Talvez

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Até logo

Você me diz que é breve e talvez as coisas não mudem tanto assim enquanto você não estiver aqui. Talvez as coisas estacionem e congelem num tempo indeterminado que me faça parar de reparar nas faixas pintadas no chão que se desgastam. Você vai e eu fico nessa dependência irritante de quem espera, de quem não sabe se faz alguma coisa porque a consequência pode atropelar o que tá por vir, mesmo que você nunca mais venha. E eu vivo preso num milésimo de segundo de saudade, elaborado pra avançar aos poucos.
Você embala as caixas e eu observo atentamente, quase como um vício panóptico, só pra ter certeza de que você me leva, de que você me carrega com você pra algum lugar que não seja uma estante distante da cama. Me leva contigo e não me esquece num canto empilhado com cartas e e-mail e caixas de entrada lotadas de inboxes que você nunca mais vai ler? Leva e diz que se lembra de mim numa noite qualquer, numa terça-feira, por favor. Porque nas terças a gente não tem nada de importante pra fazer e se lembrar de mim num dia qualquer é garantir a minha sobrevivência na memória. Sem necessidade de grandes feitos ou noticiários brasileiros, é só lembrança que vem enquanto você lê numa poltrona qualquer. Lembra de mim por acaso e me ganha de longe com um sorriso na cara por não ter sido esquecido.
Te perco no sono depois da despedida. Já aprendi que me agarrar a escombros ou destinos fatídicos resulta em dor. Dor lancinante, daquelas dores que a gente aprende a evitar porque sentir é demais pra aguentar quando não tem alguém pra dividir. Te perco e te reencontro nos cochilos de domingo, na esperança da correspondência da caixa 45 do meu prédio, da campainha que toca inesperada e recrio você a partir de memórias. Quem não recria um sonho bom que se perde durante o dia em memórias? Do meu violino só saem as notas compatíveis com a tua voz e daí eu ouço diálogos que cortam, risadas que já não têm mais graça e me guardo em você.

Me transporto com o tempo pra todo lugar que me lembra você pra tentar, eu só tento, tento o tempo todo, pra tentar me retomar em você a partir de sorvetes, a partir de livros, a partir de pedidos num café estranho que toca o seu tipo de música favorita. Vivo uma saudade de quem já foi e promete voltar. É da promessa que eu me alimento e moça, se você for ficar pra sempre, me manda uma carta de despedida bonita? Me promete que me despacha numa carta e não me prende na sua estante se não for pra sentir saudade também.
E eu sinto falta. Falta é toda a companhia que eu aceito porque ela não me pergunta sobre você. Não me pergunta e não me repreende pelo desespero que era precipitado e agora se confirma. Na caixa postal vazia, na falta de conexão e na vida de quem eu não faço mais parte e vai muito bem, obrigado. Você vai e eu fiquei. Fiquei e não vi o tempo passando que tanto me esqueci de mudar o tempo verbal das coisas todas do meu dia a dia. Você foi e eu que. Jurava, jurava tanto, jurava dias e mais dias no pé do meu ouvido que só dói quando eu ouço a sua voz numa rua vazia em dias de chuva em que me esqueço do guarda-chuva e passo em frente ao seu número. Cê me disse um até logo, meu bem. Com solidão compartilhada com um fantasma, eu ouço ainda mais alto: eu nunca vou me esquecer de você. Até que os ponteiros descongelam e eu não ouço mais promessa.

