Talvez
Sei de tudo, mais nao sei por onde começa, talvez o inicio e o fim nao importa, o que importa e o que voce vai fazer!
EXPLOSÃO
Bebo para saudar os deuses do copo
Bebo para manter a minha inspiração
Talvez me aches infante, exótico
Por isso escrevo com lentidão
O copo me dá o que preciso
O corpo explode de alegria
“Muito riso é sinal de pouco siso”
Prefiro o derrame da nostalgia.
"...Hoje eu não acordei inspirado, meu texto talvez nunca entendam. Minha vida quotidiana, sem nada a fazer, ler livros, estudar, radicalizar de que forma? Suicidar-se? Ficar sozinho? Talvez minha forma de expressão para este mundo sem noção é dando um significado a algo que não tem significação como a própria Vida, sem prerrogativas, apenas ela, simples e complexa, não obstante ainda faz que nós soframos sempre alternados por intervalo de felicidades, acho que vou morrer!
Mas dá cabo a vida, talvez não seja a atitude mais sensata para o medo em que me encontro – rodeado de indagações, mistério sem respostas, limitações físicas ... “quero voar”..., hipocrisia -, ainda sinto que regressando a forma primitiva do ser humano tirarei de mim obrigações e responsabilidades inatas que no qual não pedir para ter, mas afinal nem pedimos para nascer? Milagre ou Fato consumado? Quero torna-me algo fútil e ético, instruído e ignorante, amoroso e torpe, viver nesse contraste, ainda que seja pouco, pode até me dar um sentido de viver nesse mundo Real? Será real mesmo? Só porque sentimos dores, efeitos e sabores? Outra indagação que não se pode responder. Agora sabes por que quero morrer! Vou dormir talvez amanhã acorde inspirado..."
Talvez o amor seja apenas um picolé de limão, doce e azedo ao mesmo tempo. E nas variações de sabor dá pra sentir que o finalzinho passa a ser mais azedo que refrescante, e mesmo assim não queremos que acabe.
Tenho pra mim que saborear um picolé de limão é um dos maiores prazeres da vida!
Diga não ao talvez, as fachadas de sins
e seus fins tortuosos, esquivos, covardes;
águas fáceis e fúteis na voz de quem deve.
"Talvez a felicidade seja, não importa o que seja, agradecer pelo que temos agora.
Parece simples, mas é complicado, ao mesmo tempo, parece complicado, mas é simples."
Talvez o errado aqui seje vc por estar me julgando
se o que eu faço esta certo ou errado agente só ve depois !!
Eu talvez não seja perfeita, talvez não seja digna em seus olhos, mas eu tenho sido sempre verdadeira.
Talvez era apenas amor, e eu não pude compreender, o calor veio de uma forma que fascinou o meu corpo, e eu despistei, era algo desconhecido.
Deixarei o mundo ser como é, acredito que só assim eu talvez encontre um porto seguro em algum lugar dele.
Talvez eu só queira afastar todos que se aproximam. Talvez eu só queira que alguém chegue mais perto.
Talvez uma dia recla-mes que nunca lhe dei um sinal, mas ele estava em meus olhos a admirar o seu sorriso!
Sou feita de azar, talvez. Sou feita de solidão, de loucura, de drama. Sou feita de histórias e cargas pesadas. Tenho coração ferido mais do que qualquer um. Pode ser drama, pode ser exagero. Mas sou feita disso também. Dentro de mim, cabe um mundo. Só que ele seria esse mundo, e como se ele foi não cabe mais nada dentro de mim.
Talvez para que pudesse entender um pouco sobre o amor, se é que o amor é necessariamente entendido. Do meu lado direito, um papel rosa, delicado, com corações e o seu nome. Fiquei um tempo encarando esse papel, fiquei até mesmo, imaginando os motivos para que eu goste tanto de você, para que eu precise sentir tanto esse amor que anda me corroendo aos poucos.
Usava palavras agressivas. Nunca mostrou sentir. Talvez a amargura lhe houvesse tomado conta. Ou palavras não demonstrassem seus sentimentos.
Nenhum pensamento é obsceno, pecaminoso ou impuro. Você, talvez, é que o seja. O Pensamento é livre e independente.
Será que quando chove são as lágrimas que um dia não deixei escorrer em meu rosto? Talvez não, lágrimas escorreram em meu rosto e a chover estava também. Talvez a chuva seja a prova de que até o céu tem suas lágrimas e que simplesmente as deixa cair em seu rosto.
