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Entro nos mistérios
A manifestação do senhor é real, a quem creia, que alimente da palavra, que abre o coração para receber, se render, pois os céus se abre e passa a derramar, sabe que até o nome, vontade de colocar eu creio, assim será o significado do meu nome, eu creio senhor, teu santo espírito inundando e fazendo a diferença, um turbilhão de emoção, de satisfação, vejo pairar o Espírito do Senhor.
Ouso me senhor, perdoe me se existe inconveniência e aborrecimento, mas vou bater a tua porta, vou chamar a ti, vou clamar, invocar e suplicar, teus mistérios eu profetizo entrar, oh altíssimo, em nome de Jesus, reveste, adorne teu povo, estes desprezados, humilhados, frustrados, rejeitados, abandonados, sim oh Deus, faça se diferente pelo teu Santo Espírito, creio, tomo posse, eu entro nos teus mistérios.
Giovane Silva Santos
Nós somos muito parecidos, não? Nós adoramos resolver quebra-cabeças, desvendar mistérios. Ora, teríamos sido ótimos criadores de jogos de tabuleiro. Quem sabe em outra vida.
Apesar da certeza de um Deus e um teoria da evolução se conflitarem por muitas vezes, as mesmas vistas de um outro ponto acabam se completando
Não somos feitos para saber tudo. Alguma vez você já pensou que nossa mente foi sutilmente calibrada entre o conhecido e o desconhecido? Que nossas almas precisam dos mistérios da noite e da claridade do dia?
Mistérios da vida
Na Universidade que sonhei em me formar,
Se eu não me engano,
Nunca sonhei,
E se sonhei,
Esqueci que sonhei,
Os fatos eu não me recordo,
Mas sei que desperdicei sem saber o que estava perdendo,
Mas bem me lembro,
Um vento soprou ao contrário,
E inundou os meus caminhos,
Perdi a direção,
Fiquei por anos sem saber onde nascia o Sol,
E quando ele me aparecia,
Não sabia o seu paradeiro,
Ele apenas se escondia,
Incompreensíveis são os Mistérios dessa vida,
Emprestei algumas silhuetas e nelas me inspirei,
Me entrelacei com a natureza,
Balbuciei em poças de lágrimas,
Dei risadas sem saber o real significado da alegria,
Arranjei risos,
E no outro dia queria entregar a alguém,
Me deparei comigo mesmo,
E acabei jogando tudo fora,
Porque não soube adequadamente usá-los,
Nas turvas estradas,
Perdi o sentido da volta
E fui buscando respostas,
Me perdi no universo que me devorou,
Busquei essências,
Busquei na ciência,
E os poemas inspiradores foram me consumindo,
Mudei a sintonia,
Troquei a frequência,
E com os satélites eu pairei pelo espaço,
Fiquei mudando de um lado para outro,
Lá de cima,
Tentei mirar em antenas para transmitir minhas mensagens,
Tudo em vão,
Desloquei minha alma do meu corpo,
Cattleyas da minha imaginação tentei distribui-las,
Mas o comércio na época não foi muito propício,
Mesmo assim,
Ampliei meu Jardim de inspiração,
Orquídeas das mais variadas espécies,
Rosas vistosas da mais alta qualidade,
Fui classificando-as,
Por cores e seus odores,
Adaptei em meu próprio olhar,
Palavras e cores que combinassem com tudo que vivi,
Ainda estou em fase de bruscas procuras,
Esses mistérios eu ainda acharei,
Mas de todo modo eu não posso reclamar,
As canetas que não me deram um canudo,
As joguei,
As cartolas caíram de minha cabeça e se afastaram de mim,
E por necessidade,
Eu delas me afastei,
Mas tive meu lápis colorido e inacabável,
É com ele que sigo meus instintos,
Por mais simples que ele seja,
Eu escrevo , erro e apago,
E foi ele que me nomeou como um lavrador,
Com ele,
Eu conheci a relva e a selva,
E tive dias de espetáculos como boiadeiro,
Tive a honra,
De ser um grande caminhoneiro,
Tive pedras no caminho,
E pisoteadas pelas estradas eu deixei,
Marquei com tinta verde meu futuro,
Informatizei um pedaço de minha história,
E escrevendo eu vou chorando,
Compondo eu vou cantando,
E sorrindo mudo eu vou criando,
Assim são os mistérios da vida,
Que jamais saíram de mim,
E eu nunca fiquei,
Caído no chão dormindo....
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
#PARES
É o inverno do meu tempo...
Não irei amar a mais ninguém...
O tempo avança...
E uma a uma...
Vão morrendo as esperanças...
Se alguém por mim perguntar...
Diga que estou bem...
Vou por aí...
Descobri em mim...
Outra forma de ser feliz...
