Talvez
Ei, será que pra falar de amor é preciso pedir licença? Talvez não
Eu não sei o que você pensa, mas amor é algo pra se falar, fazer, gritar...
E, eu vou sempre gritar pelo seu nome e pelo seu amor
O meu amor por você é tão grande
Que desde pequeno eu aprendi
Que o mais importante é saber amar, e eu sei... claro que eu sei!
Sei porque te amo
Eu te amo... o sentimento que eu tenho por não ter você é que me consome
E, esse amor que eu tenho aqui, dentro do meu coração é todinho pra te dar
E você heim???
Parece que não quer, parece que não vê, não liga!
Ah! Que bobagem a minha
E, eu que cheguei a pensar que um dia você pudesse me dar amor...
Mas você não dá nada, e, mesmo assim eu te quero tanto
E, mesmo assim eu te amo tanto,
E te peço: Por favor ouça meu grito de amor.
Talvez, quando eu achar que não preciso mais de ti, tu venhas me amar
Talvez, quando a vida me mostrar o caminho certo a seguir, tu venhas parar pra me olhar
Talvez, quando o mundo girar tanto que eu ficarei cansada de esperar por ti, tu venhas pensar em mim
Talvez, quando os dias passarem tanto que eu vá embora pra sempre, tu venhas me pedir pra ficar
Talvez, quando um amor novo me chegue ao coração, tu venhas perceber que me ama
Talvez, quando eu deixar de fazer tudo o que tu quer, tu venhas perceber que precisa de mim
Talvez, quando na chuva tu estiveres sozinho na chuva e com frio, tu venhas perceber que precisa do meu calor pra te aquecer.
Porque é assim que estou hoje:Sozinha na chuva e com frio.Enquanto tu te divertes com tuas ilusões, eu fico aqui, a te esperar.Mas cuidado, no dia que tu perceberes que de mim precisa, TALVEZ seja tarde demais.
“Cara você é doido!” eu respondi com jubilo pelo elogio: “talvez sim, Obrigado!”, pois era assim que chamavam os grandes poetas.
Talvez seja só mais uma daquelas fases, onde se exige demais e faz de menos. Crê de menos e espera de mais. Contempla o certo e persiste no errado. E nessas controvérsias, vai tomando seu café, escutando o velho blues de sempre e esperando chover.
Quando somos crianças somos a mais pura alegria, a mais pura fonte de carinho e afeto, talvez seja porque não entendemos direito o que é a vida ou entendemos o suficiente para concluir que é melhor brincar e sorrir. Quando somos adolescentes queremos o mundo, mas talvez o mundo não queira nós, e a sua mãe, pai, tio, avô e avó tentam alerta-lo, mas você não ouve, é imbatível, implacável e se dá de cara com o mundo e vê que não é o que você pensava, é cruel e frio, nem todo mundo é seu amigo e nem querem ser, todo mundo se relaciona em troca de algo e tudo é uma questão financeira. Claro, não é sempre assim, num momento ou outro você se alegra, mas é apenas uma gota num mar de tristezas que te assola e assombra num caminho único que te levará a morte. As pessoas que te amam vão morrendo aos poucos, e se caso tenha grana ao menos dará uma morte digna há aqueles que ama, caso contrário morrerão em um leito sujo e mal acabado em algum hospital público, num enterro sem velório de um dia pro outro sem despedidas, apenas choro e uma sensação amarga de impotência.
É triste o que eu escrevo? Imagine o que sinto, pois nem tudo que sentimos conseguimos verbalizar. Qualquer analogia seria insuficiente para mensurar o sentimento.
Eu questiono e tento aprender como é a vida, há diversos gurus que dizem: “faça isso e seja feliz”, “seja feliz em 10 passos”, ou até mesmo aquelas pessoas que dizem para você fazer isso ou aquilo. O que eu sei da vida é que todos somos diferentes e que cada indivíduo é singular, cada sente o impacto de algum jeito e quem se recuperar mais rápido se sobressai, mas será que nos recuperamos? Tudo de fato é passageiro? É pra você? Ou pra quem?
Sempre há perguntas, mas e as respostas?
E Deus?
Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendem o meu “Zaratustra”: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? — Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.
As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido — conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas — e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação — nascida da força — para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo — acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...
Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? — O resto é somente a humanidade. — É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma — em desprezo...
E se eu disser que estou triste ninguém vai acreditar, talvez porque eu esconda esse sentimento atrás de um sorriso.
Talvez eu não choro, mas me dói. Talvez não digo, mas eu sinto. Talvez eu não demonstro , mas me importa.
Talvez tivesse que ser assim. Talvez sem os pontos baixos, os pontos altos não pudessem ser alcançados.
Talvez, um lugar calmo, um lugar com uma companhia, não precisa ser a ilha do Hawaii, ou um lugar paradisíaco
Pode ser o banco da praça, ou o colo num lugar a dois, talvez até, o lugar perfeito dependa de quem o acompanha
Não importa, o tempo que passe, essa hora sempre vai existir, apenas uma, ou mais vezes,
Seria uma pessoa, que o passe confiança, amor, e muito carinho, quem sabe até, não se torne o seu caminho,
o seu, ou a sua guia, para o resto da vida, não precisa necessariamente, terem um compromisso, ou serem íntimos
a confiança apenas, e o amor, já bastam para uma amizade, independente de qualquer relacionamento
As vezes, não precisamos gastar muito, para ficar em paz, é apenas ver o lugar em que se encontra, o clima que está
Procure sempre, buscar a pessoa que te faz feliz, e se não for preciso encontra, deixem te encontrar
você não precisa ir até a ilha, mais faça a sua própria ilha, de amigos, de amores, de paixões.
dependerá de você, escolher como construir a ilha, e quem iria morar nela,
entenda, que para fazer alguém morar lá, você precisa provar, que é habitável, que pode receber, e que acima de tudo,
você tenha um amor, o menor que seja, mais que tenha, para cada membro dela,
Sua ilha, não precisa ser uma ilha necessariamente, mais um pedaço da sua própria vida
Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.
Te amo tanto que nem sabe o quanto, talvez nem ao menos eu saiba verdadeiramente o quanto amo, só sei que amo, sem medida amo, infinitamente...
Se palavras descrevessem o estado da minha alma, talvez não passaria os dias em exílio,
nem afundaria na maré...
No entanto, é impossível descrever o quanto dói:
A dor de se viver aquilo que se é.
Mas o paraíso está trancado e enclausurado. Precisamos ver se a porta dos fundos talvez esteja aberta.
Bom, boa sorte. Talvez New York seja uma cidade grande demais. Quer dizer existem milhões de pessoas nesta cidade. Como, em toda essa bagunça, se supõe que o cara encontre o amor da sua vida?
