Texto sobre Educação

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⁠Deixa chorar, é bom pra o pulmão.

Eu sempre vou defender as crianças. É possível educar acolhendo. Acolher não é fazer tudo que a criança quer, mas negar também quando necessário e estar de prontidão para ensina-la a lhe dar com as frustrações.

Educar não é controlar!!! Criança corre, criança chora, criança se estressa. Ela está aprendendo...
Criança não é um adulto em miniatura. Criança é criança.

Nem você mesmo sabe o fazer com todas as suas insatisfações.

Eu sei que não é fácil pra nós que tivemos uma educação excessivamente punitiva e também por sabermos que seremos julgados.

Pra cada adulto que se incomoda quando você acolhe seu filho(a), tem uma criança ferida que não teve acolhimento na infância ou uma mãe que não conseguiu fazer igual a você.

Não desista!

Inserida por camillacavalcantii

⁠Discurso de Professor e Amigo, meados dos anos 2000.

Cumprimento a todos os presentes.
Queremos convidá-los a pensar conosco questões novas e complexas, e buscar caminhos para um processo de formação capaz de permitir aos futuros professores a compreensão de que somos diferentes e, na diferença, nos constituímos sujeitos. Nossa relação com o mundo e com os outros precisa ser pensada a partir daí.
A escola que temos, ainda se pauta em um modelo que valoriza práticas ritualistas e lineares, que atualmente mostram-se insuficientes para enfrentar os desafios contemporâneos de novas questões sociais, culturais e identitárias. Importa desconstruirmos o olhar que privilegia a homogeneidade, que ignora as individualidades e silencia as histórias de vida de seus educandos.
Na contra corrente dos processos de exclusão social que marcam a falta de oportunidades escolares de crianças, jovens, adultos, indígenas, afro-brasileiros e portadores de necessidades especiais, firmamos a unidade na diferença e na diversidade. Unidade que reorienta as práticas educativas a partir de novos discursos e que propõe o acesso democrático à escola como valor universal.
Com ênfase na Formação de Professores, fazem-se necessários o debate e as ações sobre educação inclusiva, perpassados em todos os níveis pela conquista da cidadania. Mas, as vitórias da inclusão não devem restringir-se apenas no âmbito legal. A inclusão deve ser pensada como lugar onde a teoria e a prática tencionam-se, vividas como história humana para além dos campos de batalha e dos gabinetes presidenciais. A inclusão deve ser defendida em ambientes antes impensados, nos quais está o humano: nos palácios e nas sarjetas, nos quintais, entre plantas e galinhas, nas ruas de subúrbio, nas casas de fogos, nos prostíbulos, nos colégios, nas usinas, nos namoros de esquina, porque só é justo continuar a viver se a nossa vida arrasta com ela as pessoas e as coisas que não tem voz.
Tendo a inclusão, como horizonte, podemos sinalizar uma prática pedagógica a partir da memória e da história dos alunos, orientação metodológica que remete ao cotidiano de segregação, desigualdade e exclusão de serviram como caldo cultural ao longo da formação social brasileira. E isso basta? Pensamos que não. necessitamos da força vital, da credibilidade de nosso aluno. Ele, mais do que ninguém, como desejante, pode ser solidário e renovar, com sua visão crítica, compromissos com a ética. A inclusão, como ampliação da cidadania e do direito, depende de nossa capacidade de conquistar a fé e a esperança que residem no "coração de estudante".
Ao ouvirmos nossos alunos, professores em formação, talvez nos surpreendamos ao descobrir que eles, seus pais e avós, são doutores em desigualdades de oportunidades, mestres em desescolarização, PHDS em analfabetismo, Livres Docentes, em exclusão. Reconhecer cada aluno como dono de sua voz e das muitas vidas severinas - para quem a escola foi a terra boa nunca cedida - talvez seja um bom caminho.
As linguagens, pelo significado das palavras e pelo sentido dos discursos, concretizam e externalizam o pensamento e permitem que o indivíduo, no campo das relações sociais, constitua-se sujeito. Dessa forma, elas confluem para a realização, no indivíduo, da consciência de si e de ser-com-o-outro, de ser membro da espécie humana, de pertencer a uma nação, expressar uma cultura, de dizer-se brasileiro.
Caros formandos, temos em frente o grande desafio de atualizar a escola como ruptura e continuidade. Ruptura com a tradição de exclusão, de silenciamento das culturas (como a indígena e a afro-brasileira); ruptura com o silenciamento de pessoas com necessidades especiais; ruptura com a exclusão de jovens e adultos cuja vida na escola foi a morte severina. Trabalhar a continuidade na escola, implica recuperar o sentido filosófico do homem como sujeito produtor de seu destino e de sentidos. Somente assim superaremos a contradições que excluem crianças, jovens, adultos, etnias, tornando nossa nossa questão-objeto cidadã, em pertencimento a todos nós.
Finalizando: Sussurrando: Cheguem mais perto, mais perto, ouçam:
"Aproveitem a vida!
Cada momento!
Temos só uma oportunidade para viver e compartilhá-la, torná-la possível aos outros, a quem realmente precisa!
Um grande abraço.
Do professor e amigo:
Maxileandro,

