Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Lutar sempre irei, ganhar talvez, mais desistir jamais irei

- Posso não ser a perfeita, mais concerteza as minha imperfeições me tornam única

- Se você me perguntar se eu prefiro: Uma lágrima um sorriso ou um abraço eu irei escolher a lágrima, pois o sorriso pode ser falso, o abraço é passageiro e a lágrima por mais triste que seja é verdadeira.

- Papai me ensinou que eu não posso chorar, mamãe me ensinou que se eu amar eu irei chora.

- Dizem que eu sou louca mais, louca eu não sou só não tenho medo de falar a verdade.

- Você pode me odiar mais o que importa é que eu te amo.

- Eu aprendir que na vida a gente cai, e tem que levantar senão passam por cima, mais se eu parasse para pensar quantos tompos eu já levei e estou viva, valeria até apena deixar passarem por cima de mim.

- Eu aprendi que oque eu demorei anos para construir eu posso, destruir em apenas alguns minutos.

- Eu aprendi que não importa oque eu diga mais se uma pessoa pensar diferente de mim eu nunca poderei mudar isso.

- Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.

Inserida por Arianedesouza

Se no teu horizonte o sol já não brilha, é a hora de seguir uma nova direção, e talvez enxergar o que esta bem em baixo de seu nariz.

Inserida por frankdoid

O que deixamos de fazer hoje, jamais faremos. Talvez algo semelhante, mas nunca mais na mesma intensidade, disposição e criatividade que hoje teríamos.

Inserida por CalebeSalviadeSousa

De que te serve o teu mundo interior que desconheces?
Talvez matando-te, o conheças finalmente...
Talvez acabando, comeces...

Inserida por yasminmb

As vezes escrevi o que queria ouvir, o que queria ver, o que sonho e queria viver,
Talvez este alguém sabe o quanto amei;
E hoje não vou esperar o próximo trem.

Inserida por andrenj

O mundo é um mago que nos traz encantados: o desencanto nos fizera talvez menos felizes ou mais desgraçados.

(extraído do livro em PDF: MÁXIMAS, PENSAMENTOS E REFLEXÕES Marquês de Maricá)

Inserida por portalraizes

Grandes homens não estão preocupados com coisas grandiosas. Talvez esse seja o problema do mundo. E também a salvação pessoal de cada um desses homens. Talvez um deles esteja neste exato momento sentado em algum banco de praça, e não há nada mais poético do que um banco de praça, apenas observando o universo, questionando os intangíveis porquês, gargalhando com o que lhe aquece a alma e se deliciando com os nuances do sorriso de uma mulher. Enquanto o resto degladia-se lutando por coisas que, de fato, nunca serão suas, ele continua boiando de mente e braços abertos em um momento que existe somente em nossas cabeças: O momento.
Já parou pra pensar como é triste a vida de um momento? Pois pense agora, quando ele se dá conta que existe, já não existe mais, passou. Seria isso triste ou o fato de viver uma vida sem futuro, acorrentada ao momento presente nada mais é que a chave pra felicidade? Livre de expectativas e perspectivas, só o seu melhor neste exato momento. Bom ou ruim?
Eu adoro essa imagem, alguém pode imaginar alegria maior do que não ter um centavo no bolso, ainda nao ter garantido o almoço, mas estar sentado em algum canto fazendo carinho num cachorro vira lata enquanto compartilha com ele toda essa vida de cão, sentindo que, no fundo, já tem tudo que precisa? Às vezes sinto estar enlouquecendo mas, pense, quantas vezes a loucura já te pareceu a parte mais sensata de tudo isso?

Inserida por Licocarneiro

Entrelinhas

Pense um instante
talvez até meses
por que as mentes distantes
nos invadem as vezes?

Que mundo cruel
cercado de imundos
amassam como papel
e nos tratam como sujos,

são como cães
cercados em uma ilha,
é filho matando mãe,
é pai estuprando filha,

garoto andando na rua
cercado por muita gente
apanha á mão crua
apenas por ser diferente,

na saída do banco se distrai
é pego por uma quadrilha,
e assim se vai
mais um pai de família.

