Tag permissão
Às vezes Deus permite o abismo em sua vida só para te lembrar de que você é capaz de enfrentá-lo. E, quem sabe, sair de lá trazendo alguém nos braços.
Eu digo as coisas tal como são
Ou sabemos tudo de antemão
Ou nunca saberemos absolutamente nada.
A única coisa que nos permitem
É aprender a falar corretamente.
Precisamos lembrar de agradecer sempre por mais um amanhecer em nossa vida, porque esta é mais uma permissão que obtemos para corrigir os erros do dia anterior
Biografias, autorizadas ou não, de quem quer que seja e enfocando seja lá o que for, devem ser permitidas, sim! Desde (é claro e é óbvio, tudo junto) que o biografado não seja eu ou um dos meus, hum! | 0641 09/10/2013 |
Nunca permita que as incertezas preencham lugares no seu projeto de vida. Pois as vezes, a insegurança pode te levar ao fracasso contínuo sem direito ao retorno ou mudanças das suas atitudes.
As pessoas têm direito a ser felizes, mesmo que não tenham permissão.
Permito.....
Não posso me deixar,
Ficar confuso
Vida estraçalhada,
Me sentir desconsolado.
A doçura,
Quero provar,
Não permito a esperança viajar,
Nem o desconsolo me incomodar
Meu coração aflora.
Emoções chorosas,
E soluço disparado,
Mas não é de tristeza
Hoje,
Sinto que tudo está bem,
Tudo está no seu lugar.
As amarguras...?
Não aceito....*
Lágrimas que desmoronaram sobre a vida,
Ja enchuguei,
Tempestades rondaram-me,
E as expulsei,
A carne é osso
E a água é sangue.
Meu olhar está leve,
O châo que era cratera fechou-se
Busco as cores,
Agora essa vida,
É temperada com mais sabor,
Sinto a vida um amor
Amanhã quem sabe,
As cores venham colorir mais,
O meu existir.....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
- Não! Estou triste
Muito triste
E me permito ficar assim
Até a alegria voltar
A invadir minh'alma.
Permita-se sofrer enquanto sofre
Absorva todo o sentimento impudico
Impulsivo
Imprudente
Envolva-o como ele envolve sua alma
Consuma-o como ele consome seu corpo
Inteire-se dele como ele se apossa dos seus sentidos.
PERMISSÃO
E escrevo assim: alma chamejando em ânsia
no cerrado sob o olhar das rubras alvoradas
e o pensamento a se devanear na distância
do sonho e poética das prosas enamoradas
Da saudade aquele aperto e a sua fragrância
duma ausência, a esplandecer as faltas dadas
de um peito a suspirar a devida importância
e, bem perto do íntimo as ilusões desejadas
E poeto assim: com sussurrantes caligrafias
da noite, do silêncio, das imaginações vazias
que murmuram os sentimentos e sensações
E da flórea poesia, entre fantasia e realidade
o poeta, que se nutre da imaginosa liberdade
da pluralidade, da permissão e das emoções...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23, abril, 2022, 17’36” – Araguari, MG
Pobre daquele que não pode se dar a um prazer sem pedir antes a permissão dos outros.
Às vezes, metade da culpa do mal que nos fazem é nosso, porque somos nós mesmos que por inocência ou descuido abrimos a porta para que certas pessoas entrem em nossa vida e como se isso não bastasse, somos nós também que permitimos que elas fiquem, mesmo tendo todos os motivos para pedir para irem embora.
"Se permitires que o comodismo interfira nas decisões que deve tomar, provavelmente tomará a decisão errada."
Intimação
Foi imenso, intenso foi
Mas você desistiu do ontem, do hoje
Do depois.
E ao soprar o vento
Esqueceu de tudo como foi
Preferiu desistir do amor
Desistir de nós dois
Sua vida ganhou outro rumo
Outro alguém pra beijar sua boca
Embora ele seja seu presente
Só importa tirar sua roupa
Um futuro que não tem seguro
Limita-se aos prazeres do agora
Mas quando passar sua juventude
Descartara, jogar fora.
Não quero apenas pelo instante
Escuta minha senhorita
Se quiseres um amor alucinante
Permita-me voltar à sua vida.
Eu até já comprei todas cordas
Para na minha vida prender
Não precisa fazer muita força
Só basta você se render.
É urgente ao passar dos dias
Estou com a nítida intuição
De tê-la pra sempre em minha vida
O que falta é sua permissão.
A roda do destino gira
O tempo nos tira a razão
Pra ser a mulher da minha mira
Responda, você quer?
Sim ou não?
Mas não despreza a intimação.
PERMISSÃO
Quis Deus dar-me a chance de ser emotivo
Doando trova, dando a imaginação alforria
Em sedutores versos, em um desvario vivo
Num ritmado de sons, de tons e de fantasia
Quis Deus fazer da minha sensação, poesia
Cheia de paixão, ilusão, e marcante motivo
Traçando quimera, em um plectro adorativo
Com sentido e ao coração romântica termia
Quis Deus fazer-me bardo, tão sentimental
Onde a cada momento deixou de ser igual
Pra se tronar especial e, então, eu tracei...
Cada olhar, cada suspiro, cada dor, aonde
A emoção esteve, e o sentimento esconde
Para, assim, ter viver na prosa que versei.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
27 julho 2024, 16’37” – Araguari, MG
Permissão é a capacidade de conceder a si mesmo e aos outros a liberdade para pensar e expressar-se sem medo de julgamento ou fracasso.
