Texto para minha Sogra
Minha amada
Oh senhorita, de vestido longo cor azul marinho
Bailando em meio dos homens exaltando sua beleza, cabelos longos balançam ao rodar no salão
Meu incitar encantado
Paixão a primeira vista
Doce amada me conquistou rapidamente
Nos seus braços me encontro em felicidade, nos seus olhos o amor ao brilhar encantamentos
Estou na mais bela harmonia de um ser
Na conduta do amado recriando as maneiras de amar.
Minha amada foi amada
Minha amada é amada
Minha amada será eternamente amada
Por te amar em primeira vez, amando-te sem cessar.
Vaqueiro
Pobre de mim cantor
De minha gaita o assobio a imitar o sábia
Sanfona a encher de ar, notas fazem bailar a dama cor de rosa o cavalheiro arrasta pé
Sou o vaqueiro nas estradas com minha viola
cordas a boiada laçar
Espora de ouro chicote de couro de touro valente
No dia a raiá o sol no horizonte, vem a cantoria do meu berrante, boiada a passar, meu amor por cantar segue cessante.
Aqui canto por cantar, no por do sol vou cantando minhas cantorias até minha estrada acabar.
O camponês
Minha terra, conquistei com meu suor a escorrer em minha face
Aqui planto meus frutos e vem a colheita
Dos meus vinhedos bebo meus sabores,
Águas cristalinas no ria escoa sobre as pedras brancas e cachoeiras
No amanhecer a leve brisa molha o orvalho
Por fim meu cantinho
Aqui quero viver
Aqui quero morrer.
Fecho os olhos e
sinto sua boca na minha,
nessa noite escura e fria.
Imagino seu corpo quente
em um abraço envolvente.
Imaginando seu rosto,
sentindo seu gosto.
Mas o tempo que passa
e você não me abraça.
A madrugada chegando
e você demorando.
Outra noite sozinho,
querendo carinho.
O amanhecer que acontece
nova esperança aparece.
Eu saio para estrada
para te encontrar minha amada.
E por fim nessa dor,
com você meu amor!
Sergio Fornasari
Sorriso
Lembrei dos dias
em que via você saindo
com os vizinhos
enquanto eu na minha casa
cuidava do meu irmãos
até certo ponto
não me importava tanto
mas você me viu como isca
para me usa nos seus planos
me deu ideias de vida
planejamentos do futuro
iludiu minhas lágrimas
não me fazendo como um brinquedo
me assustei ao sabe
quem era você de verdade
a mulher dos meus sonhos
era apenas uma falsidade
enquanto você se divertia
sobre minhas custas
você roubava me sorriso
sim o meu sorriso
o meu sorriso
o que me custou muito
a covardia contra um cavaleiro
e muito pesado para você viver
carregando a culpa sem amor
não vale a pena chorar por você
sinta muita dor
No silêncio desta fria madrugada o barulho da minha mente não me deixa dormir, por isso escrevo sem pensar, simplesmente para o sono chegar, porém, logo em seguida penso sem querer e volto a corrigir tudo que escrevi!
- E esse barulho que não para? E o sono que não vem?
Será tudo força do pensamento ou a fraqueza das ações que me convém? ...
Às vezes parecia que era só acreditar em tudo que eu achava tão certo, e tudo então seria assim, mas, agora que enxergo o que não vejo, percebo que não é suficiente apenas acreditar. Que não basta ser demais!
- E a mente que não cala? E o sonho que sonhei?
Será tudo questão de tempo ou será isso um sonho também?
A minha ambição
Por muitos anos andei,
Por terras longínquas passei,
Achei oceanos perdidos,
Tesouros esquecidos vi.
Mas não encontrei aquilo que buscava,
O nome primordial, o nome do vento.
Para reis e sábios perguntei por ele,
Mas eles não souberam me dizer nada
Ate que um dia eu finalmente o encontrei.
Pude sentir seu movimento,
Ver sua forma nas folhas claras,
Que seguiam seu sopro mutável.
Era o nome do vento, meu agora.
Respirei fundo, senti o sol em mim
Ouvi com atenção e percebi as cores
Pensei calmamente e pude enxergar,
Chamei ele pelo seu nome mutável.
E o vento, veio.
Diante de teus olhos encontrei a minha paz .
