Tag tentação

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Se não enchermos nossa mente com oração, ela se encherá de ansiedades, preocupações, tentações, ressentimentos e lembranças indesejáveis.

Inserida por pensador

A guerra mais eficiente contra o pecado é orar para que não tenhamos de lutar contra tentações desnecessárias.

Inserida por pensador

⁠Se sentir tentado não é pecado, mas alimentar a tentação no pensamento é escolha, pecado, estupidez e tortura desnecessária.

Inserida por Marinaferlete

⁠Ressentimento, medo, ciúme, impaciência, tristeza, desejo... Essas e outras coisas dão origem a tentação.

Inserida por pensador

⁠A locução verbal “foi conduzido” [ανηχθη] nos revela(m) uma dependência da presença ativa do Espírito Santo na vida diária do Mestre, o que de fato evidencia que Jesus humanamente foi alvo da condução e orientação do Espírito Santo. (Mt 4.1)

Inserida por ProfessorMarcos

⁠A contração “ao” retrata um lugar real para onde Cristo foi e não algo fictício ou uma ilusão mental causada pelo jejum. Assim sendo, Cristo passou por uma experiência concreta e literal. (Mt 4.1)

Inserida por ProfessorMarcos

⁠Existe uma distinção teológica entre tentação e provação. Sabemos que ambas as expressões vêm de um único termo grego: /peirasmos/ (πειρασμός).
Contudo, as tentações provêm “do diabo, da carne e do mundo” e as provações vêm “de Deus”!

Inserida por ProfessorMarcos

Ele foi embora antes de eu ter a chance de me apaixonar, mas se ele se demorasse por mais duas semanas eu teria caído em tentação, eu teria dedicado a ele as melhores músicas de "The Cure", eu teria me entregado incondicionalmente pois eu confiava nele, logo eu que não confio em ninguém...

Inserida por audreyponganborteze

⁠"Medicamento eficaz é sempre a oração!
- para dor ou felicidade
- dúvida ou aflição
- tédio e ociosidade
- momentos de tentação
- raiva, desequilíbrio
- euforia, excitação
- enfermidade, desalento
- ansiedade e depressão
- desprezo, afronta
- tristeza e decepção
- tropeço na caminhada
- erro e reparação
- dias sem companhia
- amargura, solidão
- para dias de família
- mesa farta ou não
- dádiva recebida
- alegria e gratidão
- bênção, paz e harmonia
- Melhor sempre com Oração!
("Cancioneiro") (Espírito)

Inserida por LoriDamm

⁠"No calor da luta
Resiste à tentação.
Mais lenha no fogo
Mais cinzas no coração."
- Lori Damm

Inserida por LoriDamm

A PRIMEIRA TENTAÇÃO DE CRISTO

A primeira tentação de Jesus (Mt 4:2-4) segue um padrão comum a todos os seres humanos: a concupiscência da carne.

A concupiscência se revela na manifestação de um forte desejo de cometer pecados, i.e., na vontade de ter ou fazer coisas que desagradam a Deus.

A concupiscência em seu sentido carnal implica todos os tipos de desejos físicos. Oportunamente, a referida paródia apela para um senso de sexualidade e desrespeito às coisas sagradas.

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Netflix e sua obra

A primeira tentação de Cristo não ocorre da maneira como descrita no filme. Os eventos bíblicos correspondentes não acontecem como no filme.

Talvez tenham tentado dar o seu melhor, mas talvez estejam precisando estudar a bíblia mais um pouquinho para que suas produções sejam mais fidedignas.

Mas talvez tenha valido para eles a tentativa de vituperar Jesus Cristo com a esperança de receber os aplausos da sociedade. Eles já receberam o seu galardão (Mt 6:2,5; Ap 22:12).

“Deus retribuirá a cada um segundo o seu procedimento" (Rm 2:6), apesar de dizerem que “depois se acertam com Jesus” por acharem que o juízo de Deus é algo fácil ou mesmo não existe.

Talvez, Deus esteja mesmo querendo nos testar a nós cristãos para que saibamos até que ponto somos capazes de agir com a razão e a sabedoria diante de temas que polemizam a verdade escriturística.

No entanto, é preciso aprender a equilibrar a flexibilidade e a radicalidade no livre exercício da nossa capacidade de decidir, escolher e julgar. Porém, é mais do que devido e prudente não nos deixarmos contaminar pelo que, de fato, afronta o Sagrado.

