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Vale a pena viver a vida da forma mas difícel que seja e por fim ver que há viveu do melhor jeito possível embora que não tenha sorrido para nos do que viver milhões de ilusões achando que a vida sorriu para nos e por fim ver que não viveu nada
Posso não ser uma boa pessoa (aparentemente), posso não corresponder com o que você está acostumado. Você pode ver apenas o lado meu lado ruim, mas te garanto... Meu lado bom é incrível, eu valho a pena.
Ei! Se você não valesse a pena Ele não teria sofrido e morrido por você.
Você tem valor.
Se não reconhecem e te fazem mal, estão de dando uma oportunidade a mais de ser Cristã, seja forte, sua vontade de ser feliz chegará aos céus e se realizará na terra!
E segredou o velho no seu leito de morte:
- a vida que já é curta foi-se célere; passei-a ambicionando coisas, quase sempre supérfluas, ao invés de ser feliz com o que já tinha. Hoje troco tudo que tenho por mais tempo, mas infelizmente o mesmo não está à venda.
Para quebrar a leitura acrescento essa coisa fútil, dispensável, absurda, cega, surda e muda, que é esse parágrafo inútil.
A alma quer plateia, zelo, nada de estar sozinha. Ela quer que outros olhos curtam seu curto vestido decotado, o sorriso do rosto com duas covinhas e todos, mas todos, os seus pelos eriçados.
''De que adianta termos ouvidos?..se não queremos ouvir
De que adianta termos olhos? ... se não queremos enxergar
De que adianta termos boca? se não podemos falar
De que adianta termos um bom coração? se muitas vezes oque importa é oque você tem.. e não oque você é..!
Abra já sua mente ... mas não deixe entrar coisas ruins...
Certifique-se que oque for entrar vai valer a pena..!''
Esta é a sua vida, e este não é um momento qualquer ...
Vale a pena vivê-lo e desfrutá-lo intensamente!!!
Deixe o mistério ser sua sombra, verso amigo, pleno e sobra. Ninguém nunca saberá tudo, tampouco um pouco que seja, sobre a magnificência da obra.
Temos o poder do pensamento, e de torná-lo secreto e restrito. Se tudo que viesse à mente fosse exposto em praça pública, todos os monstros fantasmagóricos e bárbaros tomariam forma.
Quando quer é só amor, deflagra harmonia. Herméticas rimas da noite - parto do dia. Bardo na clara bigamia, soa, voa, corre, socorre; a poesia em devotada sincronia, brota numa cópula! E a tinta escorre...
Quem será o guardião desse coração tão intenso, raro e quente? A verdade mostra pra que veio, o ópio evapora na veia, surge a sorte pisando na morte, tornando o instante perfeito.
Sendo o alicerce mais forte, fez-se o castelo; nasce o coveiro, que rompe vis elos, enterra as contendas, encarcera o faqueiro que insiste no corte. O som é mais ameno no feliz badalar dos sinos, para a hora do recreio.
Talvez não seja minha flor que aflora, mas nem por isso não é fina flor. Sei por que nunca mais o amor apavora e por hora só tem transbordado em calor.
Sonhei com o dia que estreou a nova fase da lua, feita com calma e cuidado, só para os apaixonados. Ela tornava-se duas, duas metades encantadoras, sempre perto uma da outra,
assim como um casal... Cada qual com sua importância, influenciando nas vidas e refletindo a luz do astro rei.
Dizem que a morte não é tão ruim, pois é um novo começo. Não, obrigado! Gosto da rotina, da memória do que vi na retina e de relacionamento extenso.
Os motores aos ouvidos em dores; os odores do carbono a calhar; o cruzar de mil pernas; as janelas com visão limitada e a empreitada de ser e estar.
Uma vez eu li um texto sobre plantar uma arvore. Os pensamentos que vem em nossa cabeça, funcionam assim: Ahh!! e se não der frutos? e ficamos naquela duvida, em plantar ou não plantar. E a mesma coisa acontece quando queremos fazer algo....Ahh! eu faço ou não faço.. o texto que eu li dizia, mais ou menos assim:
Se não der frutos, valeu pela beleza das flores.
Se não der flores, valeu pela beleza das folhas.
Resumindo: e se não der nada?
SE NÃO DER NADA! O que vale é a intenção de SEMENTE!
“Fico imaginando, como alguém pode ser capaz, mesmo sendo sangue do seu sangue! Carne da sua carne! Abrir mão de sentimentos e princípios básicos em troca de uma falsa riqueza. Fico dividido entre: Sentir ódio ou pena, ódio pelo que está fazendo. Pena, pelo que acha que está fazendo... As maiores riquezas estão entre o convívio familiar, entre passar a noite jogando conversa fora, debaixo de uma casa que, por mais humilde que seja, é repleta de amor. Não me imagino olhar todos os dias uma gorda conta bancária e, ter vergonha de olhar pra mim mesmo no espelho. Eu sei, que se lá no fundo, mesmo que seja bem fundo, ainda existir um ser humano, ele chora incessantemente...”
De uma forma deveras palpável a grafia renasce no arcabouço, vindo de uma sensação mutável e tornando-se finalizada ante o esboço.
