Tag palavras
"Não procureis, apenas, a beleza que queres ver refletida em um espelho. sugiro que, (reflita!) pergunte-se:O que há de admirável em mim? ou... o que há de mais belo no mais fundo do meu "EU"? então... encontrará uma das mais valorosas belezas do mundo; E que, refletindo-a... esta, não estilhaçará! Mesmo que atirem-lhe pedras."
"Aquele ou aquela que ama (aprender), carrega consigo uma tocha. que, além de iluminá-lo(a)... pode ser usada para dissipar à escuridão da ignorância."
Se não fomos abençoado o suficiente que achamos é porque não nos esforçamos o bastante para chegar aonde desejamos.
Se não fomos abençoado o suficiente que achamos é porque não nos esforçamos o bastante para chegar aonde desejamos.
Detesto enrolação. Gosto de palavras claras e sentimentos verdadeiros, não me preocupo em disfarçar, apenas deixo acontecer.
Como as palavras andam! Rodam o mundo e voltam, mas sempre voltam carregadas de impressões. São as impressões que as tornam universais.
As palavras não têm beleza alguma, as palavras são como tijolos cinzas ou vermelhos, elas precisam se abraçar para ficarem belas.
Não reconheceram minhas palavras como ouro ou trigo, mas amanhã se levantará um grito que tropeçando se arrastou por toda vida dentro de mim.
Existe um lugar onde palavras não tem importância nenhuma. É quando elas vão embora e ninguém olha. Aí as palavras ressentidas voltam e ficam.
Sinto-me uma espécie de bolsa a rebentar de palavras e opiniões intercaladas. Ao mesmo tempo sinto-me várias pessoas que coordenam e organizam essas palavras num formato desigual. Não me imagino a estancar essas palavras numa parte qualquer do meu pensamento e abandona-las por lá. Sinto os meus valiosíssimos neurónios a agitarem-se em movimentos compulsivos e destrambelhados uns contra os outros.
Definitivamente têm toda a razão quando dizem que mais pareço uma cisterna de emoções. Não sei disfarçar o que sinto. Não sei mesmo, em nenhuma situação. Dizem que eu tenho o coração muito perto da boca. Dizem e dizem bem. Penso e quando dou por mim os meus pensamentos já ganharam vida (...)
Eu não sei o caminho.
Pois ando perdida.
Reuni-me por dentro.
Por dentro da vida.
Os teus olhos sopram.
Sopram no vento.
Melodia encantada.
Encantada no tempo.
Sulco que chega.
Que chega na hora.
Sem tempo
Sem nada
Num andar descalço.
Vou levá-lo a lugar nenhum.
À distância da noite.
Distância do dia.
Arrasta a sua sombra.
Cansada e triste.
Procuro um amigo.
Procuro uma mão.
Eu sei o caminho, mas ando perdida.
Perdida esquecida.
Dentro de mim.
Da vida reunida, reunida no tempo!
Não vejo mais felicidade
Não vejo alegria
Tudo se tornou como um dia de tempestade
Vejo lá fora a chuva caindo
E o reflexo de seu rosto na janela
Mas quando olho para trás nada vejo
Somente uma memória
A casa esta escura, ouço apenas o barulho da chuva e do vento
O que resta e apenas seu cheiro na cama.
As palavras escritas sempre ficam.
Se me disseres que me amas, acreditarei.
Mas se escreveres que me amas,
acreditarei ainda mais.
Se me falares da tua saudade, entenderei,
mas se escreveres sobre ela,
eu a sentirei junto contigo.
Se a tristeza vier a te consumir e me contares,
eu saberei, mas se a descreveres no papel,
o seu peso será menor.
... e assim são as palavras escritas,
possuem um magnetismo especial, libertam,
acalentam, invocam emoções.
Elas possuem a capacidade
de em poucos minutos cruzar mares,
saltar montanhas, atravessar desertos intocáveis.
Muitas vezes , infelizmente, perde-se o Autor,
mas a mensagem sobrevive ao tempo,
atravessando séculos e gerações.
Lembra-te sempre do poder das palavras.
Quem escreve constrói um castelo,
e quem lê passa a habitá-lo.
A mente não pensa mais, a pele fala o que a boca não consegue. Os olhos choram para noite, trancados dentro de tanta dor que não se cabe no quarto e é preciso fugir pela janela. O mundo não costuma ser mais meu, agora ele é apenas um mundo qualquer me engolindo de todas as maneiras quando acordo sem um sol.
Meus Sentidos Intensos
Alberto Duarte Bezerra
Se sentir voltar no tempo,
Feliz como uma criança,
Cheia de graças amenas,
Em folguedos simples que sejam,
Dar risadas, soltas, alegres,
No brincar a dois com ela.
E buscando desta forma,
Uma razão pros meus sentidos,
Que permeiam o meu querer,
E plenos em meu corpo,
Buscando respostas a esta ventura,
Com o que deles fazer.
Assim não teria valia, a música,
A poesia que encanta,
As palavras belas,
Não fossem os ares,
Não fossem os ventos,
A propaga-las,
A leva-las num murmúrio,
E as deixando aos ouvidos dela.
Não fossem os lábios, os olhos,
O rosto em aquarela,
Brincando com os tons, da forma mais bela,
Que magia teriam as cores,
Não estivessem no rosto dela.
E esta profusão de gostos,
Que minha gula reclama,
Não teriam tantos sabores,
Não estivessem nos lábios doces,
Nos salgados carnais,
Que quero mais,
Do corpo dela.
E esses aromas inebriantes,
De feromônios vibrantes,
Que aceleram o meu pulsar,
Que não canso do cheirar,
No corpo dela.
E não seriam tão provocantes,
Não fossem dela,
Estes toques, estas carícias excitantes,
Que convidam a um desfrutar,
E incontidas se acumulam,
Extravasando de repente,
Num apelo de gritar,
Com ela.
Não sou bom de palavras, mas quando falo, ou escrevo algo sobre você, as palavras fluem naturamente, como os pássaros voam pelo ar.
