Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Este..
um pingo de existência.
um lapso de consciência.
uma inusitada coincidência.
a deriva, no mar da silenciosa e misteriosa pergunta..
porque?
“Falar da vida alheia é um defeito insano, que eu bem sei e continuo sendo louco."
Giovane Silva Santos
É tudo um ponto de vista maquiado de verdade ou tudo verdade maquiado de ponto de vista?
É tudo meio ou genética?
É ponto de vista ou é influência do meio?
É tudo racionalizado ou a emoção é quem manda no mundo ?
Os livros estão meio certo ou estão certos quem nem olha para os livros ?
A ciência é confiável ou é melhor confiar nos dogmas?
O homem é uma espécie de símbolos ou é coisa da minha cabeça ?
Vivemos, morremos e matamos pela falta do mais importante símbolo.
Se eu tivesse que morrer agora deixaria apenas esse símbolo como resumo de toda minha breve existência.
O símbolo é a interrogação.
Talvez não tenhamos as repostas.
Porém sem perguntas o mundo é morte em vida.
Sem interrogações a vida é só um pedaço de sucata.
Sem dúvidas o céu é cinza.
Sem pensar de maneira profunda a vida é só um pedaço de plástico bolha sem gosto.
Tiago Szymel
01 10 2019
Minha dor,
Meu parto inconsciente
E um leve mal deitado no meu leito umbílico.
A decadência estéril dum contato vivo
A ilusão marcante numa luz sem fonte
Afronta a deusa da estrela D'alva
Que brilha e linda chora pelo sangue amargo
Se o mais belo ser que sob a Terra andara
Do amor bebeu e jamais chorava
Gosto tão cruel em minha boca amarga
E esses trechos escondidos, que talvez serão lidos por dois olhos verdes acastanhados. Um dia?
Me pergunto quando, me pergunto onde. Que seja de toda via, em mão dupla,
que me siga de carona e também de motorista. Que aceite minhas paradas e desvios pelas pistas.
Caça e Caçador
Um dia a gente descobre que o significado das palavras, nem sempre corresponde ao que está no dicionário. O Aurélio, por exemplo é racional demais para capturar a sutileza dos sentimentos, para buscá-los onde a semântica não chega e à luz da emoção resignificá-los. Talvez isso caiba aos poetas, prosadores e cronistas, talvez não.
Eu, sempre achei que caçador era "aquele que pratica a caça", aquele que mata animais para se alimentar. Até aí tudo bem. O que o Aurélio não diz é que caçador também é uma metáfora nada poética para designar caçadas sentimentais, amorosas ou de cunho sensual.
Há homens que se sentem altamente atraídos por essa atividade milenar herdada dos seus ancestrais. Habilidosos, eles usam de todas as armas, manhas e artimanhas que estiverem ao seu dispor para abater a presa escolhida e, se aprimoram a cada uma que têm exito. As recatadas, tímidas e introvertidas são as suas preferidas, porque são essas as que vão se debaterem, resistir, fugir e quanto mais elas fizerem isso, mais endorfina o corpo deles libera e maior é a sensação fisiológica de prazer.
Quanto mais a presa correr, maior é a adrenalina que envolve a caçada e consequentemente maior é a satisfação. Quando a presa exausta se rende, a endorfina deles diminuí drasticamente, a adrenalina zera e o interesse acaba. Depois da presa abatida só resta tirar-lhes a pele para revestir o seus egos. E assim, eles seguem caçando outras, não porque necessitam, mas simplesmente, porque esse é o hobby preferido deles.
Conte-me.
Se já perdemos a noção do tempo.
Se nada mais importava por um momento.
Conte-me como hei de esquecer.
Não, não hei de esquecer!
Barreiras rompidas.
Sonhos criados, meu universo de desvarios.
Foi real, não imaginado.
Um universo de noites singelas.
Travessuras, misturando pernas com pernas.
Sorrisos encantados, corações lado a lado.
No caminhar de uma paixão.
Entornaste minha sorte, metendo os pés pelas mãos.
Meu coração ao procurar o teu, meu sangue errou de veia e se perdeu.
Na desordem de um caminho.
Uma camiseta vermelha pode enlaçar seu vestido.
Sem nenhuma predicação, inda sentindo seus seios em minhas mãos.
Desfrutando o sabor de amor que os lábios podem oferecer.
Não, não há como fazer de conta.
Quando de um coração se toma conta.
Então conte-me como hei de esquecer.
... Jogando pro alto tudo, ao dizer
Que sou louco de amor
Mas antes de tudo, um favor
Vamos todos juntos gritar
Que seremos todos nós
Loucos com amor para dar
A ESTRADA
Passo a passo
Seguindo o compasso
Pé com pé
Mantendo a fé
Um sentimento culto e bonito
Tudo tão esquisito
Falácia calma e com prumo
Agora me acalmo no fumo
Noites sem fim
O que querem de mim?
Dores na alma
Estou perdendo a calma
Quem o invoca?
