Texto quando se quer Terminar de Alguém
Como dói não ser o seu pra sempre...
Como dói saber que outro alguém te pertence e não eu te pertenço...
Como dói ter saudade, sentir sua falta e no fim do dia não poder te dar um abraço, um beijo, um afago...
Eu sigo aqui te amando loucamente ... Eu sigo aqui com a certeza que não mais poderás ser meu como um dia foi ..
O amor não aprisiona
Como pode alguém achar natural usar a força e a manipulação para destituir o corpo e a psique de quem um dia disse amar?
Como pode tratar um ser humano como se fosse uma posse?
O amor não é domínio. Não é controle. Não é violência disfarçada de cuidado.
Quem ama não destrói a liberdade do outro, não apaga sua identidade, não invade seu corpo, nem aprisiona sua mente.
O amor não causa dor como método, não alimenta a dependência, não humilha, não ameaça e não conduz à morte.
Quando há manipulação, medo, controle e violência, já não estamos falando de amor, mas da tentativa de transformar uma pessoa em propriedade.
Amar é reconhecer a humanidade do outro. É respeitar seus limites, sua autonomia e sua dignidade, mesmo quando isso exige abrir mão do próprio desejo.
Porque ninguém pertence a ninguém.
Escrito por Caio Vinicius dos Santos Costa.
Não se ama em demasia alguém...
Apenas se ama.
Mais leve é o caminho daquele que é amado primeiro,pois não precisa correr atrás de quem já escolheu caminhar ao seu lado.
É mais fácil viver ao lado de quem decidiu ficar
do que lutar pelo coração de quem deseja partir.
Se um homem nascer em um jardim,
pouco valor dará às flores que o cercam.
Mas aquele que está fora dos portões
há de vê-las como um tesouro.
Assim também é o amor.
Quando está perto, muitas vezes é esquecido.
Quando está distante, torna-se cativante.
Por isso, olhaste para o teu jardim antes que tuas flores morram.
Ama a ti mesmo.
E aprendes amar aqueles que o amam.
Para todos os lados observo e vejo grandeza, vejo amor, vejo proveito...
Mas alguém há de ver isso em mim?
Vejo olhares arrogantes...
Observo comentários ruins, julgamentos...
Vejo as praças com seus bancos vazios, mas quem há de estar mais vazio? Os bancos ou as pessoas?
Sorrir para não incomodar o outro com a sinceridade é a mentira mais cega da realidade.
Você será odiado e taxado por demonstrar demais.
Será pisado por demonstrar compaixão.
Será condenado por oferecer perdão.
A realidade se dobra ao que parece sólido, mas não transcendente.
Com o tempo, observei algo nos ímpios...
Mesmo que ali pareça não haver mais nada de digno para um bom futuro, eu observei algo que poucos enxergariam: a reparação.
Não observei as falhas, mas compreendo que muitos são vítimas da realidade, já outros escolheram o caminho por se acharem inúteis para oferecer bondade.
O tolo fala, fala, fala... Mas, na sua tolice, ainda há sabedoria, ainda que poucas vezes... Talvez, se ele falasse para si mesmo, compreenderia.
Observo uma mulher que amo indo embora em mais um capítulo da minha vida...
Coisa que não compreendo; porém, digo ser castigo. Eu espero o melhor, mas vem o pior.
O conceito e a finalidade de uma relação começam na compreensão mútua.
A capacidade de se ver no outro e reparar suas dores...
Mesmo que alguém ame ao ponto de enxergar isso, seria tortura ver sua ternura ir embora depois de tudo.
Observei os pais educando seus filhos...
Vejo a criança cair, mas esperar pelo pai e pela mãe para que a levantem. Mas não a ensinam a usar a própria força dos braços para se reerguer e ficar de pé; é uma tolice mimar os filhos sem ensiná-los a resolver suas próprias questões e a ter um senso de justiça.
Observei a impureza...
Para todos os lados, roupas vulgares... Mulheres, em sua carência, mostram o corpo... Homens, em seu desespero, tentam humilhar os outros...
Mas, entre tudo isso, eu me pergunto:
"Onde estão vocês?"
Para onde foi a compreensão das pequenas coisas?
Para onde foi o valor da sensibilidade?
Para onde foi o senso de justiça?
Onde está o amor?
