Texto Medo
E com toda essa conjuntura psicótica que o Brasil está vivendo, eu tenho medo. Não é medo por mim; é medo pelas minhas filhas, pela minha mãe, pelas pessoas que estão próximas de mim. Porque, Deus o livre, se um grupo extremista conseguir romper a linha tênue da democracia, todos nós estaremos vulneráveis. Tenho receio de ser alvo de perseguição política, como tantos já foram ao longo da nossa história. E, se isso não acontecer comigo de imediato, sempre paira o temor de que possam atingir minhas filhas, minha mãe ou as pessoas que amo. Para grupos que desejam o poder a qualquer custo, a violência nunca foi uma barreira — e, para mantê-lo, a história mostra que alguns são capazes de práticas desumanas.
Basta lembrar o que ocorreu em 1964: políticos, estudantes, trabalhadores e cidadãos comuns foram perseguidos simplesmente por defenderem suas convicções ou por protestarem nas ruas. Eu seria um desses: alguém que sairia às ruas para defender a democracia. Por isso, meu medo não é apenas da ruptura institucional em si, mas do sofrimento que ela pode provocar nas pessoas ao meu redor e naqueles que lutam por um país livre.
A democracia é um mal necessário. Mesmo que eu não concorde com tudo o que ela produz, ela ainda é o único sistema capaz de proteger vidas, garantir direitos e impedir que a barbárie se instale. Ela é o mal necessário que deve existir para toda a população do mundo — principalmente no Brasil.
Após alguns meses esperando,
num misto de felicidade e medo,
finalmente, nascestes ao meu mundo,
amar ganhou um novo significado,
aquele misto desentimentos
ainda perdura,
uma experiência muito diferente
das outras,
um aprendizado a cada dia,
às vezes,é uma loucura,
eu te dei a vida e em troca,
ressignificastes a minha,
ela tem mais valor,
sem ti, agora, ela seria vazia,
quero ser uma mãe cada vez melhor,
és parte da minha alegria,
meu intenso e verdadeiro Amor.
Eu te vi como ninguém nunca viu...
Te vi nua, sem máscaras, magra, linda, insegura, com medo de errar...
Te vi grávida, vulnerável, com o corpo transformado e a cabeça triste, sem autoestima.
Te vi flácida, fragilizada, achando que eu iria te olhar diferente — e eu fiquei, eu te ajudei, te cuidei, te mudei.
Te vi irritada, doente, chorando, tremendo... Sem dormir, com dor nas costas, irritada mas sempre sem saber pra onde ir.
Eu te vi e te cuidei nos dias q você queria sumir.
Naqueles dias que só meu cafuné e meu abraço te acolhiam.
Eu te vi nos surtos, quando tu empurrava teus medos pra cima de mim.
Eu te vi mentindo por pânico, com medo de me perder, quando outras vezes tudo o q quis foi me abandonar.
Eu te vi fazendo ultrassom tensa, segurando minha mão forte demais com medo de não escutar o batimento.
Eu te vi no hospital, 12 horas chorando pela dor e pelo medo, e te vi me culpando quando não pude estar perto.
Eu via teus olhos sorrindo quando sentia o Murilo mexer.
Eu te vi comendo rápido pra tentar esconder a ansiedade.
Te vi reclamando das dores nas pernas, no peito, nos pés e eu fiz massagem naqueles pães.
Eu te vi vomitando, deitada no chuveiro porque não tinha força.
Eu te vi chorando arrependida, querendo se jogar do carro pra provar amor.
Eu te vi no parto, momento que só eu e você sabemos.
Eu te vi cuidando do Murilo bebê.
Te vi corcunda, dizendo que doía tudo...
E eu fiquei ali, o Murilo numa mão e você na outra.
Eu te vi tentando esconder tuas estrias, teu cansaço, as quedas de cabelo.
Eu te vi querendo ser forte o tempo todo e eu sempre contigo, das 6 e 30 da manhã dos domingos q você trabalhava, as madrugadas com o Murilo na clínica enquanto você fazia as medicações com a tua mãe.
Eu te vi pegar o Murilo recém-nascido sem saber como seria dali pra frente
Eu te vi chateada por eu não poder passar a noite com vocês...
Eu te vi mãe pela segunda vez — e foi lindo, mesmo na bagunça.
Eu te vi dormindo sentada, exausta.
Eu te vi com olheiras que nenhum filtro ia esconder.
Te vi rindo e chorando no mesmo minuto.
Eu te vi sem poder levantar da cama.
Eu te vi com medo da chuva
Eu te vi desamparada,
Eu te vi em êxtase, após o melhor amor da tua vida, falando que não existia nada como aquilo...
