Texto Detalhes
Jufazjus...sou tantas e não sou nenhuma. Não me prendo a detalhes, mas sou perfeccionista com os outros. Sou furacão e calmaria. Sou anjo e monstro. Posso ser sua, mas só se eu quiser. Não sou minha, nunca fui. Ainda não me encontrei. Estou em construção. Se quiser, pode vir. Será bem vindo. Venha. Pode colocar uns tijolos em meu castelo. Tenta a sorte. Quem sabe são os tijolos que faltam para eu terminar o que falta?! Fica. Fica mais um pouco. Está bom assim. Estou gostando dos detalhes e o toque que você está dando ao acabamento...
Namore um cara que possa te eternizar nas palavras, que possa descrever os seus detalhes cuidadosamente. Namore um cara que te recite Machado de Assis e Vinícius de Moraes na madrugada, e faça você se sentir a própria poesia. E, por fim, namore um cara exagerado, que faça questão de demonstrar o quão importante é tê-la ao seu lado.
"Em meio o destino, a vida nos cerca de detalhes muitas vezes incapazes de nos fazer enxergar além de nossos sentidos, algumas vezes não desvendamos os valores no momento correto, e deixamos passar ou até perdemos a oportunidade pela covardia. Que não me falte coragem e sobre sabedoria para as atitudes que deverei tomar diante dos fatos que a vida me proporciona..."
Mulher se encanta por detalhes, não é teu carro ou tua moto que fará ela se apaixonar por você, carro e moto ela mesma conquista! Particularmente é tão lindo andar de mãos dadas sair conversando na rua, cada um paga sua conta sabe, ela não precisa te beijar só pq aceitou sair com você, ela pode beijar sem compromisso assim como vc, mas ela gosta tanto de dizer quão especial você é, te dividir não é questão de egoísmo e sim de carinho! Entenda nem todas são iguais nem todas querem ficar por ficar! Não nos confunda com as outras...
"De detalhes te pinto,desenho curvas e cantos, me perco,pra não errar recomeço,apago enfim o esboço, faço um pouquinho de esforço,pra te criar parecida, continuando assim sigo,risco com o dedo teu corpo, muito cuidado te afago, enfim termino,me calo,de êxtase sigo o embalo, prazeroso fim,pois enfim terminei,que pena não te criei,mas de prazer caminhei cada pedaço teu eu andei.
Posso dizer o quão belo é partilhar a leveza da vida em pequenos detalhes, fragmentos de felicidade que recebo diariamente e encontro nos mais inusitados lugares. É como se encontrasse pacotinhos que foram deixados pelo caminho. Seja no brilho de um olhar, no sorriso de canto de boca, no bom dia e no amor partilhado sem nada pedir em troca.
Detalhes da vida é comprar filé mignon e ao comer, ter fiapos entre os dentes, quando na verdade o filé mignon de tão macio, isso não deveria acontecer, ou seja, ser enganado sem perceber, comprar uma falsa ideia mesmo que sejam de detalhes imperceptíveis mas que se pensarmos bem, possamos notar.