Inserida por PoesiaEmBlocoDeNotas

Talvez nasci na hora errada, dia errado, país errado, escolhi a profissão errada. Talvez!? - Mas, já que o relógio não para na melhor das horas, eu que nasci às 13 horas de um novembro outonal, sei que estou de passagem nesta vida, assim como passam as horas e os dias, como acontece com as folhas que caem e se renovam em outono, por conta da passagem de uma estação a outra. Sou cidadão do mundo, e ter nascido neste país é só um detalhe. A escolha de minha profissão não foi uma roleta. Antes, trata-se de uma minuciosa construção baseado em testemunhos, responsabilidade e experiencia relacional. Fui como todos ou a maior parte das pessoas matriculado em uma escola que fez parte de minha vida, da qual aprendi valores que sem eles seria impossível conviver em sociedade. A relação na escola não foi sempre amável, fui obrigado ir a escola, logo, contra minha vontade deixei mãe(pai saia cedo para o trabalho) e irmãos, cama quentinha, desenho animado na tv, brincadeiras de criança, etc... para ir a escola. Lá(na escola) foi-me imposto regras estranhas as que tinha em casa, fui condicionado por uma sirene que anunciava ficar em fila parado, e a cantar um hino que a letra até o hoje não sinto alegria de entoa-lo, seja pela falta de coloquialidade semântica em sua letra, seja por contradições históricas gritante em suas estrofes. Mas na verdade eu queria era correr, pular, gritar como um sujeito livre. Foi me imposto sentar junto com quem não queria, a escrever o que não desejava,e a pensar, e isso me era doloroso. Então melhor é rebelar contra toda essas injustiças e no quebra de braços com os grandões, percebi que era o mais fraco. Assim covardemente fui ameaçado... "se não me comportar direito(como eles, grandões-estranhos queriam) minha mãe vai saber de tudo!" Então muito contrariadamente fazia o que mandavam, como um animal domestico, como um brinquedo, não uma bola de futebol que ao chuta-la na direção do gol ela resolve obedecer leis da gravitação universal em Kepler contra às leis de movimento de um carrinho de empurrar que obedece leis da inercia em Newton, muito mais condicionais, como um objeto e não um sujeito da natureza. Assim é que foi depositado nos primeiro anos de minha vida escolar os conteúdos programáticos. Com efeito, fui alfabetizado sem letramento ou criticidade, estes chegaram ate mim de modo prazeroso através da leitura uma década e meia depois. Reconheci prontamente os códigos da escrita que fazia parte da escolarização imposta no contexto em que vivianos, naqueles anos duros do regime militar. Foi assim que fui aceito no bojo da escola, em meu principio de vida escolar. Obviamente manuscrever sintaticamente orações, destas os textos e criar um repertorio a partir daí, é como aprender a andar de bicicleta, nunca mais esquecemos. Outra coisa, foi produzir sentido para construção do meu discurso ideológico, essencial a escuta e a formação do carácter, sem a semente da rebeldia em minha primavera escolar contra as injustiças aqui descritas no contato com a escola, seria impossível ser o que vou sendo nesta construção do sujeito. Aprouve a Moros em grego: Μόρος na mitologia grega "o destino" eu ter frequentado a escola, e os educadores terem conseguidos atingir objetivos educacionais em mim, aprouve a Moros muito mais, eu ter tido contato com os livros muito cedo, ainda que sem o letramento maduro, mais o suficiente para ter tido um comportamento irreverente em sala de aula, ter conseguido com isso o passaporte para o mundo, e a "experiencia de mundo" que anos mais tarde já na faculdade no curso de pedagogia eu saberia que "precede o da palavra". Por ser outrora ator protagonista na relação dicotômica "ensino-aprendizagem", e a posteriore, já adulto percorrer solitariamente(autodidaticamente)o caminho inverso da mediação do conhecimento, como um professor(autodidata) em desconstrução até sua origem no aluno em construção. Concluo que não foi uma roleta a escolha de minha profissão, mais também poderia ter sim escolhido outra profissão, como a de um torneiro mecânico como foi meu pai, tomando um torno ao invés de um giz nas mãos, modulando um ferro ao invés de um aluno, tornando uma ferramenta tao afiada para o uso quanto um aluno para a vida em sociedade e ao mercado de trabalho. Eu sei que o homem perdeu sua condição de liberdade com a venda de sua força de trabalho no sistema capitalista, à lógica capitalista, ou seja, a perda do domínio sobre as técnicas agrícolas e a compreensão dos processos naturais, distanciando-o assim da natureza a da sua autonomia. No sentido capitalista, nem meu pai ou seu patrão o viam como um artesão,senão como operário, no ensino bancário não ha uma relação entre dois sujeitos, pois que, o Professor é sujeito e o aluno objeto. Tanto o movimento inverso do homem operário em direção ao homem artesão, como do Professor que deixa de transferir para mediar o conhecimento junto ao aluno, correm o perigo de se tornarem livres e produtos da natureza. Logo, para mim, vou ao encontro do perigo, sendo no redemoinho perigoso que desconstrói, mistura, reduz a pó as estruturas, não fico obrigado as escolhas contanto que na bagunça as correntes se quebrem, qualquer profissão me servirá.

Inserida por milton46a

Ao inventarem a arma nuclear mais potente do mundo, talvez não imaginassem que ela poderia ser usada contra eles; assim acontece na ilusão; quem ilude é como soltar um leão de uma jaula em meio a várias pessoas

Inserida por DavidJackson

Bandidos devem ser tratados com a crueldade que eles nos tratam, talvez faça sentido, senão estaremos sendo cúmplices deles!