Diante da alegria de viver encontrei o seu prazer
Sei que com palavras não posso descrever o quanto eu quero te ver
Sei sonhar mais não mais acreditar
Que talvez algum dia você possa voltar e me amar
Talvez algum dia você possa falar o quanto e bom me amar por mais q um dia eu deixei você escapar
Do meu coração
Que só quer o seu perdão
E aí sim posso dizer
O quanto e bom
Te amar
Amor da minha vida : Poemas sem versos: Jaime Antonio Aranda
Amor da minha vida tem sorrir abril
É tarde e à noite despertar despertar em mim
Tem amanhecer brilhante como um farol de descanso pesquisas
Amor também não renunciou só vem graças
Amor da minha vida é um resumo do tempo que viveu
Não há necessidade de procurar o melhor do bom e do mau para encontrá-lo
Desculpe não amo porque levou um par de aros
Desculpe amor não altar diante de Deus, porque nós juramos
Eterno amor não é apenas mudando com o tempo de ilusão
Sentimentos são substituídas por costumes afeição feliz
Como o rio para o mar, assim como o verão termina no Outono
Tão ruim que você nunca esquece como o amor e não o ódio rimar
Amor da minha vida tem que pouco sorriso menina
Tem verdade dos lábios e nos corações de mãos ansiosas para me
É a pobreza se pobre fora e sinceridade se eu menti
Que tem solução de paz amor felicidade alcançada.
O amor da minha vida e eu encontrei talvez, talvez, eu não perder
Talvez e ignorar e não importa que eu me deu você estivesse aqui
Tempo de amar, porque inveja esperado para esquecer
Inveja amor e chamar o tempo de espera para terminar
Amor da minha vida, talvez na esperança de que eu serei seu
Talvez eu realmente sinto falta para merecer o que eu tenho hoje não
Amor da minha vida talvez lendo isso hoje estes versos
E esboço da aguarela para voltar para mim ou me encontrar aqui
SOLO
Os carros passam
E a minha vida
É regida por sintonia
Solo segue, em direção a terra prometida
O meu coração,
Naufragado no teu desprezo,
Inquieta em solavancos
Ao fitar o seu passar
Nas escadarias da escola
Eis me intrínseca
Implícita
A riscar palavras
Regendo versos distorcidos
Vindos da alma
Ante assim
Do que desvairada ser
Dou um panorâmico olhar
Vejo todos da cidade
Mas todos não vê a minha solidão
Que é força motriz
Movimenta meu romantismo
Gera inspiração
E assim a carrego por ai
Como uma criança inocente
Em meio a tecnologias
Há tempos tenho a esperança
De encontrar frente a frente
Meu segundo lado faltante
Para entender em meio a cidade moderna
Que o sentimento velho ainda não morreu
Vibra e brilha com força
Só para quem sabe e quer enxergar
Sobre meus 18 anos
Sei que já sorri várias vezes
Sei que a minha vida foi estressante
Sei também que a minha história
Não fora assim tão interessante
As vezes paro e penso
Que um dia eu chorei sem motivo
E que julguei sem as pessoas sem consenso
Mas hoje olho para traz com um olhar agradecido
E como num passe de mágica
Só tenho a agradecer por minha família e amigos meus
E vejo a minha vida como um dádiva de Deus
De olhos fechados
Sobre minha vida escrevi
Pôs percebi
Que para tirar do fundo
O que a muito tem se tornando o meu
mundo.
No meio do escuro
Não precisei ver o que escrevia
Para isso sábia o que sentia.
De olhos fechados
As luzes se apagaram
E com isso um abismo negro se formou
Foi preciso isso
Para ver no que a minha vida se tornou.
Encontrei no escuro
A luz que não mais brilhava durante o dia
Estava certo que era o único caminho que havia
Meu coração assim dizia.
Pensei na hipótese de ser obra do destino
Logo refleti que o destino tratava se de
escolhas e não meras casualidades.
As coisas acontecem, porque têm que acontecer.
Eu deixei de ser uma estrela
pra te dar minha luz
eu deixei de ser flor
pra te dar minhas pétalas
eu te dei meu amor
meu sorriso
e em troca ganhei espinhos
sua ingratidão
falta d carinho
e desrespeito de montão
talvez seja por isso q hj eu me arrependo
de ter trocado água pelo vinho
a alegria pela mágoa
mas continuarei andando por essa longa estrada
em busca de outros jardins
q cultivem flores de amores
q conserve os bons valores
e esteja repleto de bons desfrutadores
Quero que minhas palavras sejam como pétalas, tocando devagarinho.
Que de minha boca saia apenas sons suaves e sutis, pra não assustar, não machucar.
Palavras grosseiras eu deixo pros rudes, as minhas foram feitas pra acariciar, para tocar com sutileza, para emocionar, para afagar...
Que pros seus olhos eu seja toda leveza, daquelas que o vento não consegue carregar.
Mãe me amamenta outra vez
Me traz para a vida
Cuida de mim
Mãe, segura a minha mão
Me leva em segurança pela vida afora
Penteia os meus cabelos
Remenda as minhas roupas
Traz aquele leite morno com bolachas
Quando eu estiver doente
Ri de novo das minhas palhaçadas
Que eu sempre faço só para te fazer rir
Me mostra o chinelo outra vez
Mãe, conta uma história
Lembra da sua casa
Lembra da sua mocidade
Do seu cavalo tão bem cuidado
Mãe, me chama de Beth, Marga, Zena,
Troca o meu nome outra vez
Mãe, faz tudo de novo
Tão igual e tão perfeito
Na sua simplicidade e ternura
Mãe, não morra nunca
O mundo é muito feio
Imagina sem a senhora aqui...
