Texto sobre eu Amo meu Irmao
🌹Boa tarde com essas belas palavras do meu amigo poeta Odair Flores🌹
MEU PRIMEIRO AMOR !
Não sei se é ironia, merecimento ou outra coisa qualquer...mas é intrigante encontrar o primeiro amor da vida da gente, nos últimos passos da nossa jornada! Aí fico a pensar em todas as pessoas que estiveram em minha vida, (e olha, que foram muitas) para as quais eu dispensava tanta importância, e que hoje se parecem mais com manchas negras a se imiscuírem por entre os meus mais coloridos sonhos! Mas quando olho para o lado, e a mulher por tanto tempo pretendida, está ali me "devocionando" com seu olhar e cuidados, expondo-se aos indiscretos olhares, e até comentários dos medíocres de alma, me mostrando em atitudes, que um homem é atemporal na grata missão de saciar, e fazer feliz sua fêmea, ai esqueço de quantos degraus precisei subir para alcançar o pedestal da deusa e a ela me entregar na submissão dos amantes! Então, vem a certeza de que as outras, foram fugas da solidão, busca por companhias, tesões passageiros, até imposições do Universo para o resgate de almas, que vieram me dar a honra de ser pai! Mas o primeiro amor, ah esse é diferente. É algo assim, que nos faz enxergar, até o encanto de outras vidas em que já estivemos juntos, algo que nos faz ter olhos só para a pessoa amada, vendo nos outros , apenas indiferentes seres assexuados! Meu primeiro amor...quem diria...
odair flores
Espero que a faça feliz!!💖
MINHA RELIGIÃO
A fé que há no meu coração é a minha religião. Não há altar, não há santos e nem orações decoradas ou improvisadas aos gritos. Apenas o silêncio de uma conversa franca, onde o pensamento é a língua e o canto é o embalo do meu pensar.
Eu e a minha fé trocamos confidências, lavamos minhas roupas rujas e fazemos um exame de tudo que transcorreu de tempos em tempos, sem horas marcadas, momentos específicos ou ambientes pré-selecionados.
Minha fé não me cobra glórias e nem aleluias ou louvores.
Minha fé me cobra apenas o dever de trilhar pela retidão do caminho.
Minha fé não me diz o que é bom ou o que é ruim. Ela me dá o livre arbítrio de errar e errar muito, para eu, no fim de tudo, ter um grande acerto.
Este é fim do túnel que almejo, sem julgamento, pecados, juízos ou absolvições.
Minha fé não me passa sacolinha e nem define dízimos.
A única coisa que ela me cobra é que eu seja feliz e faça as pessoas felizes. E essa é minha fé e o que me basta.
Meus respeitos àqueles que tem outra forma de religião, não os critico, mas quero ter a liberdade de continuar fazendo do meu jeito!
Onde estás meu pensamento?
Onde foi parar o meu verso?
Tenho que tece- lo como se tece um fino tecido,
Tenho que vive- lo por um amigo,
Tem quem o precise ler.
Eu te tenho.
Tu fazes parte de mim e eu faço parte de ti.
Somos uma composição de versos ainda não tecidos que clamam sua existência, mesmo que breve, vou tecer para tí meu amigo, um momento de vida baseada em versos e fatos reais.
E eu o farei com linhas de ouro, só para ti.
Trovão da poesia
Que barulho embriagante.
Um trovão que nasce no meu coração.
Chega a relampejar dentro da mente.
Como um sinal de tempestade.
Logo vem a poesia.
Pedindo me para descansar.
Que o mar pode ter serenidade.
Que os gladiadores podem ser mansos.
Na selva.
No coliseu.
Nas arenas do pensamento.
O confronto dos sentimentos.
O vendaval sinaliza.
Leva as agonias.
Leva as perturbações.
Nos traz esperança.
Dita um novo ritmo.
E acreditamos nessa dança.
A trovoada permanece.
O frio violento do destino permanece.
Mas nesse clima medonho.
Se cria coragem.
Cria se embalagem.
Enfrentar o trovão.
O sangue continua pulsando.
E continuaremos meditando.
Na tempestade de cada coração.
A vida ensina.
A poesia rima.
E tudo vira quadrilha.
Dançando continuamos.
Nos relâmpagos da vida.
Giovane Silva Santos
"Você brincou com o meu coração como quando uma criança vai saltar pipa.
Sem ter medo de perdê-la
Todavia, ao perder para os parceiros da brincadeira,
Sai correndo depois pela rua pedindo dinheiro para o papai e mamãe,
No intuito de conseguir outra pipa.
