Texto sobre eu Amo meu Irmao
"Se um dia me perguntasse como é amar alguém, eu gostaria de me recordar, colocar as necessidades de alguém acima das suas, querer sua felicidade por mais que custe a minha, ficar feliz por te ver sorrir, acordar e te desejar um sincero bom dia, deitar e agradecer a Deus por sua vida, e pedir sempre que ele te proteja e abençoe sempre, desejar que você encontre alguém para amar e ser amado, se preocupar ao ver tensão em teu rosto, tentar achar formas de meios diretos ou indiretos para acabar com sua tristeza, saber amar seus deifeito tanto quanto as qualidades, estar disposta a passar horas apenas de observando, criar frases bonitas que me façam lembrar de você, inventar códigos para não expor você, conversar várias pessoas e chegar a conclusão que tu és único, com uma personalidade indescritível, você é um quebra cabeça que vivo disposta a tentar montar, mesmo que por hora seja impossível esperarei o dia em que irei te entender, quando alguém vir questionar aparências ter o imenso prazer de dizer tão grande é o teu coração, sorte sua em poder dizer que sabe como é ser amado mas infelizmente você nunca terá conhecimento desses versos ou do tamanho de meu amor. Com amor e admiração Flávia"
Não sou dessas que corre para um abraço, sou orgulhosa demais, quieta demais, a verdade é que eu nem abraço… não qualquer um, melhor, só abraço umas duas pessoas das dezenas que conheço. Sou dessas que depois de não te ver por 2 meses chega ao teu pé devagar, põe um sorriso tímido no rosto e fala uma merda qualquer, sou dessas que nunca corre para o abraço por medo mas sempre abre os braços para quem corre na minha direção.
Sim, faz tempo que eu me perdi e não tiro mais o melhor de mim... Tenho muito mais para mostrar e oferecer, preciso me reencontrar. Sinto falta do que eu fui e do que ainda posso ser... Eu costumava me fazer bem sabe? Sinto sim, sinto muitas saudades de mim, o "eu", verdadeiro, o melhor...
Eu tiveras dificuldades com mulheres a vida inteira; nunca me senti à vontade comigo mesmo, nunca me senti um homem. Me sentia como um menino que apenas tinha ficado mais velho. E embora não soubesse que atitudes tomar para que eu começasse a me sentir um homem, tinha certeza de que "viver a vida" era uma delas.
Permaneça comigo, com fé eu peço. Me vigia aí de cima, me proteja os caminhos, me resguarde nos percalços. Ao meu lado sempre esteja e quando tudo for tristeza, me alegre o coração, encha-o de amor. Deixo em Tuas mãos os meus sonhos, pois sei que és meu Pai, és meu Senhor, meu Salvador. Amém!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
E quando a Maturidade chega não temos mais vergonha de dizer: eu errei. Somos ousados o suficiente pra dizer; me perdoe. E temos humildade o bastante pra dizer; eu preciso de você. Nós já conseguimos dizer; Obrigada (o). Temos coragem pra dizer; Você é importante pra mim. Sem nenhuma neura, sem medo de perder um pedaço, sem nos preocuparmos com o que vão achar, sem com isso nos sentir menos homem, menos mulher. De forma; normal, objetiva, clara e de coração. Iracema R.
Ele era aquela parte boa da minha vida, entende? Era por ele que eu levantava todos os dias com o objetivo de ser feliz, porque eu sabia que fosse o que fosse, era ele quem estaria ali. Brigávamos como todos os casais, mas essas brigas não significavam nada perto do amor que tínhamos um pelo o outro. Ele era a paz que acalmava meu coração, o teu sorriso era a luz que me tirava da escuridão. Ele me aquecia nos dias mais frios, e me trazia aquela brisa gostosa nas tardes quentes. Fazíamos tantos planos, que mal sabíamos por onde começar. Trocávamos o dia pela noite, mas nao importava que horas eram, o que importava era eu ouvir a voz dele e ele ouvir a minha. Ele foi aquele amor de verão, gostoso de se lembrar e difícil de se apagar. Não terminamos… Sempre achei que amores igual ao nosso nunca tem um fim, apenas adormecem para que num futuro próximo possa reacender e voltar com mais e mais força do que um dia ele existiu.
