Texto quando se quer Terminar de Alguém
Talvez o simples fato de alguém abrir um debate, já militando, já negue a honesta vontade em debater qualquer pauta.
Há uma diferença sutil — e ao mesmo tempo bastante abissal — entre quem entra em uma conversa para compreender e quem entra apenas para vencer.
O primeiro escuta com desconforto, com a humildade intelectual de quem admite não saber tudo; o segundo fala com a urgência de quem já decidiu tudo, antes mesmo da primeira palavra alheia ser dita.
Quando o debate já nasce contaminado pela certeza inabalável, ele deixa de ser encontro e se torna encenação.
Argumentos passam a ser munição, não pontes.
Perguntas deixam de buscar respostas e passam a servir como armadilhas retóricas.
E, nesse cenário, o outro não é mais alguém a ser compreendido, mas alguém a ser derrotado — ou, no mínimo, deslegitimado, demonizado e até desumanizado.
Militar, no sentido mais rígido, é carregar uma causa com convicção.
Mas quando essa convicção ocupa todo o espaço da escuta, ela se torna um filtro que distorce qualquer possibilidade de diálogo real.
Tudo o que não confirma crenças pré-existentes é descartado, reinterpretado ou combatido.
E assim, paradoxalmente, quanto mais se fala em debate, menos ele de fato acontece.
O problema não está em ter posicionamento — isso é inevitável e até necessário.
O problema surge quando o posicionamento antecede a disposição de ouvir, quando a conclusão vem antes da reflexão, quando o compromisso é mais com a própria identidade do que com a verdade.
Talvez o verdadeiro debate comece apenas quando há risco.
Risco de rever ideias, de ajustar certezas, de reconhecer pontos no outro.
Sem esse risco, resta apenas o conforto das próprias convicções — e o eco previsível de quem nunca esteve, de fato, disposto a dialogar.
O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.
A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.
Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.
E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.
Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.
A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.
E isso fere.
Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.
Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.
A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.
Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.
Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.
E isso não é arrogância — é coerência.
Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.
Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?
Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.
Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.
Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.
A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.
E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.
No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.
Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…
mas somente a Verdade sustenta a essência.
É muito difícil — quase impossível — a Sororidade incomodar alguém que não se identifique com o Machismo Estrutural.
Porque aquilo que nasce da empatia raramente pode ameaçar quem aprendeu a conviver com a igualdade.
O incômodo quase sempre surge quando a solidariedade feminina deixa de ser silenciosa, obediente ou ornamental, e passa a confrontar privilégios históricos tratados como naturais durante séculos.
Há quem confunda sororidade com blindagem moral, quando, na verdade, ela frequentemente nasce da necessidade de sobrevivência emocional, social e até física.
Mulheres aprendem cedo que o julgamento coletivo costuma ser mais cruel com elas, que a violência muda conformemente o ambiente, e que muitas disputas femininas foram incentivadas por estruturas que sempre lucraram com a desunião entre elas.
Talvez por isso tanta gente se incomode quando mulheres começam a se apoiar sem pedir autorização cultural para isso.
Porque o Machismo Estrutural não vive apenas em agressões explícitas; ele também se esconde nas ironias, nos desconfortos seletivos, nas piadas normalizadas e na estranha necessidade de deslegitimar qualquer movimento de acolhimento feminino como exagero, vitimismo ou ameaça.
Curioso é perceber que ninguém costuma se irritar com alianças masculinas historicamente normalizadas — políticas, econômicas, corporativas ou sociais.
Mas basta mulheres defenderem ou orientarem umas às outras com mais consciência para surgir a acusação de parcialidade.
Como se o privilégio pudesse se organizar livremente, mas a resistência tivesse obrigação permanente de se justificar.
No fundo, a sororidade não assusta quem acredita na dignidade humana compartilhada.
O que realmente incomoda é o enfraquecimento gradual das estruturas medonhas que sempre dependeram do silêncio, da rivalidade induzida e da submissão disfarçada de tradição.
E talvez seja exatamente por isso que ela continue sendo tão necessária.