Uma rede social, uma emissora, pode oferecer programações refutáveis, mas nem sempre todas o fazem. Mesmo a Netflix pode ter boas, saudáveis e respeitosas programações, mas essa em questão deve ser totalmente rejeitada pelo povo de Deus que o honra e o adora em espírito e em verdade.

Nota: “A primeira tentação de Cristo” é uma paródia brasileira do diretor Rodrigo Van Der Put juntamente com o grupo Porta dos Fundos e a Netflix.

Inserida por MonicaCampelloAutora

⁠Silencio por virtude, evitando a tentação da falácia; entretanto, quando eu penso, escrevo ou respondo...já são eus diferentes contradizendo meu silêncio.

O que as mentiras e calúnias têm de pior é que quase sempre acabam nos contaminando, porque é muito difícil não ceder à tentação de nos defendermos delas tornando-nos mentirosos e caluniadores.

Inserida por pensador

Como uma espada afiada é a tentação, e ela irá cortar sua garganta, se estiver desprotegida.

Inserida por natalia_quetelen

A tentação sempre existirá. Até o maior Mestre da humanidade foi tentado. Isso não significa fraqueza. Fraqueza é se entregar a tentação.

Inserida por Josycasmene

As vezes as pessoas brincam com os nossos sentimentos, por isso, precisamos ser fortes para não cairmos em tentações e perdoar-lhes.

Inserida por Cabinda

Não sou afeita à conformidades.
Não caibo em uniformes.
Não resisto à tentação de pensar melhor.
Mudo de ideia. Invisto noutra. Reviso. Busco. Perco. Reencontro.
Reinvento a mim mesma enquanto me desengesso.
Não sou "Maria vai com as outras".
Não vou com às outras.
Nem com os outros.
Estou com todos, mas a mim me pertenço.
Não a eles.
A hostilidade de quem não compreende esse modo de ser não me alcança.
Porque sou feita de pensamentos que não me permitem ser hostil. Nem inútil.

Inserida por nizjoyce

DEUS EM PRIMEIRO LUGAR.
Ainda que a oferta seja tentadora e nos traga muitos benefícios, se for para desagradar a Deus, não devemos aceitá-la.

“E, elevando-o, mostrou-lhe, num momento, todos os reinos do mundo. Disse-lhe o diabo: Dar-te-ei toda esta autoridade e a glória destes reinos, porque ela me foi entregue, e a dou a quem eu quiser.”
‭‭Lucas‬ ‭4:5-6‬ ‭ARA‬‬

Inserida por pastorthiagotorres

TRISTEZA PELO PECADO, ALEGRIA PELA PRESENÇA DE DEUS.

Não podemos ter prazer pelo pecado, ora, ele cria uma barreira entre o homem e Deus (Isaías 59.2), devemos nos entristecer, de tal maneira, que as lágrimas escorreguem pelos nossos rostos (Mateus 5.4), para que possamos alcançar consolo, salvação.

O prazer do verdadeiro cristão é estar na presença de Deus, e a maior tristeza, é se ver diante da iniquidade.

Inserida por pastorthiagotorres

"“Manda que esta pedra se transforme em pão” (Lc 4.3)

Tente sentir o ambiente do deserto pedregoso, o terreno acidentado, o vento seco, a solidão. Agora veja Jesus. Não o ocidental de muitas igrejas, mas o Jesus do Oriente Médio, moreno, com nariz semita, mais ou menos trinta anos de idade, sem nada de excepcional ou de belo. Depois de quarenta dias de andanças, jejuns e tentações; bebendo em rios, meditando e orando. A roupa suja, a barba desfeita (Jesus não é um executivo ocidental do século 21! É um carpinteiro palestino do primeiro século, virando mestre religioso herético.)

Imagine Jesus sentado numa rocha. Um “close” em seu rosto revela o drama. Nesses quarenta dias, ele tem sido assolado por todo tipo de tentação. Todas as outras opções de vida se desfilaram em sua mente. A batalha foi dura, mas o pior ainda o espera. A batalha física também chega ao seu auge; após quarenta dias a fome volta, a inanição começa, o corpo esgota suas reservas. É a hora de terminar o jejum; a saúde recomenda e a tradição também. Então, o diabo vem primeiro com uma sugestão óbvia. Como ela se apresenta? Talvez assim: Jesus está sentado, pensando. Olha para uma pedra sem vê-la, como fazemos quando estamos absortos em meditação. De repente, seus olhos focalizam e ele realmente vê a pedra. Seria tão fácil transformá-la em pão! E por que não? Que vontade de pegar a pedra e...