LEI ESPIRITUAL DA AÇÃO E DA REAÇÃO.
Quem praticar o mal contra alguém, por qualquer meio, causando-lhe sofrimento ou qualquer outra espécie de dano, se não se redimir perante Deus e não procurar a pessoa ofendida para tentar corrigir o erro, não importa se esta tenha ou não lhe perdoado, receberá o mesmo, em dobro, nesta vida, no plano espiritual para o qual irá depois da sua morte ou em nova vida terrena futura.
Por outro lado, quem praticar o bem, não importa a quem, Deus lhe proverá o mesmo em dobro, nesta vida, na vida depois da morte ou em nova vida terrena futura.
Não é porque alguém atravessou momentos delicados — como todos, em alguma medida, atravessamos — que sua dor deve ser motivo de escárnio ou tripúdio.
É lamentável quando a pequenez humana transforma a fragilidade alheia em diversão.
Ao fim e ao cabo, não é preciso revidar: o tempo e Deus sabem colocar cada um em seu devido lugar.
*ANTES QUE ALGUÉM ENTRE*
Entrei no bar porque ainda era cedo demais para voltar para casa e tarde demais para fingir que tinha alguma coisa importante para fazer.
O garçom me reconheceu.
Depois de certa idade, ser reconhecido num bar não é exatamente uma conquista. Significa apenas que você esteve ali vezes demais.
Sentei no canto de sempre.
Pedi bourbon.
O primeiro gole resolveu algumas questões que eu não tinha intenção de discutir naquela noite.
Peguei o celular.
Não sei por quê.
Talvez por hábito.
Talvez por tédio.
Talvez porque, depois de certa idade, qualquer tela iluminada pareça uma promessa de companhia.
Havia aplicativos abertos.
Alguns deles eu nem lembrava por que tinha instalado.
Não eram necessariamente aplicativos de namoro.
Pelo menos era isso que eu dizia a mim mesmo.
Curiosidade também é uma palavra bastante útil.
Passei o dedo pela tela.
Rostos.
Mulheres novas, balzaquianas, maduras.
Pessoas sorrindo diante de praias, restaurantes, cachorros, academias e lugares onde provavelmente nunca tinham estado tão felizes quanto pareciam estar na fotografia.
Algumas apresentavam a si mesmas como se estivessem concorrendo a uma vaga.
Outras apresentavam uma lista.
Não fumante.
Não bebe.
Não aceita determinada posição política.
Não quer alguém com filhos.
Não quer alguém sem filhos.
Altura mínima.
Renda mínima.
Distância máxima.
Personalidade compatível.
Signo compatível.
Vida resolvida.
Passado aceitável.
Pouco passado, de preferência.
Comecei a achar aquilo curioso.
Não exatamente engraçado.
Curioso.
As pessoas pareciam estar procurando alguém depois de verificar cuidadosamente se ninguém entraria.
Era uma espécie de alfândega sentimental.
Documentos em ordem.
Bagagem declarada.
Nenhuma mercadoria proibida.
Continuei olhando.
A lista era maior que algumas biografias.
E talvez fosse justamente esse o problema.
Ninguém mais precisava conhecer alguém.
Bastava verificar se a pessoa atendia aos requisitos.
Como se estivesse comprando um carro usado.
Quilometragem emocional.
Opcionais.
Defeitos ocultos.
Manual de instruções.
Garantia.
Pedi outro bourbon.
O garçom deixou o copo diante de mim.
Fiquei olhando o líquido por alguns segundos.
O bourbon tem essa qualidade.
Não resolve nada.
Mas melhora a aparência dos problemas.
Voltei ao celular.
A tecnologia prometeu aproximar as pessoas.
Entregou um catálogo.
Milhões de rostos ao alcance do dedo e uma quantidade cada vez maior de razões para não tocar em nenhum deles.
Passei para outro perfil.
Não gostei da fotografia.
Passei.
Outro.
Não gostei da descrição.
Passei.
Outro.
Alguma coisa me incomodou.
Passei.
Parei.
Voltei.
Não sei por quê.
Continuei.
Foi aí que percebi que eu também estava fazendo aquilo.
Essa foi a parte desagradável.
É fácil observar a estupidez dos outros quando você não precisa olhar para as próprias mãos.
Eu também tinha critérios.
Só não os chamava de critérios.
Chamava de experiência.
