Tag pena
Pequenas coisas, minam sentimentos, vontades, desejos entre outras. Por isso aconteça o que acontecer, amanhã eu recomeço como se nada tivesse acontecido e só tomo providência qdo se torna algo frequente, do contrário nem vale a pena registrar.
Acho que o diabo me mandou hoje toda a sua assessoria. Ah! Mas agora vou afiar minha pena para transformá-la num dardo que molharei em bile e veneno".
(Um inimigo do povo)
Existe aquele ditado, "quem escolhe muito, acaba sozinho." Eu escolhi ficar sozinho por não ter opções que valessem a pena.
Vem à nuvem, vem à névoa e somem a aves no véu de um Deus. Os olhos fechados vão além, veem tudo e todos no clarão e na treva, os segredos e os pecados que jamais foram meus.
Lembra? Vale ressaltar... Até se derramam as tintas, até se misturam as cores, até não se pintam amores, mas a tinta não pode acabar.
De antemão não sei escrever qualquer coisa, vou no vai-da-pena.
Amizade começa quando:
*Acolhemos uma pessoa!
*Quando ajudamos um coleguinha!
*Quando repartimos o nosso lanche com um colega que não tem!
*Quando sentimos pena e defendemos aquela pessoa!
*E o mais importante quando damos aquele sorriso sincero e brilhante cheio de esperança...
(a merecer) O por do sol por trás do Farol da Barra, é barra não me pôr à mercê do (so far) rol dos saudosistas.
Moqueca e bobó de camarão, vatapá, caruru, azeite de dendê, sururu, acarajé, pirão e um assado cação. Viver só é bom quando é mais, mas muito mais, que o bater de um coração.
Precisamos de dias mais longos, cheios de ar, aves. Árvores por todos os cantos, cantos açucarando os pesares.
Por aqui, por ali, o sol nasceu mais vivo. Vi você de repente, menos breve e arredio, arrepender-se contente.
Ouvi dos sinceros seus sins, som de detalhes. De talhes simplórios, felicidades, gemidos e corpos notórios.
Precisamos de larga boca e nada oca a mente. Mente aquele que no medo, em segredo, no paladar do azedo, expõe que não ama e não segue passo a frente.
Esvazie-me – preencha-me, conheça o verso e o avesso, rima após rima, sabe que deixo! E depois, ao acordar sozinha, vá viver se estou na esquina.
Estouram paixões sempre aludidas, cantam canções, danças nas chuvas. No certo e no cerco um céu de saídas, arte que inspira expurgando áureas turvas.
Renasce com o dia a serenidade que buliu com o ontem, fazendo o momento, esculpindo o hoje de um modo mais tenro, fundindo o amor e rejuvenescendo.
Nada disso, nada! Nem a cruz ou a espada, nem um milagre instantâneo, até viver litorâneo com belo cenário da sacada. Nada disso, nada! Nem amor perdido ou achado, tampouco o que ganhou no grito, nem um gemer sustenido que alavanca o ser amado. Nada disso, nada, se não houver, gente, meu café bem quente.
No meio do lago sossego meus remos, lanço a vara com a melhor das iscas. Espero o peixe, faço figa. Em tempo ameno mordeu a Tilápia. Depois do alvoroço num pensar parco devolvo-a pro lago. No meu lar tem almoço, já ganhei meu dia, vou puxar meu barco.
Conquistas dificilmente funcionam quando se vai muito além e extrapola o momento. Há de se ter bom senso e dar tempo ao amoldamento.
Era um sujeito de tão extrema incoerência que mesmo quando bateu as botas ressuscitou para se dizer ateu.
