Vê como se agitam os teus inimigos, como os teus adversários te desafiam de cabeça erguida.
3 Com astúcia conspiram contra o teu povo; tramam contra aqueles que são o teu tesouro.
4 Eles dizem: "Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel
não seja mais lembrado!"
5 Com um só propósito tramam juntos; é contra ti que fazem acordo
6 as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos,
7 Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia, com os habitantes de Tiro.
8 Até a Assíria aliou-se a eles, e trouxe força aos descendentes de Ló.
9 Trata-os como trataste Midiã, como trataste Sísera e Jabim no rio Quisom,
10 os quais morreram em En-Dor e se tornaram esterco para a terra.
11 Faze com os seus nobres o que fizeste com Orebe e Zeebe, e com todos os seus príncipes o que fizeste com Zeba e Zalmuna,
12 que disseram: "Vamos apossar-nos das pastagens de Deus".
13 Faze-os como folhas secas levadas no redemoinho, ó meu Deus, como palha ao vento.
14 Assim como o fogo consome a floresta e as chamas incendeiam os montes,
15 persegue-os com o teu vendaval e aterroriza-os com a tua tempestade.
16 Cobre-lhes de vergonha o rosto até que busquem o teu nome, Senhor.
17 Sejam eles humilhados e aterrorizados para sempre; pereçam em completa desgraça.
18 Saibam eles que tu, cujo nome é Senhor, somente tu, és o Altíssimo sobre toda a terra.
para o silêncio do poeta
quando você se cala o silêncio fala
canta o galo zumbe a abelha
mia o gato pia o pinto ruge o leão
quando você se cala o silêncio fala
a baleia bufa o burro zurra
o bezerro berra o bode bala ladra o cão
quando você se cala o silêncio fala
grasna o ganso o rato guincha
o cavalo rincha bate meu coração
quando você se cala o silêncio fala
a cigarra estrila a hiena gargalha
estalo os dedos e canto esta canção.
O silêncio é oportuno e extremamente necessário, pois calar é muitas vezes a arte de falar sem falar.
Podemos ser profundamente sensatos quando sabemos a exata hora de calar. O silêncio é sempre sábio, pois podemos ouvir, refletir e dali retirar várias e várias lições, sem que para isso deixemos de respeitar a vida dos outros.
Não direcionar, manipular, criticar, controlar ou julgar nosso próximo, é uma lição que devemos seguir diariamente.
Devemos usar nosso silêncio para aprender, e deixar os demais serem o que têm capacidade de ser.
Irmã Doroty
Irmã Doroty
Tenta o silêncio para não deixares rastro
Para os teus perseguidores.
Busca a religiosidade dos conventos de clausuras
Sem o contato com o mundo cão.
Não!
Não apares as arestas da sociedade sem lei
E impiedosa para com teus pobres.
Pára de falar mal dos maus.
“Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar.”
Foge sim, irmã.
Do contrário não verás “as águas de março”
Enxurrarem as valas e o magnetismo das aluviões
Arrebanhando tudo o que se lhes impedem o caminho.
Não molharás mais os pezinhos ligeiros nas poças d’água
Das ruas desnudas por onde trilhas para evangelizar.
Senta irmã,
Os meninos ainda precisam ouvir tuas estórias de amor
Que contas nas aulas de catecismo
E espalhar seus risos inocentes quando fazes cócegas
Em suas orelhas pequenas.
Os olhares deles não repousarão mais
No semblante amoroso de mãe e amiga,
E não terão mais o carinho da mulher solidária
Que lhes levava alegria
E amparo para atravessarem suas travessuras
Com mais gosto.
Ah! Não irmã.
Quem irá lhes informar sobre
O Sol do céu que solda os corações
Em festa quando a primavera orquestrar
No Paraíso as pegadas dos rebanhos do Senhor?
Finge que não tem importância
Os conflitos que trovejam aí no seu Xingu.
O do Brasil dos brasileiros que só querem ver nascer
A esperança de uma Pátria Gentil
Com riquezas mil
Para todos.
Depois que será tão sombrio o amanhecer
Sem a amiga e batalhadora.
A orfandade desencadeará a morte
Dos filhos também.
Morte de sonhos,
Morte das ilusões,
Morte do alimento que lhes chegava à boca com fartura,
Pois tinham Dorothy lutando braviamente por eles,
Por geração de rendas e emprego.
Suas bocas ficarão escancaradas à espera
E famintos calarão o grito da desilusão e da revolta.