Inserida por MaxileandoLima

⁠Os jovens e futuros cidadãos estão perdendo sua liberdade financeira e sua qualidade de vida por não entenderem as regras do jogo financeiro. Tomados pelo imediatismo e o pouco conhecimento financeiro, estão empobrecendo antes mesmo de alcançarem a maioridade.
Podemos mudar essa realidade catastrófica, educando-os, ensinando de maneira gradativa e despretensiosa; preparando-os para a vida, para que possam voar e aterrissar em segurança.

Inserida por ivan_santos_3

FILHO

Ele... Não pediu para vir

E como luz surgiu

Num parto natural

Num esforço surreal

E hoje me faz sorrir

É a minha leal companhia

Ele me chama de Pai

E eu o chamo de meu filho

E nesse viver real - genial!

Me sinto grato e realizado...

Ser Pai é uma dádiva - um privilégio!

Ainda mais quando se ama, e também é amado!

Filhos são a herança...

De inigualável valor!

Inserida por nivaldo_duarte_poeta

⁠Você já deu hoje...?

Bom dia ao acordar? tem alguém para te escutar, trocar sorrisos e no silêncio das palavras, dizer tudo, segredos de alcova? Obrigado, pelo pão na chapa, o café fresquinho e o zelo de quem te ama? Um abraço, sem motivo, sem porquê, apenas por querer bem? Boa noite, um beijo apertado, um carinho safado e quem sabe sendo educado, ela ou ele, resolvam te dar! E você já deu hoje?

Inserida por fcpv1809

⁠Somos introduzidos no sistema "educacional" (doutrinal) onde somos como esponjas que absorvermos tudo, segundo Locke, quando crianças somos uma tábua rasa- somente muito tempo depois, e algumas galáxias far far away, algumas pessoas se dão conta de que boa parte do que foi ensinado é MENTIRA e meias verdades, mas isso é uma camada pequeníssima da sociedade, a nata somente.

A maior parte irá continuar vivendo suas vidas alheios a tudo isso, são os que inconcientemente ou deliberadamente continuarão com seus espetos enfiados dentro do cérebro, como no filme que usa bem a analogia da caverna de Platão e nada irá convencê-los do que eles veem são apenas sombras na parede.

Não tente mostrar porque a realidade objetiva está distorcida dentre do seu próprio ser, sendo esse ser já totalmente desconectado consigo mesmo. Novamente: Não tente mostrar, é perigoso!