Depois de certa idade, a gente aprende a dar nomes respeitáveis às próprias defesas.
Não quero drama.
Pode significar: já fui ferido.
Não quero alguém complicado.
Pode significar: não tenho mais paciência para descobrir outra pessoa.
Quero alguém maduro.
Pode significar: quero alguém que não me obrigue a mudar.
Quero alguém resolvido.
Essa era uma das melhores.
Como se eu mesmo estivesse resolvido.
Como se tivesse passado décadas acumulando erros apenas para chegar a algum ponto em que pudesse preencher um formulário dizendo:
pronto.
Agora estou funcionando corretamente.
Bebi.
Olhei para o bar.
Duas pessoas conversavam numa mesa próxima.
Não pareciam interessantes.
Depois pensei que talvez eu não tivesse dado a elas tempo suficiente para serem.
Esse pensamento me incomodou.
Eu queria conhecer pessoas ou apenas encontrar versões antecipadas delas?
Talvez fosse a segunda opção.
Uma pessoa antecipada é muito mais confortável.
Você sabe o que ela pensa.
Sabe o que ela gosta.
Sabe o que ela não tolera.
Sabe o que procura.
Sabe o que rejeita.
Tudo antes de ela abrir a boca.
Uma pessoa real é outra coisa.
Chega atrasada.
Tem mau humor.
Fala demais.
Fala pouco.
Ri na hora errada.
Tem uma opinião absurda.
Muda de opinião.
Fuma quando você odeia cigarro.
Bebe quando você prometeu que não queria mais bêbados por perto.
Vota no sujeito que você considera um idiota.
Escuta a música que você não suporta.
Tem cicatrizes que não aparecem na fotografia.
E, às vezes, é gentil.
Isso complica tudo.
É fácil rejeitar uma categoria.
Mais difícil rejeitar alguém que está sentado diante de você.
Principalmente quando essa pessoa não corresponde àquilo que você imaginou.
Fiquei olhando para o meu copo.
Talvez fosse por isso que as listas existissem.
Elas davam a sensação de controle.
Se eu estabelecer critérios suficientes, pensei, posso impedir que alguém errado entre.
O problema é que ninguém consegue estabelecer critérios suficientes.
Sempre existe alguma coisa que ficou de fora.
Um hábito.
Uma lembrança.
Uma maneira de falar.
Uma família.
Uma história anterior à sua.
Alguma coisa que não estava na fotografia.
E então você descobre que não estava escolhendo apenas quem poderia entrar.
Estava tentando decidir antecipadamente o que teria permissão para acontecer depois que alguém entrasse.
Essa parte eu não gostei.
Porque já não era mais sobre os aplicativos.
Era sobre mim.
Passei anos aprendendo a viver sozinho.
Isso tem vantagens.
Você sabe onde estão as coisas.
Sabe o que comprar.
Sabe a hora em que prefere ficar quieto.
Não precisa explicar por que chegou tarde.
Não precisa negociar o volume da televisão.
Não precisa perguntar se alguém se importa com a música.
A casa vai adquirindo o formato de quem mora nela.
E, depois de algum tempo, qualquer outra pessoa parece uma mudança de móveis.
Talvez fosse exagero.
Talvez não.
Eu já tinha me acostumado demais com o meu próprio espaço.
A ideia de alguém ocupando uma parte dele parecia boa enquanto permanecia abstrata.
Quando se aproximava da realidade, começava a parecer trabalho.
Voltei ao aplicativo.
Outro rosto.
Outro.
Outro.
O dedo continuava trabalhando.
Era quase um reflexo.
A cabeça justificava.
O dedo decidia.
E eu nem sabia exatamente o que estava procurando.
Talvez nada.
Talvez alguém.
Talvez apenas a sensação de que ainda poderia encontrar alguém.
Existe uma diferença.
A esperança pode ser mantida durante anos quando não precisa enfrentar a realidade.
A pessoa real, não.
A pessoa real exige presença.
E presença é uma coisa inconveniente.
Ela não pode ser filtrada.
Não pode ser editada.
Não pode ser devolvida depois de sete dias.
Uma pessoa real traz uma vida inteira que começou antes de você.
Traz antigos amores.
Família.
Medos.
Hábitos.
Erros.
Desejos.
Contradições.
Algumas coisas que você vai gostar.
