Terceiro ano
A um ano minha vida parou tudo que tinha de meta para mim é minha família se apagaram pensamentos impuros rondam minha mente
Até a morte
Posso até ser como a flor de outubro, que desabrocha somente uma vez ao ano, más levo a leveza e a beleza da rosa.
O resultado do ano que passou foi um desastre, mas passou
A montanha que importa é a próxima e isso me motivou para entender que o 2020 será bem melhor, até porque serei pai e ser pai é preparar os filhos para enfrentar desafios.
O time de alta performance sempre quer se superar e é assim que a família que fiz parte, a minha família de origem dizia: somos um time. Na vida, quem dá menos, recebe menos, quem dá mais, recebe mais.
Há muitos casais que não conseguem transformar em relacionamento produtivo todo o amor que sentem e quando o filho chega aí pronto desfoca tudo, as atenções e o amor são divididos.
Pra 2020 quero mais pôr-do-sol, estrelas, pássaros, sorrisos dos amigos e meus irmãos, quero ser exemplo e quero honrar os que me antecederam. Agradeço a ajuda, o toque, a orientação oportuna, a crítica pertinente, agradeço a boa ideia, a presença positiva e cooperativa.
O elogio ajuda o outro a se sentir admirado e saber que os amigos e familiares confiam em mim como futuro pai me enche de alegria e otimismo. Já conseguimos nossos milagres, lembra que eu não podia ter filhos?
Evitar um problema não o resolve, então fui a luta, fiz tratamento, reforcei a fé e descobri a linda experiência de saber conviver com alguém especial, criar vínculos sem maldades, sem o jeito bronco de ser.
Adoro as pessoas que tem orgulho do lugar onde moram, mesmo que moram na simplicidade, não sabia me relacionar, aprendi. O ano foi tão ruim que o que me restava era ser gentil e agradecido.
A felicidade somente é possível quando se constrói relacionamentos saudáveis apesar do sofrimento, luto para manter as aparências, focar na saúde, focar no que quero e mereço.
Viver para controlar o outro é muito desgastante, não quero adivinhar os desejos de ninguém, quero administrar a própria vida. As pessoas reclamam por carregar os outros nas costas, mas cada um vive de acordo com o que é permitido viver.
Minha vida era cheia de ameaças: se você não fizer isso vou embora, a manipulação é a maneira mais eficaz de acabar um relacionamento e graças a Deus me transformei para melhor. Foi preciso tudo dar errado para eu valorizar as coisas certas que virão.
O menino de cabelos de anjo
No segundo ano primário. veio estudar na minha classe um menino que era filho de uma família circense. Esse circo ficou muito tempo em SM. Minha irmã, Madalena, fez até alguns papéis de Nossa senhora em uma das peças que eles apresentavam, isso me permitia entrar de graça. Mas voltando ao menino. Então,o menino devia ter a mesma idade minha, uns 8 anos. A unica diferença era o tratamento que foi dispensado a ele pela nossa professora, que sei o nome, mas não vou dizer. Ela, depois que esse menino veio estudar na nossa classe, simplesmente esqueceu do resto da classe. Tudo era para menino. --"Ela dizia que ele era o mais bonito."Que Ele parecia um anjo", ah, era limpinho...,, ´´E verdade.ele era louro dos cabelos encaracolados e cheirosos, como dizia a professora. Um dia, nós vimos; ela botou ele sentado no colo e ficou alisando os cabelos dele.Todos os dias era a mesma situação., Quando algum outro aluno tinha alguma duvida e perguntava para ela, além de chamar o aluno de burro ela jogava o que tinha na mão, giz, régua, apagador, etc. Era um bagunça generalizada na classe.
Enquanto o circo ficou em SM, foi aquilo. Um dia, o circo se foi e o anjo sumiu da nossa classe. Eu, hoje, cheguei a seguinte conclusão: nós:, feios, fedidos, cabelo cortado bodinho (mais fácil para catar piolho), descalço (grande parte), o guarda pó mais azul do que branco, e mais, a gente vivia grudando tatu debaixo da tampa da carteira e comendo a borracha do lápis.., queria o quê?
