Texto de Reflexão de Amor
Com a sua inevitável partida, parte do meu amor por ti foi transformado em saudades, cada ocasião se tornou mais significativa, ganhei uma grande razão para não perder a coragem de viver uma vida alegre, emocionante, simples, intensa, apesar das adversidades, a felicidade sobressaindo a tristeza, usufruindo e amando de verdade os valiosos instantes e as pessoas queridas, assim, se Deus quiser, seguirei em frente, feliz, sendo a tua continuidade, a concretização dos teus sonhos, daqueles que sonhaste para mim, errando, corrigindo, aprendendo, construindo, perdendo, mas nunca desistindo, Deus conduzindo tudo e de algum jeito, sei que continuarás comigo.
Como estar aqui se o teu amor vive em terrenos áridos? Como estar em paz se o teu amor é guerra? Entre a seca e a guerra o teu amor vai sobrevivendo capenga. Será que é amor ou apenas uma ilusão? O amor é luz, é paz, é harmonia, é vida, é eterno. E por ser eterno ele nunca machuca e nem morre.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
Nas relações interpessoais, acredito assim, recebo com amor, carinho e agradecimento o que queira me dar e por conseguinte te darei o meu melhor de mim, também, mas o que não seja meu, ninguém tem a mínima obrigação de me ofertar. Não acredito em permutas quanto aos sentimentos mas acredito em generosidade infinita quando se quer bem e ficar feliz vendo o outro bem feliz, também.
Quando fui convidado a fazer parte deste mundo, cheguei aqui diante de muito amor de meus pais e de minha família muito celebrado mas mesmo assim muito puro, nu, assustado e equivocadamente indefeso. Desde então cresci e me foi adicionado de forma abrupta em minhas tantas trajetórias de perguntar e responder, o sujo, o falso distante do pudor, a dor, a mentira, as errôneas seguranças transitórias e os equivocados poderes temporais que pouco nos valem. Hoje na idade madura, diante da verdadeira luz caminho num esforço sobre humano de corpo, mente e espirito, tentar voltar ao que era perfeito e resgatar minha original despreparação, pureza, fé inabalável e esperançosa ingenuidade, diante da triste certeza que em espirito e verdade dentro de meu coração antes eu já era sem saber, bem mais próximo do perfeito e da imortalidade que nunca deveria ter crescido e me deixado contaminar com as doces mentiras e as imperfeitas ilusões deste mundo.
O espirito de um colorista segue com amor o bailar de um pequeno beija-flor, indo de lugar a lugar, em todos os momentos da vida, levando cores. Por mais que em nossa inquieta trajetória, muitas vezes entre medos, dores e perdas, acinzentem nossa estada, é com as cores vivas e fortes, que reinventamos nosso paraíso de ir além, bem. Coloridamente bem. A arte de colorir está impregnada, naturalmente na alma da gente.
Feliz do homem sábio que visita com amor o pomar e se depara com três tipos de frutos. Os mais maduros e muito doces, preserva no pé para os passarinhos. Os que tiverem no ponto certo recolhe para com calma comer. Os ainda verdinhos, redobra sua atenção perante a eles, para que possam amadurecerem em seguirem por vida, seus caminhos.
Até a Sua vinda a terra, ninguém conhecia a verdadeira bondade. Até a Sua morte na terra, ninguém conhecia o verdadeiro amor. A partir da Sua ressurreição em terra, todos passaram a acreditar que o caminho, a verdade e a vida somente Jesus pode-nos dar. Alegremo-nos! É chegada a hora da renovação. É chegada a hora da VIDA VINDA em CRISTO!
Metáfora é uma figura de linguagem onde se usa uma palavra ou expressão num sentido incomum, designando um objeto ou qualidade dentro de uma relação de semelhança entre suas terminologias. Metáfora vem do latim, “meta significa algo” e “phora é sentido”, já do grego sua origem significa uma transposição, uma mudança e correlaciona os sentidos das palavras. O mais óbvio é que diariamente e corriqueiramente usamos as nossas metáforas para transmitir emoções, desejos para disfarçadamente expressar nossos sentimentos, fazemos uma analogia das questões vivenciadas a cada instante cotidianamente, extremamente importante na nossa condição de humanidade, submetendo os seus significados. É como estar dando murro em ponto de faca, eu não faço isso literalmente, mas aviso, aviso que está errado ou certo e poucos escutam. Difícil se fazer entender. Mas não quero e nem posso carregar o mundo nos meus ombros e deixo por fim as responsabilidades caírem a quem se segue o seu próprio destino. E milhões de vezes lhes digo amanheceu mais um dia!
As linhas. Os detalhes. Eu queria que as fotografias mostrassem o que vejo,mas me escapam pelos milésimos de segundos entre um piscar de olhos. Pudera eu ter a sorte de registrar aquele sorriso no canto da boca. A mecha de cabelo deslizando lentamente pelo rosto. Ou brilho daquele olhar. Como se não houvesse mas nada de belo. Como se o mundo parasse e aquela fosse o único fio de alegria que existisse. Simples e bonito. Mágico.
Quero ser so seu em seus braços estar , beijar seus lábios , ouvindo uma música aguardando vc apagar as luzes para se deitar comigo , e nos ficarmos juntos nos olhando e nos acariciando vendo filme ao cair da noite , sobre o mistério das estrelas , dentre um beijo e outro troca de olhares e de carícias pelo corpo um calor ardente e um fogo descontroladamente noa perdermos .
