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Desarme a rede besta
A vida artificial.
Mecanismos tantos.
Prejudica geral.
A frequência de ondas.
Pulsos e picos elétricos.
O abuso da intimidade.
Porque sondas.
A veia, o sangue, o invisivel robô.
A projeção de imagem.
D, G, sacanagem.
A mente aprisionada.
A emoção manipulada.
A mulher usada.
A criança manchada.
A função binária.
A ciência sem escrúpulo.
A tecnologia fazendo jogo duplo.
A igreja arrebatada pelo engano.
Deixa a verdade debaixo do pano.
A política, a laranja do engano.
Civilização, geração evolução, o progresso que perde a razão.
O cabeça branca da lancha, o rei do cabaré, iates, Dubai, cavalos Árabes, ferrari, Paris.
Sabe, sábio Macarani sabe onde está o nariz.
Enquanto o mundo ansioso, poderoso, ganancioso, pela briga do ouro se irrita.
Macarani Bahia, os meninos na beira do rio, uma breja e piaba frita.
Pronto falei, reflita.
Giovane Silva Santos
Redes Sociais são uma verdadeira prisão, quem as visitam se torna prisioneiro mesmo estando em liberdade!
Acredito que o sucesso dos programas de
Reality shows deve-se principalmente ao advento da internet, avanço das tecnologias digitais, Smartphones e redes socias... nas últimas décadas.
Com certeza é muito mais barato vender fofocas, mexericos, intimidades, privacidades, futilidades... do que produzir filmes, musicais, peças teatrais...arte em geral.
É isso!
O que você compartilha nas redes sociais é o que as pessoas veem de você, mas não é necessariamente quem você é. Não deixe que a sua presença virtual obscureça a sua essência real.
#Direitinho
Os produtos estão na vitrine ( novamente atrás de um vidro) e você sozinho olhando eles... Desejando, porém nao pode comprá-los.... Enquanto não os têm - é um sonho.... Quando consegui-los- é o tédio.... Solidão "inexistente" agora, contudo estará viva daqui a pouco.
A sua consciência é o seu Deus, o amor ao próximo é a sua liberdade. Fora disso é conversa mole em rede social.
Não foi a rede social que gerou o vazio intelectual; foi o vazio que ali encontrou seu palco ideal.
Interatividade não é liberdade; é só a possibilidade fantasiada de escolha, a facilidade disfarçada de voz.
Em Recife acordei
Na feira fui comprar.
No Mercado São José
Comprei melão,maracujá.
Peixe fresco e feijão.
Vi chocalho e gibão.
Artesanato e chapéu.
Arroz milho a granel.
Berço do poeta bairrista
Rego Maranhão: o menestrel.
Título: Depressão e a alucinação do mundo virtual
Um círculo tecnológico vicioso
Alimentado pelas nossas mãos
Cada passo que é dado!
Aproxima todos de uma destruição.
Desdenha infeliz felicidade,
Que me agarra e me retorce
Me lançado para perto de máscaras.
Com cada mais gigas, encalhação.
Desdenha rumo a uma ladeira
De um grande pico, que me pica
E salpica um milhão de curtidas,
Dentro de um universo com fim.
Desdenha Tragédia do amor imortal,
Que não coube no virtual,
Mas morreu lá mesmo assim.
Pessoas morrem em silêncio,
Cansados de gritar
Todos com um celular
E nenhuma deu atenção
Chuva intrigante, caiu na rede; virou vagante.
Jamais curtiu ou compartilhou,
Mas por pouco a pouco coube
E redefiniu os mega baites que não vingou,
As mensagens do chat que não chegou.
As redes sociais que fundaram
Uma revolução
Para quem vivi um amor de ilusão.
O fingimento daquilo que não é,
Virou uma moda, uma sensação.
No fundo, de cada foto
Tem pessoas com grande solidão.
Nas redes sociais que de tanto,
Se balançar, adormeceu
Mais de uma vida,
Para nunca mais acordar.
As redes sociais, que lançam na navegação
Grandes marinheiros para alto mar
Entrar, mas dentro desse barco
Existe dois marinheiros e um capitão
Que se chamam, mentira, falsidade e solidão,
E de todos que estão no barco
Eles lançam mão.
A mente de vários se desconectou!
Diminuíram a sua imaginação
O rápido e simples dominou.
O complexo perdeu a sua colocação.
Vivemos num mundo, que tranca,
Sobeja e espanca,
Aqueles que não querem viver nele.
Vivemos uma matrix,
Que ama, protege e aquece
Aqueles que amam viverem assim.
A internet está sendo usada,
Como arma de aniquilação
Muitos não pensam no outro.
Falam palavras ferindo o coração.
Fazendo esquecer que essa vida
Que vivemos, apenas trará nenhum
Momento desse imenso fio
Que conecta o nada com o fim.
Os valores humanos estão sumindo.
A aparência está ganhando posição.
A morte de milhares de pessoas
Viraram motivo de diversão
Parceria de autores, criadores da Obra:
R.J.A Germanny e Samuel Thorn
ÓDIO NA REDE
Quem destila ódio na rede
Só faz propagar o mal.
Um comentário maldoso
Só abala a moral.
Internauta julgador
É como um torturador
De um mundo virtual.
Sabemos que é quase impossível julgar uma pessoa no Brasil, pois aqui quem está no banco dos réus é uma família, uma parentela, uma rede de relações, um partido político.
E aquela galera que nos xinga porque visualizamos uma mensagem e não as respondemos a tempo e modo? Será que esse pessoal pensa que a nossa vida é estar com os smartphones a postos, no aguardo ansioso por mensagens de texto, de vídeo ou de áudio? Será que esse pessoal não cogita que podemos estar trabalhando, cuidando de crianças, concentrados em algum bom livro, “obrando” no banheiro ou simplesmente querendo ficar quietos? As pessoas se tornam chatas, invasivos, agressivas e não menos inconvenientes ao insistirem em conversar quando não queremos ou não podemos. Isso é egoísmo e prepotência.
Atrás de cada pessoa aparentemente "perfeita", há uma bagunça que você não pode ver.
Estamos longe da perfeição, mais empatia com a dor e os defeitos alheios, assim como lida com os seus.
Apontar o dedo é fácil né...
Quanto menos expor seus problemas à alguém que não confia ou desnudar na rede social, menos suscetível serás.
Tem os que usam à rede apenas para stalkear, te admiram ou odeiam silenciosamente, gostam de saber dos seus passos.
Lembre-se que o anonimato prevalece.
Longe da perfeição e negatividade.
Vrauuum...