Inserida por KrisKirak

⁠Saúde pública (e a falta de leitos) sempre foi um problema crônico em nosso país, assim como a educação, segurança e economia; especialmente em governos corruptos onde os serviços públicos essenciais (de qualidade) nunca foram prioridade.
Parte disso é culpa de grande parcela da população que trata político como celebridade, enxerga os governantes como ídolos, e se preocupa (e se ocupa) mais com carnaval e futebol do que com política. Ou quando se ocupa com política, trata como time de futebol, num fanatismo imbecil que prejudica toda a sociedade e em nada agrega ou evolui.
É óbvio que com a pandemia, estes problemas se agravariam em países como o nosso. E é totalmente desnecessário o presidente lembrar das crises na saúde dos governos anteriores, ainda mais como um tipo de justificativa de que o Brasil sempre foi assim.
Então, porque sempre foi assim, temos que nos conformar e seguir a vida normalmente? Trabalhar para pagar os impostos cada vez mais altos, quietinhos, sem exigir; e quando precisar, pedir a Deus para não morrer a míngua no corredor do hospital... É o tal do "aceita que dói menos", e se não tiver contente, vira político (pra "mamar" também) ou muda de país... Porque o país não muda!
Justamente por isso é que agora temos que fazer a nossa parte, pensando uns nos outros, porque político nenhum vai ajudar você e sua família na hora do sufoco.
Faz parte da cidadania pensar no coletivo, para não piorar o que já é ruim; e porque em uma situação como essa que estamos vivendo, a minha atitude interfere diretamente na sua vida, e assim por diante...
Quanto aos governantes (todos eles), precisam diminuir os blá blá blás e mi mi mis, e agir mais... Afinal, eles se candidataram e foram eleitos para nada mais e nada menos que isso! É a função deles, assim como a nossa é trabalhar e "se virar" para pagar os impostos dos quais eles vivem muito bem e até lucram!

Inserida por ketantonio

⁠"A isonomia perfeita é tratar os iguais segundo as suas ideias e atitudes. Por exemplo a violência se combate com violência, a desigualdade se enfrenta com desigualdade. Bem como, a paz se mantém com paz e o respeito se estimula com respeito. Afinal, não é possível manter a paz com a violência e estimular o respeito com a desigualdade."
Oliveira, Thiago S (1986 a)

Inserida por TH_Historiador

⁠⁠⁠“Não existe mundo melhor sem pessoas que trabalhem por ele; não existe país soberano se o seu povo é oprimido; não existe sociedade igualitária se a desigualdade é um direito dos seus governantes, na forma cruel de foro privilegiado.
Portanto, cabe a cada indivíduo esvaziar-se do egoísmo para encher-se do bem comum, daquilo que nos torna cidadãos de fato –o respeito ao próximo” (Oliveira, Thiago Silva – 1986).

Inserida por TH_Historiador

É tempo de aprender

Que tenhamos a leveza
E o alívio ao começar...
Mais um tantinho de coragem,
Fé e amor para saber perseverar

Que não nos falte saúde
E a vontade de recomeçar,
Reaprender e relembrar
O que nos move a melhorar...

E quem sabe a esperança
Para que o conhecimento
Possamos construir e compartilhar
Seja a máquina que nos
Leva todos os dias a trabalhar!

Que a resiliência e a sabedoria
Embalem o nosso pensar...
A ponto de conhecermos
o que nos fortalece a ensinar.

E que estejamos firmes e fortes
Quando a coisa desandar...

Atentos ao ponto de
Respirar...
Fechar os olhos...
Sorrir...
E nos reconectar...

Que não nos falte a gratidão
Para reconhecer o que construímos
Até aqui...
E que nenhuma desilusão nos permita desistir...

Que tenhamos coragem!!!

É tempo de aprender

E se permitir caminhar!
Reconhecer-se em seu saber,
Pois seu conhecimento é o seu lar
Nos caminhos da educação
É preciso confiança
E, se preferir, não deixar de sonhar

Que tenhamos paz
e mais amor
Em nosso ato de ensinar...

Que tenhamos coragem!!!

Pois,

É tempo de aprender
O doce e fel dos nossos dias...
O sim e o não de cada via...
As decisões e indecisão que nos guiam...
E, acima de tudo,
Aprender que o melhor
É ter os amigos que não
Soltam a nossa mão...

Por isso...
Coragem!!!
Todos os dias é dia de renascer!!!
Então,
“Ninguém solta a mão de ninguém”...

Para alguns, não há esperança
Mas, vamos na contramão
Juntos podemos fazer o melhor
Pelos frutos da educação.

