Texto quando se quer Terminar de Alguém
Às vezes sinto como se meus pensamentos, pudessem se transformar em algum tipo de algo ou alguém, que pudessem me sufocar de fato.Sinto como se ele que sou eu, algo ou alguém pressionasse meu pescoço lentamente até que eu sinta, não de uma forma bruta, tão pouco de uma forma brutal, mas aquele toque estranho se formando envolta do meu pescoço, o aperto, a angústia e mais temido medo. E levemente, de uma forma gentil e doce sinto o ar saindo lento de meus pulmões.
E as lágrimas rolam suavemente, e de uma forma em que não há quem possa controlá-las, e é como se não pudessem ser detidas, ou paradas, são as lágrimas que tem vontade própria, as rebeldes, do tipo fora da lei.
Se as lágrimas rebeldes pudessem contar as suas próprias histórias. Elas diriam que cresceram rápido demais, foram forçadas a crescerem, que mal viram o tempo passar, e ele passou, elas precisavam aceitar esse fato.
Não houve outra alternativa, precisavam pular o portal que as prendiam do outro lado, porque só assim estariam livres do aperto, da angústia e do medo. E quando finalmente se formaram por completo pularam, foram desesperadamente para o outro lado.
elas queriam ser livres.
E livres foram.
- Esthea Luzo
Quando alguém quer realmente te ajudar, ele jamais irá expor a sua bagunça e sim te ajudar a arrumar...👈
Preste atenção em quem você confia
A verdadeira intenção de ajuda é silenciosa, construtiva e respeitosa. Ajudar a "arrumar a bagunça" sem julgar é um dos maiores sinais de amor e amizade.
Tem gente que se aproxima só para te expor e espalhar ainda mais a (bagunça) 𖣘
Só para se sentir superior a você. ツ
"Tudo que eu falei, alguém já falou.
Tudo que eu escrevi, alguém já escreveu.
Tudo que eu cantei, alguém já cantou.
Mas, tudo que eu amei, vivi e senti,
ninguém amou, viveu ou sentiu.
Ninguém...só eu! "
♫ Agora Sofre, sofre...
Todo mal que cê me fez, você bem cedo irá pagar...♫
☆ Haredita Angel
Hoje rezei por alguém muito especial para mim.
Alguém que veio ao mundo, através de mim... Nasceu de mim!
Deus me usou para trazê-lo ao mundo.
Durante nove meses ele foi só meu.
Tudo que precisou, dependeu de mim.
Em uma noite do dia 21 de março de 1988, ele chegou e trouxe muita alegria.
Meu pedacinho de gente, tecido por Deus em meu ventre!
Agora ele é um homem!
Mas pra mim continua menino.
Deus lhe abençoe meu filho, hoje e sempre
- Lhe desejo o melhor de tudo no mundo.
O melhor Hoje, o melhor Amanhã,
O melhor de tudo na vida, sempre!
Parabéns!
Com amor mamãe!
Haredita Angel
21.03.2006
Celebrar mortes em qualquer circunstância ou zombar da saúde de alguém têm o mesmo peso moral e espiritual.
Quem exibe seletividade e manifesta este tipo de atitude não tem apreço a própria vida.
Espero que o assassinato do Charlie Kirk que era herói para uns e anti-herói para outros sirva de evolução para a consciência coletiva a não mais repetir mais este tipo de atitude.
Toda a vida importa, gostemos ou não.
26/12
Prestigie o talento do outro,
porque no futuro,
alguém irá te retribuir em dobro.
...
26/11
Não tenha medo
de defender a sua imagem,
Ela é o seu real patrimônio,
mesmo que digam que
é só a sua imagem,
Tu não és miragem,
e sim realidade.
...
26/10
Não desista de ser paz
quando ninguém traz,
e a falta faz.
07/03
Não fique triste quando
alguém te tratar mal
ou com indiferença,
Simplesmente não se
esqueça como a pessoa
te tratou porque quando
o mundo der o seu giro
você não se arrependa,
não se sinta obrigado
a tratar bem ou se obrigue
a conviver com quem
nunca fez por merecer,
se dê a paz necessária para viver.
