Texto em versos
Porque poesia viva vai além dos versos, das palavras. Ela ultrapassa ações e penetra em sentimentos. Fere suavemente corações e chega ao recanto mais íntimo do ser. Assim, nesse turbilhão de exaltação, acredito que a poesia é mais que revelação, é uma profunda adoração, comungada entre mim e você.
Eu poderia escrever os mais sinceros versos, soletrar a gramática de ponta a ponta, desenhar as palavras, falar de fé, de Deus, de amor, de você. Poderia. Eu poderia escalar o céu, flutuar no mar, pôr as asas pra funcionar e me esbaldar na sala de estar, na terra, no ar. Poderia. Mas a minha humanidade se cala e a minha imperfeição tropeça na insônia dos que não têm defeitos. Independente do que fui e do que sou, irrelevância à parte, não estou só, porque é muito bom ter alguém que nunca desistiu da gente, mesmo quando merecemos ser esquecidos. E isto é mais do que empatia. É amor.
Minha cara dama a tanto escrevo lhe digo que meus probres versos a quem muito dedico-me e a você uma linda dama com cabelos encaralodos sorissos contagiantes e brilhantes olhar sedutor e apaixonante estou enfim lhe agradecendo por ser minha grande inspiração minha amiga que tanto me impressiona eu abro meu coraçao a ti pois tenho uma enorme gratidão pois eu repito eu repito porque meu coração manda em minha noção tenho tanta paixão e consideração por voce que os segundos perto de ti ficam cade vez melhores denovo lhe agradeço por me dar tanta inspiração e todos meus poemas e pura dedicação para voce minha bela dama estridente com o coração ardente.
Nada em mim é complicado, nada em mim é proibido...sou feita de versos, me transformo, me crio, me invento. Vou a lua num piscar de olhos, chego ao céu em segundos, atravesso o mar, viajo nos sonhos, danço sobre as ondas...nada em mim deixa de acontecer. Tudo acontece do meu jeito, na minha hora...te amo na chuva, no mato, no rio...te tenho nas cores, nas flores. Sou lua, estrela, pássaro livre que voa no amanhecer, que chega onde deseja, vai a onde quer...sou beijo sem pecado, abraços apertados...sou descanso, remanso, sou livre feito o vento,sou veloz, sou água, verde...sou fogueira, lareira...sou fantasia, poesia...sou mulher sem medo, sou segredos...divido, somo, completo...Sou assim, o que decido, resolvo, escolho. Sou linda flor do teu jardim !
Eu tentei te pôr entre as linhas dos meus versos e te transformar em palavras todos os dias, desde que deitei meus olhos em teu sorriso morno. E cada olhar que me proporcionavas impetrava ser encaixado em uma poesia. E o som da tua voz, junto aos teus pequenos detalhes, puxava-me para um mar de doces termos que nunca se permitiam abrandar para que eu sossegasse meus dedos com uma dose inteira de ti.
Com gosto de domingo escrevo versos e ouço canções, tentando arrumar os pensamentos. Enquanto o sono não vem, meu coração vagueia sem destino,minha alma respira fundo e veste-se com um sorriso a angustia insiste em conversar com a solidão olho no espelho, meu sorriso está acuado, desgastado. Minha pele está fragilizada e envelhecida minha esperança beira o abismo olho na parede vejo uma passagem pra morte meus sentimentos congelam O vento agora está forte lá fora, uivando como uma música triste teclado na mão agora na tela toda a tristeza desaba nas vogais e consoantes na formação das palavras. Boa noite.
Versos são flagrâncias de perfumes que pairam no ar. Minha mente é livre, mesmo assim tem um limite. Meu inimigo no reflexo eu começo a encarar. Já fui anfíbio em outra vida - agora sou humano e pago a minha dívida. Somos seres de outro plano quando amamos. Prefiro a resistência a sua impertinência, é questão de dedicação até alcançar a excelência. Tu quer prudência? Visualiza uma referência. Frequência de pensamento. Chuva cai do céu e se mistura com cimento. A vida é muito bela, mas não posso ignorar o sofrimento. Sou assim, encaro a vida desse jeito. Se quero eu tento. Se posso, aproveito.