Em meados dos anos 50, em uma cidadezinha pequena, em algum lugar do Brasil, onde os detalhes não importam e as pequenas coisas prevalecem. Encontrava-se Antônio, mais um trabalhador árduo desde jovem, sempre trabalhou na roça, em condições humildes. Ele nunca se importou com as coisas de maior valor, assim como muitos que vem de cidade pequena. A família nunca se importou com ele. Não sabia ao certo o que significava família, nem de longe. E Judith, uma jovem da cidade, que assim como Antônio, trabalhava desde cedo. E que vivia por conta própria. Todos nós estamos cansados de ouvir essas histórias de nossos pais ou avós. De como antigamente trabalhavam desde pequenos e tinham que ter independência. Não era diferente com eles. E inevitavelmente, eles se conheceram. Antônio encontrou a parte que lhe faltava em Judith. E Judith encontrou a paz que lhe faltava em Antônio. Essas coisas de sempre. Vem à amizade, a paixão e o amor. Ambos não sabiam o que era ter alguém ao seu lado, não sabiam o que era ter alguém para contar, para conversar, para cuidar. E foi exatamente por isso que eles se deram tão bem. Trabalhavam cada vez mais, e também se apaixonavam cada vez mais. Antônio fazia questão de todos os dias, levar uma rosa que roubava de um dos vizinhos da região para ela. Era algo errado, pelos motivos certos. Em certo dia, ele comprou um radio, e eles passavam as noites ouvindo musicas do Elvis Presley, cantando e dançando. Judith nunca se importou que ele não soubesse dançar. E Antônio nunca se importou que ela não soubesse cantar. Mas eram as noites mais felizes e bonitas de ambos. Em uma dessas noites, Antônio havia esperado Judith, como fazia todos os dias, e lhe disse que tinha uma surpresa. Levou até um dos lagos da cidade, entregou a rosa do dia, mas com uma diferença, um bilhetinho pequeno, escrito com a sua letra, um garrancho, melhor dizendo. E nele estava escrito “Sei que não um cara charmoso, rico ou maravilhoso, mas deixa eu te mostrar que posso te fazer feliz? Eu não vou precisar de nada disso para isso. Foge comigo e vamos construir a nossa família? Deixa eu te cuidar? Se você quiser, se meu amor bastar.”. Judith, sem palavras, olha fixamente para frente, quando vê Antônio dizer — Aceita casar comigo? — Ela, quase que imediatamente, responde — Eu aceito. Algumas semanas depois, estavam os dois, juntando suas malas, e o pouco de dinheiro que tinham, e indo embora para a cidade grande. Eles mal sabiam por onde começar. Foram para a igreja, e mesmo que sem familiares, trataram de logo casar. Assim que o padre terminou a pequena cerimônia, ele chegou à parte “Judith, você aceita Antônio em casamento, prometendo amá-lo, respeitá-lo e ser fiel, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?”. — Eu aceito — Repetiu o processo com Antônio, terminando com ele respondendo — Eu aceito. E o padre terminou dizendo “Eu vos declaro, marido e mulher, pode beijar a noiva.”,. Antônio beija Judith intensamente, ela olha para ele e diz — Até que a morte nos separe Antônio. Eu te amo. E Antônio, sem pensar duas vezes, diz — Até que a morte nos separe Judith. Eu também te amo. Aos poucos, eles foram se acertando, passaram por grandes dificuldades, é verdade. Mas o amor forte e intenso que sentiam um pelo o outro, parecia superar qualquer barreira e dificuldade que fosse. Logo Antônio conseguiu um bom emprego, trabalhando em uma fábrica famosa de carros, e em pouco tempo, já estava comprando um terreno e construindo a casa que tanto sonhara ter com Judith. Assim que terminaram a construção da casa, venho o primeiro bebê. Eles nunca tinham ficado tão felizes. Ele cuidava melhor do que nunca de Judith e do bebê, comprava tudo que ela tivesse vontade, e se dedicava cada vez mais no trabalho. Com o nascimento e a alegria que o bebê trouxe, eles olharam para si mesmos, e descobriram, finalmente, o que era realmente uma família. Um encontrou no outro a resposta para o que ambos haviam buscado. Família era ter os seus sonhos, medos, desesperos e dificuldades compartilhados e, acima de tudo, ter um ao outro. Mesmo que tudo lhes faltassem, o importante eram eles se completarem. Dois anos depois, o segundo filho chegou. E dois anos mais tarde, o terceiro. Eles eram uma família humilde, porém de um caráter admirável. Criaram os filhos de uma forma justa e correta. Embora tivessem passado por coisas difíceis, os filhos