Tag pena
O problema do jogador compulsivo é, em primeiro lugar, acreditar que é sempre mais inteligente que o outro, e como tal, pode blefar eternamente que ninguém perceberá. E mais tarde, mesmo sem teto, cobertor de orelha, calças e dignidade (perdidos no jogo), acha que é muito esperto por “ganhar" moedas que, na verdade, os “cansados de jogar” lhe doaram por pena.
Não sinta pena de mim, pois se você me conhecesse de verdade, sentiria pena de si própria por ter perdido a oportunidade de ter meu amor, minha atenção e dedicação!
Não me venha com perguntas sobre o meu comportamento afetivo, já fui muito tudo isso que você esta procurando em alguém. - Já fui carinhosa, já fui romântica, verdadeira, faria de tudo e mais um pouco, já fui sensível e invisível e de contra partida... Já enlouqueci e menti, já fui ciumenta e pegajosa, já fiz de tudo para ser o tudo de alguém, eu já perdi a razão... Então meu bem, não me venha com declarações baratas sobre algo que ainda não deu certo para você, não se frustre, não é que eu não sirvo para você, eu (exclusivamente eu) é que tenho a consciência que já fui muita coisa para me doar por tão pouca, no caso, obviamente "Você".
Pessoas desprovidas do sentimento de pena, não são indivíduos de má índole ou algo parecido, mas sim pessoas que estão preparadas contra certos indivíduos, seres que não podem ser subestimados, pois na maioria das vezes, sentir pena quando se estar em meio à uma sociedade tão egoísta e malevolente como a nossa, é algo bem desfavorável e que nos proporciona grandes perdas e podem ainda deixar grandes cicatrizes em nossas vidas.
Não vale a pena guardar magoas, ou ressentimentos, até o mais santo de todos os santos, foi crucificado e mesmo assim em pleno sofrimento, nos ensinou a perdoar.
Pode ser que eu te encontre hoje, pode ser que não. Mas acordar animado com essa possibilidade, já faz o dia valer a pena.
Gosto de ver-te pensando, assim, distraída; cresce minha alegria de uma bucólica expectativa do teu regaço – braço – amaço – teu espaço em mim.
Amizade não é aluguel da alma... nem penhora, tampouco permuta. Amizade é entender, saber ouvir e ir junto à luta.
São duas pessoas que se amam com tão desmedida cumplicidade que o eco de suas vozes se transmutou na mais majestosa canção.
A conotação disse pra denotação que o mesmo tinha um coração de pedra. Denotação acreditou e morreu de infarto!
Passou pelo pequeno buraco da agulha como um raro e sensato camelo franzino; deixou ao relento seu ego sozinho e jogou num bom vento os versos nas ruas.
É no amor e não há impossível, no verossímil da batalha à vitória. Fez de fulgentes momentos o invisível e na equação da paixão a auréola simplória.
Sobre o amor?
- Sim, eu conheço, sei bem dessa fábula; sei qual o seu curso, bons e maus imprevistos. Falam de alguns vícios, falam de absurdos, não provaram na língua o que dizem amargas.
Era tão esnobe que enxotava a todos; certa vez ainda questionou: quem essa tal felicidade pensa que é para tentar entrar na minha vida?
Você telefona e diz bom dia, ouve do outro lado um “hum?”; chega e diz boa tarde, e nada; agradece, e nada; vai embora e diz até logo, e nada.
No fim chega à conclusão: criaram uma nova profissão, “decepcionista”!
A arte é muito além do coerente, é avesso e infinito, é forma ou desforma; a arte não se envolve com quaisquer opiniões, existirá de qualquer forma.
A ganância e a fome foram detidas: uma por tentativa de homicídio ao soltar os cachorros quando a fome bateu na sua porta pedindo comida; no mesmo dia a fome cometeu legítima defesa ao matar os cachorros a grito.
A liberdade sempre aceita bailar com alguém... mas há um porém: respeitar o espaço do outro, com ela num polo e o parceiro no outro.
Ele é barco à deriva, com pernas já cansadas , olhos que veem pouco e a voz que é quase nada. Mas ainda joga o jogo, tem asas para o voo e aposta sempre alto num farto salto solto... Ele pode ser eu, ser você e ser todos.
O individuo escreve um português tão ruim que no comentário que deixou na internet apareceu a opção “traduzir”.
Os anjos trouxeram predicados, abençoando as conquistas, lapidando as certezas, aqui nesse dia sagrado. E sob a lua alegre e minguante, nós, os humildes bardos, festivamente cantamos com os novos perdoados pecantes.