Na mania de versos vou escrevendo sobre o nada que me rodeia e sobre os sentimento que anda morando em mim, sem a minha permissão. As assas que minha alma mantém escondidas hoje vou liberar vou voar até a aonde meu pensamento me levar quero me libertar do meu quarto quem sabe no infinito eu encontro você. Os sentimentos se misturam na vida de um poeta sonhador,mesmo chorando as lágrimas da solidão tem que saber expressar o amor. Boa noite
Procuro nos livros, nos versos, nos poemas, nos contos, e não acerto, não acho palavras que caiba no que sinto quando te imagino aqui, sinto uma saudade que aperta o peito em qualquer posição de qualquer jeito, sem te ver e sentir sua respiração olha o que causa em mim, pensa agora comigo quando nos encontrarmos, será assim, não terá fim.
Noite sem sono, versos sem razão. Olho pro céu, as estrelas estão tão brilhantes esta noite e eu ainda estou caminhando sem rumo. Lembro-me das noites que tivemos juntos, sentindo seu corpo juntinho ao meu. Estranho como tanto tempo se passou eu ainda posso te sentir, basta fechar os olhos e deixar com que a brisa dessa noite toque o meu rosto, ainda sou aquele que te fazia chorar de tanto rir . Ainda sou aquele que te mandava beijinhos com os pedacinhos de giz no quadro de avisos . Acho que Preciso mesmo com urgência e de um transplante de cérebro,assim sendo quando o dia amanhecer e no horizonte eu não te ver. poderei entender que fui ultrapassado pelo tempo você não está mais por aqui. Boa noite.
No colo da noite, a poesia dança em minha cabeça Minha alma palpita versos esquecidos no armário do tempo, era uma noite como outra qualquer, mas meu pensamento, estava longe e minha alma estava inquieta. Nessa noite nem dormi fiquei batendo papo com a lua e os olhos pairados na janela. Uma grande nuvem negra se avisinhou cobrindo tudo com sua negritude poderosa meu silêncio gritou incessantemente dentro de mim vi minha descrença abraçar-me e enfraquecer meus sonhos. já e mesmo hora de voltar, senão me perco no deserto dos meus pensamentos. Boa noite.
Antes que me saia da cabeça e meus versos coloque na gaveta e pendure meu violão triste, cansado de seu cantar e minha caneta não liberte mais palavras e se cale meu desejo de falar, deixo traços de quem sou, pra quando disser que fui, tu não queiras duvidar, pro reflexos de mim hoje, pra quando amanhã contar, alcance o desejo que tens do mundo querer mudar e alimente os teus sonhos com fé e nunca cansar, pois teus sonhos são teus sonhos tem que sempre acreditar.
Palavras nem sempre dizem tudo e nem sempre as entendemos, mas os versos nos tocam, como a brisa e o sereno. Assim seguimos pela vida, levando n’alma a esperança de ter sempre uma guarida e o coração em bonança. Somos humanos iguais, cada um com seu pensamento, mas as mensagens nos trazem sempre um pouco de alento ao coração que é um cofre que sempre pode gerar, distribuir e guardar mais e mais sentimentos bons.
