Texto quando se quer Terminar de Alguém
10 de agosto 08:55 tive vários sonhos essa noite
Sonhei ganhando 50 reais de alguém, e essa pessoa dava um valor diferente para as outras, enquanto eu, recebia um valor mais alto.
Sonhei com uma rua cheia de pontos comerciais vazios, aqui em minha cidade e abandonados, por não terem ido adiante.
Sonhei roubando livros de uma escola para ler e eu quase fui presa e expulsa da escola, por uma senhora que era alguma coisa importante de lá.
Sonhei que havia esquecido a minha bolsa com dinheiro e tudo dentro dela, inclusive meu celular em um banco de praça, quando retornei para buscar a bolsa estava lá, com tudo dentro dela, só levaram o celular, nem o dinheiro que era 100,00 não levaram, apesar de terem visto.
Sonhei com um casal, arrumando o quintal da sua casa na lateral, para montar um negócio e o terreno deles, dava acesso de uma rua á outra, e eu mostrava eles para o meu marido, com uma sensação de querer fazer o mesmo.
Então, atravessei a avenida pela passarela e cheguei em uma rádio. Eu falei com alguém lá, mas essa pessoa deixou a gente esperando umas 2 horas, e não mais apareceu. Então entendi, que ali não teria ajuda.
Mas, até agradeci, porque havia muita gente da minha cidade que eu conhecia lá, e eu estava morrendo de vergonha da situação.
Ao lado, uma igreja católica.
Como a pessoa fez a gente esperar 2 horas do lado de fora da rádio, sem dar retorno, já era 8 da manhã.
Então, a fome bateu.
Eu entrei na igreja, havia uma mulher limpando o local. Falei que queria falar com o padre, alguém responsável.
Eu estava comandando a situação, pois a minha mãe, nunca soube argumentar de maneira que as pessoas entendessem.
Então, eu era a adulta ali, com 16 anos, apenas.
A mulher se retirou para dentro, e logo um padre apareceu.
Expliquei a situação para ele, mas disse que tudo o que eu queria naquele momento era um pouco de comida para todos nós ali presentes.
Ele disse para sentarmos.
Esperamos uns 15 minutos ou menos. Veio pratos de sopa para todos nós.
Comemos, agradecemos e seguimos viagem.
Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.
E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.
Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.
Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.
Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.
Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.
A terra já tem gente demais… e ainda assim parece que falta alguém. Olha que ironia bonita e meio trágica. A gente se esbarra no mercado, no trânsito, na fila do banco, nos stories de gente que a gente nem lembra como começou a seguir… e mesmo assim, no fundo, existe um silêncio que não é de falta de barulho, é de falta de presença de verdade.
Tem dia que eu olho ao redor e penso: não cabia mais ninguém aqui. Não cabe mais carro, não cabe mais prédio, não cabe mais opinião sendo jogada como se fosse pedra. Todo mundo falando, ninguém ouvindo. Todo mundo mostrando, quase ninguém sendo. Parece que a humanidade virou uma feira livre de egos, onde cada um grita mais alto pra ver se vende um pedacinho da própria existência.
E o curioso é que, quanto mais gente tem, mais raro fica encontrar alguém que realmente fique. Fique na conversa sem olhar o celular. Fique no abraço sem pressa. Fique no olhar sem cálculo. A terra está cheia de corpos, mas vazia de encontros.
Às vezes eu acho que o problema não é a quantidade… é o jeito. Porque gente demais não seria um problema se fosse gente de verdade. Gente que sente, que respeita, que não pisa no outro só pra subir um degrau que nem precisava subir. Mas parece que estamos todos disputando um pódio invisível, correndo uma corrida que ninguém explicou direito qual é o prêmio.
E no meio disso tudo, eu me pego querendo menos. Menos barulho, menos gente superficial, menos necessidade de provar qualquer coisa. Porque no fundo, a gente não precisa de mais gente no mundo… a gente precisa de mais humanidade dentro das pessoas que já estão aqui.
Talvez a terra não esteja cheia demais. Talvez ela esteja mal preenchida. Cheia de pressa, de aparência, de distração… e com falta daquele tipo de presença que não ocupa espaço, mas transforma tudo.