Mãe, eu amo a sua comida.
Meire Moreira
minha angustia infinita mesmo,
tenho pequenas gotas de alivio mas;
deixou como está no silencio vejo suas mentiras,
não compreendo porque tanta coisas,
para chegar no mesmo lugar,
senti era para rir nas minhas costas mesmo,
rir do meu sentimento agora se senti como...
um cemitério sem importância...
pois deixei minha humanidade a muito tempo.
então tudo que disse são apenas fagulhas entre as cinzas
de uma fogueira olho a distância de tuas palavras,
e respondo com mesmo tipo frieza...assim me encontro...
dentro de sarcófago sem sentimentos no gelo atroz.
O VELHO DA BANDEIRA
Colori a minha linda bandeira
De papoilas vermelhas no verde campo
Entre o trigo, a cevada e o centeio
Feita da mais pura seda já vista algum dia
Vejo a partir da minha janela um velho
De olhos enrugados com pedaços do céu
Com o coração aberto ao longo inverno
Talvez à espera do quente verão
Tarde em silêncio, misturada de oração
Caminhada alegre, tocando o chão
Oprimido, anda nas tramas do seu corpo
Cronologia alinhada de uma metáfora fragmentada
Dignidade presumida de um vendaval
Terapia de discursos roubados em sonhos de liberdade
Incontrolável sentença, na sua débil resistência.
DIA DAS MÃES
Me recuso a postar uma foto de minha mãe, me recuso a concordar que apenas hoje seja o dia que devo fazer isso por ela, me recuso a ser capacho de um sistema que me dita o que fazer, me recuso a engolir o que me empurram garganta abaixo. Minha Mãe não tem um dia, ela tem uma vida, tem uma história, tem uma saga e não será com presentes embrulhados em papel brilhante e amarrados em fitinhas coloridas que eu irei demostrar a ela o que sinto. Prefiro mostrar a ela que a vida que ela me propiciou é usada com dignidade, assim como foi a dela. Exemplo do que foi a sua.
voo pela escuridão então lembrança vem...
na minha mente perturbada,
um gole vinho vejo momento que se passou,
um corvo paira sobre meus pensamentos,
alguns tiros muitas lagrimas,
enquanto o mundo toma suas formas,
minha alma paira pelos edifícios da cidade escura,
olho seus olhos a morte me deixou voltar
nas loucuras dos meus pensamentos,
corro no meio de um pesadelo,
nessa revolta deixada dento do profundo sonho,
nessas horas com gritos da noite
perfuro meu coração... nas declarações de amor
e ódio foi abandonado quando acordei,
uso uma mascara que protege meu coração...
sem sensações absurdas dadas por momentos cruéis,
me jogo de um abismo de pedras...
sua voz macia da um contraste na minha escuridão,
meus pesadelos foram esquecidos...
mesmo assim tenho lembranças de um amor.
apático com tuas declarações me dei a morte,
senti que tempo fora simples como uma gota de sangue,
seca simplesmente pelo fato de estar morto,
no tormento do silencio liberto meu coração,
nas lagrimas de passado repleto de tentações,
que violam meu tumulo onde deixo meu corpo se decompor,
meu nome foi esquecido num olhar a tempestade...
todas minhas dores formam um abismo...
um ano antes tudo poderia ser feliz,
no entretanto as dores tomam rumo cruel
perco minha liberdade sinceramente...
minha mascara de palhaço no dia dos mortos...
faz ressuscitar meus dilemas fujo da cidade...
não há para onde fugir das perdições da minha alma.
a musica perturba meu coração perdido,
em lamentações dos quais desejo esquecer...
mais uma vez sinto que mundo acabou,
meus cortes, minhas lagrimas, gritos...
não expressão o infortúnio...
nem mesmo desespero... assim vejo
tudo que vivi foi passado por abismo,
descrito numa musica,
balas atravessam meu corpo...
minhas lembranças me levaram...
enquanto um corvo paira com minha alma...
para braços da eternidade deixo tempo passar...
porque flores numa cova vazia de tantos sentimentos.
a tristeza da minha alma descompensada.
então digo-lhe te amo...tudo muito triste...
tento sorrir mais estou realmente triste.
negro sentimento te amo pois sei viver.
nos dias que passa-se em rio de temores
afio minha alma possuída pelo além...
tristeza além de qualquer sentimento...
no terror da floresta a morte é um sonho...
meu espirito livre a tal tão almejado.
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