A unica coisa que ficou do menino anjo, para a professora, acho, foi a saudade dele, Vez ou outra ela ficava olhando para a carteira que ele sentou, e ficava assim, meio que suspirando de saudades../i
CESTA DE NATAL AMARAL.
Houve um época, que o charme em Santa Mariana era,
no final do ano, comemorar o natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas, "Cesta de natal Amaral.". Então, nesse tempo., com meus 9 anos de idade, ela era meu o sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha. Havia propaganda nas emissoras de rádio, No alto falante do bacarim,Nos carros de som pelas ruas da cidade, que divulgavam a bendita cesta. Você podia compra-la no inicio do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o natal.
Próximo da nossa casa, havia uma família, classe alta, que comprou uma cesta daquela.,a maior, numero cinco.,( quanto maior o numero maior o tamanho da cesta). Fiquei o ano todo esperando a chegada do caminhão que fazia a entrega. Meu desejo era ver se era verdade e se tinha tudo aquilo que eles mostravam nas propagandas, dentro da cesta, isso, claro, se o meu vizinho permitisse . Num belo dia, final do ano, eis que chega a tão esperada cesta. Uma festa na nossa rua. Moleque pra tudo quanto era lado. .Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio do objeto, com direito até à descrever alguns detalhes da referida Cesta.. Naquela noite, depois de uma espera angustiante, me foi permitido olhar dentro daquela coisa linda.mas só por cima sem tocar em nada. Depois de aberta, eu vi: havia uns enfeites de papel celofane vermelho., e do meio dele dava pra ver as pontas dos litros: do vinho, dos espumantes / champanhe, suco de uva.,Tinha também castanhas. Mais para o fundo, os donos remexerem e apareceu, debaixo do papel vermelho, uma maravilha., uma obra prima muita linda.Era uma lata redonda. Na tampa, as figuras desenhadas daquilo que vinha dentro. Eram quatro desenhos no formato de triângulos, com as bordas arredondadas. Não teve jeito, pedi para segurar aquela maravilha..,relutaram mas deixaram que eu segurasse por
alguns segundos, aí eu pude ter nas mãos aquela lata magica . Olhando para ela, deixei que a minha imaginação viajasse e eu pudesse saborear, um pedaço por vez, da goiabada, da marmelada, do figo e do marron glace, que fiquei sabendo o nome naquela noite., pra mim era batata doce..Alguns dias depois, fuçando no entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela--ela mesmo!, a lata. Aquela obra prima, ali, jogada,vazia, como se fosse uma coisa qualquer. Por alguns segundos, fiquei, ali, olhando pra ela, meio consternado pelo fim que ela teve.. Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela, e eu pude conhecer o sabor daqueles doces. mas não era natal. e nem era da Cesta de Natal Amaral./i
Histórias que vão construindo uma vida. III
Ano 1981 - Fev.hora 8 da manhã. Local: Munck
Cheguei no horário para a reunião com o dr. Rubens. Conversamos sobre o ocorrido no dia anterior, quando então, ele me explicou a razão de ter marcado a reunião em uma outra empresa e não na Munck. Disse que foi em função de eu estar trabalhando, ele não queria ser deselegante com a outra empresa.
Na reunião não me senti muito bem. Parecia que eu estava solicitando o emprego
e não eles me querendo contratar. Quando falei da minha pretensão salarial, o seo Munck me disse que a empresa não poderia pagar aquele salário (primeiro impasse). Bem, então continuo no meu emprego e vocês procurem uma outra pessoa para o cargo. O serviço que eu iria fazer, e fiz, era junto à Cesp Centrais Elétricas de São Paulo: homologar um equipamento, denominado "Cesta Aérea”.(um guindaste montado sobre caminhão, que eleva os eletricistas e os coloca diretamente em contato a rede energizada, linha viva). Naquela época havia, por parte do governo brasileiro, um protecionismo muito forte para tudo que era fabricado no Brasil. Este equipamento, o que a Munck estava desenvolvendo, não passava nos testes mecânicos, exigidos pelas normas de segurança, mas o governo não liberava a importação e mais, havia um impasse: mesmo a Cesp querendo contribuir com a indústria nacional, ela precisava efetuar a compra com segurança.