Eu te vi por completo, Jaine — a mãe que queria eu como pai da filha, a mulher magoada pelo marido não confrontar a ex enquanto ela era insuportável, eu te vi perder a linha e culpar o Be pelas atitudes da mãe dele.
E eu nunca quis ir embora.
Eu te mediquei, te curei, passei madrugadas te fazendo cafuné já separados.
Eu te cuidei e te vi em situações que nenhuma outra pessoa vai ver,
Eu toquei em partes que ninguém vai tocar, não por prazer, mas por cuidado.
E mesmo tendo visto a tua alma nua...
Visto mentiras e teu lado perverso, vendo a manipulação e a humilhação e por isso te disse coisas horríveis, tudo o q eu sempre quis era que tu me provasse que era mentira... As palavras que eu disse foram mais reflexos dos machucados que eu absorvi do que o q eu sentia, doeu em mim muito mais porque eu te amei de um jeito que nem você se amou...
Mas tu escolheu me tratar pior do que alguém q você conheceu no dia anterior.
Não entendo pq riu da minha dor.
Escolheu usar o amor que te cuidava pra me humilhar.
Escolheu se magoar por palavras que já entraram em mim me machucando e só repassei pra ti a dor de se apagar toda a história que um dia escrevemos.
Tu escolheu testar, manipular, diminuir o homem que sempre só se dedicou a ti.
Mas mesmo assim eu te entendo.
Eu tinha amor, muito amor pra te dar e não me importava em ser humilhado.
Tu tinha esse buraco na alma que eu tentei preencher com amor mas nunca foi suficiente.
Hoje eu fecho o ciclo, o amor que eu te dei, pode ficar,
Eu aprendi a criar amor de onde deixaste cicatriz.
O Mendigo de Afeto
Era o mestre do pranto, o servo do medo,
Guardando no peito um triste segredo.
Expulso de casa, jogado ao relento,
Vivia o calvário de cada momento.
Ela gritava com voz de trovão,
Fazendo do homem o pó do seu chão.
Batia na porta de um velho parente,
Com o corpo cansado e o olhar de doente.
Pedia um canto, um prato, um favor,
Curando a ferida de um falso amor.
Mas ela chamava, querendo humilhar,
E ele, cativo, aceitava voltar.
Porém, o destino teceu nova trama,
Longe das cinzas daquela chama.
Um dia o silêncio foi sua resposta,
Ele virou de uma vez as costas.
Não houve conversa, nem houve partida,
Apenas o passo pra uma nova vida.
Agora o cenário mudou de lugar,
Não há mais ninguém para ela mandar.
O teto que sobra é o teto que isola,
A sua soberba agora é esmola.
Caiu em depressão, no fundo do poço,
Sentindo no peito um amargo nó na garganta, um esforço.
Perdeu quem servia, perdeu quem amava,
Aquele que ela sempre esmagava.
Ele está livre, em paz, no caminho,
Ela está presa no próprio espinho.
O tempo ensinou, com o seu rigor,
Que quem planta o ódio não colhe o amor.
Me fascina ...
O seu medo absurdo,
Tão parecido com o meu,
De pensar de vai me perder
Como perde a fala
Acusa
E ataca
Me olhando com amor
Como eu te abraço forte
E beijo seus lábios
Que aceitam a contra gosto a carícia
Pergunta e responde
"O que vou fazer hoje "
As forças estranhas e não ocultas
Que enfrentamos todos os dias
Que buscam a nossa fraquezas para nós a afastar
Mas não conseguem
Você é minha dádiva
Oração
E templo
E eu sou só seu
E só isso que sou
Não tenho a sua pureza
Ou castidade
Nem sua iluminação
Deus nos uniu para um propósito
Sermos apenas um
Eu vazio e você santa
Eu bruto e você flor
Eu vida e você sonho
Eu nada e você tudo
Somos o nosso mundo e nada mais existe
Somos a poesia
Que faz nosso universo ser criado
Na explosão do amor
Que sentimos um pelo outro
Ao nos tornamos um
Entre o medo e o ir — a hora da despedida
É na dor vivenciada ao longo da vida que aprendemos a nos reconstruir.
Na existência, muitas vezes somos atravessados por fases tão desafiadoras que chegamos a pensar que não resistiremos. Isso acontece porque, por vezes, esquecemos que o verdadeiro intuito do existir é justamente viver, e vivenciar a travessia e seus processos.
Nos últimos dias, experimentei uma das fases mais desafiadoras deste tempo: a despedida da minha matriarca, sobretudo pela incumbência que me foi atribuída, a de instruí-la no caminho de volta para casa, ensinando-a a livrar-se da bagagem do medo de seguir.