Tenho palavras tortas para encher a boca faminta e versos a perder a hora no infinito da língua. Sei que às vezes uso palavras repetidas. Mas quais são as palavras nunca foram comidas? E posso rimar palavras contidas onde tardam as margaridas. Nosso amor se demora e já se perdeu outrora, mas a criação é farta e a cria vira criador da própria vida. Abunda o roçado de nossas mãos que ignoram os calos e conversamos calados se há no céu sonhos alados. Ainda hei de ser a colheita de sua plantação se fartam poemas no chão, se mesmo distantes te levo no coração, onde perpassam todas as estações de nossa amizade frondosa, que pagam as tardes onerosas. E somos frutos evidentes de poesias que não mentem, pois que são nossas todas as sementes. E se faz ausente meu ser indiferente se na terra vermelha sou como uma vidente, e posso ler seus pensamentos e me sentar com eles. E conversamos longamente. De palavra em palavra se faz uma corrente e escrevemos convincentes que melhor se farta a mesa se compartilhamos nossa certeza. Será só imaginação? E eu diria que não, se os versos pegam meu dedo e mais palavras acrescentam à sua canção. Eis nossa inefável comunhão que fala abundante na sala. Vamos fazer um filme? Nossa vida já é um cinema, que lembra os dias presentes. Eu sei bem quando eu te vi pela primeira vez e desde então se escreve uma longa história, de fragmentos de memória. Somos elegantes se paramos um instante ao deixar a criação fazer novos razantes. Multiplicam-se as vozes se te fala Maria e me fala João. Dançamos quadrilha nas linhas de nossa mão. A vida e suas voltas que partem e nosso amor vira arte a encantar outros corações. Eis que há abundância no chão de nossa contemplação. Ainda que eu falasse a língua dos anjos e falasse a língua dos homens. Sem amor eu nada seria. E te dou meu mar e nossos oceanos bailam com ardor, no poema que não esconde a importância do amor. Livre se faz quando volta ao se abrir a gaiola. São nossos olhos gaivota que não querem deixar partir, pois juntos somos mais que dois e nossa conjunção alcança novos ares, no mar que te dei sagrado a levar sem dor as ondas do nosso amor.
Quem é você que na face oculta da noite desbrava o chão dos versos a tecer um poema controverso? Sou sua face dúbia que não encontra espaço no chão da sala para me fartar de palavras inebriadas. Falo do amor que pode ser qualquer morada. Se esta rua fosse minha eu mandava ladrilhar com poesias antigas para eu mesma me fartar. E muito pouco cumpro daquilo que prometo, pois eis que esqueço sua face mascarada e me perco em palavras pesquisadas, que não alcançam meu vocabulário, que caminha qualquer estrada, pois a liberdade há de encontrar também a palavra. E muito mais falo ao peixes se meu poema não sabe a hora de parar e anda devagar a espreitar um novo conceito nas colchas de retalho que eu costuro e são maiores do que minha estatura. Vendo meus versos solenes a qualquer vivente que a linguagem experimente. Caranguejo não é peixe, caranguejo peixe é, nas ondas da vida eu sou a maré, que te convida a escutar minhas rimas de uma vida que ultrapassam minha sina. Sei do pouco o muito e cobra juros se perdida na colina suspira a existência perdida. E longo caminho se faz, o que para muito tato faz, mas meus passos têm pressa se a poesia se esvai e tenho nas mãos peixes numerosos que me escutam com atenção. Nada se faz além de andar em círculos e as verdades que eu não mais acredito, se está ausente a luz solar e sou visitante do meu próprio lar. Morre incongruente o passado obsoleto e já não protegem os amuletos, se nada se sente no momento presente e são incipientes todas as obras inacabadas, se não há mais pés que caminhe a estrada. O dia escureceu em minha mente e não há argumentos que me façam mudar de pensamento se já foram plantadas todos as sementes e estou abruptamente descrente de qualquer fruto que brote no chão. Eis uma canção que não se escreve, pois entardece o poema ausente de beleza plena a vagar no solo da realidade a inquietude de minhas mãos incertas se a face deslumbra o ardor frenético de um forte remédio que descortina o tédio e fazem os olhos verem o estático minuto da aurora que foi outrora festiva e convidativa, mas agora se farta de rima que muito pouco dizem e me resigno se minha sina é comprar uma passagem só de ida e esquecer o passado de minhas madrugadas. E há de haver novas estradas para fazer raiar minha alegria distante que não encontra rios de água cristalina a desviar a íris de qualquer lembrança fria. Novamente se faz despedida na inconstância do amor que morre todos os dias. Chamaria isso de vida.