- Mãe a senhora têm dois reais?
E ela diz para a alegria da criança: vai pedir do seu pai!
O pai quer ver o filho crescer brincando de pipa, pião, bola e peteca.
Por isso, faz sua alegria dando-lhe o dinheiro com o seguinte recado:
Se acostuma não, segunda-feira tem prova.
Contudo, os jovens cresceram e não receberam o devido conselho
Quando se fala em valorizar o que tinham,
Respeitar a opinião, a cor da pele, os jeitos, os defeitos,
Opinião política de cada um.
Esqueceram de nos dizer o que deveríamos fazer antes de qualquer coisa:
Ouvir, conversar, abraçar e dar carinho.
Aquele carinho de verdade, um "eu te amo" sincero.
Não importa se ficou guardado no peito,
Mas se colocar pra fora, arca com as consequências."
Autora: Maria Luiza Brasil de Medeiros
Gritos da alma
De maneira profana e ardilosa agora meu espírito clama
Não se sabe ao certo o que ele deseja, mas eu choro
Choro desconsoladamente, o choro dos não compreendidos
Sofro por está colhendo os frutos amargos da minha pior colheita
Onde estarão aquelas mãos que sempre me confortam
Onde posso encontrar o abraço do consolador de outrora
Sinto-me tão só, tão perdida, desprovida de sonhos e esperanças
Seria eu agora incapaz de reerguer-me, de superar com sempre fiz?
Por onde vaga meu espírito que agora perde-se de mim?
O que pensar agora, se estou a vagar, prisioneira de meus próprios medos?
Como posso eu agora ser liberta da escuridão que me invade?
Minha mente escureceu-se, minh’alma gélida, meu espírito...
Seria a morte em mim, nesta sensação de terror que me domina?
Oh, minha paz....! Dói não sentir mais a brisa no rosto!
Os suspiros cada vez mais distantes, mais ausentes, só silêncio
Um silêncio que não traz paz, um siLêncio de terrível desespero
É este o silêncio que trago dentro de mim agora, desalador
Quero ainda gritar, mas nada consigo, nada consigo sussurrar
Que pavor terrível! Que angústia! Deus! Eu consigo pensar...
Deus! Eu clamo a Tua misericórdia... é o que penso agora...
Um toque suave... o ar entra em meus pulmões, alívio!
Sinto uma brisa a me tocar, uma boa sensação me invade
Respiração profunda e suave, um sussurro: _você esta viva!
Sinto-me outra vez, meu espírito voltou e eu estou bem.
Te Permito
Te Permitirei tudo que for possível
seja a inspiração de meu mundo
Te permito todas as alegrias
emoções essas sentidas aos ventos
Me permita olhar em teus olhos
deixa eu ser a sua proteção
sua morada
Te Permito todas a formas de amar
sentir as emoções de cada momento
deixa eu poder te guiar
e logo depois você caminhar
ser livre e inocente olhar
para um breve por do sol
Te Permito tudo que seja novo
ou antigo,
que seja bela em um minuto
e que dure para sempre
assim permito a ti
as emoções de um momento
de um desejo
de um amor a qual não sabemos de onde vem
lhe prometo tudo e não lhe prometo nada
apenas sinto e faço
o que meu coração sentir
ME DIZ
Manhã
Meu dia começa sempre iguais, uma ansiedade absurda pelas horas a seguir. Em especial a noite o único momento que tenho para te ver: alí diante dos meus olhos contempla tanta beleza é como passear nas ruas do Jardins. Fica fascinada com sua beleza exuberante como tudo que tem nos Jardins!
O MEU PAI SALVOU UM HOMEM, O MEU TIO OUTRO
Por Nemilson Vieira de Morais (*)
Por ocasião das eleições municipais na minha cidade…
O clima político em Campos Belos, nessas disputas se elevava.
Era comum as discussões a cerca de um ou outro postulante a uma cadeira administrativa.
Nem sempre esses embates ficavam somente no campo das ideias: em dados momentos, os ânimos se acirravam, e as agressões deixavam de ser verbais e, iam às vias de fato.
O povo compareciam aos comícios, para apoiar e ouvir os discursos inflamados dos distintos candidatos.
Geralmente esses encontros eram realizados em carrocerias de caminhões posicionados em locais estratégicos, pelas ruas da cidade, distritos e fazendas.
Eu mesmo andei a discursar numa dessas ocasiões, na campanha do deputado José Freire, e outras lideranças políticas estaduais e locais.