cresciam felizes e sempre sorrindo, todos eles. Cada filho foi crescendo, se tornando homem ou mulher, e aos poucos, foram atrás de fazer o próprio futuro. Antônio e Judith haviam criados filhos maravilhosos e se orgulhavam todos os dias por isso. Eles também, de certa forma, criaram os netos que viriam a seguir. Porque muitos passavam mais tempo na casa dos avós do que em suas próprias casas. O que era natural, vendo que os dois tinham jeito para isso. Antônio sempre soube que Judith era o amor de sua vida e era algo encantador de se ver. Mas assim como o tempo passa, a velhice chega. E é claro, com ela vêm os problemas de saúde. Judith sentiu isso na pele. Vítima de um AVC, mais conhecido como derrame, que normalmente, deixa sequelas em quem as têm. E não foi diferente com Judith, que havia perdido os movimentos do braço direito e da perna direita. Ela, que sempre ousou de cuidar de sua casa sozinha, lavar as roupas, fazer comida, uma mulher incrivelmente independente. Agora, se via tendo que depender de outras pessoas para arrumar a casa, cozinhar e lavar roupa. Até para andar precisava de ajuda. Antônio sofreu junto com ela, cada dificuldade e problema que ela passava. Ele chorou junto, cada lágrima que ela derramava. Ele esteve com ela todo o tempo. Levando-a para a fisioterapia, todas as tardes, mesmo que estivesse cansado para muitas coisas, ele sempre estava disposto para ela no momento em que necessitasse. E aos poucos, ela foi melhorando, e quem pensa que ela desistiu de cuidar de seus afazeres? Pouco a pouco, ela foi voltando às rotinas de sua casa, da sua maneira, mas ela limpava, cozinhava e lavava. Usando apenas um dos braços e uma das pernas. Com alguma ajuda de vez em quando e para algumas coisas. Ela era um exemplo. Que mesmo depois de passar por tempos difíceis, ainda assim, lutava para não perder a capacidade de ser independente, para não se sentir inútil. E com certeza, isso ela não era, nunca foi. E assim foram nos últimos dez anos. Antônio levava Judith para a fisioterapia, para o médico ou simplesmente media sua pressão. Ele estava lá. Pronto para socorrer a qualquer momento. E nunca deixaram de estar juntos, nunca deixaram de se amar e se respeitar. Até que em um certo dia, ela foi hospitalizada, mais uma vez, com um segundo derrame. E o estado dela foi se tornando cada vez mais grave. Antônio tornou a levar uma rosa para Judith todos os dias em que passara no hospital, assim como fazia quando roubava uma rosa do vizinho, mas dessa vez, ele apenas fazia algo certo por motivos mais certos ainda. Aos poucos a situação de Judith foi piorando, e em uma das noites em que estava no hospital com Antônio, ela disse que não aguentava mais, mas tinha medo de deixar ele sozinho, porque ela sempre havia se preocupado mais com ele do que consigo mesma. Antônio disse para que não se preocupasse, mas sim, que se fosse chegado a hora dela, apenas vá em paz. Ele mesmo, não aguentava mais ver a esposa sofrer todos os dias. Ela olhou para ele, apesar do olhar enrugado e mais velho, ainda assim, o mesmo olhar apaixonado de quando se conheceram e disse — Eu te amo Antônio, sempre amei e sempre vou amar. — Ele segurou em suas mãos, beijou a sua testa e disse — Eu te amo Judith, sempre amei e sempre vou amar. Para todo o sempre. — Minutos depois ela sorriu, e adormeceu. No dia seguinte, chegava à notícia que Judith havia falecido. Junto venho o velório e o sepultamento. E enquanto Judith era enterrada, Antônio se aproximou do caixão e disse alto, acreditando que de alguma forma, ela o escutaria — Você foi a melhor companheira que eu poderia ter, durante mais de cinquenta anos. Você foi tudo para mim e sempre vai ser. Uma parte de mim está indo embora com você, a melhor parte. Nada do que eu tenha feito por ti, foi o bastante. Eu te amo, Judith. — Naquela mesma noite, Antônio estava em sua varanda, em meio a um céu estrelado. Ele se lembrou da frase do dia de seu casamento “Até que a morte nos separe.”. E ela havia separado. Pelo menos durante a vida, pelo menos por algum tempo. Mas a mesma morte que um dia os separou, seria quem um dia os faria se reencontrar. O amor momentâneo viverá por certo tempo, mas o amor verdadeiro viverá para sempre. Ele tinha certeza que ainda não era o fim. E quase sem pensar, olhou para o céu, com os olhos cheios de lágrimas, e disse — Até que a morte nos reencontre, meu amor.