Maisha Mandisa
(texto destinado ao CEP: Semana Pedagógica)

Inserida por MAISHAMANDISA

Olhe a sua volta, e verá diversas pessoas algumas com seu ego inalterado , outras sem o mínimo de educação!
E algumas em questão com hipocrisia constante … O que dizer ?
Nada … pessoas com personalidade vulnerável, são impossível de guiar estão se afundando e mesmo que avise ela continuará. Por que estão a julgar as pessoas a sua volta e esquecem que estão vivas .
Aprecio pessoas imparciais mediante aquilo que não tem domínio de fala !

Inserida por junyor_marcos

⁠Vamos falar sobre violência na escola?

A escola é o ambiente de socialização, seja de conhecimento específico, como as disciplinas, seja de conhecimento pessoal, como os colegas, professores etc., seja de conhecimento experimentais, como saber sobre as experiências das pessoas que nos rodeiam.

Nós que estamos à frente da escola, da sala, da direção, secretaria etc., nos deparamos com situações de violência na escola. Embora não sejamos psicólogos, acabamos tendo que procurar caminhos para resolver as diferentes situações que nos são apresentadas no dia-a-dia.

MAS nem sempre conseguimos dar conta.

No universo do ensino fundamental 2, por exemplo, os alunos, a depender do tipo de escola que fazem parte e da base familiar que têm, já estão convivendo com a violência assiduamente fora dos muros das escolas.

Por que dentro desses muros seria diferente?!?

Como a escola sozinha consegue mudar uma realidade que ela recebe de fatores externos a ela?

Como a escola se comunica com as famílias, se muitas vezes as famílias não querem se comunicar com a escola?

Como as escolas podem conseguir mudar sozinhas situações que precisam de mais ações, mais interesses, mais, mais e mais?

Há alunos e alunas do fundamental 2 com a carga extra responsabilidades escolares, como:
> tomar conta da e dos irmãos por diversos fatores que não cabem aqui;
> a necessidade de trabalhar para sobreviver;
> carência da presença paterna ou materna;
> gravidez na adolescência etc.

Há alunos que não conseguem se manter acordados por conta do cansaço extra responsabilidades que muitas vezes não são suas.

Há alunos que reclamam de um cansaço mental e o demonstram na realização das atividades.

Muitos desses alunos, geralmente, têm um desempenho baixíssimo na educação.

É ISSO QUE QUEREMOS PARA
NOSSOS FILHOS,
ALUNOS,
SOBRINHOS,
CIDADÃOS BRASILEIROS,
FUTURO DA NOSSA GENTE??
A VIOLÊNCIA NÃO É UM PROBLEMA DA ESCOLA, MAS SIM, UM PROBLEMA TRAZIDO PARA DENTRO DOS MUROS DO SABER.

Alguns dos alunos dos quais tenho contato afirma ser a escola seu refúgio, preferem a escola do que estar em casa com a família.

Alguns dos alunos vêm de realidades muito complexas mesmo, poucos alunos têm uma base familiar cujo apoio aos estudos exista, cujo afeto e diálogo se façam presentes, cujo atos de violência sejam inexistentes.

COMO FAZER PARA MELHORAR ISSO?

O CORPO ESCOLAR GERALMENTE NÃO SABE. MAS PROURA CAMINHOS PARA DESCOBRIR.

É PRECISO SIM que as famílias andem lado a lado com a escola; muitos pais não gostam de ser chamados para conversar com os membros escolares, mas é o caminho que as escolas encontram de imediato.

É PRECISO SIM que temas sociais sejam tratados no âmbito escolar; Embora os conteúdos que temos que tratar sejam muitos, levar temas que nos cercam para a sala de aula, permitir que os nossos alunos entendam o que ocorre ao redor deles é importante e necessário.

FALAR SOBRE TAIS e CONSCIENTIZÁ-LOS é outro caminhos que o corpo escolar pode lançar mão para amenizar o problema.

O DIÁLOGO EM CASA É MUITO NECESSÁRIO TAMBÉM.