Foram dias tão complexos que confesso: até me esqueci de que outrora o fiz com maestria, quando o desígnio era menor e não requeria tanto sentimento envolvido. No entanto, estar vestida da própria pele — sendo eu agora a filha, e ela, a mãe — quase me fez trepidar. Quero dizer: cheguei a desejar sair da roda e transferir tanto o papel quanto a responsabilidade a outrem.
Porém, aquele momento que parecia interminável fundiu-se de mãos dadas ao crepúsculo, hora tão reverenciada por aquela mulher aguerrida durante os cultos realizados diariamente, desde que encontrou seu maior refúgio: a consciência do existir.
Finalizada a travessia dela, sentei-me na pedra posicionada aqui dentro de mim, à esquerda do peito, e chorei. Não pela sensação de dever cumprido, mas pela saudade imensa das lembranças de tudo o que vivemos — impressas em mim desde que este meu mundo é mundo.
Uma vida bem vivida não se mede pelo medo nem pela alegria,
mas pelas histórias que teve coragem de viver.
Porque o medo paralisa, a alegria passa, mas a coragem permanece.
É ela que transforma quedas em aprendizado, dores em resistência,
e momentos simples em memórias eternas.
Viver de verdade é atravessar tempestades sem perder a fé,
é se lançar no desconhecido mesmo quando o coração treme,
é escolher o risco da autenticidade em vez da segurança da rotina.
No fim, não seremos lembrados pelas vezes que sorrimos ou choramos,
mas pelos caminhos que ousamos trilhar, pelas batalhas que enfrentamos,
e pelas marcas que deixamos no mundo.
A vida não pede perfeição.
Ela pede presença, coragem e verdade.
E quem vive com coragem escreve uma história que nunca se apaga.
Afirmar que não tens medo
Inteligente não é
Ostentares a humildade respeito e a fé
Seres a gota d'água
Isolada
Na profunda solidão
Desgarrada à sua raça
Sem nenhuma proteção
Junte- se as outras
Escoa- se desta imensidão
Frutifique este deserto
Mais amor no coração
Volte- se a Jesus
Obtenha a salvação
Ou então irmão
Esvairás feito cinzas ao vento
O embrião não fertilizado
Água que corre rumo ao pântano
Povo sem território
País sem nação..
O verdadeiro Natal que só quem tem medo do fim enxerga...
O Natal é recomeço
Sem preço
O Natal é fim e começo
Ele não é de "presente"
Mas a gente sente quem está presente.
Nele às vezes sentimos falta de certos parentes, calma..
Eu falo daqueles que mora na sua alma.
A verdade é que Natal
É o dia que nos mostra o final
Nos revela que não vivemos em contos de fadas
Que não existem pessoas encantadas
Vivemos envolta de nossas próprias falhas
Que ruas não são sempre iluminadas... com cor
Que mãos dadas nem sempre é amor...
Ele nos deixa com lembranças marcadas a cada esquina que a gente andava,
Pois vivemos numa capital irreal..
Onde temos ação ilegal,
E o normal...
É que amor sempre vai ter um final...
Natal nos revela que, estamos perto do futuro
o futuro qual não enxergamos pois é escuro..
E deixa subentendido que o presente...
Não dura para sempre
E nos mente frequentemente...
E o "para sempre", Sempre acaba, igual a uma vela lentamente,
Pois a vida é uma aquarela..
Não temos controle dela,
Mas TOME CUIDADO pois...
O "para sempre" sempre se encerra....
O Natal é onde todo mundo vê que o ano realmente acabou ou está perto de acabar.
A TEMPESTADE DE PENSAMENTO, DE DESEJO E DE MEDO!
A tempestade de pensamento, de desejo e de medo:
Ataca todo o sistema de defesa!
Derruba e fustiga!
Penetra através de pontos fracos!
Não tem pena nem misericórdia!
E
Deixa-te completamente devastado!
Então,
O que fazer quando ela aparecer?
Tomar consciência dela através do exercício da Atenção!
Um amor puro!
eu quero falar oque sinto mais não consigo por medo de perder vc e
nossa amizade eu quero me entregar de alma a corpo mais meu coração está com medo e cm mto amor mais n consigo explicar ou falar pra vc qnd falo com vc parece q meu dia melhorou fico mais feliz em saber q está bem e que seu dia foi bom, meu dia fica bom qnd falo cm vc eu tenho q aprender mto mais não consigo esperar mais pra abraçar vc e encher de beijos
O medo não é o inimigo.
Ele é o espelho que revela nossas fraquezas e, ao mesmo tempo, a chave para nossa coragem.
Ter medo de lutar e acreditar que o mundo vai te derrubar é entregar sua força antes mesmo da batalha começar.
O medo não derruba ninguém.
O que derruba é se esconder atrás dele, é aceitar a fuga como destino, é se acostumar com a prisão invisível que ele constrói.
