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⁠Investimentos e gastos são diferentes no tempo dedicado e aproveitado.

Inserida por valdinei_arruda

⁠Meu Santo Anjo Miguel,
Das altas esferas de onde nos rege e guarda,
Lança teu protetor olhar sobre as nossas fraquezas.
Que à sombra de teu escudo possamos estar protegidos,
Que tua espada sempre vigilante abra o caminho da verdade.

Inserida por Josecardoso

⁠São tão frágeis as flores...

Inserida por rojane_mary_caleffi

⁠⁠Em nada nos devemos gloriar, se nada é nosso.

Inserida por samuel_roberto_1

Capital Paulista

Grandiosa é a capital paulista
Mais de 12 milhões de habitantes
Preenchem a gloriosa vista
Com seus sorrisos contagiantes

Cada bairro de SP te marca
Marca de uma forma diferente
Forma que, em uma aventura te embarca
Em SP não se fica carente!

Um exemplo é a 25 de março
Lotada de gente
Bem disputado é o espaço
Mas de variedade é surpreendente

Bonito é o Brás
Cheio de roupa bonita
A aventura lá é sagaz
E a ousadia é infinita

Incrível é a Liberdade
Como é lindo o respeito
O respeito à diversidade
Que mora no nosso peito

Massa também é o Tucuruvi
Eita bairro bom
Coisa boa lá eu vi, ouvi e também vivi!
Eita bairro bom

Aventura é na Lapa
Espero que tu leitor, veja!
Lá é pra quem dá a cara a tapa
Mas linda mesmo é a Igreja!

Nunca fui, mas eu sei
Que minha nação é Itaquera
Naquele bairro eu nunca andei
Só sei que é aonde o Timão mora

Tem a famosa AV. Paulista
Grande e movimentada
Atrai todos os turistas
Com sua beleza, demasiada

Como eu fui pra SP?
Eu fui por Guarulhos
Tudo de SP não deu pra falar, muito menos ver
Dessa cidade vejo bom povo, bons frutos
Futuramente com os meus amigos, irei dar um rolê

Inserida por Arthur_

⁠Se todo mundo é doente e não há sãos, uma das doenças é justamente acharmo-nos sãos.

Inserida por brunocidadao

Lamento De Um Forrozeiro

⁠Logo eu, que fui a tantas drilhas, vi o trem do forró, acompanhei com expectativa a montagem do palco, dancei quadrilha, representei: o padre, o véi bêbado, até mesmo o rei do milho, rasguei a chinela de tanto dançar na caminhada do cuscuz, e sem se falar naquela foto tradicional ao lado do mestre Vitalino, que tanto representa nossa cultura. 

 Eita negócio ruim!
Que Epidemia mulestada...
A está hora estava no Alto do Moura, defronte a Dona caipirinha, aguardando os "zamigos", ouvindo um autêntico forró, tomando uns "guaranás", e claro sem esquecer na vestimenta aquela camisa xadrez, para mostrar que entende de cultura e como é bom ser nordestino. E sem se falar nas amizades que todos os anos só faz aumentar.
 Quando chega a noite, aquela roupinha organizada para ir ao pátio de eventos Luiz Gonzaga, aquela passada para ver os bacamarteiros, cantadores e os repentes, um olhar observador para ver a decoração da vila do forró, onde remete aquela vila que era dentro do pátio. Na volta era de lei encher o bucho. 

 Oh meu São João, não se esconda pois não vou aguentar muito, o coração tá apertado, a cidade tá cinza e silenciosa, os artistas estão com nó na garganta e os forrozeiros com as chinelas e roupas mofadas.
 Mesmo com tudo isso sou muito grato a Deus por vivenciar momentos maravilhosos, obrigado #Caruaru por me ensinar tanto, agradecer ao forró e a todos os artistas que hoje nos mostra o tamanho da saudade. Mas sabemos que logo tudo volta ao normal, e forró que eu não dancei hoje será dobrado igual a tapioca. 

