Tenho Cara de Metida
A vontade que eu tenho é de falar de mim... que sou uma fugitiva e quando sumo é porque deixo de fazer bobagens... Passei a viver por outras coisas e me perdi nesse processo, tenho fomes de devora e inquietudes que piscam meus cílios. Eu acho essa vida muito tosca de tão pura, me acostumo em viver desorientada, sou aquela babaquinha que se deixa abrir largos braços e beijar a toa, pular no banho e sair na rua de camisola. Tenho devoção em sair fora dessa chatice que rodeia minha rotina, faço isso de uma forma ensandecida! Quando dou um bom dia morno, eu me belisco e dou uma sacudida! Eu sou danada, perdi rédeas e cochilei no pelego...
É tão bom ter o céu tão perto.
Você me olha: Eu tenho a lua.
Você sorri: Eu tenho as estrelas.
Você acorda: Eu tenho o sol.
Você existe: Eu tenho tudo que preciso!
E quando a gente deixa de estar feliz para ser feliz? Isso é o que tenho me perguntado ultimamente... É uma sensação muito ruim você sentir que aquele sentimento que você tinha ontem desapareceu completamente da noite pro dia e pior ainda é não saber quando ele vai voltar de verdade, e se realmente vai ser o mesmo ou só algo parecido. Só espero que essa sensação volte logo e que não seja só um ou dois dias, mas que dure o sempre!!
Pessoas especiais te faz sentir especial, feliz, vivo!
Como todo escritor tenho meus motivos para escrever. Quero ser vista como alguém que sabe brincar com as palavras na medida certa. Me fascino com o desenho que as letras formam umas juntas das outras formando as palavras e transcrevendo todos os meus sentimentos em pequenas estrofes. Não pense que isso é mérito só meu, pois não é, basta ter vontade e uma cabeça repleta de pensamentos para junta-los em palavras, precisa-se ter coragem para levantar de madrugada, apanhar um pedaço de papel, uma caneta e traçar os traços das estrofes. Algumas coisas da qual eu escrevo são reflexos do meu dia-a-dia, da minha vida, outras são inspirações que vêem a mente antes, ou depois de um dia extremamente maravilhoso ou ruim, depende do momento. Escrevo porque tenho em mim um cede de palavras que não encontro ao meu redor, passo horas e horas imersa em meus pensamentos e quando os transformo em versos um simples sorriso se torna visível nos cantos de minha boca. Quero ter o prazer de acabar a tinta de minha caneta com um ponto final, quero ter a sensação de um livro em minhas mãos, quero sempre ser uma aprendiz uma almejante das palavras.
Eu tenho fé nos meus dias...
De notícias impecáveis...
Quando se espera um "ao menos", chega um "mais um"...
A gente carrega as dores mais fortes por que as mais fracas já não nos largam mais; até o momento em que nos facilitamos a enxergar os monstros que assombram os armários e as vidas dos outros... Confinamos muitas vezes nossas maledicências e deixamos a paz adentrar nos menores espaços, fazendo mais expansão de força e positividade dentro da gente!
É por isso que eu tenho fé, por que Deus dá o fardo adequado. Em tese, devo ter algo a aprender com o que me sobrecarrega tamanhamente e eu sinto que mesmo sendo avassalador, o medo me impulsiona a arregaçar as mangas e gastar minhas energias na medida certa, porque eu tenho o maior dos incentivos, esse sabor pela vida que me faz gastar até meu último suspiro, até mesmo em dias nublados, sem borboletas e sem nada de conveniente...
O melhor já aconteceu, eu senti a maravilha de viver!
Hoje, acordei menos áspera, menos indecifrável a mim mesma...
Hoje, tenho novos planos e novas esperanças de sonhos soltos e presos, de constâncias ausentes...
Vou pegar à vida e sair por aí... Em busca dos achados e perdidos do meu ser!
Eu não tenho culpa de te sentir tão perto mesmo tão longe, não tenho culpa também desse sentimento intenso que flui aqui dentro. A culpa é sua, que me deixou frágil, debilitada, entregue e apaixonada. Não, eu não te agradeço por isso, de tão forte, me tornei tão vulnerável, desmedida a intensidade que causa em mim. Só peço que de tudo que nos for permitido, o meu medo hoje tenha o SEU sentido.
Tenho saudade de quando vencer
era apenas rotina
o sucesso não vinha
com o trabalho
apenas sobrevinha.