Inserida por MAISHAMANDISA

⁠Acredito que nas escolas o ensino deveria ser focado mais na questão do caráter, deveria ser ensinado mais sobre ética, moral, respeito, civismo, patriotismo e como ser um cidadão melhor. Seria melhor minimizar o ensino religioso, e focar mais em outras matérias. Precisamos de menos religiosos e de mais pessoas de caráter e civismo.


Márcio de Medeiros-08/07/2021

Inserida por marciodemedeiros

Eu juro que gostaria de ser menos educado e dizer o que eu realmente penso das pessoas que, do nada, ficam indignadas, com “raivinha”, e ainda se fazem de vítimas quando não são respondidas por mensagem no exato instante em que elas próprias desejam ser respondidas (!). Como se a minha vida fosse estar de smartphone a postos, “ansioso”, disponível e na obrigação absoluta e inarredável de prestar retorno a tempo e modo - na visão estreita de meu(minha) interlocutor(a). Mesmo quando estou, por qualquer razão que seja, impossibilitado, ou doente, ou em trânsito, ou repousando, ou escrevendo, ou lecionando, ou ocupado com outras pessoas ou, simplesmente, sem vontade de falar naquele ínfimo instante - um direito, aliás, que assiste a nós todos, enquanto supostamente civilizados. Isso diz bastante sobre a forma com a qual essas pessoas regem os seus dias. E, ainda mais que tudo, sobre as suas personalidades perturbadas e até sobre as suas peculiares (in)sanidades.
Eu afirmo que o mundo seria melhor se as pessoas que agem de tal maneira fossem, para sempre, banidas de aplicativos e de redes sociais. Porque ainda não saíram da infância. Devem limitar-se aos cadernos de colorir, com canetas variadas e bastante giz-de-cera.

Inserida por andrercostaoliveira

⁠"Devido à identificação da religião com a virtude, juntamente com o facto de a maioria dos homens religiosos não serem os mais inteligentes, uma educação religiosa encoraja os estúpidos a resistir à autoridade dos mais cultos, como aconteceu, por exemplo, quando o ensino da doutrina na evolução foi declarado ilegal. Até onde me lembro, não há em todos os evangelhos uma única palavra em louvor da inteligência; e, a este respeito, os ministros da religião seguem a autoridade evangélica muito mais rigorosamente que em muitos outros aspectos."


- Bertrand Russell: Educação e Sociedade (Lisboa: Livros Horizonte, 1982), pp. 68-77.

Inserida por wesleyroseno

⁠Sou a escola
Autor e compositor: Jorge Domingues
Música aqui: https://www.youtube.com/watch?v=cb_-LCyqw3U

FORMA: A B C D B C C
A
Nesta escola vou ficar, alguns anos a aprender
A crescer como pessoa, poder dar p’ra receber.
Construir o meu futuro, na minha segunda casa
Aprender e ensinar, saber ser e saber estar.
B
Nesta minha caminhada, no sentido do saber
Lado a lado com os amigos
Eu sei que poderei vencer!
C
Sou o futuro, sou a esperança
Sou o melhor que há no mundo
Sou uma criança
Sou a alegria, sou a paixão
Sou a história que muitos de vós recordarão!
D
Vou fazer novos amigos, reencontrar os conhecidos
Com eles em meu redor, terei um mundo melhor.
Da minha escola querida, ainda vou ter saudades
Dos recreios e das aulas, das muitas amizades.

Inserida por JoseGalvao

⁠O que somos, o que seremos...

O que seremos?
O que fomos?

Seremos o que fomos, mas fomos o que queremos?

Ao nascer já começamos a envelhecer...
Ser envelhecente faz parte da nossa natureza.

A criança bem instruída, tem muito mais chances nas escolhas do rumo de sua vida.

O Jovem aprendiz de si mesmo. Nossas ações são determinantes para as reações.

Quantos conselhos os mais velhos têm para nos ofertar?

Mas, quantos conselhos os mais velhos gostariam de ter tido a chance de também receber...

Ah! Quantas coisas hoje eu poderia ter feito diferente ontem...

Às vezes não foi por escolha consciente, mas por falta de instruções que poderiam ter me mostrado outros caminhos.

