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Cantando eu ando desperto ouvindo essas frágeis palavras
As mãos que concertam as correntes de certo estarão ocupadas
Um dia afagaram um inocente
Hoje só lhe dão mais porrada
Eis que me declaro insurgente
Displicente da vida já não temo nada.
Ela era famosa por ser desorganizada, bagunceira.
Tinha até a fama de bagunçar tudo que tocasse...
e adivinhe!?!?... é verdade!
Só de vê-la, já estou todo bagunçado.
Que de todo frescor dos céus, eu possa, enfim, mudar diversas vezes para cada prece, pois quem pouco muda, pouco se adapta.
Há centenas de cartas deixadas aqui espalhadas pelo chão
Foi o vento quem as trouxe, outra sem rumo nem direção
As palavras formavam frases
Que não cabiam em nenhum lugar
O que descobri se tornou selvagem
Agora já não havia como recuar
Era o amor,que como encarte de primeira buscou ficar.
Estou certo de que palavras torpes e discursos de ódio, vingança, violência e morte não combinam com a santidade e o amor de Deus que devo viver e pregar.
Tem tantas coisas que eu gostaria de dizer mas não sei o que acontece que na hora as palavras fogem como se vissem foguetes.
As palavras que ferem, podem cicatrizar
As palavras que curam, podem matar.
As palavras que encalham, podem atravessar um oceano
Más as palavras ditas jamais à retornarão.
Há histórias que se contam com palavras
Outras com silêncios
Outras com pequenos gestos
Outras, ainda, com emoções
E outras… Com beijos.
Há aquelas que das profundezas
Contam-se com palavras, silêncios
Pequenos gestos, emoções,
Beijos e amor!
Ah, o amor…
Com quantas palavras se conta o amor?
Enquanto não descubro
Vou contando outras histórias.
Há histórias que se contam com palavras.
Outras…
Admiro pessoas que tem palavras de amor, mas me alegro mais, com as que, além de ter palavras de amor, também tem o amor nas palavras.
as opiniões são feitas de observações, quais essas nem sempre são fundamentadas em verdades absolutas.
Silenciar... Sim... Será melhor... Só observar, refletir e continuar em silêncio. Quando a luz não é aceita, sopra-se as velas.
"Os movimentos de diástole e de sístole
do universo
incluem palavras e silêncios."
Do poema: O exílio das palavras
Minhas palavras podem ser um pouco duras as vezes mas acredite eu devo ter dito as mesmas palavras umas mil vezes para mim mesmo
Entender é saber
onde começa
e onde termina.
Respeite as palavras
e elas te darão o entender.
Não tenha pressa
respeite as paradas.
Aprenda com as conversas
Com o tempo
você intendo o verso.
E sem perceber
aprende sem saber.
Tudo por volta dos dez anos nas aulas do tio Manuel, professor de língua portuguesa pedindo para os alunos criarem um conto e ficou mais quente no segundo ano do ensino médio quando a professora, tia Lígia solicitou que cada aluno fizesse um texto descritivo e aí fui descrever uma paixão de adolescente de forma detalhada, ela se encantou com o texto e assim até hoje preciso tomar cuidado com as palavras, pois enquanto guardadas em mim as controlo, porém uma vez escritas podem mudar o rumo da minha vida...