Nada é tão difícil e penoso quanto habitar um mundo que gira em torno do umbigo de alguém.
Há pessoas que tentam transformar a própria existência no centro de gravidade de tudo o que acontece.
Suas dores sempre parecem maiores, suas conquistas mais importantes, suas ideias mais assertivas, seus problemas mais urgentes.
Quem vive ao redor delas, pouco a pouco, deixa de ocupar um lugar de sujeito para tornar-se apenas figurante em uma história que nunca lhe pertenceu.
Conviver com alguém assim é experimentar o desgaste silencioso de ser constantemente invisível.
É perceber que o diálogo se torna monólogo, que a empatia tem mão única e que o afeto passa a ser medido pela capacidade de alimentar as necessidades do outro.
Quem exige compreensão sem limites, muito raramente oferece a mesma disposição para compreender.
O egoísmo, quando se torna modo de existir, não desgasta apenas quem está por perto.
Também condena quem o cultiva a uma vida estreita, incapaz de enxergar a riqueza que existe na troca, na escuta e na vulnerabilidade compartilhada.
Afinal, ninguém cresce olhando apenas para o próprio umbigo.
Relacionamentos saudáveis não se sustentam quando apenas um ocupa o centro da mesa.
Eles florescem quando há espaço para diferentes histórias, diferentes dores e diferentes alegrias.
Amar, conviver e construir exigem um movimento constante de descentralização: reconhecer que o outro também carrega um universo inteiro dentro de si.
Talvez a verdadeira maturidade comece justamente quando deixamos de perguntar apenas “o que isso significa para mim?” e passamos a perguntar “como isso afeta quem caminha ao meu lado?”.
Porque a vida não foi feita para ser um espelho onde admiramos incessantemente a própria imagem, mas uma janela pela qual aprendemos a enxergar o mundo através dos olhos de quem compartilha a caminhada conosco.
Quantos Sonos eu deixei de dormir com medo do Sono Profundo me abraçar e alguém Precisar de mim?
Há pessoas que passam a vida em estado de vigília.
Não necessariamente só porque sofram de insônia, mas porque carregam a estranha sensação de que descansar é um luxo muito perigoso.
Vivem acreditando que, se baixarem a guarda por alguns instantes, algo dará errado, alguém chamará por socorro ou uma responsabilidade inesperada baterá à porta.
É curioso como o Amor, o Dever e o Medo podem vestir a mesma roupa.
Quem ama, cuida.
Quem é responsável se faz presente.
Mas, quando o medo de falhar se torna maior do que a necessidade de repousar, o cuidado deixa de ser virtude e passa a ser prisão.
O Sono Profundo simboliza muito mais do que o descanso do corpo.
Ele representa a confiança de que o mundo continuará girando mesmo sem o nosso controle.
Dormir é um ato silencioso de entrega.
É reconhecer que nem tudo depende de nós e que há batalhas que precisam esperar, sim, pelo amanhecer.
Quantas noites foram roubadas por preocupações que jamais se concretizaram?!?
Quantas madrugadas foram preenchidas por cenários imaginários, enquanto a vida seguia seu curso sem exigir a nossa vigilância permanente?
Talvez a maturidade também consista em aprender que estar disponível não significa estar esgotado.
Quem nunca descansa acaba oferecendo aos outros apenas os restos da própria força, da própria existência.
E ninguém sustenta uma luz acesa para sempre sem, um dia, ver a chama enfraquecer.
Permita-se dormir em paz.
Se alguém realmente precisar de você, que o encontre inteiro, renovado e capaz de estender a mão com serenidade.
Porque há um Tempo para Velar, mas também há um Tempo Sagrado para fechar os olhos, confiar e simplesmente Descansar.
*Atraso Bendito*
Sempre nos atrasamos por alguma razão ou por alguém,
O ônibus que não veio, a chuva na janela,
O copo de café que caiu sem querer.
Eu reclamava do tempo perdido,
Das horas que escorriam entre os dedos,
Sem saber que o relógio conspirava a meu favor.