Todos nós passamos por lutas silenciosas...
Mas lembre-se: talvez exista alguém que realmente queira te ajudar.
Talvez você até saiba quem é essa pessoa, mas por medo ou insegurança, não queira se abrir com ela.
Talvez ela já tenha te mostrado que você pode superar qualquer coisa.
Então continue, mesmo depois daqueles dias que pareciam te destruir.
Essa pessoa vai te lembrar: Continue, pois você é uma pessoa maravilhosa.
Continue…
Não sou perfeito, e nem quero ser. Estou aqui para evoluir, para me tornar alguém melhor a cada dia. Ouçam a minha mensagem, mas não julguem o mensageiro.
Tenho muitos defeitos, mas carrego um dos maiores dons que alguém pode ter: caráter. Jamais traí alguém e nunca fui ingrato com quem me ajudou quando eu precisei. Prefiro perder amizades do que perder a minha verdade. Prefiro ser sincero e ferir um ego do que mentir para agradar.
Como já falei, dou a mínima para quem fala mal de mim. Sinceramente, não sinto nada por quem me julga ou me chama de estúpido só porque falo a verdade. Exemplo? Mesmo que fosse a pessoa que eu mais amasse na vida, se ela fizesse algo errado eu iria corrigi-la, mas ao mesmo tempo eu estaria ao lado dela, porque amar também é ensinar.
Quem não é criticado, não vive de verdade, e eu não vivo para bajular ninguém.
Goste de mim ou não, continuarei sendo eu mesmo. Minhas palavras podem incomodar, mas são reais, e não vou mudar só porque alguém se sentiu ofendido.
Quem vive de verdade não tem medo de desagradar.
Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.
Poema VII
"E tu quem é?"
Talvez alguém vá me perguntar:
— Por que tanta variedade?
Digo: — Visitei muitas cidades,
cada um com seu jeito de falar.
Cada músico no seu jeito de tocar,
revela em si sua cultura.
Nada tem a ver com a altura!
A riqueza habita no diferente.
Sangue do sangue, gente da gente...
O sábio se veste de loucura.
E quem lhe disse? Eu digo Ele.
E Ele quem? Eu digo o Pai.
O Pai de quem? Digo de tu.
E tu é quem? E eu insisto:
filho da luz da cruz
que morreu a Jesus Cristo.
“Como posso desistir,
se sou o primeiro a dizer a alguém: não desista?
Uma vez aprendi com Alice
que, se existem monstros,
eles não estão debaixo da cama,
nem escondidos no armário ou no guarda-roupa.
Eles caminham pelo mundo.
E, se você pensa que falo dos monstros dos contos de fadas…
não.
Estou falando das próprias pessoas.”
Ass: Constâncio
O afeto seguro nasce no simples: presença, escuta e acolhimento.
Quando alguém se torna abrigo, o sistema emocional desacelera.
É ali que a mente silencia e o corpo entende que pode relaxar.
O colo não é apenas físico — é conexão, é pertencimento.
Amar também é oferecer um lugar onde o outro possa existir sem medo.
E quando isso acontece, a alma finalmente descansa.
Helaine Machado
Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…
Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.
Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.
A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.
Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.
A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.
Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.
E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.
Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.
A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.
Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…
Mataram-no!
E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.
Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.
A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.
Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.
Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.
Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.
Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.
A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.
Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.
Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.
Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.
Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.
É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.
No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.
A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!
Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.
Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.
E então, de repente, chega Carpinejar.
Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.
Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.
E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”
É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.
Como ensinar o poder a amar sem possuir.
Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.
É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”
Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!
Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.
Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.
Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.
Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.
E está tudo bem.
Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.
Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…
Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.
Nem toda ausência precisa virar ruído.
E nem todo silêncio é pedido de aplauso.
Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.
Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.
Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.
Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.
Que se contente com ela.
E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.
Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.
O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.
É o berço do descanso da alma…
O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.
É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.
E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.
Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.
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