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Se eu não tivesse você

Se eu não tivesse você pra me lembrar de limpar as mãos, os braços, o queixo e o lábio no seu, eu sairia por aí cheio de molhos, doces, sorvetes e de todas as coisas que lambuzam a gente quando a gente se permite lambuzar. Talvez eu tivesse mais dinheiro guardado na poupança e nada, nadinha, nada mesmo na agenda e fora dela por seus convites fora de hora e fora de padrão e você gosta de ver as estrelas? Só gosto delas quando aponto pra algumas e você toca no meu braço me mandando baixar a mão. Sem isso seriam só umas estrelas salpicadas num céu-azul-escuro-sem-graça-nenhuma-e-sem-você.
Se eu não me embaraçasse em você pra achar alguma posição confortável na cama, talvez eu caísse no chão fugindo de um sonho ruim em todas as noites frias. E tenho certeza de que engordaria menos, mas olha pra mim e diz se você se importa tanto com isso ou se prefere que a gente divida a sobremesa e divida os momentos e divida a nossa vida numa estranha divisão que não diminui e nem deixa cada um com só um pouquinho do outro. Se eu não tivesse você eu teria reprovado em álgebra porque não saberia somar. Não saberia daquelas coisas que você me ensina e nem me encantaria com facilidade quando você pega no volante e diz que vai me levar pra algum lugar bacana que eu ainda não conheço. Bobagem, meu bem, você é meu lugar-comum-especial-pra-vida-toda nessa noite.

Se você não tivesse esbarrado, me olhado, insistido em não parecer invisível e me dado aquela puxada sensível no braço eu nunca, nunca, nem mesmo hoje em dia, acreditaria que tem coisas erradas que precisam acontecer pra gente se encontrar lá na frente porque o nosso clichê foi assim. Foi no jeito com que eu paro subitamente de falar pra te ouvir disparando sentenças e se pegar constrangida, me olhando e se perguntando o que é que eu tô olhando. Eu tô olhando a sua forma desordenada, fora do tom, um tanto quanto desafinada de gesticular e me fazer rir no meio da praça de alimentação do shopping por ser você.
Se eu não tivesse você, eu ia ter aquele vazio que eu tinha faz tanto tempo e tanta chuva e tanta gente que passava e esbarrava e nunca ficava como você ficou. Você ficou e ficou mais um pouco, fica mais um pouco, vai ficando e não se acomoda, viu? Me incomoda, me acorda quando eu dormir no seu banco de carona e te deixar sozinha, me atordoa com a saudade que nem dura uns três dias direito e me diz que a noite só foi boa porque eu desejei que fosse, porque eu deitei com você do outro lado da linha. Me diz que não importa quão brega-apaixonado-bobo-despreocupado eu possa parecer, que importa é que dá pra ver como eu fico feliz e me faço feliz por ter você. Diz que me odeia, mas diz com aquela forma meio irritada pra si mesma porque você sabe que é uma daquelas mentiras mal contadas, daquelas que faria o seu nariz crescer e que nem entonação de atriz faria mudar. Diz que se eu não tivesse você, você daria um jeito de me acordar com voz de sono só pra eu virar pro lado e sonhar em ter você mais uma vez.