Foi num atraso desses, sem pressa e sem mapa,
Que meu caminho tropeçou no teu.
E no meio da correria que eu não tive,
Encontrei o que a vida inteira almejei:
(Saul Beleza)
*O VAI-E-VOLTA"
*(Saul Beleza)*
Gente, vocês já ficaram com alguém que é igual ônibus?
Ela vai... ela volta... ela vai... ela volta...
E você lá no ponto. De guarda-chuva. Na chuva. Há 3 anos.
Aí um dia você se pergunta:
"Quem é o problema aqui? Ela que volta... ou eu que deixo?"
Mano, é os dois.
Ela é o problema que volta.
E eu sou o problema que abre a porta.
Ela vai e volta igual controle de TV com pilha fraca.
Some 2 semanas, do nada: "Oi sumido"
Mano, sumido nada. Eu tava aqui. Você que tava na Disney.
E eu aceito.
Por quê? Porque saudade é igual cachaça ruim.
Você sabe que vai dar dor de cabeça amanhã,
mas na hora você bebe e grita: "VEM MAIS UMA!"
Aí ela volta, a gente finge que é recomeço.
É recomeço nada. É Ctrl+C, Ctrl+V.
Mesma briga, mesma maquiagem, mesma promessa de "agora vai".
Sabe qual é a diferença entre vai-e-volta e relacionamento?
No relacionamento tem futuro.
No vai-e-volta só tem retorno.
E o pior é que a gente vira especialista.
"Ah, ela vai voltar na terça"
"Não, volta depois do feriado, que ela sempre volta depois do feriado"
Irmão, você virou meteorologista de ex.
Se ela se vai e logo volta...
O problema tá nela que não sabe ficar.
E tá em mim que não sei soltar.
E tá nos dois que transformaram amor em elástico.
E elástico, gente... uma hora estoura.
E quando estoura, bate na cara.
E dói. Mas pelo menos para de esticar.
Obrigado, gente! Se seu ex te mandou "oi" hoje,
responde com "tô ocupado".
Ocupado nada, estou aqui, oi sumido!
De quem eu gosto?
Foram tantas tentativas
de se gostar de alguém...
Mulheres incríveis.
Amei todas,
quando estávamos juntos.
E agora aqui,
perdido,
sem saber de quem eu preciso.
Talvez não seja sobre
de quem eu gosto,
mas sobre quem eu sou
quando não estou tentando gostar de ninguém.
O amor que você deu foi real.
O vazio agora também é.
Respira.
Ele passa,
e te ensina a ficar.
Saul Beleza
Não sou um macho na essência da palavra.
Sou tua cia,
alguém que só quer estar contigo,
teu companheiro de sofá,
de riso bobo,
de silêncio bom.
De pescaria, sem pegar nada, de coceira de carrapatos, de coçar tuas costas em altas horas.
Macho eu serei
só na intimidade
que não nos faz mal.
Naquela que nos faz bem,
que nos cuida,
que nos acolhe.
Lá eu sou teu,
inteiro.
Saul Beleza
Natal
Natal não é a data que aparece no calendário, mas o silêncio de alguém
que se aprende a escutar.
É pão repartido antes de ser explicado, é perdão antes de ser merecido, é a ética simples de um gesto pequeno que salva mais que discursos bem vestidos.
No ponto máximo da humanidade,
o sentido acontece.
Natal não termina à meia-noite.
Ele começa quando alguém escolhe ser luz num mundo mascarado de bondade, e o homem, por um instante, aprende que existir
é caber no outro.
Amar, depois do Natal,
é continuar o milagre de aprender
a partilhar quando o mundo grita.
O nosso ego costuma usar o que é recíproco de forma egoísta.
As vezes alguém nos insulta e descontamos no nosso lado mais afetuoso. Resolvemos punir pessoas por nos machucar, ignorando-as, ou fazendo algo pra castiga-las e então fazer elas sentirem como é ser quem somos por um breve momento. É fato que tudo a nossa volta clama por igualdade e respeito, mas eu sinceramente, não quero ser mais assim em nenhum segundo que eu puder tornar diferente, o contrário disso é tão humanamente egoísta, que vai devastando nossa natureza.
