Te Guarde na Palma das tuas Maos
"O amor não tem nome "
O que me toma ,
O que me leva pelas mãos
Um suspiro
Um sorriso
Um cuidado diferente
Os seus carinhos
Que fazem se ausentar de mim
Aquela dor presente
Quando se expande
De dentro pra fora
Formou-se um contorno perfeito
Das minhas imperfeições
Sendo assim um medo
Oxidante,pelas minhas narinas
Ao estender-me
As suas e tão singelas
Lindas mãos
ALÉM DA POESIA
Se outrora, no princípio, a prosa foi talvez
Num sentimento que pelas mãos escorria
E, a alma em poética e sonhadora nudez
A doce ilusão permanece além da poesia
Quando floresce, latejante, mais uma vez
Sinto que o amor existe com vária fantasia
E, dando carinho e sensação sem timidez
Cria-se os versos tão lotados de ousadia
Se do profundo ardor ergue-se o momento
Não pode ser fim em eterno esquecimento
Pois, o poetar tem movimento e sensação
E sinto, ó deidade, a farsa que então seria
Um verso sem cor, sabor, cheiro e cortesia
Estaria vazio de olhar, toque e de emoção...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12/03/2023, 10'50" – Araguari, MG
Comer com as mãos ou de garfo e faca?
Não é todo dia que me pego pensando sobre tudo que eu faço durante a minha rotina, é o tempo todo. Chega a ser perturbador a quantidade de assuntos que me vêm e vão sobre coisas aleatórias e que me fazem por milésimos de segundos ter uma explanação rápida sobre o conteúdo, e quem convive comigo ou já conviveu sabe do que eu estou falando. Destes milhares de pensamentos reservo alguns minutos por dia para me aprofundar sobre um determinado tópico que insiste em martelar questionamentos na minha mente. Afinal, filosofar está intrínseco no meu ser.
É domingo de manhã, e para me agradar faço o meu lanche com a maior calma do mundo. Analiso os ítens que tenho na geladeira e decido que o cardápio do momento é: torrada e suco de limão, o meu preferido.
Sinal verde para avançar o equipamento me libera a passagem para degustar o alimento escolhido a dedo, e já entrando no cerne da questão penso o quanto gosto de comer e de saborear o que estou comendo.
Quando coloco a torrada no prato, penso onde vou comer, se na mesa ou no sofá, se pego talheres ou se pego guardanapo. Eu sempre penso isso, e em todas as vezes pego guardanapo e como a torrada com as mãos, seja onde for. Entre o certo e errado da etiqueta eu fico com a segunda opção.
Estudos apontam que o ato de tocar o alimento faz com que as percepções cerebrais sensoriais fiquem mais aguçadas, e, por isso, o sabor é melhorado e, consequentemente, isso faz você comer mais. Tá aí, tá explicado o meu sobrepeso hahaha! Brincadeiras à parte, confesso que observo não só o ato de comer e saborear o que estou ingerindo, mas tudo aquilo que quero alimentar.
Na minha reflexão e no estudo mencionado, o tato é algo a ser observado com calma, uma vez que o detalhe faz toda a diferença e dá um toque especial ao que vamos alimentar. Penso que todo o cuidado que dou a algo melhora significativamente quando me atento a forma de contato, e o toque tem sido um diferencial.
O que eu quero saciar tem que de alguma forma se originar de sensações predeterminadas. É com o tato, maior órgão do corpo humano, que eu estreito a minha relação com aquilo que tenho fome, e eu nem estou falando de comida.
Olga Lago
Tantos embarcam sem remos na mãos mesmo sem saber,
que quem é barco e não é direção, ao vento obedece.
Este amor é bom, este amor é mau
Este amor está vivo de volta dos mortos, oh
Estas mãos tiveram que soltá-lo
E este amor voltou para mim, oh
Este amor deixou uma marca permanente
Este amor está brilhando no escuro, oh
Estas mãos tiveram que soltá-lo
E este amor voltou para mim, oh
Este amor (este amor, este amor, este amor)
Este amor (este amor, este amor, este amor)
Este amor (este amor, este amor, este amor)
Este amor (este amor, este amor, este amor)
Seu beijo, minha bochecha
Eu assisti você partir
Seu sorriso, meu fantasma
Eu caí de joelhos
Quando você é jovem
Você só foge
Mas você volta
Para o que precisa
Este amor é bom, este amor é mau
Este amor está vivo de volta dos mortos, oh
Estas mãos tiveram que soltá-lo
E este amor voltou para mim, oh
(Este amor) este amor deixou uma marca permanente
(Este amor) este amor está brilhando no escuro, oh
(Este amor) estas mãos tiveram que soltá-lo
(Este amor) e este amor voltou para mim, oh
Este amor (este amor, este amor, este amor, oh)
Este amor (este amor, este amor, este amor, oh)
Este amor (este amor, este amor, este amor)
(Este amor) este amor voltou para mim, oh
A força da mudança de uma nação está nas mãos da juventude, bom, mas se esta juventude carece de conhecimentos práticos e teóricos tangentes a revolução e da união, é de se afirmar que é apenas mais um rebanho indiciplinado que não falhará cair na miséria e na desgraça.
Não entreguem o seu amor
nas mãos de uma pessoa que
não te valoriza, porque se
não tu viverás alimentando
as suas expectativas nos
braços de uma ilusão!
Até qualquer dia!
Os olhos se fecham, os lábios se unem.
Mãos se tocam, peles que queimam.
Mistura frêmita, ânsia e prazer.
Na loucura do momento,
a razão no silêncio.
Uma lágrima cai,
O vazio preenche o calor,
O que foram momentos?
Terminado num bater de porta,
Num até qualquer dia,
Em momentos de solidão.
Meu nome é Leila: tenho pequenos olhos para ver, boca para comer e beijar, mãos para tocar, pintar e escrever. Mas também tenho um coração para amar e um cérebro, com gratidão, para desfrutar de tudo.
O dinheiro só será uma bênção em nossas mãos, quando soubermos nos abençoar através dele, e abençoar as pessoas ao nosso lado. Pois, Deus resiste ao soberbo, mas dá graças ao humilde.
Busque a felicidade em si mesmo!
Ela não está nas mãos de outra pessoa.
E sim, em suas próprias mãos.
Haverá sempre um fado que me tira das mãos o suposto,
a força inabalável de um rio longo,
tão longo como a vida e depois da vida –
intransponível evidência que não se vê, mas que se sente,
comando firme que me olha do extremo de mim.
Tanta sintonia vestida de esperança neste acreditar, neste prosseguir
de mãos dadas, e todos os nossos caminhos lado a lado são definidos
pelos compassos da cumplicidade, da entrega e da devoção.
Há em todo o nosso tempo a ressonância da sabedoria e da excelência,
para que cada amanhecer se construa e fortaleça.
Por amar além de si mesma
Nasceram-lhe rosas nas mãos
Na copa da flor - o perfume
Nas hastes - a ingratidão.
Amou além de si mesma
Foi essência, raiz, foi luz,
As rosas - deu-as sorrindo!
Os espinhos - pôs em silêncio
Nas mãos justas de Jesus...
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