Quem importa?
Ninguém mais os ouvirá.
Cadê a pastora que lhes conduzia pelos trilhos
Da abundância
E despejava nos seus corações
A esperança de uma terra rica e generosa?
Ouve irmã,
O grito da araponga ressoando no sertão.
Dizendo não.
Não vás ainda,
O teu rebanho se perderá sem o teu norte
De tão grande porte,
Que nem tem comparação com os outros que ficarão
Chorando a verdadeira,
A filha de Maria,
A irmã da caridade que sem vaidade abarcou os pobres do
Xingu com seus mil braços de perdão,
Compaixão, generosidade,
Piedade e de amor.
O amor expandirá suas garras tentando em vão retê-la.
Quem o usará com igual propriedade?
Por caridade irmã, fica.
Só mais um pouco, uns trinta ou menos,
Vinte anos,
É claro.
Para que desprendas das mangas
Tuas cartas contra a escravidão
Dos corpos frágeis e necessitados de Anapu,
Do Xingu,
De toda a Amazônia e de Ohio também.
Têm pobres lá,
O rastro dos impiedosos atravessa fronteiras
E atinge os extremos
E até os ricos países gordos de mandos e desmandos.
Tem também famintos na América?
A tua que deixaste para trás para vires
Para o fundo do mundo.
Sim, irmã, ela os têm.
Mas quiseste viajar numa caravana de bondade
E adentrar a famigerada floresta com pertencimento
Ao estrangeirismo.
Que abismo!
Estão levando-a como se leva algo insignificante
E assim “como quem não quer nada”,
Roubam-na a impenetrabilidade
E a grande biodiversidade.
Irão reduzi-la, nesse passo, ao nada absoluto
E o pulmão do mundo morrerá.
Junto com ele, também, a Stang.
Que pena amiga!
Saudade...
Amor Real...
Quedou-se silencioso o meu Rei
TEU REI, EM SILENCIO SONHA
Acho que dorme, não sei
DORME, SE DORME, NÃO TE ESQUECE...
Possui-me como um vulcão
EM SONHOS, PEITO ARDE
Em plena erupção...
SOLTANDO FOGO PELOS POROS
Como ele quer,
COMO DESEJAS-ME, MULHER
Faço-me sua Mulher!
COMO TEU HOMEM, ME REALIZO
Sou a preferida,
A MAIS AMADA
A mais querida,
E EU TEU AMANTE, AMOR, AMIGO
E procurada...
AS VEZES FOGES, AS VEZES ME DÁS
Dizem-me sua Amada!
TEU CORAÇÃO, TEU AMOR, TEU CORPO
Ele é Soberano, o Poder!
QUE DE TI RECEBO TODAS AS NOITES
Eu, simples cortesã,
PRINCESA RAINHA...
Não o poderei ter...
APENAS SE NÃO QUISERES
Uma fantasia vã!
COMO UMA PINTURA, UM QUADRO, UMA UTOPIA...
Agora, despido e desfeito
EU, TODO DO TEU JEITO
Em seu leito...
DO LADO ESQUERDO DO PEITO
Enfim satisfeito
AMOR, FALTOU MAIS UM BEIJO..
Seu desejo por mim...
QUE ME ATRAI, QUE TE TRAZ PARA MIM...
Beijo-lhe a boca carmim...
VERMELHA DE CALORES E TESÕES
Parece-me um qualquer,
MAS TE TENHO, OH MULHER
Ele um homem,
AMANTE, AFOITO, QUE PEGA FORTE, QUE DIZ O QUE QUER
Eu, sua Mulher...
AMADA, SATISFEITA, DESFEITA, REFEITA, PARA MAIS
E o fogo da Paixão,
QUE ME QUEIMA SEM TOSTAR
A arder, faz-me sofrer,
E O QUEIMAR, ME FAZ AMAR
Consumindo meu coração!
EXUBERANTE DE PAIXÃO
Em silêncio eu parto
E EU TE PEÇO QUE VOLTES
Deixo seu quarto
EU TE DIGO QUE DEITES
Não o incomode em nada,
ATE TE IMAGINO DEITADA...
Digo à criada...
SIM, NÃO NOS PERTURBE
Já é quase madrugada!!
E NESSA ALVORADA,
DE NOVO O AMOR SE FAZ......