Prefiro a alma intacta, pura e renascente. Porquê não há nada nesta vida que ensina mais que o amor. Antes das feridas cicatrizarem, o remédio as fazem doer, o amor antes de libertar, também machuca. O pássaro depois de ser solto, ama tanto suas asas, seus espaços, que ele só quer viver pra morrer sobre as cortinas do céu.
Dizem que os abraços curam... então, quando alguém te ferir, abrace-a, e se não der, abrace a si mesmo. Vamos agir e esperar menos das pessoas, do mundo. Porque o nosso interior é que rege a vida do lado de fora.
Um beijão na alma de vocês pessoas lindas e amáveis e não esqueçam que você é importante, sua opinião é importante, você é especial em cada detalhe, e se somos como terra, precisamos cultivar em nós e nos outros, bons frutos.
Amor...e apenas amor.
NEM TODA PAZ MERECE SER PRESERVADA
“Se para manter a paz eu precisar assistir alguém indefeso ser destruído, então aquilo nunca foi paz. Há momentos em que não agir também é uma escolha — e eu prefiro carregar o peso da justiça do que a vergonha de ter virado o rosto.”
— Artur
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P Sodré
@Jonassaul.ofc
ÀS VEZES, É PRECISO ERRAR O CAMINHO PARA ENCONTRAR ALGUÉM
“Ele veio procurando outra pessoa e me encontrou. Durante muito tempo pensei que eu tivesse sido apenas um desvio no caminho de Alef. Hoje penso diferente: talvez o destino também use caminhos errados para colocar as pessoas certas diante de nós.”
— Duda, sobre Alef
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO
“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”
— Dorian, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
ÀS VEZES, ADMIRAMOS ALGUÉM PELO QUE ELE DESPERTA EM NÓS
“Jack nunca precisou ser o mais forte para que eu o procurasse com os olhos. Quando ele chegava, alguma coisa em mim simplesmente acreditava que tudo ficaria bem. Talvez ele nunca tenha percebido isso… talvez eu tenha passado tempo demais esperando que percebesse.”
— Mag, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
1306 📜 "Quer transformar Alguém em Notorio, em Inesquecível? Basta falar mal, xingar e subestimar esse Alguém todos os dias!"
-
"Temos dois grandes exemplos neste País: um Ministro Que Não Se Intimida e um Presidente xingado por Alguns, mas que esses Alguns não conseguem tirar do cargo. Poizé!"
"Enterro de anão... Ninguém viu. Cabeça de bacalhau... Ninguém viu. Alguém que fale mal de si (próprio)... Ninguém viu. E alguém que fale mal dos outros? Alguém viu ou ouviu?"
Frase Minha 0152, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Notoriedade de verdade ocorre quando não conseguem deixar de pensar e de falar em Alguém, todos os dias, dia e noite! TemSidoAssim. Conseguem lembrar de Alguém Notorio de Verdade?"
Frase Minha 0294, Criada no Ano 2008
Adaptada e Atualizada em 2025
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"É tão fácil e honrado ser Democrata de Verdade, que estranho quando alguém insiste em ser Democrata de Mentira, apenas nos Discursos, nas Redes Sociais e envergonhando a familia. Estranha opção!" †😊
Frase Minha 0637, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Falar mal do dinheiro e de quem tem dinheiro (honesto) faz de você alguém 'Bonzinho'? Então, seja 'Bonzinho' de verdade e não receba mais seu salario e outras rendas. Deixe tudo para mim!"
Texto Meu 0873, Criado em 2017
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
- Relacionados
- Frases para terminar um relacionamento
- Textos para fim de relacionamento para terminar com amor e respeito
- Carta para terminar um relacionamento: transforme a dor em palavras
- Mensagens de fim de relacionamento que te ajudam a seguir em frente
- Mensagens de aniversário: reflexões e homenagens para alguém especial
- Uma mensagem para alguém especial
- Frases de paquera para encantar alguém