Viva a vida, 
O viva são João, fica na recordação.

Inserida por AndersonSantos30

⁠Tem flores que são como uma mãe, tem vários corações...

Inserida por rojane_mary_caleffi

⁠Nas noites de pouca luz prateada, quem sentam nas poltronas são as flores douradas.
rojanemary <3

Inserida por rojane_mary_caleffi

⁠UM AMOR NATURAL DE SÃO PAULO

Ah, amor doído, me maltrata 
Saber que fui apenas recreio
Que inda arde no peito, creio
Que a dor me teimará ingrata

Com o engano, verídica errata 
Ardo na agrura e no devaneio
Mas com o tempo, tu, receio
Irá se calar na súplice serenata

Os teus olhos deixarão de ser: 
A força e planos no meu olhar
Tudo gira, no eterno aprender

Nego-te o meu sofrer e pesar 
Se lamento é para te esquecer
Nesses versos de amor e amar!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 
Agosto de 2020, 31 – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

É tempo de pular fogueira,
celebrar o folclore e a cultura brasileira.
É tempo de comer bolo de milho,
passar a tradição, de pai pra filho
É tempo de fortalecer a fé!

Inserida por lobo13

"Os caminhoneiros mostraram que eles são capazes de parar toda uma nação, são totalmente desmoralizados e mal tratados. Eles merecem bons serviços e qualidade de vida, uma revolução poderia começar a qualquer momento a partir disto. O prato cheio é que podem parar uma nação e pedem constantemente um estado militar, então darei a eles oque eles querem."

Inserida por GabrielGeraldo

Que tenhamos um lindo dia com muito forró, fogueira e quadrilha, que também tenha bolo de milho, pamonha, canjica, tapioca e canção, porque vem do meu Nordeste, que faz o melhor São João.

Inserida por GilBuena

⁠CORRIDA

Não fique na inação,
calce o tênis, vá correr.
Há trilhas a percorrer!
Controle a respiração,
observe a pulsação
e regule sua passada,
pois corrida é ritmada.
Mas um conselho de mestre:
se não pode São Silvestre,
então faça caminhada!

Inserida por RomuloBourbon

⁠São Tomé e Príncipe
 
Duas ilhas
Um só povo
Um país como esse
Não há outro
 
A sua beleza
É contagiante
E com certeza
Não se encontra em outra parte
 
Da sua deixa
Não se queixa
E na puíta
É só mexer
E com certeza que cá vem
Nunca mais o irá esquecer

Inserida por GS

Moça bonita,
Se for pra passar a minha vida contigo
Nem precisa falar,
Eu quero passar cada segundo,
E em cada momento eu vou te amar...

Inserida por OpensadorKau007

Opiniões, conclusões
Seres humanos são todos assim
Persuasivos,
Te fazem acreditar que o problema é com você
Mas na verdade​
Talvez não seja,
Talvez o problema esteja em quem ver...

Inserida por OpensadorKau007

Se fossemos desistir sempre que a vida nos derrubasse, nós não sairíamos do colo da mãe...

Inserida por OpensadorKau007

Todos os dias há um novo caso,
De morte, de preconceito, de desigualdade, de intolerância, de fiminicídio...
Me pergunto quando terá fim, essa onda de desamor, de crueldade, ódio...
Eu vejo pessoas sendo mortas por matéria,
Por algo que não nos foi dado
Mas sim inventado pelo homem,
O ser humano desaprendeu a amar
E julga o semelhante sem parar,
Comete erros e mais erros
Aponta sempre pro defeito
Sempre ver o lado ruim,
Nunca pede desculpas
Sempre quer ter razão.

Oh Deus,
Uns dizem ser o apocalipse
O fim dos tempos,
Outros desacreditam e acham que está tudo normal,
Alguns imploram por mudanças
Mas são tachados de "ignorantes".
Eu vejo pessoas nas ruas
Sem teto, sem roupa, sem comida
E vejo também um presidente,
Um governador, um deputado
Ostentando um carro do ano.
Qual seria a resposta?!
Quando vai acabar?!
Será que a paz mundial vai reinar?!
Temos que tentar,
Vamos lutar pela mudança,
Vamos fazer diferente.

