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Tenho muito medo na arte e na cultura desta contemporaneidade selvagem, imbecil e destrutiva. Não basta não conhecer e não dar valor, para eles amotinados bipolarizados, tem o indolente sujo desejo de sucumbir sem ter nada para substituir.
O porquê da venda/cegueira da nossa [humana] INJUSTA justiceira…
Quem certo dia, entre nós escolheu;
vendar olhar, à dita justiceira;
acertou, por nos vir mostrar, cegueira;
que para o ver, da verdade; perdeu!
Nesse mau cegar, que a ela, a venda apega;
No permitir, de nós, um tapar de olhos;
a ela mesma: daí, ter aos molhos;
tanta injustiça: daí, ser tão cega!
Principalmente, quando julga: a um rico;
que por dinheiro, pra bem a vendar;
dela tão faz, o que todos sabemos!...
Daí, triste eu, com justiceira fico;
Quando a tal vejo, a tão cega tornar;
Essa JUSTIÇA, que nela; NÃO TEMOS.
Com pena, por na tal [só o nome] de justiceira, termos;
AMOR NÃO É UM PRODUTO PARA VENDA,
MUITO MENOS PARA ESCAMBO
Amor não se compra, não se vende, não se negocia. Não é troca de bens ou favores – isso é interesse! Dinheiro e “serviços” apenas compram pessoas que fingem amar. Uma casa, um carro, jóias e viagens podem ser comprados. Um profissional de qualquer área pode ser contratado. Companhia sincera não.
Amor é respeito, confiança, admiração, desejo, companheirismo, doação, sinceridade, cumplicidade, lealdade, perdão, saudade. É compartilhar erros, defeitos e virtudes. É o sentimento profundo e sem limites de carinho e afeto por alguém, independente das situações, problemas e dificuldades que possam surgir.
Quando se vive o amor de forma plena ao lado do respeito, nada nem ninguém vai modificar a sensação de felicidade e de conforto que é conhecer a consciência de um sentimento ligado ao outro sem cobranças, sem exigências, sem lástimas, sem orgulho, sem vitórias, sem prejuízos, apenas e somente um sentimento vivo que resiste a tudo, pois é firme, é certo, é seguro e tem no respeito a fórmula de querer bem, mas sempre reconhecendo que o outro tem limites, dificuldades e necessidades.
O sentimento que é alimentado com confiança e cumplicidade torna-se indestrutível e essa aliança não se perde com tempo – pelo contrário: enraizará cada vez mais.
O amor e o respeito podem ser eternos quando a alma alcança o entendimento que sem esta união, nada terá valor, nem temporário, nem prometido, pois amor sem o respeito é ilusão, é essência sem luz, é escuridão que não leva a lugar algum.
Sem respeito não há amor. Sem confiança, não há cumplicidade (Cumplicidade surge quando há um conhecimento mútuo, quando se está em sintonia de pensamentos. É um jogo saudável e grandioso entre duas pessoas que se conhecem e se dão bem. É uma partilha de sentimentos, valores, situações, acontecimentos existentes entre elas. É um sorriso, uma gargalhada vinda do nada. É um olhar, uma expressão que se entende. É um gesto, um toque que nos desmancha e nos faz cair em nós. É uma palavra… Cumplicidade só existe se houver confiança, se acreditarmos. Cumplicidade é nos colocarmos nas mãos do outro e vice-versa, é ser-se verdadeiro, sincero, não importa se é bom se é mau. Assim cumplicidade é aceitar, é acreditar, é confiar, é dedicar, é saber, é calar, é estar do lado, é compreensão, é um acordo implícito entre duas pessoas. Eu sei, tu sabes, nós os dois sabemos. Mais ninguém sabe que nós sabemos. O que nós sabemos torna-nos únicos nessa situação, e tudo o que nos faz sentir únicos dá-nos força e cria uma união mágica. Cumplicidade é então o que nos faz sentir únicos em qualquer que seja a relação onde ela exista.)