Mas que bom que a vida continua e ainda está acontecendo agora, e com o passado podemos oferecer novas oportunidades ao futuro de alguém... Ao nosso amanhã também.

Vamos dar as mãos nesta era que se inicia todos os dias ao nascer do sol, a era da evolução. Transformar profundamente a educação.
Quem somos?
Somos a revolução.

(Aline Salla Carvalho - inspiração matutina de um dia lindo italiano 03/08/21)

Inserida por aline_salla_carvalho

⁠Roupa bonita qualquer um pode comprar.
Elegância não veste o corpo, elegância veste a alma, veste a alma de boas maneiras, de generosidade, de humanidade!

Pessoas elegantes são aquelas que retornam às ligações, respondem ao WhatsApp...
Pessoas elegantes são aquelas que não tem vergonha de serem gentes e educadas!

Inserida por alexandre_santucci

⁠Era uma vez, em uma pequena cidade rodeada por colinas verdejantes, uma escola que se destacava não por sua arquitetura imponente, mas pelo brilho que emanava de dentro dela. Lá, a educação não era apenas uma transferência de conhecimento, mas uma jornada mágica de descobertas e conexões humanas.
O diretor, Sr. Oliveira, acreditava que cada criança era um universo único, repleto de estrelas ainda a brilhar. Ele incentivava os professores a não só ensinarem matemática ou história, mas a contarem as histórias por trás dos números, a música nas palavras, a arte nas ciências e a poesia nas geografias.
Naquela escola, os corredores eram galerias de arte, onde desenhos e projetos de ciências eram expostos com orgulho. As salas de aula eram laboratórios de sonhos, onde cada pergunta era celebrada como um passo em direção ao desconhecido. E o pátio, ah, o pátio! Era um palco de risadas e aprendizados, onde o recreio se misturava com lições de vida.
Certa vez, um novo aluno, Lucas, chegou à escola. Tímido e desconfiado, ele carregava nas costas não só sua mochila, mas o peso de experiências passadas em escolas menos acolhedoras. No início, Lucas se mantinha isolado, observando à distância. Mas, aos poucos, a magia daquele lugar começou a tocar seu coração.
Foi na aula de ciências, quando a professora Ana transformou uma simples experiência de vulcão em uma aventura pelas placas tectônicas, que Lucas sentiu o primeiro faísca de curiosidade. Em seguida, na aula de artes, ele descobriu que suas mãos, que tanto tremiam, podiam criar beleza. E nas aulas de educação física, ele aprendeu que cada queda era apenas um convite para se levantar com mais força.
Com o passar do tempo, Lucas não só se abriu para o aprendizado, mas também para as amizades. Ele descobriu que cada colega tinha sua própria história, seus próprios medos e sonhos, e que juntos, eles poderiam aprender muito mais.
No final do ano, quando a escola realizou sua tradicional feira de ciências, Lucas apresentou um projeto sobre as estrelas. Ele explicou, com os olhos brilhando, que cada estrela no céu era como um aluno naquela escola, única e cheia de potencial. E que, assim como as estrelas formam constelações, juntos, eles formavam uma comunidade de aprendizado e apoio.
A pequena escola na cidade rodeada por colinas continuou a brilhar, não só pelas luzes em suas janelas, mas pelo calor humano e pela paixão pelo conhecimento que habitava em cada coração ali dentro. E assim, dia após dia, a educação naquela escola não era apenas sobre ensinar, mas sobre tocar vidas e construir um futuro mais brilhante para cada pequena estrela que por lá passava.

Inserida por Douglasabreupestana

⁠Para atingir resultados expressivos no esporte ou com o treinamento físico é fundamental ter continuidade e constância nos treinos.
Para quem busca com o treinamento físico melhora da qualidade de vida não são picos de treinamento com grande volume e/ou intensidade dispostos com longos períodos de vida sedentária que vai trazer os benefícios esperados.
De uma forma ou de outra, o acompanhamento de um profissional de Educação Física é fundamental para que se possa avaliar as condições atuais e realizar o melhor planejamento dentro dos objetivos esperados.

Inserida por fabiomedicilorenzeti