Inserida por OpensadorKau007

Todos nós temos algo extraordinário dentro de nós...
Só precisamos deixar sair.

Inserida por OpensadorKau007

Desistir na primeira queda não é rendição...
É fraqueza.

Inserida por OpensadorKau007

SOBRE MARCAS: Umas são de nascença, outras vamos adquirindo com o passar dos anos.

Inserida por gislainnes

Por mais impossível que seja, sempre tem aquela pessoa ao seu redor que nem está nos seus pensamentos, mas se realmente prestasse atenção, perceberia que ela é a pessoa que te completa.
E que você a procurou a maior parte da vida sem saber.

São das coisas imprevisíveis que desenhamos nosso futuro.

Inserida por Vagnacio

A morte cai bem quando não cabemos mais no mundo.
E pra entender só a GRATIDÃO
de ter estado ambos na companhia.
Afinal a vida não tira nem dá.
... a vida só nos empresta!

Inserida por dalainilton

⁠Festas Juninas... Logo cedo meu tio Zezinho comprava papel de seda na lojinha e fazias balões coloridos, juntando as folhas, usando como cola o grude, de grudar, que nada mais era um composto caseiro feito com o cozimento de Maisena acrescida com água que a medida que era mexida na panela no fogo, se transformava numa excelente cola e já começava a confeccioná-los logo de manhã, se eu não me engano, quatro, seis e depois punha pra secá-los no varal do quarto dele de pendurar as roupas. 

Fogueiras... Faziam-se tantas... Hoje vi só uma, duas, três, 
talvez sete no máximo perdidas nas imediações. Teve uma que eu achei bonito após acender o cidadão que fez a fogueira disse de si pra si, “Gloria a Deus, e a Jesus cristo, mais um ano acendendo a fogueira”, outro, da fogueira maior, essa da foto, disse que para o ano vai fazer uma maior ainda que é pra não perder a tradição. Pessoas simples, mas, de bom coração. Coisa assim, e não tinha esses fricotes de incomodar, fazer mal a vista a fumaça, era um ardor gostoso que só, todo mundo com os olhos ardendo, vermelhos. chorando mas de felicidade. 

Quadrilhas, hoje totalmente diferentes das de antigamente. Hoje parece escola de samba, maior doidice. Cada um faz sua coriografeia, digo, coreografia, 
como se houvesse algum Carlinhos de Jesus, um entendido nelas. Quadrilhas só de piratas, dançadas ao som de musicas bregas. Acabou as de casamento matuto, dos Alavantu (do Frances, avancar) e Anarriê (voltar), brinque! Quadrilhas internacioná! 

A noite se acendiam as fogueiras. Acender fogueiras era uma coisa perigosa, era risco de vida na época, não propriamente pelo fogo, mas, tinhas umas historias que se ela não pegasse fogo, nem a pau, no próximo São João o "caba" não estava vivo! Minha nossa! Que perigo! Se chovesse então, era um terror, tinha quer acender nem que jogasse uma dinamite em cima, por vias das por vias das duvidas, é claro. 

Meus tios Zezinho e Wilson soltavam os balões, coisa mais linda no céu, balões competindo com as estrelas. A mesa da terceira sala, próxima a janela do terraço, cheia de guloseimas da época, canjica, aqui é de milho mesmo, não é munguzá, feito ai no sul se diz, pamonha, bolo de milho, pé de moleque... Era só pegar na janela, enquanto soltávamos fogos, uns de nomes feios, que não dá pra dizer aqui, só sei que estouravam na terra e no céu. Festa junina quando eu era menino era bom, hoje ta acabando a tradição, essas coisas puras, autenticas, ingênuas, de então.

Fábio Murilo

Inserida por Fg7r85