Alguns candidatos passavam dos limites nas promessas que faziam. Não cumpriam o prometido. “Desde aquele tempo a ‘mentira’ no mundo da política comandava o espetáculo.”
Havia perseguições políticas por parte de alguns mandatários, principalmente quando o eleitor declarava publicamente outra opção do seu voto.
O ir e vir das pessoas nas ruas nos dias da votação eram intensos.
Alguns pais precavidos orientavam os seus filhos a não participarem daquela agitação toda, e muito menos das questões políticas. Opor-se ao governo (nos três níveis) não era recomendável. No dia da votação a minha mãe ficava a orar a Deus, para que tudo ocorresse em paz, naquela disputa; pedia a nós que não saíssemos de casa: era “perigoso!” Não dava para saber o que poderia acontecer.
Os candidatos a vereança e a prefeitos compareciam aos seus redutos eleitorais; a tirar fotos com o povo e ouvir as reclamações dos moradores. — Visitar escolas, comunidades, hospitais; inaugurar comitês, reuniões com apoiadores, fazer as suas últimas promessas…
Um dos candidatos a prefeito esbanjava carisma: o Adelino, filho da terra, já havia administrado a nossa cidade. O outro candidato não me lembro bem quem era, mas, a campanha ia num bom nível. Qualquer um dos ganhadores estávamos bem representados.
Ao aproximar-se o momento da prova dos nove. Em que as urnas iriam falar. Um dia à tarde próximo à votação o João (preferi assim o chamar) eleitor de um dos candidatos tomava uns aperitivos a mais e jogava conversa fora, no bar do Elias. O Lázaro eleitor dum outro andava armado sem uma autorização, e sem ser incomodado pelas autoridades competentes adentrou-se ao ambiente e logo começou a discussão política. Decisão que quase causaria uma tragédia maior: saltou para fora da venda, num respeito ao proprietário e convidou o João para resolver a questão na rua. — Na bala. O convidado não pensou duas vezes e mais que depressa atendeu o chamado. Como uma serpente a dar o bote na presa. O Lázaro negou o corpo e sacou da cinta um revólver de todo tamanho à vista dos nossos olhares atônitos, já pronto a cuspir fogo no ralar da espoleta.
O João ao ver a arma apontada na sua direção saltou no seu algoz como um atacante na hora de fazer o gol: perdeu o pulo e caiu.
Debruçado na terra fria e pedregosa, aos pés do inimigo só a misericórdia de Deus, e ela fez-se presente…
O Lázaro só teve o trabalho de mirar a arma na cabeça de João e apertar o gatilho. — Bam! — Ai!
O projétil do disparo cravou-se numa das suas mãos que, mesmo atingido levantou-se e atracou-se com o seu rival. O sangue esvaia-se…
João por cima de Lázaro quase toma uma facada de graça de terceiro…
Um sujeito miúdo, amarelo feita a goiaba madura, ao lado a observar tudo e com vontade de entrar na confusão tomou as dores de Lázaro: aproximou-se mais e puxou da cinta uma enorme peixeira, que parecia um punhal procurava o melhor lugar para sangrar o João. — Descia do alto da cabeça a sua mortífera lâmina fria na direção do vão da clavícula do pobre.
De repente o forte grito do meu pai ecoou pela Rua do Comércio afora: “Não faça uma coisa dessa com o rapaz!"
O homem voltou com a faca para a bainha imediatamente.
O João a lutar e relutar sozinho para tomar a arma do inimigo nem percebeu o tamanho do risco que correu. — Morreria sem saber do quê.
De tanto esforçar-se, com um joelho flexionado sobre Lázaro no chão, o João já o dominava.
A arma do seu inimigo político já estava na sua mão, quando o tio Elias entrou em ação e a tomou.
Salvou o Lázaro da morte e o João da prisão. — Por certo.
*Nemilson Vieira de Morais
Acadêmico Literário.
É bom saber que você está aqui dentro, em meu coração, em meus sonhos...
É bom saber que você pode ver através dos meus olhos e eu através dos teus, todo o Universo...
É bom saber que agora você também sabe, que é possível tocarmos o infinito...
Como é bom saber que você existe!!!
- Borboletas no estômago
Sinto
Ao perceber que estou a poucos passos da realização do meu objetivo
Não diria nervoso ou ansioso
Mas eufórico, tomado por um êxtase intenso que sabe o caminho de casa
Uma década sonhando
Um aprendizado recente
Da vontade a ação
Persistência na paixão, é amor
Implacável, vencerei.