O que Jesus via se transformava em sugestão. É essa transformação que constitui o substrato da afirmação de que “o diabo lhe disse...”. Certamente não devemos imaginar alguma aparição diabólica ou coisa semelhante. A sutileza da tentação é que ela vem pelas vias normais da existência cotidiana. A tentação se apresenta como uma “possibilidade natural”. “O diabo disse” é a interpretação teológica do acontecido. Talvez, quando veio a ideia da possibilidade de transformar a pedra em pão, Jesus não tenha chegado logo à constatação da sua origem diabólica.

Para os cristãos, a afirmação bíblica de que Jesus não pecou muitas vezes leva a uma compreensão artificial de sua santidade, de modo que a sua humanidade se perde. Dificilmente conseguimos imaginar um Jesus que tenha sido “realmente” tentado. Ora, as tentações de Jesus são “reais” e “ferozes”. Aliás, os momentos mais fortes de tentação estão nos dois extremos: ou quando já abrimos a porta e preparamos a nossa queda, ou quando estamos mais próximos de Deus, mais empenhados em sua busca. Por isso, temos de entender que Jesus “podia cair”, e que sentia uma tremenda vontade de cair, de aproveitar aquela oportunidade que o seu ambiente lhe oferecia. Precisamos humanizar a nossa imagem de Cristo; caso contrário, nosso cristianismo não nos servirá.

É importante entendermos que o diabo procura tentar Jesus no nível da sua obediência ao Pai, não no nível da sua consciência de ser o filho. Não está dizendo: “Será que você é filho de Deus mesmo? Duvido!”. Está dizendo: “Já que você é filho de Deus e tem todo esse poder, o que você vai fazer como filho de Deus?”. Da mesma forma, o diabo não duvida do “status” nem do poder do cristão. Mas, o que nós vamos fazer? É fácil responder de barriga cheia, quando transformar pedras em pães não tem atração alguma!

A tentação é a de usar seu poder como Filho de Deus para os próprios fins, em vez de ser obediente ao Pai. A versão moderna seria: “Já que você é cristão, mande que seu dinheiro aumente, que você seja bem-sucedido, que todas as suas vontades se realizem, que você nunca passe por dificuldades na vida”. É a religião do filho mimado, tão própria de uma sociedade consumista que não consegue imaginar por que, tendo os meios à disposição, alguém poderia não transformar as pedras em pães.

A resposta de Jesus nos diz: se Deus lhe deu um poder ou um talento, isso em si não importa. A questão é: como você vai usá-lo -- para si ou para Deus? Para o líder religioso, a mensagem é: não enriqueça com a religião! Retire a religião do mercado, como fez o apóstolo Paulo: “A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. [...] Estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida [...]. Noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus” (1Ts 2.5-9).

Que desejo Jesus deve ter sentido de pegar aquela pedra e usar o seu poder de transformá-la! A essência desse tipo de tentação é o hiato entre um poder (ativo ou passivo) que temos e a “abstinência” que devemos mostrar no uso daquele poder. Nós não somos Jesus nem somos tentados a fazer pães de pedras. No entanto, há um paralelo com o uso que fazemos da imaginação. Com minha imaginação, transformo pedras em pães todos os dias. Sacio meus desejos (de realização, vingança, reconhecimento, satisfação erótica). Mas Cristo me faz adequado. Não preciso usar a minha imaginação para me afirmar às custas dos outros. Minha imaginação santificada pode vencer a minha imaginação corrupta.

Tentamos transformar pedras em pães também de maneiras mais concretas, em nosso estilo de vida, que reflete nossas prioridades. Na resposta de Jesus, Lucas deixa a citação de Deuteronômio incompleta. Cada pessoa no mundo completa a frase de alguma maneira (com a realidade da sua vida), pois de fato ninguém vive só de pão. E eu? De que mais eu vivo? De reconhecimento, elogios, amizades, coisas... Jesus não tinha nada disso naquele momento; estava desprovido de tudo.