No fim das contas, não é sobre quantos somos. É sobre como somos. Porque uma única pessoa inteira vale mais do que mil vazias passando por você sem nem deixar rastro.
E eu sigo aqui, no meio dessa multidão, tentando não ser só mais uma. Tentando ser alguém que fica, que sente, que olha de verdade… porque já tem gente demais no mundo, mas ainda falta quem saiba ser gente.
O significado da vida humana:
Viver sozinho é não querer dividir ou somar com alguém.
Já viver com alguém é querer somar e não dividir.
Se ambos somam juntos, o resultado é crescimento.
Somem juntos:
Deus, sonhos, parceria, objetivos, caráter, fidelidade, família...
🥰🤗🥰
Reflexão 🌷
Quando alguém falar mal de você, tentar diminuir sua caminhada ou manchar sua imagem, antes de permitir que isso atinja o seu coração, pare e observe quem está vindo a crítica.
Essa pessoa tem produzido bons frutos? Tem alimentado vidas com sua essência, inspirado pessoas e espalhado amor? Ou é apenas uma comentarista de plantão, sentada na plateia, assistindo o que Deus tem feito na sua vida?
Nem toda crítica vem de quem está construindo. Muitas vezes, vem de quem apenas observa. Continue florescendo, porque os frutos falam mais alto do que qualquer opinião. 🍃✨🙏🏻
Cresça em todos os sentidos de sua vida até que chegue ao ponto de alguém te chamar de gigante.
E quando te chamarem de gigante, que não seja só pelo tamanho das suas conquistas.
Que seja pela profundidade da sua mente, pela largura do seu coração, pela força da sua coragem e pela altura da sua generosidade.
Não é a ausência que enferruja a alma; é a esperança teimosa de que alguém volte quando, no fundo, já sabemos que partiu para sempre. Há corações que morrem lentamente, não por perderem o amor, mas por continuarem à porta de uma casa que jamais voltará a ser habitada.
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Às vezes, olho para o espelho e sinto que ele conhece alguém que eu ainda não encontrei. Vejo um rosto, mas nem sempre me reconheço nele. Passei tanto tempo procurando valor na superfície que esqueci de escutar o que existe por baixo dela. Talvez a morte do ego não seja perder quem somos, mas deixar partir quem nunca conseguimos ser. Talvez só depois disso a gente consiga olhar o próprio reflexo sem pedir que ele nos diga o nosso valor.
03.08.2026
Os "Serviços Prestados" de Javier Milei a São Paulo
Alguém avise ao trabalhador paulista que o imposto dele serviu para condecorar Javier Milei por "serviços prestados ao povo de São Paulo". Até agora, ninguém achou o asfalto, o hospital ou a escola que o argentino financiou por aqui.Mas o Palácio dos Bandeirantes jura que a medalha é merecida. Afinal, mudar a cor do tapete para azul e servir de escada para o clã Bolsonaro exige um esforço diplomático monumental que merece ser eternizado.
Carta que nunca te entreguei
Eu sei que você me amou do jeito mais limpo que alguém pode amar.
Sem jogos, sem fuga, sem meio-termo.
E talvez por isso tenha doído tanto.
Eu ouvi quando você disse que me amava.
Ouvi uma, duas, tantas vezes que perdi a conta.
Cada palavra sua era casa, era futuro, era permanência.
E dentro de mim havia vontade, sim,
mas havia também um peso antigo,
um cansaço que não nasceu em você
e uma resistência que eu não escolhi ter.
Existe um muro em mim.
Não foi levantado contra você,
nem para te ferir.
Ele só estava lá antes.
Toda vez que você dizia que me amava,
algo em mim queria correr na sua direção.
Mas outra parte, menor e mais antiga,
batia desesperada por dentro desse concreto,
pedindo que nada fosse aberto.
Você chamava de amor.
Eu sentia como risco.
O problema nunca foi você.
Nunca foi falta de amor.
Foi excesso de medo dentro de mim.
Quando você falava de futuro, algo em mim se fechava.
Não por desprezo,
mas por pânico.