Esse vazio que me sufoca
Que corrói meu espirito
Ao menos tenho tudo escrito
Mesmo o céu não estando branco
Um sentimento nada franco
Com essa sensação me deparo
Dias em claro
Olho pra cima e procuro por Deus
Porque abandonaste os filhos teus?
Olho pra frente e vejo o inferno
Estou cansado do vazio eterno
Mas só andarei
Em ti confiarei
Sigo esse caminho por mim
A estrada chegou ao fim...
Quando você encontrar um escritor que realmente está dizendo algo diretamente para você, leia tudo o que ele escreveu e você terá mais conhecimento e profundidade de entendimento com isso do que ler uma frasezinha aqui e uma paráfrase mal feita acolá. Depois, procure pessoas que influenciaram esse escritor, ou aquelas que eram relacionadas a ele e seu habitat e tudo se construirá de uma maneira quase que orgânica; o que é realmente algo além do entendimento.
Um homem no chão da minha sala
alonga sua raiz
galo que estufa o pescoço
cana-de-açúcar e bronze
poças, chuva, telha-vã
rio que escorre na velha taça empoeirada
O homem no chão da minha sala
cidades de ouro
castelos de mel
velhas metáforas
sinos línguas gelatina
O céu no chão da minha sala
Esse homem no chão da minha sala
provoca o veneno da cobra
pulgas atrás das orelhas
mexeu nos meus bibelôs
consertou aquela estante
revirou a roupa suja
desenterrou flores secas
fraldas
chifres
quatro cascas de ferida
um disco todo arranhado
e um punhado de pelos
Aquele homem no chão daquela sala
me fez cruzar o ribeirão dos mudos
estufa de tinhorões gigantes
no piso do meu mármore
ele acordou a doida
as quatro damas do baralho
uma ninfeta de barro
e a cadela do vizinho
Daquele homem no chão da minha sala
há meses não tenho notícia
desde que virei a cara
saltei janela
fugi sem freio ladeira abaixo
perdi o bonde
estraguei tudo
vim devolver o homem
assino onde
o peito desse cavaleiro não é de aço
sua armadura é um galão de tinta inútil
similar paraguaio
fraco abusado
soufflé falhado e palavra fútil
seu peito de cavalheiro
é porta sem campainha
telefone que não responde
só tropeça em velhos recados
positivo
câmbio
não adianta insistir
onde não há ninguém em casa
Como você percebe o mundo a sua volta?
Começarei com um pequeno conto.
Havia uma senhora muito bondosa que não via maldade em nada e nem em ninguém.
E, certa vez, apresentaram a ela, uma pessoa que acabara de ser preso. E esse preso havia cometido inúmeras maldades e crimes.
Foram falando para a senhora todos os atos cruéis que ele havia cometido, e ela ficou ali, ouvindo e olhando atentatamente o criminoso a sua frente.
Após falarem sobre os terríveis atos cometidos pelo criminoso, perguntaram à senhora o que ela achava a respeito dele.
Ela olhou calmamente para as pessoas a sua volta, olhou para o criminoso e disse: Ele tem os olhos tão bonitos.
Apesar de ser um conto, ele reforça que: Os olhos são a janela d'alma.
Quanto mais bela for sua alma, mais beleza verá e viverá no seu dia a dia.
Para que possamos ter uma visão mais bela sobre as coisas, é condição primária não tirar conclusões apressadas sobre qualquer assunto, principalmente se você estiver passando por algum problema. Pois poderá projetar esse problema a sua percepção sobre aquele assunto, naquele momento.
Quanto mais dificil a fase, maior deve ser o silêncio. O que é ruim, acabará por si só, não será necessário ficar acumulando sentimentos ruins. Isso só nos faz nos cegar ante as várias possibilidades que nos cercam.
Não devemos deixar que nossos pensamentos sejam envenenados por nós. E observe, toda ação ruim, quando transformada em palavras, encontra coro. Cuidado com o que acumula.
Pense e reflita.
Ilumine seu dia.
Paz e bem.
Seja luz
Vejo agora que é um dos paradoxos da vida: se amamos tanto uma pessoa que temos medo de perdê-la, ela pode nos levar a viver uma meia-vida, com muito medo de chegar lá e viver de todo coração, porque temos também muito a perder.
Quem pergunta quem sou eu
Eu nem sei lhe arresponder
Eu sou um pobre matuto,
Que nasceu só pro nascer
Vivo num mundo sem crença
Desafiando as sabença
Dos dr. bem estudado,,
Sou coroné sem patente
Na estrela do sol quente,
Meu pensamento é forjado
Chamado Amor
É tão estranho,
Sou tomado por um sentimento,
Sinto até espanto
Passa de tudo em meu pensamento.
A cada dia isso em meu peito cresce,
Jã não sei mais o que fazer,
A todo momento ele aparece,
Dá uma louca vontade de te ver.
Por que ele é tão forte?
Chega a apertar o coração,
É mais forte que o medo da morte,
Quanto te vejo simplesmente perco a razão.
Nem sei mais como entender,
Sinto um grande e acolhedor calor,
Mas acho que consigo em uma palavra descrever,
Isso só pode ser chamado de amor.
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