Amores são fáceis de achar...
O que acredito ser bem difícil...
É verdadeiramente amar...
Então sigo...
Já não posso mais confiar...
Em cada esquina...
Deixo um pouco de minha vida...
Sempre haverão estrelas...
Sempre haverá pássaros cantando...
Seguirei assim pelo mundo...
Em louvável mistério...
Sem par...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Ascensão
Eu jamais desejei a ascensão paradisíaca.
Mantive-me isoladamente no declive infernal.
Ao longo dos anos, arrojei-me nas nuvens.
Como um espectro, passei a sondar aos homens.
Descobri que enquanto uns mutilavam-se
Outros examinavam os céus em busca de salvação.
O suplício de um concebia a salvação de outro!
A cada revolutear havia uma alma padecente.
Lastimoso me declinei do heurético pedestal.
Esvoacei até ao inferno para salvá-los.
Já na terra: Cuidei das almas padecentes do universo.
Estendi os meus braços e lhes ofereci a salvação.
Mas não havia ninguém disposto a ser salvo.
Só encontrei feridas e revoltas em seus olhares.
Revoltas que encobrem as pútridas faces humanas.
Contei-lhes todas as minhas histórias inauditas!
Mistérios recônditos que a própria ciência desconhece.
Na minha literatura, a ciência não significa nada.
A minha única ciência é a de que ela em nada me serve.
Mas isso tudo foi há cem anos.
São lembranças dos meus versos arcaicos.
Do meu tinteiro inconsciente olvidado ao chão.
Eu, que há um tempo inumerável os venho acumulando.
Literatura de restos pútridos do meu passado.
Sarcófago fétido que esfossilizei na busca do enigmático.
Longínquos caminhos percorridos na soberba solidão!
Para um gênio visionário como eu: Não se há veredas.
Os caminhos de outrora foram ocupados pelos repugnantes pés humanos.
Então se um visionário for realista; os demais serão sonhadores?
E quem sou eu? – O filho pródigo da condenação?
O visionário da indolência das lembranças?
Um pusilânime a vangloriar-se dos ilusórios castelos!
Turrígero enobrecido à base de mentiras!
Logo eu, que outrora renegava a todas as mentiras.
A toda causa dá-se um nome.
Eu provei os maiores mistérios!
Hedonismos poéticos!
Palcos irrisórios
Libertinagens profanas.
Vinhos de excelentíssima qualidade!
Ópio ocidental.
Cachimbos estrangeiros.
Ervas tolhidas,
Haxixes caseiros
Todos os prazeres artificiais eu conheci.
Máxime Papaver, afável Somniferum.
Findado os prazeres, adestrei-me na compreensão dos homens.
Depois de tê-los compreendidos; – Instrui-me a odiá-los!
Os homens! Esta raça deplorável que conheço por completo.
Sou o grande mestre das descobertas do espírito humano.
Incansavelmente cruzei os portões do desconhecido.
Penetrei avante dos rochedos dos bosques da alma humana.
Os abismos ensangüentados dos homens são desagradáveis.
Jamais me descerá a máscara de forte!
Envergonhar-me-ia se vissem o meu rosto assemelhado ao deles.
Protejo-me com os espelhos cegos da humanidade!
As cordas espirituais precisam de novos exercícios.
O relógio eclesiástico diz-me unicamente às horas da escravidão.
Renego a toda escravidão de espírito.
O evangelho desregrou-se do altruísmo há milhares de anos.
Indolente! Encontro-me no mais frenético devaneio.
As minhas alucinações me fazem um homem agradável.
Mas o instinto faz com que o agradável seja rejeitado.
Sou um nefelibático inesgotável de concepções e vontades.
Transformo-me em corvo levípede com longos olhos.
Alífugo o suficiente para avistar a terra dos homens errantes.
Seca-me ao rosto lágrimas de toda uma geração.
Lágrimas que não são somente minhas.
Desarmo-me a favor do sacrilégio.
Tornei-me o grande senhor dos vermes.
São meus escravos: Mando-os e obedecem-me agora.
Limpo o meu corpo; minhas axilas estão limpas.
Defectíveis pensamentos.
- Aspirações tornam-se idéias reais.
Ó imaginações! Qual véu não encobre a face aos olhos humanos?
O cérebro tece; ébrio, inebrio! - A dança das palavras saltitantes.
A minha cólera conduz-me a admiração pelas formas.
Formas insolúveis são depressivas ao espírito criador. Jamais deformarei o nada.
Ao fim, parece-me tudo morto como sempre. Sanam formam uitae tenete!
Somos o Santo Graal, transbordando dos mistérios que buscamos. Aquilo que desejas te causa ânsia ou anseio?