Outras que vai detestar.
E algumas que, para seu azar, vão obrigá-lo a reconsiderar aquilo que você jurou nunca aceitar.
Pode ser alguém que vota diferente.
Pode fumar.
Pode beber.
Pode acreditar em alguma coisa que você considera absurda.
Pode ter uma história que não combina com a sua.
Pode rir de coisas que você não acha engraçadas.
Pode ser exatamente o tipo de pessoa que você teria eliminado no segundo movimento do dedo.
E ainda assim pode acontecer alguma coisa.
Esse é o problema.
Pode acontecer alguma coisa.
O algoritmo prefere outra coisa.
Prefere que você continue procurando.
A próxima pode ser melhor.
Mais bonita.
Mais inteligente.
Mais compatível.
Mais interessante.
Mais próxima.
Mais perfeita.
A próxima está sempre disponível.
A esperança fica um perfil adiante.
Mais um movimento.
Mais uma noite.
Mais um bourbon.
Mais uma promessa silenciosa de que amanhã talvez seja diferente.
Amanhã chega.
A lista continua.
Enquanto isso, as pessoas envelhecem.
As rugas chegam sem pedir licença.
Os bares fecham.
Os amigos desaparecem.
Alguns morrem.
Os discos riscam.
As fotografias ficam antigas.
O bourbon acaba.
E nós continuamos escolhendo.
Eu também.
Talvez essa fosse a parte que mais me incomodava.
Eu podia rir das listas dos outros porque elas pareciam absurdas.
Mas tinha uma lista minha.
Talvez não estivesse escrita em lugar nenhum.
Era pior assim.
Estava na cabeça.
Altura.
Hábitos.
Jeito de falar.
Passado.
Problemas.
Opiniões.
Tudo aquilo que eu dizia não querer.
Tudo aquilo que eu achava que já tinha idade suficiente para não precisar suportar.
Como se envelhecer desse ao homem algum direito especial de exigir uma vida sem inconvenientes.
Não dá.
Só dá mais experiência em reconhecer alguns deles.
Terminei o bourbon.
Fiquei olhando o copo vazio.
Pensei que talvez o problema nunca tivesse sido encontrar alguém.
Talvez fosse aceitar que alguém real sempre traria alguma coisa que eu não tinha pedido.
Uma opinião.
Uma lembrança.
Um medo.
Uma diferença.
Um defeito.
Uma necessidade.
Uma história anterior à minha.
Conhecer alguém significava entrar numa história que começou sem você.
Não havia como editar os capítulos anteriores.
Não havia como selecionar apenas as partes convenientes.
Não havia botão para remover aquilo que incomodasse.
Uma pessoa real não vinha com manual.
Nem certificado de compatibilidade.
Nem garantia contra abandono.
Era justamente isso que tornava tudo tão difícil.
Pedi a conta.
O garçom trouxe.
Guardei o celular no bolso.
Não porque tivesse aprendido alguma grande lição.
Não aprendi.
Apenas fiquei cansado de transformar desconhecidos em candidatos.
E depois reclamar que ninguém me conhecia.
O bar estava quase vazio.
Fiquei sentado mais alguns segundos.
Pensei nas pessoas que eu tinha descartado naquela tela.
Depois pensei nas que talvez tivessem me descartado.
A ideia não era agradável.
Talvez algumas tivessem razão.
Talvez outras não.
Nunca saberia.
Essa é uma das coisas que a gente perde quando decide cedo demais.
A possibilidade de descobrir.
Levantei.
Saí do bar.
O celular continuava no bolso.
Não o abri.
Não porque tivesse desistido de encontrar alguém.
Nem porque tivesse finalmente compreendido o amor.
Não tinha compreendido nada disso.
Apenas comecei a desconfiar de uma coisa.
Talvez eu não estivesse procurando alguém que coubesse na minha vida.
Talvez estivesse procurando alguém que não mexesse nela.
E isso era diferente.
Continuei andando.
Passei anos organizando a casa.
Escolhendo os móveis.
Definindo as regras.
Decidindo quem poderia entrar.
No fim, a casa estava impecável.
E vazia.
Parei por um instante.
Pensei que talvez fosse melhor assim.
Depois pensei que essa frase também parecia uma defesa.
Sorri sozinho.
Era um progresso pequeno.