Que eu só me apegue aos detalhes que valem a pena. Porque eu já não tenho tempo pra coisas pequenas, pra gente sem luz, pra essas coisas pequenas que atrapalham o riso. Minha pressa é de viver o que realmente importa. E só me importa o que faz bem. Minha urgência é de sorrisos, afetos, delicadezas. Minha necessidade é de gente que traga paz, de coisas que brilhem, de amores que nunca morrem. Vivo para ser doce. E que seja, então.
Com um tempo agente vai aprendendo a dar valor nos pequenos detalhes, mesmo que isso nao termine do jeito que eu espero eu ainda vou ter muita coisa para contar, mas ele foi o garoto que mais mecheu comigo principalmente pelo fato de ser igual a mim talvez eu nunca mais encontre alguém assim… H.A.
Cuida bem. Observa os detalhes. Olhe nos olhos. Tente reparar no que ninguém repara. Acaricie as mãos. Leve uma flor num dia qualquer. Surpreenda. Ouça. Seja sincero. Amor se constrói na simplicidade. Hoje em dia, ele está tão raro porque não param pra notar que ele não tropeça nas grandes montanhas, e sim nas pequenas pedras
Como a vida é e como a vida deixar de ser, detalhes, desafios, enigmas, tentamos encontrar uma formula certa, mas não ha uma formula correta nem padronizada para se viver, então seja único, exclua os preconceitos, as criticas destrutivas e curta, compartilhe e comente os melhores momentos da sua vida, vivendo eles de forma intensa do jeito que só você conseguira viver.
Não disperdice nada do que a vida te oferecer. Momentos, detalhes, pequenas coisas, poucos minutos... O tempo passa para todos, um dia a gente envelhece, amadurece e compreende que tudo aquilo que um dia parecia tão insignificativo e banal, estava recheado de alegria e felicidade e ai, finalmente entendemos que o que era pequeno é grande e a diferença esta no enfoque dado aos detalhes que nos circundam. Priscilla Rodighiero
Bom mesmo é curtir a vida, apreciar os detalhes, os pequenos gestos, as pequenas coisas... Diminuir o barulho externo para ouvir o que diz nossa alma e nosso coração. Bom mesmo é virar a página, abandonar o velho e recomeçar sem medo de lutar... e acredite, tudo isso é possivel porque Deus nos da a chance todas as manhãs de abrirmos nossos olhos. (Priscilla Rodighiero)
São os simples detalhes que me encantam e florescem minha alma. É na simplicidade inocente que transbordo e recomeço. É o cotidiano que me faz acreditar em pessoas do bem. É a humildade silenciosa que me faz crer em um amanhã colorido e é no toque suave do "Pai", que eu me encontro e percebo que não estou só, pois comigo esta Deus, me livrando do mal e me abençoando dia a dia. Priscilla Rodighiero
Existem pessoas que para conquistar o sucesso esquecem dos pequenos detalhes, esquecem que a chave para tal sucesso é simplesmente cultivar boas amizades, respeitar o próximo, valorizar aqueles que te deram oportunidade, ser humilde, deixar Deus ser o guia e nunca pensar que a vida começa de cima para baixo, pois as pessoas que alcançaram o cume da montanha são aqueles que começaram do nada e valorizaram as pequenas coisas.