Inserida por Kllawdessy

Talvez o fato de termos sido um dia poeira cósmica, uma planta, um mamute, um micróbio. O fato de termos tido ou sido parte dessas e tantas outras existências. Seja o que nos faz ponderar sobre tanto, e tanto sobre o passado ou futuro com tanta profundidade. Talvez em todos os fins, é que tenhamos o esclarecimento dessas coisas. Pois seria cruel se Deus nos tivess mantido o tempo todo cegos a verdade de nos mesmos.

Inserida por jairfj

Talvez fosse para não ser, pois se tivesse sido, seria e continuava a ser

Inserida por JousivalSales

A coordenadora assiste o conselho com falsa impassividade, anotando tudo. Tudo talvez que gostaria de dizer aos professores, mas o representante de classe, por ela também, tem coragem, porém lhe falta o bom senso.

Inserida por Kllawdessy

estou no outono
perdendo as folhas
quem sabe o brilho
talvez o sorriso
ficam-se os galhos nus
entre meus cabelos
meus pensamentos
perderam o viço
e meus sentimentos
estão perdendo "os dentes"
porque falo o que não devo
penso que não posso
sinto que sou falha
são só raízes mal fixadas
dos frutos apodrecidos
do tronco curvado e ocado
das murchas e secas flores
e as folhas se foram
levadas pelo vento
sinto um frio
um calafrio na espinha
e quem sabe um dia
o sol volta a me aquecer
a me florescer
a me reerguer
e a me frutificar
rubro de vergonha
reaprenderei a amar
nem o seco e o frio outono
a minha pele não mais ressecará
e nem meu coracao
de frio morrerá!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

Admirar

Quem por outrora não lhe admirou
Talvez tenderá em te admirar
Fique calmo jovem rapaz
Essa moça ainda vai te admirar
Tudo é estranho quando não sabemos
Não sabemos lidar com a necessidade
Admiração é afeição que no apreço da contemplação e simpatia permite o humano sentir todo amor do próximo.

Inserida por rafael_de_almeida

Ficar um pouco na janela no final da noite faz parte de um hábito que tenho ao longo de anos.
Talvez eu seja o homem na janela.
Um dos poucos do planeta, conscientes deste hábito, e parte de milhões de pessoas que fazem isso, de forma inconsciente, às vezes.
SIM! Às vezes a gente vai para a janela de forma inconsciente e não programada, algumas vezes ao telefone, outras vezes enquanto mastiga algo ou ⁠para observar um barulho, apenas.
Da janela à noite, gosto de observas as luzes dos prédios e dos carros que passam. Vejo as folhas que balançam com o vento e quando chove, um novo campo de observação se abre, os pingos da chuva, a água que escorre pelas beiradas das calçadas fazendo rastros.
Da janela eu posso imaginar o que as pessoas estão fazendo em seus infinitos particulares e a minha imaginação flui.
Penso nas pessoas que estão comemorando algo ou simplesmente cumprindo a sua rotina.
A janela, muitas vezes, me tira de pensamentos de problemas reais que estejam perturbando o presente.
Salve as janelas!

Inserida por jozedegoes

CONFESSO QUE MORRI

Talvez não tenha morrido em mim mesmo,
Talvez tenha morrido a morte dos outros.
A vida de Neruda já me foi suficiente.
Vive-se também a vida de outro vivente,
Em sua obra loquaz e permanente.

Faleci a cada pessoa injustiçada,
A cada criança famélica sepultada,
A cada velho doente em sofrimento,
E todas as vítimas de tormento,
A cada execução sem julgamento.

Desencarnei ao saber de crimes passionais
E de cárceres injustos, aplaudidos,
Pelas conversas e pelos jornais,
Ouvindo a avidez das violências
E o choro doloroso de filhos e de pais.

Toda manhã, ressuscitei em cova rasa,
Para morrer na rua ou em casa,
Ao longo dos dias anoitecidos,
Indiferente à alienação dos vivos
E à solidão dos mortos desconhecidos.

Sérgio Antunes de Freitas
Julho de 2022

Inserida por SergioFreitas

Talvez o vazio existencial que tanto assola a humanidade seja proveniente desta perda de valores e referências em que tínhamos laços afetivos genuínos com os outros. Em uma época, estávamos com os outros; hoje estamos para sermos apreciados pelos outros.

Inserida por AlquimiaPsi

⁠A carência humana está tão grande que nos deixam cegos. Endeusamos humanos, talvez por possuírem uma espiritualidade um pouco mais aguçada. Mas não se enganem. São somente meros seres humanos. A maior luz de amor passou pela Terra, sem vaidade, sem luxo e sem templos.Você sabem quem foi?…Esse é o caminho!

Inserida por Desaribeiro