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Grudados... como goma mascada a dias
Incrustados como marisco na pedra.
Assim, somos muitos de nós
com nossos conteúdos.
Mesmo mexidos e sacudidos, não soltamos nossos sentidos
Nosso sentir...
nossos temores, rancores e amores
Encobrimos e fechamos nossos invólucros, até bonitos por fora, mas lá dentro... incertezas contidas, mágoas reprimidas,
pré conceitos estabelecidos.
Julgamos...
criticamos...
Apontamos...
porém sempre em direção ao outro
Em nosso egoísmo
e tentando nos preservar,
continuamos a não permitir
que se puxem os laços e desatem nossos nós
que se abram nossos invólucros
mostrando como frágeis, sensíveis
e sujeitos a erros somos.
Confessemos contritos
olhando diante do espelho e
com o dedo em riste a nos apontar
“EU ME PERMITO JULGAR’’
M.H.B.
A morte é inexorável. No dia agendado por ela para te levar, ela não permite que outro vá em seu lugar.
Às vezes Deus permite o abismo em sua vida só para te lembrar de que você é capaz de enfrentá-lo. E, quem sabe, sair de lá trazendo alguém nos braços.
Eu digo as coisas tal como são
Ou sabemos tudo de antemão
Ou nunca saberemos absolutamente nada.
A única coisa que nos permitem
É aprender a falar corretamente.
Precisamos lembrar de agradecer sempre por mais um amanhecer em nossa vida, porque esta é mais uma permissão que obtemos para corrigir os erros do dia anterior
Biografias, autorizadas ou não, de quem quer que seja e enfocando seja lá o que for, devem ser permitidas, sim! Desde (é claro e é óbvio, tudo junto) que o biografado não seja eu ou um dos meus, hum! | 0641 09/10/2013 |
Nunca permita que as incertezas preencham lugares no seu projeto de vida. Pois as vezes, a insegurança pode te levar ao fracasso contínuo sem direito ao retorno ou mudanças das suas atitudes.
As pessoas têm direito a ser felizes, mesmo que não tenham permissão.
Permito.....
Não posso me deixar,
Ficar confuso
Vida estraçalhada,
Me sentir desconsolado.
A doçura,
Quero provar,
Não permito a esperança viajar,
Nem o desconsolo me incomodar
Meu coração aflora.
Emoções chorosas,
E soluço disparado,
Mas não é de tristeza
Hoje,
Sinto que tudo está bem,
Tudo está no seu lugar.
As amarguras...?
Não aceito....*
Lágrimas que desmoronaram sobre a vida,
Ja enchuguei,
Tempestades rondaram-me,
E as expulsei,
A carne é osso
E a água é sangue.
Meu olhar está leve,
O châo que era cratera fechou-se
Busco as cores,
Agora essa vida,
É temperada com mais sabor,
Sinto a vida um amor
Amanhã quem sabe,
As cores venham colorir mais,
O meu existir.....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
- Não! Estou triste
Muito triste
E me permito ficar assim
Até a alegria voltar
A invadir minh'alma.
Permita-se sofrer enquanto sofre
Absorva todo o sentimento impudico
Impulsivo
Imprudente
Envolva-o como ele envolve sua alma
Consuma-o como ele consome seu corpo
Inteire-se dele como ele se apossa dos seus sentidos.
PERMISSÃO
E escrevo assim: alma chamejando em ânsia
no cerrado sob o olhar das rubras alvoradas
e o pensamento a se devanear na distância
do sonho e poética das prosas enamoradas
Da saudade aquele aperto e a sua fragrância
duma ausência, a esplandecer as faltas dadas
de um peito a suspirar a devida importância
e, bem perto do íntimo as ilusões desejadas
E poeto assim: com sussurrantes caligrafias
da noite, do silêncio, das imaginações vazias
que murmuram os sentimentos e sensações
E da flórea poesia, entre fantasia e realidade
o poeta, que se nutre da imaginosa liberdade
da pluralidade, da permissão e das emoções...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23, abril, 2022, 17’36” – Araguari, MG
Pobre daquele que não pode se dar a um prazer sem pedir antes a permissão dos outros.
