Texto Aprendi
Milagres acontecem na cura, além do que, só aprendi pelas cicatrizes. Eu precisava saber antes de recomeçar, deste modo, te dou meus segredos para que viva bem.
Nada flui se não for sincero. Vivendo um estalo de cada vez, sentido pelo toque das almas que se encontram antes do ponto, fascínio de gigantes que é ver a responsabilidade carregar o homem ocupado e tirar a sua liberdade, mas não a alegria que bate em meio a saudade.
A viagem intensa atravessa a tempestade e a coragem é a maior força do homem, mas não alimentares aqueles que te secam, os abutres comedores de essência, pois em sua maldade são coroados com sangue.
A moeda que gira o mundo é um jornal marcado de memórias, e o futuro é uma dança com o passado, com desejos mais fortes que dúvidas.
Aprendi muita coisa sobre mim, sobre quem sou e o que pretendo ser.
Calar eu não vou, e quando qualquer coisa me apertar o pé, feito sapato novo de um número a menos, eu irei me recusar a seguir com dor.
Aprendi que sou vulnerável e que sou humana, como qualquer um, mas não posso aplaudir meus erros como quem não sabe reconhecer.
Calar eu não vou.
Nildinha Freitas
Sou um ser de paciência
A paciência me faz
Eu aprendi muito pouco
Mas posso aprender mais
O tempo e meu aliado
A pressa minha inimiga
Coragem que não me falta
Pra prosseguir minha vida
E levo em minha bagagem
A mala cheia de afeto
E cada dia que nasce
Eu me sinto mais completo
Quimeras de um menino do Vale
Aprendi ao longo da vida no Vale do Mucuri que não existe nenhum discurso 100% inocente; há sempre uma carga ideológica em todo o discurso; com maior ou menor intensidade, sempre vai existir um colorido ideológico velado. O que não se pode conceber é a intensidade dessa carga influenciar nas decisões tomadas; com tristeza, e profunda decepção, o que se percebe hoje são decisões tomadas a luz de militâncias emotivas capazes de contaminar a justiça dessas decisões em quaisquer setores da sociedade. Isenção e imparcialidade são conceitos que se perderam no tempo; são valores que ficaram na ternura de outrora; reminiscências que saem do túnel do tempo, provocando saudades, sofrimentos nostálgicos; na atualidade, o interesse do jogo político passou a ser uma tônica na sociedade de alma politizada, de interesses escusos em detrimento da coletividade. Por certo, como consequência de tudo isso, vivemos numa incruenta guerra de vaidades em meio a canhões deflagrando ódio e desamor; uma sociedade tomada pela indústria de rancores e violências gratuitas. Sonhos e quimeras são combustíveis da vida; alimentam a esperança num futuro improvável, invisível, apenas mantém de pé os desejos de realizações num mundo de fantasias e de sentimentos que brotam do âmago visceral para abastecer o corpo de elementos volitivos e sensações de prazer. Somos projetos inacabados rabiscados do passado; cuidar do passado representa uma perspectiva de dias melhores do futuro; cada dia representa um capítulo deste livro chamado vida; e assim, sonhamos por uma sociedade mais justa e equânime, de essência igualitária. Anseia-se por um mundo mais justo, fraterno, sem guerras, sem derramamento de sangue; por que a paz é mais importante que os conflitos armados; a paz é sinônimo de amor; a guerra é manifestação de desprezo e ódio. Nesse processo evolutivo, da inocência à maturidade, várias páginas são escritas, entre quedas e o ato de levantar, sacudir a poeira e aprender com as derrotas; aprende-se desde logo que na vida é melhor renunciar a cargos e funções, puramente fugazes, a viver subjugado e vinculado à esquemas não ortodoxos que arranham os nossos valores inegociáveis. Viver em paz espiritual é sempre melhor que viver momentos de puro deleite, pois é sempre preferível regozijar-se da paz eterna que andar nos holofotes efêmeros da vida.
Já perdi a conta das vezes que me sabotei, Ah, sim! Aprendi algumas vezes com meus erros e retornei a vários ciclos por teimosia, sou persistente.
De vez em quando me pego pensando em fazer mais do mesmo, mas com o tempo a maturidade fala mais alto e me contenho
Não é fácil deixar de lado velhos hábitos!
A diferença hoje é o equilíbrio alcançado, é mais tranquilo priorizar o que tem importância e mudar o foco.Não é um jogo de gato e rato, mas uma necessidade de fazer a diferença por mim, libertar-me das prisões que me sufocavam não foi simples.
Hoje respiro leve, não tenho receio em dizer o que sinto e quando o outro não é receptivo sinto muito, na verdade sinto nada... Já doeu, mas hoje não dói!