Ou apenas outro truque da minha cabeça.
Não importava.
Continuei andando.
O bar ficou para trás.
O celular permaneceu no bolso.
Eu ainda não sabia se queria encontrar alguém.
Também não sabia se queria continuar sozinho.
Pela primeira vez, porém, percebi que talvez tivesse passado tempo demais tentando resolver essa dúvida antes que qualquer pessoa tivesse a oportunidade de aparecer.
E talvez fosse esse o problema.
Eu queria saber quem entraria antes de abrir a porta.
Isso me pareceu uma exigência razoável durante muito tempo.
Naquela noite, já não pareceu tanto.
Não porque eu tivesse descoberto alguma resposta.
Só porque, pela primeira vez, a possibilidade de não saber não me pareceu uma ameaça.
Continuei andando.
O resto podia esperar.
DESPERTAR
Chuva para refrescar
Sol para esquentar
Alguém para se amar
E a vida assim passar
Buscando paz para acalmar
Faço planos a sonhar
Cada segundo realizar!
Alma pura a brilhar
Chuva e Sol
Noite e dia
Risos e lagrimas
Partes dos momentos
Onde os sentimentos
Rolam nos pensamentos
Nos fazem perder ou ganhar
A formula para encontrar
Partes de uma felicidade
Que existe com certeza
Na vida sempre a despertar !
JOAO BATISTA BARBOSA
POESIAS E PENSAMENTOS
ALGUÉM CHORA POR VOCÊ!
Alguém já chorou por você!
Alguém sofreu e lamentou sua ausência
E para aliviar tanta dor que persistia
Somente restava o choro e orações.
Alguém em algum lugar sofreu por você!
Quando nem ao menos se lembrava
O quanto fez esta pessoa por amor
Chorar o quanto chorou por você.
Ela nada pediu em troca do que sentia
Somente desejava que lembrasse
Das lágrimas e sorrisos compartilhados.
Alguém em algum lugar ainda chora!
Chora a ingratidão que não merecia
Mas que ainda deseja de todo coração
Que siga seu caminho em paz.
E, mesmo que ainda chore num canto qualquer
Deseja que você seja realmente feliz!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
Poesia
Excluir alguém que ajudou
você adquirir patrimônio
é deslealdade.
Essa atitude revela um traço
cruel de covardia moral.
A deslealdade mais dolorosa
raramente vem de um inimigo
declarado, ela se manifesta na
ingratidão de quem, ao atingir
o topo, escolhe olhar para
baixoe fingir que não
reconhece asmãos que o
ajudaram a empurrar
as pedras do caminho. É o
ato deconsumir o sacrifício
alheio e,ao final, recusar-se
a dividira colheita.
Marta Nassar
Quando perdemos alguém especial,seja familiares ou amigos que partem de nossas vidas para sempre; até o clima do tempo fica entristecido, o sol brilha menos as vezes as nuvens derramam chuvas como se simbolizando lágrimas...
Hoje, meus coração e de muitos estão assim pois o Senhor recolheu alguém muito especial aqui da terra!😔😭
Seus olhos vão brilhar na esperança de ter encontrado alguém incrível. Alguém com quem vale a pena encarar a vida e receber também o melhor. Não sabe ao certo aonde quer chegar, mas sabe o que quer viver na vida. Alguém que ama ler e ficar em silêncio, ficar consigo ao mesmo tempo, cheia de vida e adora aventuras e coisas novas. Te envolve, encanta e tira do chão.
Alexandre Sefardi
Quando em nossa caminhada
Temos alguém em quem possamos confiar
Abraçar
E ter palavras verdadeiras para nos envolver
Para nos fazer pensar, refletir
Questionar, engrandecer e amadurecer:
A jornada se torna mais leve...
Mais suave...
E assim,
Podemos ultrapassar as barreiras
As dificuldades
Para continuar sonhando
Buscandi sempre
Com fé e confiança
Alcançar os sonhos
Que tanto almejamos:
Realizar o que vai verdadeiramente
Dentro dos nossos corações.
Abraços para vocês
Felicidades
Paz no 💓
#cascais #alcabideche #geladosdubom #amizadeverdadeira #realizacoes
Amar é permitir que alguém alcance os lugares mais profundos da nossa existência sem precisarmos esconder as próprias fragilidades. É encontrar no outro não a metade que nos falta, mas uma presença diante da qual podemos ser inteiros.
