Texto Qm sou eu
Sou muito despreocupado com opiniões alheias, tenho meus motivos. Ninguém paga por mim o que consumo ou dão conselhos quando necessito, muito menos me apoiam em algo que preciso decidir se será bom ou não, parte é que certamente não espalho os acontecimentos da minha vida como notícias em revistas, muitos pensam coisas incoerentes quando se referem a mim, mas porque eu daria atenção se o que realmente importa é o quão bem me conheço para afirmar que todas as opiniões alheias estão equivocadas? O importante é me amar e não depender de terceiros para que me sinta bem.
Seja feliz do seu modo sem atrasar ninguém, mas não permita também que te atrapalhem.
A dor em mim voltou.
Em poucos versos digo sou perdedor.
É como se meu coração de repente parou.
Saudade e a tristeza em mim já dominou.
Não se preocupe comigo já não tenho valor.
Vou embora não chores por favor.
Cada lágrimas que derramar aumentaráminha dor.
Me perdoa pequena flor.
Kantianamente
Kant, como Everest da filosofia. Tento ler, mas sou brutalmente humilhado, estou fazendo uma jornada para chegar aclimatização. Naturalmente que Kant, exija paciência, já que a repetição de palavras é devido à semiologia geográfica e às influências do pensamento local. As teorias tridimensionais vêm da semiótica do verbo alemão e poesia.
Assim como a kultur, que é cultura em alemão. Eu olho desde Friedrich Ratzel, para resolver o problema Estado-Prisão. Como sendo a Filosofia geográfica, ela por si só é essencialmente linguística e hermenêutica. Conheçamos e prossigamos
Gente intensa está sempre nos extremos, com elas não tem meio termo ou é 8 ou 80. Por isso sou assim:
Ou estou chorando por tudo ou estou rindo por nada. Ou sou barulho ensurdecedor ou silêncio absoluto. Ou sou calmaria, brisa mansa ou sou vento forte, tempestade.
E quando não sou amor, da cabeça aos pés sou saudade.
"Combatente ardente"
Sou igual tantos.
Por vezes diferente.
Atravesso pontes embriagadas.
Lisuras e fissuras da mente.
Oh! Que o Altíssimo, seja meu arrimo, o teu minha gente.
A metralhadora feroz.
O pensamento.
A língua.
Tanto teor algoz.
Fere veemente.
Não, não conformo.
Tu amigo, não é este estado desarmônico.
Antes contemplai.
Muito mais.
Objeto sardônico.
Eu sei que tu sente.
Queres emergir.
Um combatente ardente.
Deus abençoe a todos.
Rei: Giovane Silva Santos.
Da Arte de Ser e Não Ser -
Sou pintura incandescente
d'um Artista que não tem Alma
sou vontade permanente
que adormece numa cama!
Porque sou um ser perdido
sou um pobre atraiçoado
um triste que é vencido
pela morte apaixonado.
E sou a asa quebrada
de uma ave que não voa
a liberdade sonhada
de um cativo que soa.
Sou um quadro em vão pintado
numa tela já esquecida
sou o sonho inacabado
d'um pintor que perdeu a vida!
Esvazio copos, venço a madrugada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada
Aquilo tudo parecia uma vitrine
A cada pedalada essa avenida parece mais íngreme.
Gasto minha sanidade a esmo
Cada garrafa simboliza um erro, tenho errado bastante nos últimos meses
Penso no que tenho feito, mais uma pessoa magoada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada.
As luzes dos postes mostram onde preciso ir
Os copos me respondem o que preciso ouvir
Desgraçados hábitos noturnos guiam-me por lugares os quais jamais imaginei existir.
Aceito a instabilidade presente em mim, mais uma janela quebrada
Rostos sem expressão, falta tinta na fachada
Olho minhas mãos para não esquecer da caminhada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada.
estou me perdendo, perdendo-me estou
minha personalidade está se desfazendo
não sei mais quem sou
minha alma está perdida
apenas se preparando para partida
rumo à nada, rumo ao caminho das almas penadas
está acompanhada de dor e remorso junto com lamentações de uma vida
uma vida atormentada por ela mesma
defeitos e efeitos gerados por si mesma
rotina cansativa, compunção de todos os dias
dias desperdiçados, por ideias desprezadas
dores carregadas por coisas não executadas
frases não faladas, palavras não ditas
palavras que se ditas, portas se abririam
de outra forma os caminhos se trilhariam
o mundo seria visto de outra forma
estou me quebrando, aos cacos estou ficando
todos estou afastando, sozinho estou ficando
(novamente)
estou me perdendo, perdendo-me estou
sinto como se estivesse caindo
caindo em um lugar sem fundo
caindo por um eterno segundo
estou tentando achar meu lugar no mundo
me encontro dessincronizado neste lugar pré-moldado
em autodestruição, em busca da verdadeira redenção
preso na sociedade, ficando fadado
sedento de verdade, querendo liberdade
para ser feliz, em busca da felicidade
para se sentir animado
agora está cansado, cansado de sua jornada
uma de encerra outra se inicia
em busca de uma amada
para receber amor depois de muita dor
um amor verdadeiro
que o proteja do desfiladeiro
um amor de reciprocidade
repleto de honestidade
estou me perdendo, perdendo-me estou
não me reconheço mais
tentando me achar em um mundo onde todos são iguais
todos se tornaram algo binário
mas nada que é feito mudará esse cenário
(cenário de caos e destruição
causado pela multidão)
sozinho, vivendo na solidão
andando na escuridão
lutando contra seus pesadelos
enfrentando seus medos.