Como se amar significasse perder a mim mesma outra vez.
Porque deixar alguém entrar
sempre significou desmoronar depois.
Existe em mim uma vontade imensa de ser amada assim,
desse jeito inteiro, sem reservas.
Eu sei que mereço.
Mas hoje eu não consigo corresponder
sem me violentar por dentro.
Eu queria sentir só o amor,
mas sentia o medo junto.
Queria ficar,
mas meu corpo gritava para não prometer
o que ainda não sei sustentar.
Você me ofereceu paciência,
futuro, permanência.
E eu sei que isso é raro.
Mas o problema do muro
é que ele não cai com promessas.
Ele cai com tempo.
E eu ainda não tenho esse tempo dentro de mim.
Eu me irritava, me afastava, me culpava.
Não porque você errava,
mas porque eu ainda não sei receber cuidado sem desconfiar.
Você merece alguém que te ame sem hesitar,
sem se irritar sem motivo,
sem carregar fantasmas que não são seus.
Merece descanso, não dúvidas.
Te deixar ir foi uma forma torta de respeito.
Porque te amar pela metade
seria mais cruel do que te perder inteira.
Talvez um dia eu aprenda a amar sem esse nó no peito.
Talvez um dia o futuro deixe de me causar náusea
e passe a parecer escolha.
Hoje, amar você exigiria
trair o silêncio que ainda me protege.
Se eu fui embora,
não foi por falta de sentimento.
Foi porque ainda estou aprendendo
a distinguir abrigo de prisão,
amor de sobrevivência.
Um dia, talvez,
esse muro vire porta.
Hoje, ele ainda é o que me mantém de pé.
O querer que não se cansa,
que arrepia e traz a dança,
é o desejo de querer
alguém pra gente viver.
Não é pouco, não é vão,
é o transbordar do coração;
de quem esperou, guardou,
e a alma no tempo aqueceu.
Pois quem tem tanto pra dar,
e sabe o peso de sonhar,
merece o abraço e o calor
de um inesquecível amor.
YOSEPH HEROS
Amar alguém no escuro da expectativa é um ato de fé, amar alguém na luz da realidade, conhecendo cada defeito, cada tropeço e cada fragilidade, é a definição mais pura de amor incondicional. Obrigado por ter me amado antes de saber quem eu seria, e por continuar me amando exatamente por quem eu sou.
_Enzo Ruchell_
Essa sou eu!
Alguém me disse que eu mimava demais uma aluna de 8 anos, autista.
Respondi: “Você não sabe o quanto é bom mimar e ser mimada!”
Duas semanas depois, lembrei que essa pessoa havia perdido a mãe aos 10 anos e foi viver com parentes.
Pronto. Perdi o chão. Até hoje peço a Deus que me perdoe, caso a tenha feito sofrer…
E pretendo me desculpar com ela pelo que falei.
Entendo que, às vezes, quem critica algo bom é justamente quem nunca pôde vivenciar isso.
E sei que não somos culpados pelo passado,
mas somos responsáveis pelo futuro —
e o futuro é construído agora, no presente,
com boas e novas atitudes.
Não é porque alguém sofreu no passado
que precisa viver eternamente frio, egoísta,
espalhando dor e destruindo sonhos,
preso num ciclo que só se autoflagela.
É justo um pedreiro ganhar mais do que alguém com estudo?
Depende do que se entende por “estudo”: diploma?
Porque, com certeza, o pedreiro não é um vegetal, e para tudo é preciso ser racional.
Inclusive, as duas pessoas mais inteligentes que conheço não estudaram. Podem chamá-las do que for; eu as chamo, com orgulho, de mãe e pai.
Uma sabedoria que nasce, que vive e que se transforma em ações.
Eu olho ao meu redor e vejo cada vez mais pessoas dizendo que gostariam de encontrar alguém. Mas, ao mesmo tempo, vejo um número crescente de pessoas permanecendo sozinhas.
Se há milhões de pessoas querendo amar, por que elas continuam sozinhas?
Talvez porque já não estejamos procurando pessoas, mas experiências. Já não buscamos construir, buscamos sentir. Já não escolhemos caráter, escolhemos estímulos.
