Texto Pontos Autor Luis Fernando Verissimo

Cerca de 8004 frases e pensamentos: Texto Pontos Autor Luis Fernando Verissimo

MINHA VEZ DE BEIJÁ-LA

Autor: Edson Cerqueira Felix
Localização: Paraíba do Sul
Homenagem: Dupla Musical Daft Punk, Músico Julian Casablancas e Poeta Olavo Bilac

Nossa, mãe, o sinal verde dela e ai de mim, ai de mim se não constatar, ela vem em minha direção dizendo tudo numa fixação de olhos e olhares e é claro de castanho médio à claro, eu entendo quando ela diz e não é nenhum convite, é razão entre nós ela diz: toma. Eu qual bobo, penso, talvez intimidado, é minha vez de beijá-la; daí encontrarei beatitude, na atitude de um beijo.

Mas o sinal verde dela ilimitado pra limites, como eu não saberia, se ela é tudo o que eu sabia, óh sabiá canta alto pra mim e emenda ao teu canto, um grito de amor da minha boca. Canto de um caminho que ela deixou.

O sinal verde dela, é fogo que não foi aceso. Uma trilha ao lado do perigo, de morrer, morrí, mas abri os olhos e eu estava deitado na cama. Luz de vagalume. O sinal verde dela. Sinal verde de primavera nas florestas do pensamento Dele.

Data: 22-01-2018

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O CONTEMPLADOR DE ESTRELAS

Autor: Edson Cerqueira Felix
Localização: Paraíba do Sul
Homenagem: MC Cacau e Showman Michael Jackson

Oh céus, oh estrelas, oh, eu aqui sozinho e amante diante dessa contemplação tão minha, e estou eu acho, ficando louco ou já estou, pois também acho que enquanto contemplo as estrelas, elas também podem me contemplar. Um dia alguém disse que eu já fui uma estrela. Elas estavam oh céu, estavam com outrem, de mãos dadas, e eu acho que não sou mais o mesmo agora. Eu olho pras estrelas e peço: ajuda! E antes d’eu cair, dois anjos me mantem de pé. Oh constelação de gêmeos, ónde está aquele beijo que ela me deu? Guardado na arca no santíssimo? O contemplador de estrelas dormiu em um lagar de esmeraldas, verde mar.

Data: 24-01-2018

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Assim como sobra tinta no chão usada pelo autor de uma obra, a existência do mal é somente o resquício da Obra Prima do Criador.
É necessário dizer que Ele descansou sua Obra (moldurou e colocou em exposição) no sétimo dia. Pena que muitos de nós saímos da obra para´ser borrados (impurificados) pelos "resquícios" que jazem no "chão.

poema: Carapicuiba.
autor: Murilo Ribeiro Ferreira.
editora: Leitura.
Carapicuiba,peixe podre que nada em um riacho de água doce e cristalina,
Terra de bençãos que evolui a cada dia de sua historia,
Terra de povo gerreiro,Sem medo do perigo,
Terra que brilha como o sol e é bonito como ouro,
Terra de futuro prospero,
E terra de gente forte como touro,
Que tem uma visão do futuro como uma coruja,
E gente leal como um gato,
E a sua liberdade voa como um passaro,
Essa é carapicuiba.

Inserida por murilo4475

Poema: Escuridão
Autor: Murilo Ribeiro Ferreira
Editora: Leitura
A escuridão,tão escuro e sego,
Sem ver não saber a frente,
Sem olhar para tras só seguir adiante sem ver,
Não ver o futuro ou passado,
O que sera que tem a frente?,
enfiar-se de cabeça no escuro,
só sentir,e escultar,a escuridão.

Inserida por murilo4475

Poema: Mãe você é a rainha do meu coração
Autor: Murilo Ribeiro Ferreira
Editora: mikaela
Mãe você é a pessoa mais especial da minha vida,
Mãe você é a pessoa mais importante desse mundo,
Você é a rosa mais lindo do meu jardim,você é maravilhosa,
Mãe você é a rainha do meu coração,
Eu te amo mãe.

Inserida por murilo4475

DO AUTOR
Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu e morreu no Rio de Janeiro. Era descendente de escravos e filho de pais mestiços. O preconceito contra os negros foi um tema constante em suas obras. Leitor ávido, se destacou com a obra 'Recordações do Escrivão Isaias Caminha' em 1909. Dois anos depois, lança seu maior sucesso: Triste Fim de Policarpo Quaresma.
Além das dificuldades financeiras, sofria de crises de depressão e alcoolismo. Foi internado no hospício duas vezes. Morreu de ataque cardíaco aos 41 anos.