Juazeiro Juazeiro
Sou daquela cidade A Terra Das Carracas Que com amor e alegria Suas terras encanta Com sua passagem retrata Sua história e lenda Potencia do "Oásis do Sertão Quer nos traz tantas inspiração E com o seu Sol belo Mostra a beleza da suas canções
Chegando o finalzinho da Tarde Vejo em cada canto, a cada violão Um Talento a se multiplica Como uma passagem de descanso Nos apresenta os teus encantos Suas belezas exuberantes e pontos turísticos fascinantes
O belo chico onde tu navega trazendo paz ao seu povo O Rio, A Ponte nos mostrar a sua simplicidade De Todos os seus Ribeirinhos
Sou o vazio, sou como um labirinto, só que vazio, vazio de sentimentos, vazio de emoções, vazio de convicções. Todos temem o vazio pois todos que entram, não sabem como sair, sair da mágoa, sair das infelicidades, sair do desespero que é chamado de vazio;
Mas, como posso lhe dizer isso... Eu sou bom! Eu sou bom pois, quando tu cai em prantos, eu estou lá, mesmo sendo vazio, eu estou lá, para te fazer questionar o porque da dor, o porquê do rancor. Não tema a mim, pois quando precisar do vazio, e ter negado a ele, eu não irei te procurar para colher tuas lágrimas;
Aproveite o vazio, pois é com ele que tu encontra forças para sair das tuas longas dificuldades. O vazio é um lugar para se questionar e pensar, pensar como sair dos teus devidos males.
"Poesia indignada".
O perfil do Brasil.
Sou formado em RH, motivo Brasil piada.
Onde todo funcionário entra por peixada.
Uma patifaria, a prefeitura por exemplo.
Deveria ser seguimento.
Aporte público.
Joga profissionais ao relento.
Trabalhando ao recursos humanos.
Psicologia organizacional ou institucional.
Como queira falar.
Ignorados em todo lugar.
Vendo da necessidade.
Psicológica humanidade.
Até os psiquiatras.
Deveriam reavaliar as aptidões.
Diagnóstico nas instituições.
Quem poderá formalizar.
O Brasil tá muito doente.
No leito da UTI.
Ninguém tá nem ai.
Minha fazenda, meu gado, meu contracheque.
Um monte de putas e vagabundos se acabando no pileque.
Esse é perfil desenhado.
Quem manda nesse emaranhado.
Bora bispos e pastores falar as verdades.
Como propagar a liberdade sem conhecer as verdades.
Não é fantasia.
Quem poderá decifrar.
Do Brasil.
Qual a grande psicologia.
Meu RH contrata e aprova.
Só Deus pra quebrar essa grande patifaria.
Deus abençoe a todos.
22/07/2022 .. 03:49hs.
Rei: Giovane Silva Santos.
Sombras dos pensamentos sou apenas ponto entre tantos sentimentos...
Descubro sonhos entre as brumas da minha alma...
Discursos são trevas obscuras diante um caminho de luz e clareza.
O amor de dá na verdade e na serenidade de tantas voltas o último prima reluzente no horizonte nos dá uma verdade que amamos muito viver.
Nas abas de abismo vemos como a importância de um novo amanhã em nossas vidas.
O desfrute da aurora nós da esperança de novas oportunidades nesse mundo...
Vou ao quintal
ergo minhas mãos sereno e elétrico
Emano o que sou ao céu azul
e desejo:
Que reverbere a minha história ao universo
e além dele!
A minha história...
O meu canto;
o meu caminhar
e o meu sonho!
E mesmo que não tenha dado nada certo
eu segui em frente e pra cima
eu fiz o melhor de meu caminhar
e de meu cuidado ao mundo!
-Se dependesse de mim
este mundo estaria coberto de jardins!-
Eu levei a bandeira
d´Aquele que veio antes de mim
e que batizava com fogo
eu segui adiante
não envergonhei
a Confraria do Fogo
da qual pertenço!