Sou verdadeira comigo mesma e lido bem com minhas emoções, negativas não são nada, a penas mais um desafio.
Não sou perfeita, mas com certeza tenho valores incríveis em meu jeito simples de ser, mas não são todas as pessoas que conseguirão conhecer esse meu lado versátil e interessante de ser.
Posso escrever, compôr momentos e várias histórias, mas algumas não serão contadas, mas sim vividas com intensidade.
Já me senti muito amada, vivi o amor da maneira mais verdadeira que se possa imaginar, aprendi cedo a importância de um lar , a responsabilidade de estar presente na vida da minha família e amigos, mas o mais difícil foi ver meu castelo de sonhos desmoronar. Daqui uns dias faz onze anos que meu chão se abriu, um cratera gigante que quase me destruiu, mas eu sobrevivi.
Estou aqui consigo sorrir por mim, sorrir por aquele que partiu, mesmo sem querer ir.
Vivo por nós!
Em quanto eu respirar procurarei sempre a melhor versão de mim, prometi e vou cumprir.
Existem aqueles que nunca sentiram o amor, eu posso dizer que ele pleno, é amigo, é parceiro, é cuidado, é bravo, mas é muito verdadeiro.
Passa tão depressa, o relógio da vida não para!
Eu vou experienciando o novo e sou muito grata a Deus. Faço minhas escolhas: a felicidade de cada momento, a alegria de cada sorriso, o abraço sincero e o carinho constante, escolho amar e não tenho receios, oferto o que posso dar.
Em quanto eu respirar, eu vou lembrar e amar o melhor de nós.
Pensamento de Islene Souza
Já fui aventureira, nunca guerrilheira, cabra da peste. Hoje sou mais passiva, aprendi que vida só tenho uma. O tempo me ensinou a desconfiar de tudo um pouco, pois se o gato que tem sete vidas evita subir em tantos telhados, então porque eu que só tenho uma, estaria disposto a seguir estrada cheios de espinhos na possibilidade de perder a única que me resta? Já fui aventureira, nunca guerrilheira, cabra da peste... Se tiver que entrar em alguma guerra, entrarei porque alguém que amo com certeza deve estar presente nela. Uma é intitulada guerrilheira quando luta contra uma Ditadura,
uma mulher que luta contra uma Democracia, este é um autêntico terrorista.
Uma mulher que sabe viver consigo mesmo é sábia,
Uma que necessita de qualquer coisa ao seu lado para viver é desventurada,
Em um ano marcado por palavras dolorosas, aprendi que tudo passa. Inícios confusos e inovadores trouxeram sentimentos novos a cada dia, fortalecendo minha maturidade. Descobri que meu silêncio é reconfortante e meu abraço tem aconchego.
Explorar o piano e vivenciar o carnaval com desconhecidos revelou a magia dos sentimentos, acolhimento e solidão que acalmam. Ao retornar à minha terra, senti falta dos abraços e sorrisos, compreendendo que o tempo dedicado a mim mesma foi necessário.
Ao me aventurar em novas experiências e investir integralmente em mim, redescobri o amor próprio. No processo, errei, chorei, magoei e fui magoada, mas entendi a importância de cultivar e regar as flores diariamente, mesmo quando parecem sem vida. Lembrar de se esticar sob o sol com a bergamota e contemplar o céu com a ilusão óptica mais bela, é como criar um poema da vida.
Hoje sou a melhor versão de mim,
Com maturidade, a vida ensina assim.
Aprendi a valorizar a solitude,
A caminhar com mais plenitude.
O silêncio se tornou meu amigo fiel,
Refletindo minhas verdades ao olhar para o céu,
Na quietude, encontrei meu norte,
A força interna, meu verdadeiro suporte.
O amor próprio, semente preciosa,
Floresceu em mim de forma grandiosa.
Cultivei cada pétala com cuidado,
E hoje sou meu próprio aliado.
As tempestades não me abalam mais,
A serenidade em meu peito jaz.
Compreendi que estar só é libertador,
E que o amor começa no interior.
Hoje celebro cada pequena vitória,
Com gratidão, escrevo minha história.
Sou a melhor versão de quem posso ser,
Com maturidade, aprendi a florescer.
Eu aprendi o que era amor com a minha mãe. E até hoje eu aprendo muito com ela.
Às vezes eu tento a desanimar no esforço que ela faz em agradar a todos. Eu sempre falo para ela que é inútil. Mas hoje eu percebi que isso está dentro dela, é algo que ela tem de maior, ela aprendeu a verdadeira caridade! E isso me encanta.