DA PEÇA
O TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA revela uma visão crítica da vida política, social e cultural do Brasil, através de uma linguagem despojada e inconformista. Não deixa de expor o sofrimento dos mulatos, em oposição a recente libertação dos escravos, a submissão do país aos modelos europeus, o militarismo estreito e nocivo, a fragilidade da economia do país e até mesmo a condição da mulher naquele momento.
Todos esses temas, que parecem tão familiares ao Brasil de hoje, estão presentes no livro, revelando uma posição inovadora, que foge ao rigor formal característico de seu tempo.
O resultado é uma imensa crônica da vida brasileira do final do século XIX e início do século XX. E, de certo modo, do Brasil do século XXI.


A LIÇÃO DE VIOLÃO
Quando Policarpo entra em casa é a irmã quem o recebe, perguntando:
- Janta já?
-Ainda não, espere um pouco Ricardo que vem jantar conosco.
- Mano, você precisa tomar juízo. Um homem de idade e respeitável como você é, andar metido com esse seresteiro não é bonito! Ainda mais andar com instrumento de vadio!
-Mas você está muito enganada, Adelaide. É preconceito supor que todo homem que toca violão é um desclassificado. É muito importante não deixarmos morrer nossas tradições, as tradições genuinamente nacionais.
Contrariada, Adelaide retira-se para receber Sr. Ricardo coração dos outros. Tal era violonista e gozava da estima geral da alta sociedade suburbana, uma sociedade muito especial, mas que só era alta nos subúrbios. Policarpo Quaresma desejava ter aulas de violão e Ricardo era a pessoa perfeita para ensinar porque ficava encantado pelo instrumento desprezado. Já seu discípulo ficava extasiado pelo som do violão e também pela brasilidade que tudo aquilo representava.

DAS REFORMAS
A força de ideias e sentimentos contidos em Quaresma já havia surpreendido a muitos, mas nada tão absurdo quanto as reformas radicais.
[Eu, Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil, certo também de que tal empréstimo desvaloriza nossas raízes - usando do direito que confere a Constituição, venho pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani, como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
Além, em minha casa de campo, Sossego, pude estar em contato com as terras férteis do nosso Brasil. Mas digo, caros compatriotas: é necessário ocupar. Há tanta terra produtiva desocupada que poderíamos produzir muito. A mudança está para acontecer, basta olhar para a Pátria amada e trabalhar a fim de torná-la a maior potência do mundo!]
As palavras de Quaresma foram recebidas de diferentes formas: uns indignados pelo despudor, outros riam-se a ponto de chorar, outros sequer davam ouvidos. Ricardo Coração dos Outros, vendo o fracasso do amigo, disse:
- É bom pensar, Quaresma, sonhar consola.
- Consola, talvez, mas faz também nos torna diferente dos outros; cava abismo entre os homens - disse, cabisbaixo.

DO FINAL
Em um dos seus últimos atos de patriotismo, Quaresma decidiu se alistar e lutar na Revolta da Armada. Ficar na pátria amada, morrer pelo Brasil, eis o lema do nosso herói. Seu desempenho foi até então pouco do que deseja fazer. Por isso, na primeira oportunidade que teve, decidiu relatar ao Marechal Floriano Peixoto suas pretensões.
- V. Exª como é fácil erguer este país! Desde que se cortem os erros e obstáculos de uma legislação defeituosa...
O marechal respondia pouco e olhava ao redor, revelando sua apatia. À proporção que falava, mais Quaresma se entusiasmava. Mas Floriano apresentava sinais de um aborrecimento mortal e disse:
- Você, Quaresma, é um visionário.
..
Não só de visionários que se faz o Brasil, por isso, pouco depois, Quaresma foi preso. Sozinho, abandonado por seus ideais, pensava "O que fiz da minha vida? Não me casei, não vivi, nem tive filhos." Mas teve fé, esperança em um país fadado ao domínio de despretensiosos. Amou o Brasil mais do que qualquer coisa e é assim que foi recompensado.
"Aos pragmáticos, o poder. Aos sonhadores, as balas! Eis o meu triste fim"

Inserida por umabeatriz

Autor Desconhecido...
Muitas vezes esse autor é muito conhecido até,
mas por artes de gente arteira, vira desconhecido,
ou então, L'Inconnu, em pequenas citações...
Vamos respeitar a arte alheia, seja de escritores
ou de formatadores.
Todos merecem respeito.
Osculos e amplexos,Marcial
Vamos relembrar este texto, publicado em 14/03/2003.
E a coisa continua acontecendo...