O amor não é posse, perfeição ou ausência de dor. É escolha, cuidado e reciprocidade. É oferecer abrigo sem construir prisões, entregar-se sem abandonar a si mesmo e acolher o outro sem exigir que ele deixe de ser quem é.
Amar é ser visto além do corpo, das palavras e das aparências. É ser reconhecido naquilo que quase ninguém percebe. Porque o amor verdadeiro acontece quando duas pessoas não precisam diminuir a própria luz para permanecerem juntas: elas se iluminam, respeitam suas individualidades e crescem lado a lado.
UMA CANÇÃO DE AMOR JAZZ
Eu sei,
Que não é fácil viver,
Sozinho sem um alguém,
Por isso eu amo você.
Pedi ao sol
Pedi à lua
Para encontrar um amor
Um anjo me responder.
No lindo sonho acordei
ouvindo a voz do alguém
a me dizer sorridente
Sou eu,
Que estou aqui com você
Também estava sozinha
E agora tenho o céu...
ALGUÉM ME PERGUNTOU COMO ENCARAR A VELHICE, JÁ QUE TODOS ENVELHECEM. ESSA FOI A MINHA RESPOSTA...
"NEM TODO MUNDO QUE NASCE, CRESCE. NEM TODO MUNDO QUE CRESCE, ENVELHECE. JÁ OUVIU AQUELA FRASE QUE JESUS DIZ SIMBOLICAMENTE "NÃO SABEIS O DIA E NEM A HORA EM QUE O FILHO DO HOMEM HÁ DE VIR?" ENTÃO, ESSA É UMA METÁFORA QUE NINGUÉM PRESTA ATENÇÃO. A MORTE, ELA NÃO ESCOLHE IDADE! MUITAS VEZES, A PESSOA ACHA QUE VAI ENVELHECER E VAI EMBORA BEM ANTES POR ALGUM MOTIVO. DOENÇAS, ACIDENTE, DESASTRE... NÃO TENHA MEDO DISSO. QUANTOS ANOS VOCÊ TEM HOJE? QUANTAS PESSOAS COM IDADE INFERIOR VOCÊ CONHECIA QUE JÁ PARTIRAM ANTES DE VOCÊ? EU CONHECIA MUITAS. POR ALGUM MOTIVO, APESAR DE TER TIDO FALÊNCIA DE ÓRGÃOS, PASSAR POR DUAS CIRURGIAS DE EMERGÊNCIA E AGORA MAIS 3 CIRURGIAS, ESTOU SENDO POUPADA. EU NUNCA RECLAMEI DE NADA. NEM MESMO DA DOR. EU SEMPRE AGRADECI POR VIVER UM POUCO MAIS. FUI SALVA, PORQUE QUANDO SOMOS GRATOS, INDEPENDENTE DA DOR OU SITUAÇÃO, O CRIADOR MOVE O MUNDO POR NÓS. EU NÃO TENHO DINHEIRO, NUNCA TIVE. MAS, MUITAS PESSOAS FORAM USADAS PARA ME AJUDAR NO MOMENTO EXATO. A IRONIA É QUE EU MESMO MORRENDO, EU NÃO FUI. UMA GAROTA AQUI PERTO, SAUDÁVEL E COM UMA VIDA PLENA, FOI DAR UMA VOLTA DE MOTO, E MORREU DE ACIDENTE. A GENTE NÃO CONSEGUE ENTENDER CERTAS COISAS. PORÉM, NADA É POR ACASO. SABE, A VIDA É UM PRESENTE! ELA É UM PRESENTE E TUDO O QUE PRECISAMOS PARA VIVER, TEMOS AQUI. NÃO PRECISAMOS DE MUITO, PRECISAMOS DO BÁSICO. ROUPAS PARA VESTIR E O QUE COMER, NEM SEMPRE TEMOS SAÚDE, NOSSOS CORPOS SÃO FRÁGEIS. SOMOS ESPÍRITOS NELES, POR ISSO, SOFREMOS POR IGUAL. TUDO AQUI É EMPRESTADO. NADA NOS PERTENCE. OUTRA COISA, NÃO QUEIRA O MUNDO, QUEIRA APENAS VIVER O HOJE, COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ. O AMANHÃ NUNCA NOS PERTENCEU. SEJA FELIZ, INDEPENDENTE DE QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. GRATIDÃO ACIMA DE TUDO, MESMO PELOS PEQUENOS DETALHES DA VIDA. NÃO SEI QUEM É VOCÊ, MAS SÓ EM EXISTIR E RESPIRAR, JÁ É UMA DÁDIVA. TODOS ESTAMOS AQUI, PARA APERFEIÇOAR O NOSSO EU. QUE É O ESPÍRITO. POR ISSO, PASSAMOS POR COISAS TERRÍVEIS. ESTAMOS SENDO MEDIDOS E OBSERVADOS. SAIBA SEMPRE DISSO. NÃO SE PREOCUPE COM A VELHICE, POR VEZES AS RUGAS SÃO NOSSAS MAIS DURAS EXPERIÊNCIAS, QUE NINGUÉM OUSA CONHECER. UM ÓTIMO DIA!!"