Voltando a reunião, aquele dia, não houve acordo em minha contratação. Passado uns dois dias, a Munck me chamou novamente e aceitaram minha proposta, mas eu fiquei com a impressão que eu corria o risco de, após a aprovação pela Cesp, ser despedido. Era um risco que eu teria que correr. O desligamento do emprego que eu tinha com o sr. João foi traumático. Me lembro que ele me abraçou e disse: -- Vai ser melhor para você, vai, vai sim! E este serviço, linha viva, é o que você sempre quis. Se não der certo, é só voltar, as portas estarão sempre abertas. //
2020 – UM ANO PARA SE ESQUECER OU ADOTÁ-LO ENQUANTO PARÂMETRO DEFINITIVO?
* ZILMAR WOLNEY AIRES FILHO
As advertências estavam lá no Código Divino: “Estejais prontos!” Do mesmo canteiro de lições gratuitas, também está jungida a reflexão sobre as catástrofes, mortes coletivas, ponderando as suas existências, para renovação, mudança, evolução da humanidade.
De certo, é que havia um modus vivendi, onde diversas pessoas estruturaram suas teias habitacionais e relações pessoais revestidos por uma bolha virtual. Daí em diante, horas intermináveis em sítios e redes sociais ao arrepio da ideal alimentação, e do mínimo acondicionamento físico. Reconhece-se, com pesar, que os diálogos eletrônicos atropelaram o interagir presencial com pessoas e natureza.
Outrossim, num factício dia, sob a auréola de nuvens escuras e baixas temperaturas, a atmosfera dos laboratórios chineses deslizava, de forma silenciosa e fatal. Talvez, numa estratégia de disputa por fatias do mercado. De modo, que no ar ficou o rastro do corona vírus pelas cidades, estados, países, continentes, dizimando vidas, populações. Alguns sobreviventes, para evitar o contágio; outros, já imunizados pela resistência, para evitar a disseminação; se autoflagelaram num regime de prisão domiciliar.
Neste lado de quarentena e isolamento social, muitas pessoas redescobriram que possuíam uma família, esposa, filhos, pais, irmãos, tios, avós, e que necessitavam interagir com esses. Constataram que havia um quintal com plantas, aves, cães, gatos, um céu azul cheio de estrelas e um sol radiante de energia sem ônus. Atinaram, enfim, que o pequeno espaço físico do lar servia para inúmeras ocupações e atividades, inclusive para caminhada e até o ofegante teletrabalho.
Em tempo de reflexão, volvendo o olhar para o que ficou para trás, depara-se com a geração dos anos 60, e o sonho de liberdade da sua juventude. Rememora a paz e o amor dos hippies cabeludos e os festivais Woodstock nos anos 70. Finalmente, extasia-se com a fartura e riqueza cultural insuperável dos anos 80. Logo após, houve um hiato, um vazio em inúmeros aspectos e circunstâncias, salvo pontuais exceções. Acredita-se que o eclipsar dessa ausência de cultura e arte por tantos anos, submete-se agora a um veredicto de juízo final apocalíptico no Tribunal da Pandemia do Corona Vírus. As premissas, álibis, teses se articulam na perspectiva de questionamentos, tais como: O que fizemos? O que produzimos, nestes anos todos? Será que apenas copiamos, plagiamos? Só fizemos leituras sintéticas, rápidas, de conteúdos rasos? O que retivemos neste longo interregno das relações virtuais sob a viatura da internet?
Nos meados do ano 2020, o grito de Silvio Brito nos anos 70 ainda ecoa: “Parem o mundo que nós queremos descer!” O roqueiro Raul Seixas já profetizava, sobre o silêncio nas ruas, comércio fechados, num dia em que a terra iria parar. As pessoas ressentem, enfim, que a respiração ofegante não alcança a velocidade de celulares e computadores de última geração. Os cidadãos não querem tantos títulos e nem tampouco super-heróis de netflix. Necessitam apenas dos préstimos da enfermeira, do médico, do padeiro, do lavrador, do gari, da faxineira, esses heróis do sermão do monte, legado insuperável da ética cristã.