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Amor é pros fracos

Amor nunca foi recomendado pra gente grande que narra a vida com controle absoluto. Ele foi feito pra gente descontrolada, mal planejada, que deixa o tempo fugir pelas frestas dos dedos, e escorrega. Foi feito pra gente que desdenha do tempo e se permite convencer do contrário, não pra gente orgulhosa dos seus feitos metódicos e superiores.
Amor é de gente pequena, frágil, que fica quase sempre à mercê de um caçador. Gente essa que se defende como pode e perde de vez em quando, descobrindo que perda também é um jeito de levar a vida. Esses que ganham o tempo todo, ah… amor não é pra eles. Pra viver um pouco de amor é mais do que preciso aprender com a perda.
Amor é sentimento de gente que cansa, que recua, que chora e borra a maquiagem, que deixa cair pela barba pra contrariar o ditado, não de gente que põe um escudo na frente e se impõe como gladiador. É pra gente que sofre, sim, e continua sofrendo no dia a dia. Pra gente que aprendeu a desistir no meio da luta. Essa gente toda, altiva e com os sentimentos musculosos, não sabe sentir as agulhadas que ele dá no percurso.
amor
Amor é coisa de sonhador, sabia? De gente que flutua e tira os pés do chão o tempo todo, de gente que imagina, e imagina demais com um sorriso na cara, como se tivesse dormindo acordado. Gente boba, tola, com um quê infantil que deixa a coisa tomar conta e não se esvai. Não serve pra quem domina as situações e se mostra inflexivelmente adulto, formal, sério demais pra admitir uma brincadeira no meio de uma semana útil.
É pra gente que não sabe combinar cor e gente que já perdeu na queda de braço. Gente que só soube nadar depois de quase ter morrido afogado, e que ainda dá risadas disso, como se reprovar na vida não tivesse importância, sabe? É pra quem se importa, sim, com o que dizem, com o que pensam, com a ligação do dia seguinte.
Amor é daquela galera que vai mal, obrigado, quer me ouvir? É pra quem cria laços nas filas, na rua, no mundo. Pra quem sorri, mesmo que falte um dente da frente, e contagia o outro. Amor é de gente simples que enfrenta desafios todos os dias desde a hora que acorda e, mesmo assim, firma um compromisso consigo mesmo de que vai chegar até o fim do dia bem. É de gente que pergunta, mesmo podendo nunca ser respondida, se você quer ficar aqui ou ir embora pra sempre. Gente que depende, sim, um pouco que seja do outro – e que pode deixar de depender porque já aprendeu que pessoas vão na mesma velocidade em que chegam. Quem é forte demais não entende de amor. Não entende de fragilidade, perseverança, chuva molhando o terno, falta de proteção e abrigo, nem de imprevisibilidade. Quem é forte não sabe ser fraco, frágil, pequeno e, ainda assim, continuar. Não, isso não pertence a eles. É de gente que tem medo de escuro e passa os dias convivendo com medo e insegurança, nem sempre se dando bem. Gente que vai parar num canto e chorar até desabar pra acordar melhor no dia seguinte. Gente fraca (mesmo) que aprendeu a ser forte por causa do amor.
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Este talvez seja EU...

Que saco tentar se descrever.
É chato e muito difícil.
Sou simples como minhas palavras são.
Qualidades exibidas e defeitos escondidos como qualquer um.
Uma vez uma pessoa muito sábia me disse:
“-Nós gostamos das pessoas por suas qualidades, mas a amamos por seus defeitos.”
Frase interessante. Não?

Onde está o botão de desligar, ou o de reiniciar tudo.
Pois juro que pareço ter errado desde o início.
Nunca é tarde! Mas, será mesmo?
Jogo perigoso este. Mas, por que não joga-lo.
Daqui a pouco acaba e neste não dá pra jogar novamente.
Então pra quê perder tempo?
O chato é quando não se tem nem onde se perder este tempo.

Estou esperando... Não sei ao certo o que, mas esperando...
Às vezes fico sem ar e nem sei o motivo.
Às vezes fico triste e me sinto muito só.
Não consigo me acostumar a isso, e acredito que nunca vou precisar.
Quando estou fraco me reservo, não gosto que me vejam assim.
Não sei dizer mais te amo e temo dizer te odeio.
Na pior das hipóteses temo ouvir qualquer uma dessas palavras.

Antes de me pré-julgar, me pergunte o porque de eu ser assim.
Antes de achar que me ama me fale isso para que eu também possa te amar.
Antes de dizer que estou errado leia novamente a questão.
Antes de pensar em me conhecer fale comigo por que eu quero conhecer você.
Antes de tentar me entender me abrace, pois num abraço você saberá tudo de mim.
Antes de me agredir me beije, pois se você me beijar e me deixar você já terá acabado comigo.
Antes de me odiar me ame, pois só depois disso você poderá sentir algo tão forte como o ódio por mim.

~*~Talvez possamos um dia nos arrepender do que fizemos...
Mas o arrependimento é sinal de que não tivemos medo de tentar...
E daí se as coisas não deram certo como deveriam...
E daí se não era bem o que queríamos?
E nossa vida segue... para tentarmos e errarmos muitas vezes...
Isso é viver e aprender.

Você espera de mim uma atitude que te convença algo que eu não tenho como dúvida.
Se você fecha os olhos para não ver, não me culpe por isso...
Compartilhar a minha vida e minha verdade está ao seu alcance, basta que para isso você queira, mas não arranje artifícios para justificar seus medos e dúvidas, pois isso só afastará nossa amizade, mas deixará um vazio que nunca mais conseguiremos preencher.