CONHECENDO O AUTOR DESCONHECIDO
Marcial Salaverry

Algo que infelizmente continua sendo um dos maus hábitos de usuários da Internet, é a sobrevida que vem sendo dada a nosso já famoso Autor Desconhecido, que começa quando um certo alguem, sabe-se lá por quais razões, simplesmente retira o nome do autor de algum texto que gosta e quer repassar.
A coisa é assim, um mau costume, que vem sendo praticado desde que começou a Internet, ou mesmo antes...

Autor Desconhecido:. Penso que todo e qualquer texto escrito tem um autor, cujo nome deve ser respeitado, e mantido em seus textos, não devendo ser retirado em hipótese alguma.
Um argumento usado, que faz um certo sentido, é que muitas vezes o nome é cortado inadvertidamente, por culpa do próprio autor, que o coloca no fim do texto, e, no repasse, alguém seleciona o texto todo, sem reparar no nome que está mais abaixo.
Sugestão aos autores: Colocar o nome sempre junto ao título. Nesse caso, quem retirar o nome, o fará propositadamente, cabendo uma reclamação. E igualmente colocar o nome no fim do texto.
Havendo colaboração dos autores e dos repassadores, diminuirá bastante o problema.

Formatação: Não existe respeito também aqui. Para criar certas imagens, as e os webdesigners gastam tempo e trabalho para criar os lindos desenhos que vemos circulando, seja nos PPS, seja nas formatações. O que acontece aqui é trágico. Ao invés de se limitar a efetuar o repasse, respeitando, além do nome do autor, o nome do webdesigner que está assinando a obra, cortam tudo que possa identificar os autores, cometendo autênticos atentados ao talento de ambos os artistas. Com que finalidade? Sabe-se lá porque fazer isso. Seria muito mais simples, escrever uma dedicatória, e repassar como está, respeitando o trabalho de quem o fez. Por que essa amputação desnecessária, e porque não dizer, criminosa? Sim, criminosa, por ser um crime de lesa-arte.

Do repasse: Aqui vem a parte mais interessante. Na teoria, quem recebe um texto sem a identificação do autor, tanto poderá ter algum trabalho numa pesquisa junto aos sites de busca, como poderá devolver o texto a quem o enviou, solicitando o nome do autor, como poderá simplesmente repassá-lo. Todas as atitudes são corretas e válidas, dependendo de sua vontade. Afinal, ele recebeu assim, gostou do texto, e quer repassa-lo a seus amigos. Perfeitamente válida e correta sua atitude. Gostaríamos que fosse diferente, mas não podemos comandar a vontade das pessoas.
Quem teve a atitude condenável não é quem simplesmente repassa um texto, mas sim quem fez o aleijão. E é à consciência do iniciador da coisa que estou apelando, para que repense em suas atitudes. Afinal, não existe nenhum ganho com isso... Por que então “podar” o nome do autor? Por que retirar o nome do webdesigner? Por que alterar o trabalho de arte lá executado? Se não gostou, ou não está de acordo com a imagem que acompanha o texto, que crie uma imagem sua, colocando o texto nela e agora sim, poderá repassa-la com orgulho, desde que mantenha o nome do autor.

O que incomoda aos autores é ver seus trabalhos circulando como Autor Desconhecido. Vamos respeitar o nome dos escritores e dos artistas da formatação.

O que incomoda aos webdesigners é ver seu trabalho violentado, e seus créditos retirados. Vamos, pois, respeitar o trabalho desses artistas, que tem o mesmo valor dos escritores.

O que incomoda às pessoas que gostam de repassar, é ter sua atenção chamada por estar repassando texto com autor desconhecido. Vamos respeitar seu desejo de dividir com os amigos os belos textos que lhes caem às mãos. É um direito que tem. E não tem culpa da coisa ter começado.

Só não se incomoda é quem começou a coisa toda, e é esse que deveria sentir-se incomodado, e é justamente a quem eu faço o apelo.

VAMOS, POR FAVOR, RESPEITAR OS TRABALHOS ORIGINAIS.

E, se quiser modificar algo que está na Internet, que tenha a ética de pedir autorização aos pais da criança para faze-lo. Não custa nada. Fica muito mais elegante. E são pouquíssimos os autores ou webdesigners que recusariam autorização para tanto.