Eu ainda não cheguei nesse estágio de evolução, e como é difícil chegar!
Porque o que ela passou, eu não sei se eu estou disposta a passar. E me pego sempre nesse dilema. O que é amor sem caridade?
Enquanto caminho para o cemitério.
Aprendi a não perder tempo com coisas que parecem ter grande importância no momento mas terão nenhuma importância no futuro. Aprendi a não colocar sentimentos em tudo o que brilha porque algumas pessoas não tem brilho próprio; algumas pessoas só brilham porque refletem o brilho dos outros.
Aprendi a não ter muita pressa para mudar de fase. Aprendi a aproveitar cada momento; a apreciar cada detalhe de todo ser que respira e também de toda a criação e feitura Divina.
Aprendi que o melhor dia da vida é sempre o Hoje.
Aprendi que serei esquecido mas não posso esquecer.
Aprendi a plantar lembranças para contar com muitas risadas no céu.🤣🤣🤣
Aprendi a relevar o mau humor dos outros que ainda não aprenderam tudo isso que eu já aprendi.
Aprendi que amar é sentir a dor do outro e fazer algo por ele(a) mesmo sem ele(a) saber.
Aprendi quase tudo o que precisamos saber para viver, e aprendi que para viver, não precisamos de quase nada de tudo aquilo que pensamos precisar.
Pena que perdi tanto tempo para aprender essas coisas.
Mas agora, o pouco tempo que me resta para viver, será muito maior e mais bem aproveitado, que todo o tempo desperdiçado enquanto caminho para o cemitério.
(Robson Bezerra Alves)
Escrevo um poema, dito um dilema
Tudo que eu não gostaria de ser.
Mais pena que eu apenas aprendi a querer.
Tudo que quero é menos tédio na vida
Sabe eu não digo, falo e nem ligo, pra mim tanto faz, se mundo acabar, ou até mesmo começar
Mais em verdade, sempre falei, que algum dia, aconteceria do amor me encontrar aaaaa
Meu nome tá dito, na ação do poeta, no dia, na melodia, na arquibancada calada, na mania ou simplesmente na melatonina liberada pela natureza, pela mãe natureza, pelo sol, pelo sufoco de cada momento, no outro, no ouro, no amor.
Mais repito, tudo que o amor proporciona é dor, uma dor que é boa, não um dor doida muito menos sofrida, um dor viciante, tipo um cigano só que de tanto exagero demorou e acabou a liberdade.
De tanto, escrever acabei acabando as folhas do meu caderno, e sinto que todos que tiver irei encher, não de palavras aleatórias, mais de sentimentos em formatos de poesia.
Se um dia você ler, saiba que, sempre estarei, mesmo sem ter.
Aprendi a ouvir o silêncio, a amplitude do seu saber.
Aprendi que significar o outro é se limitar a ouvir e aprender.
O que ouço na maioria das vezes não é o que outro tenta me dizer, e uma simples compreensão de sentir pode desencadear uma relação duradoura e cheia de verdades não regradas, mas sim realmente ditas e sentidas.
Vivemos em mundo ditador, mas vamos aprendendo com um o tempo que esbrajar não muda um contexto ruim, mas que são nossas atitudes que nós diferem das crenças limitantes que nos foram impostas no decorrer da vida.
Aprenda a ouvir!
Ouça a si mesmo e se coloque no lugar do outro.
O seu silêncio vale ouro!
Não julgue o que não conhece, nem menospre o sentir de outra pessoa apenas por seu achismo do certo e errado.
Na vida os valores são recebidos de maneira diferentes, e o certo e errado podem se divergir de pessoas para pessoas.
Não seja você a atirar a primeira a primeira pedra.
Que sua luz seja um balçamo que agrega o positivo na vida vida de outros, que o agregar seja uma constância tanto para você, quanto para àqueles aos quais fazem parte do seu mundo.
Mensagem de Islene Souza
Já tive grandes conquistas.
Abri mão de todas para preservar a paz que habita em mim.
Aprendi que não importa o quanto me esforce na prática do bem às pessoas, sempre haverá alguém dedicado a não fazer o mesmo.
Nunca serei vítima. Não dou autoridade a ninguém sobre a minha vida!
Estou sendo capacitado todos os dias.
Coração o meu carregado de amor
com tremendo medo de amar.
Afinal não aprendi a amar.
Em meu tempo de menina moça,
me encontrei perdidamente apaixonada,
tal paixão que não pude suportar.
Afinal não aprendi a amar.
Queria eu ser amada e amar,
ter a rebeldia de experimentar.