Transformamos homens e mulheres em produtos de um mercado afetivo, onde tudo é descartável e sempre existe a ilusão de que alguém melhor está a um clique de distância.
Na tentativa de romper com modelos antigos, também rompemos com referências que davam direção às relações. Muitos homens deixaram de enxergar valor em assumir responsabilidades. Muitas mulheres passaram a tratar a necessidade de amar e ser amada como algo que deveria ser escondido para não parecer dependência.
O resultado é uma geração que diz não precisar de ninguém, mas passa noites desejando exatamente aquilo que aprendeu a negar.
É curioso: passamos décadas tentando convencer as pessoas de que seriam mais livres sozinhas.
Hoje, a epidemia mais silenciosa não é a falta de liberdade.
É a falta de pertencimento.
Ela era o tipo de pessoa que sentia medo de se machucar. Mas um dia, alguém lhe desafiou a fazer tudo aquilo que lhe dava medo.
E ela fez.
Se permitiu amar. Amando, conheceu a si mesma, e conhecendo a si mesma, percebeu que precisava somente dela para ser feliz.
Criou asas, e voou.
Wanessa Guimarães Z96
realidade, aceitar que
te perdi. Porém...
Nunca amei alguém
como amo você
Sei que os anos vão se
passar, mas também sei
que toda noite é por você
que vou deitar a cabeça
no travesseiro e chorar
Sei que a cada música que
tocar, que a cada filme
romantico que passar
é em você que vou pensar
Sei que pra sempre vou lhe amar
Que nunca vou te esquecer
Porém hoje...
Hoje decidi viver sem você
A acumulação de diplomas não anula a idiotice. Alguém pode ter alta capacidade técnica (inteligência) e ainda agir como um idiota moral ou social.
O filósofo Friedrich Nietzsche aborda o orgulho intelectual. Fingir-se de idiota para secretamente se sentir superior é apenas uma armadilha do ego. A inteligência se anula quando precisa da ignorância alheia como espelho para validação.
A culpa é sempre minha
A culpa é sempre minha. Sim, alguém tem de assumir, e sempre só sobra eu... então, a culpa é sempre minha...
Como é difícil pra muitas pessoas assumir a culpa. Não assumem e pronto. Arrumam mil desculpas, inventam, mentem, omitem... mas não admitem.
Caramba, meu. É tão mais fácil assumir. Não, eu não quero. Não, eu não tenho vontade. Não, eu não posso. Mas, pra cada não... é melhor arrumar uma desculpa - nem que seja esfarrapada - pra evitar confusão... é assim que muita gente pensa.
Beleza, você arruma uma desculpa qualquer, e outro ou a outra se convence... e você pensa que vence. E o outro ou a outra pensa que vence.
Afinal, quem realmente vence?
Você... que com a cara mais lavada deste mundo criou uma situação super inacreditável, fez mil malabarismos e caiu... de cama?
O outro... ou a outra.... que acreditou (ou fez que acreditou... porque estou desconfiad@ que o outro ou a outra não é tão bob@ assim). Se fez de bobo, se fez de boba e levou a vida adiante, até passar uma rasteira em você logo adiante? Até que um dos dois cai... ah! cai... porque isso de passar rasteira, meu filho, desequilibra e vira tudo, copo quebrado, perna quebrada, nariz quebrado, confiança quebrada.
E depois que a confiança quebrou... quebrou e fim. Não há superbond que dê jeito... vai ficar trincada, vai ser mentira pra todo lado... até cada um ir pro seu lado.
Pois, pois, amigo... assim é a vida. Assume, vai. É melhor, você vai dormir melhor, bem melhor. E depois que você aprender a assumir a culpa, você vai ver como é leve... a vida.
E também duas coisas você vai aprender:
a) A ver de longe quando alguém dá uma desculpa mentirosa.
b) A não mais ficar arrumando as melhores desculpas do mundo... porque você mesmo vai saber que nem mesmo as melhores desculpas do mundo colam.
Não colam, não... podem até dar uma grudadinha, mas no primeiro ventinho... descolam.
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