Foi estranho, mas o simples fato de ele falar comigo fez o frio que eu sentia física e emocionalmente se dissipar, como se o sol derretesse a geada das plantas nas manhãs de inverno. Senti que aquele feixe de luz me aqueceu e me deu forças suficientes para enfrentar todo o frio e solidão do inverno.
Eu não vou mudar o mundo, mas quero apenas ter a consciência tranquila de que quando ele decida mudar, a minha contribuição está ali, pode que não se veja, mas está ali. Meu objetivo pode não ser cumprido, minha mensagem pode não chegar como eu quero expressar, mas, minha consciência estará sempre tranquila e preparada para sempre poder lutar. Sua paixão, seu amor e sua fé dirão onde você será capaz de chegar, ao final no único lugar que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
Toda vez que eu me sinto desanimado, me lembro que problemas tem soluções. Toda vez que alguém me frustra, me lembro que existem possibilidades. Quando está escuro, eu me lembro que o amanhã chegará e em algum momento o sol irá iluminar o meu olhar. Toda vez que estou triste, me lembro que não há mal que dure para sempre. Todos os dias eu me lembro que o melhor vencedor é aquele que arrisca, corre atrás das coisas com afinco, independente do que aconteça. Ele é um vencedor não pelo fato de vencer em tudo, mas por aprender com tudo o que a vida lhe ensina. As coisas mais valiosas desta vida estão embaixo do nosso nariz, são simples, sutis e é nelas que está guardada a felicidade.
Amanhã eu vou agir melhor do que fiz ontem. Infinita é a minha vontade de alcançar aquilo que eu ainda não conheço, aquilo que ainda não vi. A mentira pode ter várias faces, mas a verdade é única e o caminho mais estreito é aquele que molda nosso caráter. O sentimento de ausência me fez o que sou hoje e em meu coração existem caminhos infinitos que me levam milhas e milhas de distância até te alcançar.
“Vivi acreditando que eu teria que ser como todo mundo, ou ao contraria eu seria um nada; Na verdade me contarão mentiras sobre a vida onde eu deveria viver como todo mundo, e não fazer um caminho diferente da dela; Que eu deveria ser uma boa moça, ser perfeita, ter um corpo perfeito, tudo perfeito. Ao decorrer do tempo vi o mundo mudando, pessoas mudando e isso se tornou mais rígido, achei ridículo confesso. Foi ai que decidi ser diferente, pensar de uma forma diferente, agir diferente de tudo e de todos, não me importando com beleza ou classe social, decidi fazer a minha vida valer a pena, sem deixar alguém me por para baixo, dizendo que sou gorda, ou muito baixa, ou me colocando algum defeito. Se Deus nos fez diferente um do outro, foi para mostrar que não é feio ser diferente, e sim para nos amarmos como somos, e não deixar que a sociedade mude nosso estilo ou nosso gosto. A vida é a penas uma passagem, e essa passagem não tem previsão de tempo, ela é curta para alguns e longa para outros, então não deixe o mundo fazer de você um robô da sociedade, apenas seja você mesma, seja feliz da sua forma, se ame, e se auto-deseje..”
Eu já não creio, não espero, não desejo, não recebo, não me entrego, não me declaro, não tiro retratos, não danço, não canto em voz alta, não saio a não ser para ir ao trabalho, não me amo, não quero, não almejo, não conquisto, não olho nos olhos, não ergo a cabeça, não relaxo, não transo, não sou beijado, não olho no espelho, não acho graça, não sou engraçado, não me alimento direito, não pratico esportes, não compro roupas novas, não escuto novas canções, não tenho mais amigos, não tenho vaidade, não vejo a simplicidade das coisas, não quero acordar, não deixo as bebidas e o cigarro, não dou conselhos, não recebo visitas e não tenho mais o que negar. Eu já não estou sendo feliz desde o fim daquela história que era mais minha do que sua, mas se há algo que não quero mesmo, é te esquecer, pois, se isso acontecer, parte de mim desaparecerá, porque, nunca existi antes de você, nunca fui de fato completo.