Talvez, um lugar calmo, um lugar com uma companhia, não precisa ser a ilha do Hawaii, ou um lugar paradisíaco
Pode ser o banco da praça, ou o colo num lugar a dois, talvez até, o lugar perfeito dependa de quem o acompanha
Não importa, o tempo que passe, essa hora sempre vai existir, apenas uma, ou mais vezes,
Seria uma pessoa, que o passe confiança, amor, e muito carinho, quem sabe até, não se torne o seu caminho,
o seu, ou a sua guia, para o resto da vida, não precisa necessariamente, terem um compromisso, ou serem íntimos
a confiança apenas, e o amor, já bastam para uma amizade, independente de qualquer relacionamento
As vezes, não precisamos gastar muito, para ficar em paz, é apenas ver o lugar em que se encontra, o clima que está
Procure sempre, buscar a pessoa que te faz feliz, e se não for preciso encontra, deixem te encontrar
você não precisa ir até a ilha, mais faça a sua própria ilha, de amigos, de amores, de paixões.
dependerá de você, escolher como construir a ilha, e quem iria morar nela,
entenda, que para fazer alguém morar lá, você precisa provar, que é habitável, que pode receber, e que acima de tudo,
você tenha um amor, o menor que seja, mais que tenha, para cada membro dela,
Sua ilha, não precisa ser uma ilha necessariamente, mais um pedaço da sua própria vida

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.

Quem somos nós
pra entender o coração
Talvez um dia eu entenda
por que não entendo
É como olhar o céu e
enxergar além do sol
É como me enxergar
por dentro desse olhar
Que conquistou cada espaço
do meu coração
Que bagunçou meus sentidos
Dominando a razão

Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendem o meu “Zaratustra”: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? — Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.

As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido — conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas — e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação — nascida da força — para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo — acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...

Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? — O resto é somente a humanidade. — É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma — em desprezo...

' Talvez você possa se dar ao luxo de esperar. Talvez para você haja um amanhã. Um, dois, três ou dez milhões de amanhãs... Tanto tempo, que você possa nadar nele, deixar rolar e enrolar-se nele, deixá-lo cair como moedas por entre os dedos. Tanto tempo, que você possa desperdiçá-lo. Mas, para alguns de nós, há apenas o hoje. E a verdade, afinal, é que você nunca sabe quando chegará sua vez. '

Talvez haja um monstro aqui… ou apenas nós.

Talvez eu não choro, mas me dói. Talvez não digo, mas eu sinto. Talvez eu não demonstro , mas me importa.

"Sou talvez, uma vírgula ou reticências. Mas nunca serei um ponto final."

Um namoro nada mais é que um jogo onde ninguém nunca ganha e alguém sempre perde! Talvez ambos. Porém, você já inicia a partida com 50% de chances [ou mais] de, infelizmente, ser o único perdedor!

Talvez amar seja isso, perdoar uma pessoa sabendo
que ela ainda irá errar um milhão de vezes.

Talvez, disse a mim mesmo, pudéssemos ser a exceção à regra.

"Pobre de quem tem medo de correr os riscos...talvez não se decepcione nunca, nem sofra como aqueles que tem um sonho a seguir...quando olhar para traz...vai escutar seu coraçao dizendo...desperdiçaste tua vida...!"

Talvez a morte não seja a saída, mas a entrada a uma nova jornada melhor ou pior do que terminada.

Sou de dias e não sei quem sou hoje, talvez esteja gelada de tão quente ou queimando de tão fria.

Bom, boa sorte. Talvez New York seja uma cidade grande demais. Quer dizer existem milhões de pessoas nesta cidade. Como, em toda essa bagunça, se supõe que o cara encontre o amor da sua vida?

Te amo tanto que nem sabe o quanto, talvez nem ao menos eu saiba verdadeiramente o quanto amo, só sei que amo, sem medida amo, infinitamente...

Existem pessoas que não sabem dar valor pra ninguém, talvez o dia em que resolverem dar valor seja tarde demais e nós já não estejamos mais aqui.