O fracasso era desconhecido
E nem sonhava pesar minha
consciência.
A impotência acumulada nos fatos
A incerteza de minha capacidade
Me faz refletir "será eu capaz?"
O narcisista
caiu do cavalo
E pelos cantos,
Entre trancos e barrancos
tenta se reerguer
Não sabe mais se é capaz
A queda não foi simplesmente
A exemplificação de alguma lei de Newton
Algo mais agiu sobre ela
Uma força desconhecida
Auxilia na não levantada.
No fundo algo o diz que é capaz
Só que o momento é de insegurança
Uma hora vai passar.
Tem que passar . . .
“E no meio da noite, quando eu decido que estou ótima afinal de contas tenho uma vida incrível e nem amava mesmo você, eu me lembro de umas coisas de mil anos e começo a amar você de um jeito que, infelizmente, não se parece em nada com pouco amor e não se parece em nada com algo prestes a acabar.”
Encanto.
Aqueles que me conhecem
Sabem que perdi o encanto
Sinto dizer que não tenho o canto
Como flor de acalanto
Que por esta voz todos padecem
Minha voz é singela e sem doce
Quem dera meu dom fosse
Ouvido pelos ouvidos
Daqueles querendo abrigo
Meu dom é vela
Que acalma a fera
Que embala o pranto
Sem acalanto.
Tenho saudade.
De quem e de quais momentos não faz diferença dizer.
Faz diferença que tenho saudade.
no passos que dou na escuridão,
tenho vontade de arrancar minha pele
depois arrancar minhas unhas,
uma a uma pedaço por pedaço,
ate dor se consuma no fundo da minha alma,
como os pesadelos da vida,
recomeçam como a chuva que caie lá fora,
meus sentimentos afloram em uma sombra vazia,
tento cobrir de alguma alegria minha existência mas em vão,
o fogo que afrige meu coração muito profundo,
nem a luz mais forte faz passar a dor que sinto,
das lastimas que vivo,
as farpas que deixa do teu silencio confirma...
o sentimento sem fundo,
mesmo tendo tudo nessa vida na se compará...
ausência se torna fria amarga vazia...
embora tente preencher nada existe...
a dor se torna um calmante,
o veneno é doce...
o desespero acaba quando vejo a noite.
as tribulações me deixam mais forte,
pois a morte é começo do meus pesadelos.
por celso roberto nadilo
Não sei dizeres quem era o anjo que me abraçaste em sonho,a única certeza que tenho é que acalentaste minha dor.
Além de inconstante, medrosa, ansiosa e covarde. Sou também egoísta e enquanto escrevo tenho vontade de deixar os problemas da humanidade que é a intenção deste meu conjunto de letras e focar em mim. Naquilo que me aflige de uma maneira extrema o suficiente para que eu queira fugir.
Antes eu tinha muita pressa. Mas pra quê? Se eu ao menos sei do tempo que terei. Hoje eu tenho, tenho todo tempo do mundo pra te ouvir. Cada momento é único. A vida tem me ensinado isso.
Triste madrugada solitária,
Tenho alguém ao meu lado, que triste e calado não quer conversar,logo hoje que eu só queria falar, desabafar
E também escutar o que vai em nossas almas.
Desejos incomuns, vontades divididas, vidas repartidas.
Almas solitárias que vivem assim caladas e muito bem trancadas, entre sorrisos e beijos e no mais ardente desejo.
eu sou assim...
sei do tanto que devo ser
serei isto e é só o que tenho
nunca tive e nem nunca terei, tanto aquele sim que desejas
talvez
dentro em breve, brevemente na próxima reencarnação
este assim, deste jeito, sim
serei um certo alguém sim
como as noites urgentes, assim
bem assim da forma inexplorável deste sim ser assim.
Tenho a mente muito pequena, muito fechada e isso em muito atrapalha.
Algumas vezes não consigo aceitar mudanças bruscas de comportamento. Na verdade não consigo nem me aceitar em alguns aspectos.
Ironia real é uma minoria discriminada se sentir livre para discriminar alguém. Ironia mesmo.
E é isso que me faz ver que eu não devo perder meu tempo com meus demônios, alimentando monstros. Na verdade não me permito abrir a boca com minhas mediocridades.
Não por nada. O que me move é a certeza que o mundo não precisa de mais uma idiota.