Vindima à do Pinto, meu Deus, que alegria,
naqueles castelos de belos lugares,
do branco e do tinto, Foupana e Judia,
mais a fortaleza que há nos Vilares.
O trabalho é duro, compensa-me a alma,
feita destes bichos de todas as cores,
e então, o futuro apressa-me a calma,
trabalho em caprichos de calos e dores.
Depois azeitona, na encosta das Boiças,
em grande algazarra, sem deixar um bago,
e na mesma zona, nas mesmas retoiças,
peguei na guitarra, fui pra São Tiago.
Voltei ao lugar onde fiz a vindima,
com mais oliveiras vestidas de preto,
não tive vagar de fazer uma rima
às malas bonitas e ao rancho completo.
Atiro-me à poda, contente nas provas,
deixo as esperas, perto da De Moura,
tiro a roupa toda, deixo varas novas,
e afio as quimeras da minha tesoura.
Se fui aos arames, guardei as ressacas
de tantas preguetas e pregos aos berros,
com velhos ditames desse bate-estacas,
bati, sem caretas, o aperto dos ferros.
Sem sombras à vista, um sol desalmado,
pelo campo agreste, caminho à vontade,
não há quem resista a este telhado,
que em nada se veste, nesta liberdade.
Faço o que ninguém aqui quer fazer,
levanto a enxada a dois metros de altura,
e vou mais além, onde o patrão quer,
desde madrugada, nesta vida dura.
Tanta poda verde, meu Deus, o que é isto?
Perto de Arraiolos, Arcos e Estremoz,
só ganha quem perde, e eu não desisto
destes protocolos com mais de dez nós.
Coitados dos alhos, perto de Fronteira,
quando me viram, ficaram espantados,
meti-me em atalhos, junto à ribeira,
e ficaram três foitos ali atascados.
A vida é dos fortes, que aqui se alimentam,
sem medo ou receio destes dias maus,
benditas as sortes, as sinas que aventam
um homem no meio de quarenta graus.
Na fruta madura, alimento as queixas,
subo o escadote, meto mãos à obra,
em grande aventura, apanho as ameixas,
fazendo um pinote com força de sobra.
Nesta comunhão, sem logro, sem preço,
passei mais um ano, vivido a retalho,
e pra ter o pão que também mereço,
só peço saúde, respeito e trabalho.
No Quarto Escuro da tua Ausência -
No quarto escuro da tua Ausência
tranquei meu coração magoado,
fechei as janelas do cansaço
e adormeci na cama do silêncio
onde morro desde o dia em que
nasci!
Aqui a vida respira-te ...
Meu corpo navega-te por dentro ...
Há espadas afiadas e punhais
pontiagudos nos meus olhos ...
É inútil o desespero de esperar-te.
Aqui as mãos são de sangue!
Abre-se em frente a mim um mundo
oculto de espanto e é palpável
o inefável de sê-lo.
Aqui os olhos são de água!
Desnuda-te e lava-te nas minhas
lágrimas ...
Hoje focando no meu futuro incerto, perdido entre caminhos que não sei onde podem me levar, depois de se doar, sacrificar e enfrentar o mundo de frente sentir o peso nos ombros o sangue escorrer dos joelhos e mãos por sonhos que não eram meus, a dor da falta de reciprocidade e gratidão vai além da compreensão humana o quão difícil será se relacionar novamente?
Perdi a crença no ser humano não tenho parâmetros para concluir o quão são capazes de fazer maldades, destruir sonhos e até onde podem chegar por dinheiro.
Sempre fui alguém fechado de poucos amigos e que não confiava nem na própria sombra, que abandona na ausência de luz, então você pode imaginar como é difícil acreditar na bondade de bons corações só me resta não parar de caminhar por mais incertos que sejam meus caminhos e acreditar que um dia esse universo ainda pode me surpreender.
A mensagem de Jesus
No alto da cruz meu encontro com Jesus
Fui pedir, á Ele, à todos uma vida gloriosa
Mas, chorei antes de dizer qualquer coisa,
Pois, foi Ele que me abraçou com sua luz!
Pronunciastes palavras ternas com amor
Dissestes, que eu deverias seguir na paz
Deste pra mim um presente em um cartaz
Nele estava escrito o meu pedido de louvor!
Nunca mais esquecerei a ascensão da cruz
Quando meus pés caminhavam sobre o chão
Li novamente o cartaz, que me deste Jesus...