Você já pensou? Suas queixas só fazem lhe afastar da sua própria felicidade. Pensamos nas coisas que nos faltam e não nas muitas razões maravilhosas que temos para sermos felizes aqui e agora. Olhe em sua volta, olhe você, olhe dentro de você, sorria. Você nasceu completo, potencialmente auto-suficiente, e pronto para encarar suas inevitáveis e duras derrotas, amarguras e decepções. Não esqueça, por um dia sequer, do seu valor, do seu mundo, do seu amor...
O que quer que eu escreva não pode descrever,o meu coração está cheio de algo que nem sei dizer,é inexplicável o que passa no meu coração,ansiedade,amor ou apenas ilusão,quem é ela que meche com os meus sentimentos?não sei, é um ponto de interrogação,não conheço seu cheiro nem o gosto do seu beijo,é proibido gostar de alguém assim?onde será que isso vai chegar?não era pra me apegar mas me apeguei,disfarçar amor,dizendo que é amizade é difícil eu sei,é pecado amar? o que fazer não sei!!! mas se o amor for um pecado,continuo sendo pecador,e nessa loucura da vida,vou vivendo agora com mais uma interrogação,sem saber o que fazer em tal situação,sigo em corda bamba esperando que alguém me pegue quando eu cair,e quando eu cair e me levantar,que olhos sera que vai estar lá,será Deus a me julgar ou um amor para recordar.
Tem muita gente no mundo acreditando que vai ser feliz tomando sua decisão, porém esquecendo de olhar ao seu redor, uma decisão que faz você feliz, mas deixa muitas infelizes não é sabedoria, é egoísmo, pense nisso, afinal não vivemos em um quarto fechado, isolado do mundo, vivemos uns com os outros
Hoje o texto vai ser diferente. Nada de melancolia, dessabores e principalmente desamores. Hoje é o dia de falar da pessoa com quem acordo todas as manhãs, a quem eu deveria dedicar a maior parte do meu tempo. Bem, quem é essa pessoa? Sou eu mesma! Amar a si mesmo não é ficar em frente ao espelho e cuspir um “eu me amo” made in Paraguai na frente dele, o amor-próprio tem que ser vivido a cada dia, hora, minuto e segundo. Quem se ama de verdade não perde tempo se preocupando com a opinião alheia, nem perde tempo guardando mágoas, e o principal, quem se ama de verdade não tem medo de cair porque sabe a força que tem para se reerguer e como diz um famoso samba “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Durante anos esqueci como me amar, quem me via andando pela rua não sabia o quão rancorosa e amarga eu estava, não tem aquelas senhoras amarguradas que se reúne com uma amiga e só faz reclamar o quanto que a vida é ingrata? Essa era eu. Estava criando uma terceira guerra mundial dentro de mim e mesmo que sem querer afetava as pessoas que me cercavam, discuti com gente que nunca me fez mal, passei a ver apenas o lado ruim de todas as pessoas, perdi alguns amigos, ou melhor, quando você está para baixo acaba descobrindo que existem certos “amigos” que a função deles é te deixar pior do que já está, mas sem mais detalhes porque eles não merecem lugar nesse texto. Mas, esse período ruim não foi apenas de perdas, pois ganhei amigos incríveis que me relembraram o mais puro significado da palavra amizade, foram meus curandeiros sentimentais, limparam minhas feridas, me deram um remédio tão eficaz que nem o melhor de todos os médicos seria capaz de receitar. O melhor de tudo é que eles estão comigo até depois da “cicatrização das feridas” e vão me ajudar a não procurar a quem me fere novamente. E com isso, aprendi que é impossível ser feliz sozinho, mas um grande passo para essa felicidade está dentro de nós: o amor. O próprio é uma derivação, mas não é egoísta, muito menos prepotente, o amor-próprio é um dos caminhos que nos leva a outros tipos de amores, nesse amor deixamos o passado no passado e tudo o que nos incomodavam se tornam meras experiências. Ainda não atingi o auge do amor-próprio, mas estou no caminho!
Não importa o tamanho, a intensidade ou a duração que sua batalha ira durar, o importante é saber que aqueles que a enfrentam com dignidade, honestidade e trabalho, não sairá dela de mãos abanando. Porque o esforço de nossas mãos será recompensado por aquele que nos capacitou para a batalha. "JESUS"
Ninguém nasceu para ser sozinho, porém, precisamos entender que tudo nessa vida depende de nós, nunca devemos depositar nada no próximo, mas... a reciprocidade tem que existir, a pessoa que chega vai te encontrar completo, transbordando e irá transbordar o dela com o seu, fundir, e ter aquele rio de coisas boas pra nadarem juntos!!
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
Entrei no elevador e vi você. O andar foi subindo. Meu coração também. A porta abriu. Saímos. Nem imagino para onde você foi, onde está agora. Na verdade, já te esqueci, assim como desfiz as malas. Esse foi o único momento em que amei alguém que não conheci. Ali acreditei em amor a primeira vista, mas vi que não necessariamente ele tinha uma conexão com o destino, apenas com o acaso. Não ficamos juntos. Não sabemos a nossa história no infinito de possibilidades em que teremos que passar.
"temos tão pouco tempo aqui..que não vou ficar tentando ser outra pessoa pra viver pra os outros...vivo para mim...é pra isso que estou aqui..nasci só..e os amigos que tenho são presentes da vida..mas viver..só vivo para mim..estou só mas não me sinto abandonada...se sou criação e produto de um DEUS, nunca estarei só...as pessoas se contradizem com seus próprios ensinamentos..se dizem criaturas de um DEUS e moldam uma sociedade doentia e cheia de preconceitos consigo mesmo.sou unica onde quer que eu vá..como não me amar? como esquecer de mim mesma,da minha pele,meu ser,meu espirito,minha alma pra julgar outras pessoas?"