As estatísticas de milhares de mortes diárias constituem o parâmetro definitivo do ano 2020. Em quem acreditar? Nas gestões, governos, políticos, que ostentaram tanto poderio em material bélico, mas não detinham o mínimo de estrutura hospitalar e medicamentos, nem tampouco pesquisadores, cientistas, para prevenir e combater o Covid-19. A saúde e os investimentos em pesquisas e estudos científicos relegados a segundo plano expuseram a estupidez dos administradores públicos que preferiram os investimentos maciços em material bélico e conquistas de territórios para garantia de petróleo.
A reflexão que se chega ao final é que jamais seremos os mesmos, e nem tampouco teremos o parâmetro daquilo que fomos ontem, amiúde pela inexistência de registros de um tempo que se pautou pelo predomínio do fútil e descartável. Aquilo que poderemos ser no futuro, em nível de gente, constitui uma incógnita. Certamente, haverá uma longa marcha de desconfianças, suspeitas, incredulidade.
Espera-se, não obstante, que o ser humano novamente volte a confiar, assim como a palmeira confia nas abelhas, colibris, e ventos de julhos, conduzindo o pólen das árvores vizinhas para fecundar seus frutos. Assim como o chão árido espera e acredita pelo regresso das primeiras chuvas para engravidar o solo e gerar novas sementes.
Como tenho dito, não acredito infelizmente que esse ano estaremos completamente livres do Covid-19, e especialistas já apontam uma "previsão" para dia 29 de dezembro deste ano.
Tenho pedido a Deus que erradique essa doença, pois o mundo se encontra em Luto diante de tantas mortes e essas perdas são irreparáveis, são entes queridos e amados que deixa a Saudade como lembrança.
Mesmo diante dos especialistas apontando uma prévia data, não vamos desistir de lutarmos contra o Coronavirus, e basta cada um cuidar um pouco como usar a Máscara, lavar as mãos com água e sabão e usar álcool 70%.
E, eu sei que vem os céticos e dirão isso é pouco, estou de acordo mas é o que temos para hoje, e não vamos deixar nos abater, e sim nós mantermos em total vigilância cuidando de nossos idosos, nossas pessoas amadas que carregam alguma doença crônica e o principal se você pode ficar em casa por favor FIQUE, pois além de estar salvando sua vida estará salvando o próximo.
Sei que não está fácil, que a dificuldade está batendo em sua porta, que a ansiedade está atacada, que o medo está empreguinado, mas Creia que tempos melhores virão.
Dudu Cunha
Micheline,
A cada ano, escrevemos um
pouquinho mais desta história de amor.
Hoje é o décimo nono capítulo e eu
devo confessar que estou cada dia mais
feliz com o desenrolar desta narrativa.
Cada página vem repleta de amor
e em cada linha encontro uma
cumplicidade incrível nesta união.
Tivemos algumas dificuldades e
desafios, claro, mas foi tudo superado
com muito companheirismo e dedicação.
Você é tudo que eu pedi a Deus
e tenho certeza que nosso amor
é abençoado.
Mal posso esperar pelos próximos
capítulos que nos aguardam, pois
tenho certeza que serão emocionantes!
Feliz 19 anos juntos, meu grande amor!
Dudu Cunha
🥰🥰🥰🥰
você voltou,
disse que precisou desse tempo.
já faz um ano.
enquanto você partia,
eu me recuperava.
O amor é certeza
e tu vem me dizer que precisou de 365 dias pra decidir se me amava?