E foi assim que eu, finalmente, voltei pra única pessoa no mundo que nunca me abandonou ou desmereceu: eu mesma. Foi desse jeito meio torto, meio bruto que eu voltei pra mim. Foi depois de me doar e me doer tanto que eu percebi que não vale à pena.Coração vazio e sorriso cheio, que assim seja. Os arranhões já não me doem, cada decepção eu levo como vacina. Dessa vez prometo não me abandonar, me deixar de lado ou me diminuir por ninguém nesse planeta. Se não tiver jeito, posso até me emprestar, me dividir quem sabe, mas me perder nunca mais. Agora é assim, primeiro eu. Quem não gostar das regras, não joga. Tô feliz, acredita ? Olha só a irônia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era. Fui tentar me encontrar e me perdi. E, que loucura, precisei me perder pra me valorizar.
Tem certas coisas que eu não sei. É só isso mesmo, eu não sei. Aconteceu, e “pá” e mundo se cedeu. Antes eu acreditava muito no “já estava escrito, já era pra ser”, a famosa ‘lei de maktub’ sabe? Mas agora começo a perceber que não, não estava escrito e se era pra ser, já foi. O que posso fazer agora? Eu simplesmente não sei.
Por que eu estou sempre desejando a felicidade alheia? Mesmo daqueles que me fizeram sofrer? Por que eu não consigo desejar mal a ninguém, mesmo daqueles que me desejam também? Por que eu penso nos outros e depois em mim? Eu não sou Deus. Sou um ser humano pecador. Eu tenho o direito de ser egoísta, certo? Eu devo ser isso. Eu vivo mais pelos outros, por quem eu amo, e ainda assim ninguém vive por mim. Ninguém me vê, ninguém vê o quanto me esforço...
E novamente encaro os mesmos destroços, este que eu mesmo tenho juntado ano após ano, dia após dia. Vazio, ensurdecedor - dor. Não consigo fechar os olhos, cansados de ver e sentir. Me deem uma fórmula, uma pílula para eu parar de pulsar, quanto de mim ainda vou esgotar quando tudo o que quero... eu não sei o que quero, mas tenho certeza. Estou cansada do choro descer a seco, das mãos esfregando lágrimas, do frio, do silêncio, desse único e maldito silêncio. Estou farta de rostos, gestos e mentiras. Um mundo aonde se fala tanto de amor mas que ninguém de fato sabe usá-lo. Estou farta e desejando uma loucura insana, quebrando minhas barreiras estou caindo de novo. Estou cansada de mim e de habitar em mim.
"Eu gosto do cheiro de cigarro misturado ao seu perfume naquela camiseta branca. Do seu sorriso disfarçado tentando conter a timidez. A gargalhada que guarda para não parecer tão indiscreto, todo esse cuidado de estar sempre certo, mesmo sendo tão errado. Sua gentileza sempre tão presente, esperando qualquer medo para cuidar e dizer "estou aqui". Gosto de você vagando por essas ruas, sempre tão perdido em qualquer pensamento ou MPB, tão desligado, mas me vendo admirar seu jeito e seus defeitos, esse você. Me encanta esse teu encanto junto do teu canto que quer desafinar, mas que se afina por atenção. Gosto desse olhar perdido buscando qualquer resquício de compreensão, essa maneira leve de caminhar a passos firmes fingindo ignorar qualquer rejeição. Gosto desse seu vocabulário, desajeitado tentando se expandir e dizendo coisas tão bobas em meio ao seus ataques de vergonha. Gosto dessa risada ao fim de cada frase como se pedisse para eu rir também. Gosto de você."