O rastro de todos aqui é uma grande missão,
Deveis fazer de toda atitude manifesto de luz
Amai uns aos outros e sedes todos irmãos!
Amém
Maria Lu T. S. Nishimura
Vc tem cada batida apressada do meu coração, e tudo aquilo que escorre dos meus olhos e das minhas coxas quentes.
Vc me decompõe inteira, e eu te dou cada fragmento meu.
Vc é permanência no que era pra ser apenas um momento.
Se tornou meu poema com início, meio,sem fim definido...
Vc é a frase bonita do verso ,aquela que define alguém no antes e depois.
Que o universo permita a mim ,continuar a ter as borboletas no estômago, e a vc , de ter o prazer de sentir saindo da minha alma todo esse sentimento ...
Sempre atual estas palavras...
Feliz Dia das Mães a todas do meu face, em especial para a minha mãe, esteja ela onde estiver.
"Um dia quando me perder vocês vão sentir minha falta".
Estas palavras sempre foram ditas por minha mãe, algumas vezes ditas com tristeza, outras em tom de brincadeira, desabafo.
Quando jovem, eu sempre pensava "como minha mãe é dramática"...
Todos os dias e ainda mais nesta data de hoje, sinto a força e a intensidade de suas palavras.
A saudade é, sem dúvida, umas das dores espirituais mais tristes que podemos sentir. Ela, a "saudade", tem a força de todo um passado, com grande capacidade de promover o arrependimento e a gratidão.
E hoje o dia se resume a isso, saudade, arrependimento e gratidão.
Pra quem tem mãe, cuida, ama, valoriza, pois a saudade dói, o arrependimento machuca e a gratidão não ameniza a dor.
Pai neste momento em que repouso meu corpo, firmo meu pensamento em resignação a tua santidade.
Pai neste momento em total sintonia contigo, entrego minha vida em tuas mãos.
Sei que olhas e cuidas de mim e todos os nossos irmãos que em ti creem.
Senhor neste momento venho agradecer-lhe por todas as bênçãos que me forneces.
Pai eu te agradeço pelo cobertor que me aquece, a cama em que cansado repouso meu corpo.
Pai lhe agradeço e te louvo pelos alimentos que concedesses neste dias.
Lhe agradeço pela vida e saúde dos que convivem comigo.
Pai agradeço as oportunidades que tenho de evoluir como ser material e espiritual.
Pai com sentimento de gratidão por tudo que já tens feito por mim, lhe peço que fortaleças a minha fé,que afaste de mim a tristeza que insiste em me perseguir nos momentos de dificuldades, Pai te peço que não permitas que eu desanime que me mantenha no caminho da bondade, da caridade e da retidão moral que só fazem eu me aproximar de ti.
Pai que por misericórdia divina o senhor não me abandone e me use para tuas obras conforme tua conveniência e razão .
Que o senhor possa abençoar o novo dia que vai nascer.
Vem a mim, elemento ar!
Na tua frescura e pureza.
Concede ao meu raciocínio, a agudeza.
Aumenta a minha criatividade,
Torna positivo toda minha atividade.
Vem a mim, elemento água!
Fluida e em liberdade!
Traz-me compaixão, amor e bondade.
Dá-me brandura e compreensão,
E ajuda-me a enfrentar os problemas sem tensão.
Vem a mim, elemento fogo!
Tão quente e brilhante.
Ilumina meu caminho pela vida doravante!
Ajuda-me a viver e a amar com energia nova
E a defender a verdade quando me puserem à prova!
Vem a mim, elemento terra. Tão fértil e rica.
Peço-te serenidade e minha alegria multiplica.
Empresta-me tua ética e tua estabilidade?
Para que eu possa ajudar os outros com vontade.
Akasha, junta-te a estes quatro, e te peço, equilibra em mim os seus aspectos.
Como no começo, renovas minha vida, pois tu tens o poder de me transformar no que não sou, mas deveria ser!!
Manoel João
Hora
Agora
Vou falar
De mim
Olhe nos meus olhos
Sou transparente
Dramática
Observe meu corpo
Tem cicatrizes
Não sou pragmática
Tenho alma
Não acalma
Vive dúvidas
Não vire o rosto
Olhe em mim
Tenho matemática
De consciente inexato
Não me conhece
Sou elegante
Por favor
Desça
Dos meus pensamentos
Para que nada
Aconteça
Com sua presença
Desça
Também
Do meu corpo
Você não existiu
Movimenta palavras
Para cobrir
Sua falsa coragem
Para descobrir
Quem sou.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