Não sou um poeta muito menos da nobreza,
Joias, berços de ouro e muita riqueza ,
Nada disto brilha tanto quanto minha tristeza.
O menino contava piadas e todo mundo ria,
Quem sabe um dia eu conseguiria?
Mas agora já é tarde de mais,
Pois eu finalmente encontrei a paz.
Nunca foi minha intensão chegar a este ponto,
Infelizmente a vida me fez de tonto.
Um homem misterioso me acolheu, me deu um lugar,
Como eu saberia que a árvore da vida ele me faria podar.
Eu pensava em para-lo, começar a lutar,
Mas aí eu lembrava que não tinha lar.
Queria muito gritar, tentar me defender,
Porém minha mente já estava decidida a se render.
Desejava sair de lá, minha cabeça tratar
Todavia ele dizia, ''logo isto irá acabar''.
DE TUDO UM POUCO
Sou um pouco de tudo
Um pouco do nada
O que aparece
Estou à disposição.
Do barulho me isolo
No sussurro me esmoreço
No silencio me encontro
Na música um seresteiro.
Das joias um garimpeiro
Da família um entusiasta
Na dança um folião
No mar um marinheiro.
Na casa sou acolhido
Pelos filhos eu padeço
Com a esposa eu renasço
No amor sempre um começo.
Meus olhos insistem em ser cachoeira
O vento ainda não a dispersou
Sou intensidade altaneira
Inescrupuloso embaraço
Sou o traço
Do riso discreto
Os dentes falhos
A janela aberta
Da imensidão.
Sou estranha às vestes alheias
Mas não sou sozinha
Eu sou multidão.
Os meus olhos ainda persistem
Como jarros d’água
Infinitas fontes
A cruzar as pontes da escuridão
Eu sou a senhora
Sou a meninice
Sou a pausa e o pique
Da imperfeição.
Meus olhos reclamam por vida
Os braços não deixam enxergar
A pele tão destemperada
O fogo aterra a água e o ar.
Eu sou incredulidade
Palavra de quem argumenta
Motivos, sentenças, viagens
Ao grão da pura inocência.
Meus olhos
Estão cansados
De tanto verter um rio
A cada segundo
No seu mais profundo
Mar em desvario.
Meu passado é a maior prova do quanto sou forte. Perdi a conta de quantas vezes me vi destruído, quantas vezes me vi ao chão.
Mas estou aqui de pé, começando mais um dia!
Então não desista, seu presente logo será passado e sua dor apenas uma experiência e seu futuro um grande milagre.
Me salve, apenas me salve.
Está escuro não estou lúcido
Não sou perfeito como dizem
Palavras ditas e recebidas como ácido
Não escolhi errar, estou perdido
Me salve, apenas me salve
Uma vez disse que não erraria
Mas a carga está pesada
Viver faz parte mas não era isso que eu escolheria
Incerto o meu futuro
Dor, magoa, vazio isso tudo eu sinto
Hoje o vazio toma conta
Não achei que seria fácil
Ninguém disse que isso acabaria comigo
Porquês tomam conta não sei o que fazer
Amanhã não serei o mesmo
O sorriso não é mais verdadeiro
As lágrimas não tem sentido
O corpo se sente estranho
A mente não funciona mais como antes
Me salve, apenas me salve
Vc chegou mas se foi sem ao menos me dá uma chance
Me afundou me iludiu
Me deixou a beira da morte
Mas eu já estava morto por dentro
Não retorne, não me de esperanças
As minhas crenças não deixam eu seguir
O que eu um dia acreditei me traiu
Minha alma súplica
Me salve,apenas me salve
Sou Poeta 1
Sou um poeta sem meta
Por escrever poesias
Que vos desperta
Transformo mundos em fantasias
Sou poeta!
Por ser poeta
Revelo vidas secretas com o poder da caneta
Sou poeta!
Em toda instância
Dou-vos esperança
Que o amor não correspondido
Possa vir a ser correspondido
Disso não tenho mentido
sou poeta!
Mas o poeta mente
Vezes há... que nem
Se quer sente.
Com minha caneta
Transmito sentimentos saindo apenas da minha mente
Sou poeta!
Por ser poeta
Pinto as estrelas
Dando luz a caminhos que vos fazem chegar a meta
Sou poeta!
Sou uma religiosa
Sem religião
Sou uma ateia
Cercada de deuses
Sou uma peregrina
Parada no tempo
Sou uma profana
Que embeleza o templo
Sou o riso puro
Na sordidez desmedida
Sou a palavra dada
No silêncio da noite
Sou a ternura plena
Na entranha do vil
Sou a estranha imagem
Do meu próprio desvario
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