Na noite que tarda estrelas, as mãos tecem versos no chão e se podia dizer que era manhã, já que as palavras tudo aceitam dos versos descomprometidos com a verdade e eu não diria que é mentira se ardem as esmeraldas. A face reflete o mais puro céu azul e os girassóis deliram no amarelo altivo de uma vasta plantação. E se diria que o rubro de minha face era a vida queimando na melodia indizível das colinas esverdeadas que murmuravam fontes de água cristalina nas mãos de flauta. E se podia dizer sobretudo que tudo já foi dito, mas o poema contradito toca a margem do infinito e mais versos geram em minhas linhas digitais. As árvores falam o sussurrar das folhas ao vento e colorem de flores o chão e as ruas se fazem rosas, vermelhas e larajadas, uma camada farta de detalhes numerosos em sonhos de turquesa. O amor partiu em muitas tardes como uma imagem que se esvai e restam fotos antigas desprovidas de vida. E o amor já não é uma necessidade, haja visto o preço oneroso da vida, pois é preciso comer, morar, vestir e viver. Eis que o amor é um luxo e se procura a paz no esdrúxulo movimento de se manter em pé. E para tanto se pede um pouco de fé, na esperança desmedida de o mundo ser melhor e sermos melhores para o mundo. No entanto, navego no absurdo e planto flores no olhos plenos de palavras, que assim compõem uma paisagem que não distingue as estações e faz solar a escuridão da noite. Faz do sul o norte e tudo muda de lugar no poema a proclamar verdades de imensidão nos dedos que tecem rimas nas constatações violetas do corpo em êxtase, pois tudo são pormenoridades se escrevo e me escutam e nada tarda na vida que permanece no tempo. Seguimos fortes sem lamentos a poupar o rosto de lágrimas frágeis, porque se bem observar não há motivos para chorar, pois que estamos vivos e atravessamos todas as madrugadas frias.
Noite fria... não só no clima ,mas na circunstancia ,que a vida nos proporciona .meus versos se formam , em base do que a vida me sugere,e continuo a escrever lamentando uma grande saudade como dever do meu Carinho que sinto. Não tenho flores, só tenho versos que exprimem não só o que sinto, mas o que penso. e por agir assim talvez não seja compreendido .Convêm que os homens digam o que não sabem e, por ofício, o inverso do que sabem,o grande drible de emoções e sentimentos em que o homem se perde e não sabe dominá-lo.As vezes isso acontece e não tem como evitar ....aff
Em meio às folhas de outono, nasceu o nosso amor. Amor escrito em versos, na sombra das árvores, que cantam ao som das folhas sendo levadas pelo vento. Amor, eu desenhei meus sonhos no brilho dos teus olhos, e você tão docemente me estendeu a mão e levou-me para o lugar onde vivem as estrelas que nos iluminam até mesmo nas manhãs.
"Já fiz versos, escrevi um romance, amei muito, fui desprezada a maior parte do tempo, conheci e desconheci pessoas. Agora com toda essa bagagem vou viajar dentro dos meus conhecimentos, me enamorar das minhas qualidades, ser fiel aos meus propósitos... E se nesse meio tempo alguém aparecer, vou oferecer uma xícara de chá e pedir para que coloque sua personalidade... Doce ou sem açucar"
Depois de tudo ele ainda não compreendia, era como se versos desencontrados formassem a mesma poesia, mas estavam soltos, espalhados em páginas ocultas do livro, nascidos em poemas opostos, porém, irmãos. E ela, filha de uma das dezenas de heterônimos, encontrou o ponto comum de onde todos os fazedores de versos roubavam o néctar, assim, se amaram.