Murilo Augusto
Tinha certeza até antes do meu aniversário deste ano que tudo que eu precisava era de amor a preencher esse vazio que tanto sinto, só que eu tinha essa pessoa que não estava ao meu lado, falou que não queria melhorar e estava a inventar fatos acontecidos cheguei a uma conclusão,Todas as pessoas que vem e vai na sua vida são necessários até um pessoas que você conversa na fila de um banco ou mercado pode melhorar seu dia seu estado de espírito, temos sim que aprender estar só mas, entender que temos que aprender a pedir ajuda todos são necessários em sua vida basta, cada um entender isso, é muito difícil entender que você tem depressão, é muito pouco explicado e mal visto pela própria sociedade, hoje em dia eu evito fazer certa coisa até mesmo ouvir música por eu vou me sentir mal por muito barulho me incomoda por conta de trabalho Basta, cada um entender isso, é muito difícil entender que você tem depressão, é muito pouco explicado e mal visto pela própria sociedade, hoje em dia eu evito fazer certa coisa até mesmo ouvir música por eu vou me sentir mal por muito barulho me incomoda por conta de trabalho A sociedade enxergar como preguiça, ou que quer chamar atenção, o engraçado que eu menos fazia era chamar atenções, e sempre no serviço com cara fechada, momentos com pessoas legais mas nada pra levar pra vida inteira somente quem ficou foi minha família e cuidou de mim No momentos de crise bem forte minha mãe ficava ao meu lado, falava algumas coisas minha irmã, eu sei que a família e tudo. E o pior de tudo tem pais que mal fala com filhos a porque ele é mais é velho antigo, eles sao fechado, esses pais não sabem o quanto precisamos deles
ciscando
busco significação
no cesto de entulho
do fim do ano
e eis que tenho na emoção
- monotonia –
uma folha em branco
e uma acinzentada poesia...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
FIM DE ANO EM SONETO
Sim, vão-se os anos de fim de ano
Assíduos, só a aparência mudou
O tempo passa e tudo passou
O destino é mesmo soberano
Há anos pós anos, o sonho mitou
A minha rota tem outro cotidiano
Num entra e sai do desígnio tirano
Do nada como antes, vil sobrevoo
Saudade é a mesma, mesmo dano
Esperança, sim, desta nunca enjoo
E com a quimera nunca fui profano
Assim vou, mais um ano, num atroo
De comemoração, então seja ufano
O revoo, pois o fim, ainda não chegou...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
dezembro de 2016
Cerrado goiano
Velho Ano Novo
Quão novo é o velho Ano Novo?
O que te reservas a nova posse?
Se de repente ludibriando o povo
a inevitável politicalha acontece!
Abrigada a negociata no ministério
sem liberdade, poder, nem mando,
se ao povo não esconde o mistério,
a velha ditadura de firme comando!
Presumimos o novo velho tempo,
em que de novo o engano aborrece
e nem tudo na virada passa limpo!
Depois do brinde em tom de agrado
a nova liderança acenta no campo
e também nova grama e novo gado?
Ponto de partida
Ao novo ano, no tsuru pedidos escrevi,
em suas asas escrevendo lembrei de ti,
desejei pra ti que gosta da poesia daqui
muita saúde, paz, prosperidade e parti...
Fui pra bem longe e deixei - me voar,
no meu vôo, o vento e a tempestade,
o bem e também sem querer magoar,
alguns resquícios de pura maldade!
Dos olhos caíram algumas lágrimas...
Nos meus lábios também sorrisos vi,
houvera ternura e talvez duros dramas!
De tudo guardarei grato aprendizado;
Não quero ser mais, que meus poemas,
no mais agradeço a todos que tem lido!
Pare e pense em sua vida.
Faça uma análise de tudo o que aconteceu neste ano.
Está chegando o fim.
E as promessas foram cumpridas?
E porque não foram?
Na sua equipe e no seu time conte sempre com você mesmo(a).
Não basta apenas sonhar, tem que acordar, levantar e realizar!
Seja feliz a sua maneira!
Morena, eu sei que você é dona de si
Mas deixa
Esse ano eu vou ser na avenida
O bobo que eu fui na sua vida
Este pode ser teu último ano de vida, teu último mês de vida, tua última semana de vida, teu último dia de vida, tua última hora de vida, tua última refeição da vida, teu último suspiro de vida. Então, está pronto para partir em paz?
Feliz Ano Novo
e assim no tempo, o passe e repasse
indo e vindo, o velho e o novo, plano
numa magia, de esperança em enlace
desejo a você, amigo, feliz final de ano...
- Que venha de primeira classe!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
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