Acreditando agora ter dirimido quaisquer dúvidas anteriormente surgidas, renovo meu apelo de PAZ NA INTERNET. Havendo boa vontade e bom senso, ficará muito melhor e mais gostoso navegar pela Internet.

Esperando por esse espírito de colaboração, desejo a todos UM LINDO DIA...

Inserida por Marcial1Salaverry

"Humildade é outra coisa; não é necessariamente ser vítima, mas ser autor de toda forma penso que independe ainda, dos meus instintos, do meu querer e do que eu vejo à respeito do mundo. Posso parecer superficial ao olhos alheios, mas ninguém vai me acusar de ser hipócrita. De hipocrisia não."

Douglas Melo

Inserida por douglasmeloideias

SEU ALBINO (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Do albino à noite
nos versos tenho
sandálias brancas
caminha boêmio.

De Chico a Nelson...
Cartola, Noel
do Rio ao samba
poema em papel.

Na boca o cigarro
num trago beija
Malandro que trabalha
Albino peleja

Do bom gosto, música
cantor e poesia
Não é da Lapa
Sapucaia lhe cria.

Onde o conheci
no amargo da luta
da roça à indústria
de fazer açúcar.

Inserida por clarique07

A MOÇA (Autor: Henrique R. de Oliveira).
lá na rua da moça
na orla da moça
da rua na esquina
serena e solta.

a frente passa
e aguardo o verso
tecido vestindo
a curva da moça.

pro lado e pro outro
o verso da moça
balança solto
na prisão do vestido.

E os olhos além
desperta o libido
no embaixo do pano
o escondido.

Da curva da moça
serena e solta
que lê os olhos
como mulher vivida.

Inserida por clarique07

Saber transformar pequenos acontecimentos em fonte de alegria é previlégio de poucos.Autor desconhecido.

Diga sim sempre que possível e não sempre que necessário!
Autor desconhecido.

Você não precisa ficar repetindo os mandamentos para seus filhos aprender á viver,ele irá se mirar nos seus exemplos de vida! Eu.

Inserida por Gilselia

A PEÇA( Autor: Henrique R. de Oliveira).
Pra lá e pra cá.
Soletrando meu nome.
Vestida em sobreposta peça.
Formato em V se esconde.

E some.....
Pra ser descoberta
de renda, seu sobre nome

Exploro entre dois montes
Para ver aonde some

A peça que deixa encoberta
Desnuda os montes
E cobre o monte...

...de Vênus
Va-ga-ro-sa-men-te
é descoberta pela mão de um homem.

E a peça retirada
Deserta ao lado de dois corpos, flama.

Fez seu papel em provocar.
Pequena, repousa na lateral da cama.

Inserida por clarique07

Vou louvar meu Senhor
Autor: Marrom(Ronan Marcelino de Souza - 04 e 05 de Abril 2010)
Ritmo: Banguela (Depende da adaptação)

Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

Coro:

Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

Vou louvar ao meu senhor
Que veio pra nos salvar
Vai mudar a minha vida
Ensinar o que amar.

Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

O caminho e a verdade
É a nossa salvação
o seu nome é JESUS CRISTO
É a luz na escuridão

Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

É jogando capoeira
balançando e cantando
È gingando e louvando
Em teu nome profetizando

Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

Por amor venceu a morte
Pra mostrar o seu perdão
vai mudar nossa história
pra mostrar sua compaixão

Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

Coro:
Lê,lê,lê,lê,lê
Lê,lê,lê,lê,lá,lá

Inserida por RonanArca

BONS VIZINHOS (Autor: Henrique Rodrigues de Oliveira).
Ser morador deste mundo
Buscando a felicidade
Saltar ou desviar do muro
Aproveitar da ponte à passagem.

Viver controlando o impulso
E adormecer a maldade
Com vozes de crianças no fundo
Canção de ingenuidade.

Semeador, aprendendo
Semear a dor, aprendizagem
Porque toda vida tem luto
Eu luto em conviver com a saudade.

Figueira é estéril do fruto
Ser fértil ao decorrer da passagem
Nos gestos ensinar como busco
Sem contradizer com as palavras.

Boneca, barco de papel
Pipa no ar, brincadeira
Bolha de sabão arrisca o céu
Brincar de pique bandeira.

Deixar o sentimento como herança
E da paz fazê-los herdeiros
Ser morador deste mundo
Pra realizar o quê hoje não é verdadeiro.