Ousar enfrentar o medo é descobrir que ele não passa de uma sombra: grande na imaginação, pequeno na realidade.
O verdadeiro terror não está no medo em si, mas em viver acorrentado a ele.
Quem ousa, quem enfrenta, quem caminha mesmo tremendo, descobre que o medo é apenas o primeiro passo para a liberdade.
UMA CARTA PARA A MORTE
Tenho medo de olhar em teus olhos, mas tenho vontade de sentir o teu beijo frio e o teu abraço gelado, me envolve com tua mortalha, me leva daqui, quero derramar minhas tristezas em teus braços. A vida me fez te desejar, sinto que nasci para morrer, parece que fui feito pra você, quero ir ao mais profundo do abissal, onde ninguém possa me encontrar. Deixa eu lavar tua veste com minhas lágrimas, canta pra mim uma música triste, então deitarei em teu colo e dormirei e não mais acordarei.
Autor: Raone Fonseca
"Eu olho em seus olhos e não entendo.
É medo o que tem aí dentro?
Vi em seus olhos uma alma que teme os sentimentos.
Senti bater em seu peito, um coração repleto de decepção e sofrimento.
Será que pensa que também sou tal tipo de desalento?
E os nossos momentos?
E minhas palavras? Será que foram apenas juras vazias lançadas ao vento?
Ando te lembrando, venho te escrevendo.
Na sua ausência não vivo, apenas venho, com labuta, sobrevivendo.
Ah! Os nossos momentos...
O mundo parava e não existia o tempo.
Eu tento, entenda, eu tento.
Quero-te comigo, para adoçar meus beijos, afastar meu sofrimento..."
“Senhor, livra me do medo, da incerteza, da desesperança, indecisão e fraqueza, eu me apego em tua graça, teu poder, ó pai, me faça forte, se eu merecer,me cubra com o sagrado e divino manto, elimina minhas dores, culpas e prantos, proteja os meus dessa mesma dor, prostrado de joelho, eu te peço senhor”
Niasa
Quando o medo emergir, saiba:
Somos pequenos, mas gigantes.
O mundo é uma caixinha que, por infinitas caixas, somos incluídos.
Não podemos nos entristecer pelo mundo em que somos minoritários. Mas alegre-se: que mesmo pequenos, podemos transformá-lo.
Mesmo pequenos, somos grandes perante os pássaros que, ao contrário de nós, voam ao surgir no mundo.
Segredo, desejo e medo
Caminham juntos; vencer começa em acordar cedo.
Anseando por mais, não por vaidade nem exagero,
mas porque, no fundo, sabemos: merecemos.
Largar na frente não garante chegar primeiro,
o caminho é longo, o tempo é rei, mas somos príncipes, meus guerreiros.
Às vezes a vida te põe em segundo ou terceiro,
pra ensinar que pressa não forma caráter verdadeiro.
Chegar por último não é sinal de fracasso,
é um convite claro pra um belo recomeço.
Novas estratégias pedem treino e dedicação,
verdade consigo mesmo e firmeza na execução.
Olhe ao redor, observe os mais experientes,
há conselhos que só o tempo torna evidentes.
Na linha de chegada veremos, conscientes,
quem caiu, levantou e seguiu resiliente.
Seguir firmes pelos percursos que nossas pernas ousam percorrer,
só você precisa entender o que lhe motiva e lhe dá força a se tornar
o vencedor que habita aí dentro de você.
Tenho medo da morte, não tenho medo de morrer. Por ter medo de morrer, quero continuar a viver.
Tento viver intensamente cada instante, com cada gente.
Tente aproveitar cada ente, que se permite viver alegremente.
Viva cada instante como sendo o derradeiro.
Viva bem ao lado de quem é verdadeiro.
Viva a vida com prazer e disposição de aproveitar esse milagre ao qual tens que é viver.
❝ ...Não deixe que as amarras do passado
te prender, não limite sua vida por medo
de sofrer. Abra seu coração para as bençãos
que chegam de mansinho, em gestos de carinho,
nunca deixe que tirem de você a esperança de um
novo dia, um novo recomeço, uma nova historia.
Ainda que seja difícil, mesmo que venha as provações,
minha Fé conforta e alivia a minha Alma....❞
❝ ...A Mulher Guerreira não tem medo do aguaceiro; ela dança na chuva e prova que a felicidade é um estado de espírito que vento nenhum apaga.
O medo é para quem não aprendeu a lavar a alma.
Ela levanta os braços, deixa a água abençoar o rosto. Em cada giro leve, em cada entrega que acalma, Há um adeus definitivo ao que ficou exposto...❞
---------------- Eliana Angel Wolf
---------- Eliana Angel Wolf