Hoje enquanto os pássaros cantavam eu ouvi Deus falando comigo e nesse instante houve um silêncio, foi como se o tempo congelasse, ouvia se apenas uma voz que transmitia paz, uma infinita bondade e esperança.
Dizia ele:
Filho espalhe amor, carinho, gratidão, ajude sempre seu irmão.
Cuide daqueles bichinhos inocentes, trate com delicadeza a natureza e de toda sua beleza.
Pratique caridade com os sem tetos espalhados na cidade.
Abrace com carinho aquele seu amigo que se sente tao sozinho.
Seja afetuoso e passe um tempo aprendendo sobre a vida com um idoso.
Cuide de sua família e nao a trate como mobília.
Jogue a tristeza fora e siga a vida sendo feliz agora.
Para finalizar nunca se esqueça, colherás o que aqui semear!
Sergio Fornasari
Vem, e escreve no silêncio, que os dias se abreviam e no demais tudo é solidão.
Vem florescer no jardim descontente da alma inquieta, que já pediu perdão.
Vem enxugar as lágrimas da desolação, que no anseio, as duras custas adormece na inspiração.
Vem desdobrar esse porto seguro, sitiado de muros, que preserva a intenção.
É um labirinto escuro, que escorrega e carrega toda falta de um coração.
Vem escrever na omissão, o decreto de uma ilusão, que minha fraqueza tem pressa, e o tempo é carrasco da vida em questão.
Vem desabrochar na escuridão. A luz é uma faísca que ilumina de longe a perdição.
Vem, que no descolorir do compasso, há mil passos, e o vai e vem, volta sem direção.
Vem agora e não demora, que pelas horas o frio já congela as veias, e as teias não se formam em qualquer estação, vem trazer o prazer, o querer, antes que a sina abata e leve essa pulsão.
Vem…
Katiana Santiago
FOSTE DOCE
.......Guardei-te, encontrei-te
Meu querido amor
........No meu silêncio
Sem palavras
......Perdi-me sem saber
E sem saber perdi-te
.......Quando julguei ter-me perdido
Encontrei-me em ti
......Reconheço-te, conheço-te
Ao adormecer as lágrimas
.......Que denunciam o meu amor.
Foste um sonho que passou
......Uma lágrima que deixei cair
Numa tarde quente
.....Foste uma utopia, um segredo
E uma verdade
........Nas palavra, nos silêncios
Que calaram-se
......Foste tudo, foste nada
De uma morte anunciada.
DOCE
.......Guardei-te, encontrei-te
Meu querido amor
........No meu silêncio
Sem palavras
......Perdi-me sem saber
E sem saber perdi-te
.......Quando julguei ter-me perdido
Encontrei-me em ti
........Reconheço-te, conheço-te
Ao adormecer as lágrimas
.........Que denunciam o meu amor.
Sem destino...
No silêncio do infinito,
imagino, outras direções
e assim, abro minhas asas
para voar sem medo.
Muitas vezes, sozinha,
em outras tantas,
seguida por muitas asas
que soltas na direção do céu,
também seguem sem destino,
em busca de novas aventuras.
by/erotildes vittoria
Foram tantas tentativas no silêncio, tantas dores lançadas contra o vazio
Tantos socos contra a parede, assimilando tudo o que é oferecido como oferta barata pra aquecer o ambiente frio
E todos os efeitos frustrando o meu ser,tornando cada vez mais imperfeito
As doses desse mundo mal habitado, amortecendo os sentidos
Sem saber que estava tão perto, em busca de melhor abrigo
Até cair de joelhos, até cair abatido,
O que você tem? Porque está caído?
Minhas próprias pancadas me deixaram ferido
Acorrentei a mim mesmo, me mantive retido
Minhas ilusões de soluções a muito já haviam partido
E próximo a beira do precipício, me encontrou
Me mostrou o eterno sacrifício, me curou
A tua revelação revela a mim mesmo, agora posso me enxergar como sou
A tua restauração começa por dentro,agora posso confessar como estou
Me mostrou o que um observador finito não é digno de ver
E é por isso que é por graça e não por merecer.
LIMOS DO SILÊNCIO
O silêncio sufoca-me
E amordaça-me calada
No espelho das palavras
Acumulam os sonhos
Vazias de si próprio
Na lama de águas mortas
Mágoas transformadas
Em limos desfeitos de medos
Silêncio refeito no espelho
Sonhos reféns das palavras
Mordaça fingida nas águas
Sentidas na morte da mágoa