O final da frase que Lucas omite está em Mateus: “Mas de toda palavra que sai da boca de Deus”. A preocupação de pautar a sua vida pela palavra de Deus dá a Jesus a força para perceber e resistir à tentação. Ele poderia sair do deserto e achar comida pelas vias normais, como deve ter feito. A tentação não era de comer, ou seja, de quebrar o jejum; já estava na hora de fazer isso. A tentação era de usar o seu poder como mágica, como simples técnica para realizar seus desejos; de não subordinar o emprego do seu poder ao projeto de Deus entre os homens.

Um dia, Jesus faria uso do seu poder para alimentar as pessoas. Há um vínculo com o não-uso do mesmo poder no deserto. O Jesus que tivesse se alimentado no deserto alimentaria a multidão de 5 mil pessoas e se deixaria seduzir pelo poder sobre elas que esse ato lhe daria. Então, a ideia de se sacrificar na cruz seria anulada.

Jesus está sozinho aqui. Se transformasse a pedra em pão, ninguém veria. Porém, para Jesus, não há dicotomia em sua vida, entre uma face oculta e uma face pública. Os 90% do “iceberg” que estão embaixo d’água são da mesma consistência dos 10% que estão em cima. O que se é na solidão, é o que se é na realidade. Quantos líderes cristãos sabem, em seu íntimo, que o brilho que aparentam à luz do sol polar nada tem a ver com a escuridão em que vivem nas águas turvas do oceano! Mas perpetuam a farsa, na vã esperança de que ninguém repare ou de que a coisa um dia se resolva. Estão carregando uma bomba-relógio. Enquanto é tempo, precisam tratar dos dois lados da questão. Quanto à face pública, cultivar a humildade, deixando claro que, se são líderes cristãos, é exclusivamente porque Deus fez uma “opção pelo pobre”. Como pecador tentando seguir o modelo de Jesus, o líder precisa trabalhar constantemente para erradicar qualquer traço de prepotência e livrar-se das máscaras. Quanto à face oculta, não se conformar com a discrepância entre seu desejo de santidade e a realidade, mas trabalhar para que a vida seja íntegra. Humildade e integridade são as qualidades que mais ajudam as pessoas a crescerem em Cristo; a ausência dessas qualidades é o que mais prejudica a imagem da fé aos olhos da sociedade.

O homem deve viver “de toda palavra que sai da boca de Deus”. Em primeiro lugar, refere-se à Palavra escrita de Deus, a Bíblia. A própria frase é uma citação do Antigo Testamento. Mas vai além; passando pela Palavra escrita, torna-se a vontade expressa de Deus para mim “hoje”. Não temos um Deus morto que deixou um livro, mas um Deus vivo que continua falando. De palavras de Deus hoje, eu preciso viver. Se todo dia como pão para o sustento da vida, preciso, da mesma forma, escutar todos os dias as palavras de Deus constantemente atualizadas e personalizadas. Para viver essa vida, a receita divina para a plena humanidade, é essencial a associação de Escritura e postura meditativa."

Inserida por CristianismoPratico

O tanto que nós iremos crescer, é medido pelo tanto de nãos que damos as tentações.

Inserida por sauloag

Davi, ao ser tentado, deu "sorte pro azar" e ficou brincando à beira do abismo.
José, ao ter a mesma oportunidade, fugiu e buscou ficar o mais longe da tentação.
Ou seja, de tentação se FOGE. Do contrário, satanás faz a festa.

Inserida por PensadorBiblico

Viver o amor

Como falar de ti quando tantos tentam,
ao tentar falar de ti, percebi que não era um sentimento tão puro mas, uma tentação audaz.
Tudo que tenta é proibido ou será um passo para iluminação.
Você não é a minha luz,
Você não é a minha tentação,
Você ainda
ainda!
ainda;
ainda?
Você ainda não é nada meu porquê ninguém é de ninguém.
Meu corpo pertence a terra;
Meus bens materiais pertencem a uma troca minha com o universo;
Meu espírito pertence a eternidade mas, enquanto estivermos no agora:
Vamos viver o proibido,
Vamos viver a luz,
Vamos viver a tentação,
Vamos viver o agora,
Vamos viver a vida
Porque a vida é viver e viver é o que nos mantém vivos para aprender o amor.

Inserida por EmmersonMorvan

"Ela é doçura, é mistério, é fonte de inspiração. Me faz querer estar sempre perto, é mesmo uma tentação."

Inserida por erinaldosilva

A tentação vai das escolhas de cada um...
A curiosidade pode ser a porta do inferno ou do conhecimento

Inserida por majorado