07:55 28 de agosto de 2026
Limites são reais?
Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?
Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.
Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.
Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.
A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.
O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.
Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.
Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.
Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.
Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.
Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.
Somos experiência.
E talvez viver seja exatamente isso:
entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.
P. H. Amancio
Tarde demais
Passei tanto tempo procurando alguém
que realmente combinasse comigo,
alguém que fizesse meu coração se sentir em casa.
Então, quando finalmente achei que tinha encontrado, descobri que era tarde demais.
A pessoa que eu tanto procurei existia,
mas já não estava mais pra mim.
E talvez essa seja a parte mais dolorosa, encontrar aquilo que sempre procuramos justamente quando já não podemos mais ter.
Eu passei os últimos anos interpretando um papel: o de alguém que superou, que esqueceu e que, finalmente, seguiu em frente. Mas hoje, a máscara caiu. Ver você agora, seguindo a sua vida e construindo o seu caminho, me fez perceber que falhei miseravelmente na missão de te arrancar de mim.
Não importa quem passe pelos meus dias ou o quanto eu tente me distrair nos silêncios; meu coração sempre encontra um atalho para voltar ao mesmo pensamento: você. O que vivemos não foi um capítulo passageiro; foi algo que se enraizou na minha alma de um jeito que nem o tempo, nem a distância, nem as voltas que o mundo deu conseguiram apagar.
Dizer isso hoje pode parecer uma loucura ou uma recaída inesperada, mas a verdade é que eu precisava que você soubesse: para mim, nada mudou. O amor que eu sinto ainda guarda o mesmo fogo, a mesma urgência e o mesmo lugar sagrado. Talvez a vida tenha nos levado para mares diferentes, mas se algum dia você olhar para trás e se perguntar se ainda existe alguém que te espera com a mesma intensidade do primeiro dia… a resposta sempre será sim.
Escolhi o dia de hoje para confessar isso porque o mundo celebra o seu nascimento, mas eu celebro o privilégio de ter conhecido a sua essência. Parabéns por ser essa mulher extraordinária que, mesmo sem saber, continua sendo a dona dos meus melhores sentimentos e da minha saudade mais bonita. Que o seu dia seja iluminado, mas saiba que, enquanto você apaga as velas, há um coração aqui que ainda arde por você.
Feliz aniversário, meu eterno grande amor.
Às vezes me pego pensando naquele nosso primeiro instante. Se alguém me dissesse ali, enquanto nossos olhos se cruzavam pela primeira vez, que eu estava diante da pessoa que daria um novo sentido à minha vida, eu provavelmente acharia um exagero poético. Mas o tempo — esse mestre que às vezes corre e às vezes para — me provou que eu estava enganado.
Conhecer você não foi um evento único, mas um processo lindo que acontece todas as manhãs. Descobri que o amor não é apenas uma palavra forte, mas algo que eu meço na saudade que sinto quando o relógio insiste em andar devagar sem você por perto. É fascinante como as horas voam quando estamos juntos, como se o mundo estivesse com pressa de nos ver felizes.
Sinto o seu brilho não apenas no olhar, mas na forma como você me conquista em cada detalhe, em cada conversa e em cada silêncio compartilhado. Você me fascina pela mulher que é e pela paz que traz para o meu coração.
Obrigado por ser meu porto, minha melhor companhia e o amor que eu não sabia que estava procurando, mas que hoje não imagino como viver sem.
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