Eu sinto sua falta nos detalhes. Na ligação que chega de repente, na mensagem em que me chama de seu, do sorriso bobo depois de uma piada, de quando você esconde a cara só pra não admitir alguma coisa, e de como me olha chateada por desvendar alguma coisa em você. Eu percebo que alguma coisa não bate quando saio de casa e não tenho seu bom dia ou boa tarde. Como se tivesse sumido minha guia. Não quero nem lembrar do quanto pesa não ter o seu boa noite depois de um tempo te contando como foi o meu dia. Sua força, seu gênio, eu jeito. Personalidade forte, sempre soube que você tinha e nunca tomei isso por defeito. Tudo bem se você não consegue escolher onde a gente vai comer, que filme vai assistir, nem a qual festa podemos ir. Você deixa a meu critério (sempre), mas gosto de ver como você censura algumas coisas de cara. Tem coisas que realmente não fazem seu estilo. Como eu sinto a sua falta. Parece que cada pedacinho seu ficou gravado em mim e, por algum motivo - amor?, não quer sair. Aí, olho nosso retrato, vejo seu sorriso escancarado e não tem porquê ter medo do amanhã. Mais certo que a ida é a sua volta. E quando você bater os olhos em mim de novo, tenho certeza que seu coração vai te dar a resposta: é ele.
A mensagem boa é como um bom barco, feitas fora da tempestades, construída em detalhes, pensando em cada canto, não deixando faltar nada.. dentro da mensagem e do barco sempre bom ter o engenheiro e o autor, para caso aconteça algo inesperado tenhamos a certeza que tanto a mensagem e o barco não se perca no caminho. Bem certo que nesse barco e carregando essa mensagem chegarei aí destino..
Você sente a falta dele(a) né? Nos pequenos detalhes ele(a) sempre está presente em sua vida de alguma forma: nas roupas que ele(a) esqueceu e não foi buscar na sua casa, no perfume que você sente no meio da rua e te faz lembrar que era o mesmo que o dele(a), nas notificações que chegam no seu celular, mas nunca são ele(a), nos sorrisos que você esbarra, mas que nunca transbordam tanta emoção no teu coração quanto o dele(a). Nas promessas de permanecer em sua vida que, embora pareciam verdades eternas, se tornaram mentiras no momento em que você olhou para o lado e não o viu mais. A falta dele(a) é enorme, é gritante e parece que nunca vai silenciar aí dentro. Quando alguém que amamos parte da nossa vida por opção, dói! Muitas vezes até achamos que somos insuficientes, que há algo de errado em nós e que nunca mais iremos encontrar outra pessoas que nos faça sentir tudo o que sentimos com aquela pessoa. Respeite seu momento! É um fase de luto, sim (mesmo que muitos digam que não). Só você sabe o quanto a falta dele(a) dói em você. Entretanto: você não pode se permitir viver isso por muito tempo. Para superar a saudade, é preciso senti-la, mas aceitá-la em certo momento. Compreender que viver no passado não irá trazer ninguém de voltar e substituir a dor, pela gratidão dos momentos que foram vividos. Afinal: a falta que ele(a) te faz não é e nem deve ser eterna, mesmo que a saudade bata na sua porta vez em quando. Ele(a) decidiu partir, mas você precisa permanecer em si mesma(o) para aprender que sua felicidade sempre esteve dentro de você.
Eu não me apaixono fácil... eu me apaixono pelos detalhes - Eu me apaixono pela maneira como me tratam, pelo jeito que me sorriem com o olhar. Porque eu sinto em cada olhar, uma ebulição atingindo partes de mim que se aproximam mais rápido do prazer e eu não posso deixar de ver a ironia... deixando pedaços temporários seus, em todos os lugares que me toca. E não precisa tocar o meu corpo; para saber que através do seu toque: Eu entrarei em chamas que dificilmente se apagariam....