O amor quando é sincero, não dá lugar à tristeza, ilusões, mentiras e disfarces. O amor verdadeiro faz a vida parecer mais leve e traz em sua companhia: confiança, alegria, afeto, respeito, companheirismo, cumplicidade, generosidade, compreensão e muita felicidade. Veja bem: amor não é viver felizes para sempre – isso é conto de fadas. O amor é saber como enfrentar a vida juntos. É sintonia pura. Em um relacionamento onde há compreensão e confiança, tudo floresce e prospera. O progresso é duplo.
A felicidade suprema reside na cumplicidade de um amor verdadeiro. A vida só é vivida, quando envolvida por outra vida.
Vender é um dom, conquistar clientes é uma arte, não dê a devida assistência, perdê-los será a realidade.
Nem sempre a imagem que chega aos nossos olhos é real, fruto da nossa ignorância incapaz de enxergar o que é justo. Talvez por pensar que sabemos de todos os fatos, quando na verdade o que temos é uma venda nos olhos.
Classificamos os livros para vendê-los. Há pessoas que precisam saber se estão lendo um romance ou contos. Eu não. Nunca me interessei por gêneros. Para mim, um romance não tem mais valor que um ensaio ou poema.
Vendas: Todos nós, somos vendedores.
Alguns vendem água, já outros pães, balas, carros e casas... Ambos, vendem seu próprio tempo em troca do serviço prestado.
Eu por exemplo, troco meu trabalho por excelência e qualidade. Enquanto outros, trocam seu tempo por um bom salário
Numa negociação, em especial no ramo do varejo, a venda jamais deve ser o objetivo principal. Ela precisa ser a consequência de uma experiência primeiramente pessoal, para cada cliente.
Quando o vendedor demonstra que precisa vender, o cliente percebe que não precisa comprar.
O segredo está no ATENDIMENTO!
“No mundo dos negócios tem duas coisas ruins de fazer: vender para quem não quer comprar e comprar de quem não precisa vender.”
Se você quer melhorar o seu resultado, saia de um patamar que você conhece, para um patamar que não conhece. #QR
Tenho observado, hoje, nas empresas, que elas olham muito "pra fora" em busca de novos talentos e esquecem que, na maioria das vezes, o "talento" está dentro da própria empresa, não sendo utilizado, geralmente.
Eu dou "porrada" no que sei e amo o que não sei.
Desafie o modelo atual e agarre o desconhecido. #QR
Olhe e veja, se estiver no telefone visualize mentalmente. Sinta e ouça seu cliente e irá identificar a melhor forma de vender para ele.
cafés da manhã
A ressaca do acordar traz a sede de satisfação e de calor para quebrar o gelo solitário da manhã.
Seus instintos imediatistas a levam ao empoeirado boteco da esquina.
Copo barato, que na noite passada serviu de alguns goles, na tentativa de tirar o amargo do peito com o amargo da cerveja, mas a trava da garganta não se tira com álcool, apenas se disfarça por alguns instantes, peito pede sangue, boca pede saliva e o corpo pede outro corpo... esquece, hoje é o dia seguinte, outro propósito, outra história.
Enquanto a boca mastiga um pão seco com manteiga, quase um tira gosto, o café lhe sacia de calor e ânimo suplicado por cada célula.
Naqueles poucos segundos entre um gole e outro, sua mente pede mais, a vontade grita, pensamentos balbuciam seus demônios, mas entre flashes de consciência eu estou por lá, aliás sempre estive.
Não lembra mais de mim? acho que mudei desde que nos conhecemos… ou foi você que me mudou? sei que em algum momento eu servi pra você.
Amanhã talvez de novo… uma pergunta inquieta minha já embaçada mente. o que você me fez de mim?
Eu sou o copo quase vazio de café frio que você deixou em cima da mesa, esquecido até que alguém me lave por dentro e por fora, me renove, se eu não quebrar nas mãos descuidadas de qualquer um que me manipule posso servi outra boca, não escolho muito, mas só espero quero que venha com sede, pra que me seque e me sugue por completo, melhor do que largado pela metade ficando morno com o resto de mim que ninguém quer.
Um vendedor que quer atuar diretamente na emoção de seu cliente precisa ter em mente que o poder da empatia é algo transformador em uma venda.