Inserida por clarique07

E de tempos em tempos a Vida nos permite ter em nossa própria história um outro autor, e como um amontoado de acordes, que sem o toque do artista algazarram os ouvidos de racionalidades individuais.
E quando enfim sua harmonia ascende, faz nascer com ela uma história. Um Novo Capitulo. Criado e Vivido em Conjunto.

Inserida por souzaAndy

ELE
Autor- Rafahel Ramos Pointer

Ele andou,suspirou,demorou, mas chegou. Ele foi com todos os seus medos, mas com todos os apreços sem nunca negar seu endereço. Foi menino, foi mulher, foi gay, foi sem fé... Mas nunca voltou nem de carro nem a pé.
Sabe la quantas noites esse menino chorou, quantas vezes a garganta travou... Ele repousava entre sombra e água se era santo porque nunca andou? E a estrada não era fácil, ele desatou os laços... Possuiu-se, fez pactos com demônios a vista, suspirava, falava de arte como se fosse a vida.
Ele desceu, subiu, estacionou no meio do caminho... Ninguém dava nada por ele. Ele se aliou a própria alma cansada, viu o menino Jesus ser atropelado na estrada. Ele dançou, curtiu, morreu, sumiu, mas sempre volta falando outra língua pra qualquer um.
Sabe la quantas noites esse menino chorou, quantas vezes a garganta travou... Ele repousava entre sombra e água se era santo porque nunca andou? E a estrada não era fácil, ele desatou os laços... Possuiu-se, fez pactos com demônios a vista, suspirava, falava de arte como se fosse a vida.
E quantos fazem da vida uma casa demolida, qualquer um faz de sua vida sua própria ferida... Ele se sentia caído e fracassado a arte o fortalecia o excitava. Ele fez de sua casa seu ninho, e desse ninho um abrigo, fez dele arte viva, fez dele seu próprio caminho.
Sabe la quantas noites esse menino chorou, quantas vezes a garganta travou... Ele repousava entre sombra e água se era santo porque nunca andou? E a estrada não era fácil, ele desatou os laços... Possuiu-se, fez pactos com demônios a vista, suspirava, falava de arte como se fosse a vida.

Inserida por RafahelRamos3

TUDO FAZ PARTE DA VIDA
Autor: Antônio Ademir Fernandes
(Nenê)
Alegria e tristeza
Tudo faz parte da vida
Não é moleza
Às vezes a alma ferida
Por uma desilusão
Faz-se loucuras sem motivo
Perde-se a razão
Num ato explosivo
Não desanime a vida é assim
Tudo passa, renasce a esperança.
Tudo se renova enfim
O amor é lindo
Se não deu certo
Outro amor é bem-vindo
Não fique deserto
Sempre há outro caminho
Um novo começo
Com mais amor, mais carinho.
Ser feliz não tem preço
A vida é um imenso jardim
Sempre surge uma nova flor
Pra enfeitar a vida, enfim
Somos a semente do amor.

Inserida por antoniofernandes

SONHAR ACORDADO (Autor: Henrique R. de Oliveira)
Do olhar pra dentro,
sonhar acordado,
nas imagens que criamos.
E sorrimos só pra gente
do que pensamos.
Vivenciando o imaginário.
Acreditando.
Querendo e ensaiando.
Para torna-lo verdadeiro.
E ocupar a vida real
Mais desinteressante
Daquilo que sonhamos.

Inserida por clarique07

ESTOU AQUI A ESPERAR

Autor: Antônio Ademir Fernandes (Nenê)

O dia que você quiser voltar
Estou aqui a esperar
Eu bem sei que nunca vou te esquecer
Tudo que eu sempre quis encontrei em você
Não importa o tempo que levar
Eu prometo, vou te esperar.
Quando a gente ama de verdade
Por dentro dói a saudade
De ter este amor no coração
Chorar sozinho a solidão
O dia que você quiser voltar
Estou aqui a esperar
Eu bem sei que nunca vou te esquecer
Tudo que eu sempre quis encontrei em você
Não importa o tempo que levar
Eu prometo, vou te esperar.
Você me fez feliz e disse adeus
Agora as lágrimas nos olhos meus
Teimam em brotar cada dia mais
Atormentando meus tristes ais.
O dia que você quiser voltar
Estou aqui a esperar
Eu bem sei que nunca vou te esquecer
Tudo que eu sempre quis encontrei em você
Não importa o tempo que levar
Eu prometo, vou te esperar.

Inserida por antoniofernandes