Sentir meu coração queimar por alguém,
sem que eu tivesse que me machucar,
mas não pude.
Afinal, não aprendi a amar.
Enfrentar dificuldades:
Diante dos obstáculos, aprendi a desviar.
Diante das pedras aprendi a construir um muro para me proteger.
Ao me deparar com obstáculos, aprendi a olhar onde pisei.
Diante da guerra, aprendi a trazer a paz.
Diante do choro, aprendi a sorrir.
Diante da tristeza, aprendi a ser feliz.
Quando caio, aprendo a me levantar.
Só há uma coisa que não quero aprender.
desistir!
A cada passo que dei na vida, aprendi que seria um a mais para meus objetivos
Encontrei várias formas e oportunidades para desistir
Pedras jogadas por pessoas que passaram por ela
Buracos que cai, que parecia que não conseguiria mais sair
Mas sempre pensava que não seria esse buraco o famoso poço
Me agarrei muitas vezes em algo que parecia ser firme, mas na hora da ajuda se quebraram
Aí apenas olhei para meu lado, e vi que não precisa de ajuda para sair dali
Porque a maior ajuda que eu tinha naquele momento, era minha fé, e vontade vencer......
"A minha Epifania"
Na trilha da vida, aprendi faz tempo,
Que a felicidade está em cada momento,
Não em festas, nem em comemorações,
Mas nos dias simples, sem pretensões.
Nos dias banais, no sol a brilhar,
E até na chuva que vem nos molhar,
Ela se esconde, nos surpreende,
Na simplicidade, sempre se estende.
A felicidade é um caminho sinuoso,
Com curvas, montanhas, desafios formosos,
É um estado de alma, de contentamento,
Colecionando instantes, em cada momento.
Uns são felizes com pouco, é verdade,
Outros com menos, longe da vaidade,
Mas há quem busque no frívolo e ilusório,
Na ostentação, no ego, no transitório.
Meus momentos felizes, guardo com afeto,
Lugares singelos, com o amor repleto,
Com pessoas queridas, sentimentos puros,
Emoções sinceras, sem artifícios obscuros.
Por isso, não busco a felicidade distante,
Nos dias marcados, na ilusão constante,
Mas em cada dia, em cada passo dado,
Na simplicidade da vida, no presente abençoado.
Caminho pelo jardim, olhando o céu,
As árvores balançam, em suave véu,
Sinto a natureza, em harmonia e calma,
Nesse momento simples, encontro minha alma.
A Maternidade Atípica é uma jornada de resiliência, onde cada desafio é uma oportunidade de aprendizado e superação.
Ser mãe de uma criança autista envolve momentos de dor, incertezas e medos, mas também desperta uma força inimaginável.
A cada pequena conquista, seja uma palavra nova, um olhar de compreensão ou um gesto de carinho, vemos o poder do amor e da dedicação.
Superar as dificuldades diárias e encontrar alegria nas pequenas vitórias transforma a dor em propósito.
Minha Filha Autista me ensina, todos os dias, o verdadeiro significado de paciência, esperança e amor incondicional.
O QUE APRENDI SOBRE O AMOR
Aprendi sobre um amor oculto, violento, persuasivo, escondido, que eu torcia para que o outro decidisse porquê, quando, como e quanto tempo duraria.
Aprendi sobre um amor errado, que deveria ser encaixado, para ser aceito e valorizado para que eu não ficasse desolado e parecesse cometer um pecado.
Aprendi sobre um amor passageiro, que se não fosse alimentado por dopamina, estética, submissão e dinheiro, seria um amor derradeiro ou feito de roteiro.
Aprendi sobre um amor raro, que eu devia agradecer pelo amparo, mesmo que no fundo não me entendia, mas que diante de tantos temores era muito mais do que merecia.
Aprendi sobre um amor ficção, que só na imaginação deveria me bastar, já que os traumas me tornariam insensível, como um bisturi capaz de cortar e cicatrizar sem deixar sangrar.
Aprendi sobre um amor verdadeiro, que eu desconhecia dentro de mim, mas que protegi por não me conformar com o amor em pedaços e crer merecer o amor inteiro.
Carta para a ''Garota de bom gosto''
Entre os três acordes que aprendi
Encontrei um conforto maligno
Que aquele pouco já bastava
E mesmo com esse aconchego
Tenho o desejo
De não sentir essa angústia
A distância que me separa da "garota de bom gosto"
Que em seu repertório de memórias
Esteja pelo menos a minha voz
Para que ela me reconheça
Sem nem ter visto essa figura que sou
E nesse dia talvez
Eu tenha nos dedos aqueles versos que tanto...
Ama.