Os maiores mistérios do mundo nascem e se desenrolam em silêncio. Como a natureza se desenvolve? No maior silêncio. Uma árvore cresce em silêncio, e as fontes d'água nascem do silêncio da terra. O sol nascente aquece-nos, brilhante e grandioso, em silêncio. O extraordinário está sempre envolto em silêncio.
Todos os mistérios são páginas diferentes do mesmo livro. Os segredos se conhecem, e zombam da gente.
Conversar com anjos é como vislumbrar o imprevisível; é abrir uma janela para o desconhecido. Sentir a presença do divino nos guia com sabedoria e serenidade através dos mistérios da vida.
A ESTRANHEZA
DA MORTE
A morte sempre
Nos parece distante,
Ainda que nos ceife agora,
Ou dentro de alguns instantes.
Pesadelo:
Cai o crepúsculo anunciado no horizonte.
O avanço da noite envolve a floresta fria.
O vento serpenteia entre as montanhas.
No centro da vasta escuridão se revelam os segredos dos espíritos que habitam a mata...
Segue o ritmo de um tempo que não é mensurado...
No breu da noite a magia da luz reflete nos seres os tons de prata.
O murmúrio do silêncio evoca o rolar das águas sobre as pedras...
Tocas e cavernas serão abandonadas...
Todos saem sob o camuflado do verde musgo, e os que foram vistos serão devorados...
Corre tempo, corre vida, corre perigo.
Correm as águas, corre o vento, Corre ao abrigo...
Logo vem o clarão da aurora rompendo a escuridão...
Os mistérios se escondem sob as raízes da mata, E na imaginação dos homens que nela habitam...
As cores da montanha agora se avistam...
No coração da floresta, pulsa a vida...
Pulsa a vida...
Pulsa a vida...
" Ah o amor....
No começo você chegou como um nevoeiro, trouxe mistérios envoltos a falta de visão a frente, poucos se atreveram a entrar nesse nevoeiro e descobrir a seus mistérios, mas eu me atrevi e hoje o calor do seus sentimentos assim como o calor do sol me banham, as vezes mais forte e outras vezes mais fraco, porém o seu calor ainda está ali para mim.
Eu te amo, e quero sempre sentir esse calor, e quero cada vez mais sentir a sua intensidade."
❤️❤️❤️
Para bem vivermos, é preciso entender que é preciso saber entender nossa alma,
que muitas vezes entra em conflito com o cérebro, dificultando nossa tentativa
para tentar desvendar seus insondáveis mistérios...
Ósculos e amplexos,
Marcial
INSONDÁVEIS SÃO OS MISTÉRIOS DA ALMA
Marcial Salaverry
Para tentar começar a entender, é preciso ter conciência de que, pelo fato da alma estar envolta em muito mistério, sempre nos será muito dificil conseguir entende-la, pois ela nos leva por caminhos estranhos, e ficamos tentando entender se será coisa de nossa imaginação, ou se realmente a temos sempre comandando nossas emoções.
Na realidade, nosso emocional está em nosso interior, portanto, é através de nossa alma que sentimos nossas emoções, boas ou más, que sentimos nossas sensações de amizade, amor e ódio, que são reações que vem de nosso interior. É certo que ela comanda também nosso imaginário, ou nossa realidade, até mesmo nossa vontade e nossas verdades.
As reações de nossa alma nos permitem rever entes queridos cuja matéria já não mais está conosco, ou ao menos “sentir” sua presença, através da força do pensamento, através de lembranças... Ela nos permite igualmente viajar nas recordações, revendo momentos agradáveis passados ao lado de pessoas amadas, e até “dialogarmos” com elas. Mentalmente poderemos conseguir esses contatos. Imaginário ou real, mas poderemos “sentir” essa presença, o que nos permitirá uma certa evolução em nossa maneira de encarar a vida, analisando melhor alguns fatos antes havidos, e que não foram bem compreendidos por nós...
Realidade ou não, permite-nos inclusive, obter um resgate de outras almas, que por vezes não nos entenderam em sua passagem terrena, negando-nos compreensão algumas vezes, e portanto, em nossa concepção temporal, falharam conosco. Em alguns casos, conseguimos aceitar melhor o que houve. Talvez por uma evolução de nossa alma, permitindo entender e relevar certos fatos passados. Essa retrospectiva sempre ameniza a dureza de alguns fatos.
Permite-nos saber que agora temos o mesmo amparo, a mesma proteção, acrescidos de um grau de compreensão que não havia antes, e, com certeza, isso se revela extremamente benéfico... Permite-nos aceitar esse entendimento, essa nova posição, e , enfim, permite-nos saber que esse apoio é real, e não apenas fruto de nossa fértil imaginação. Permite-nos mesmo aceitar novos rumos que nos são indicados, novos rumos esses que provocarão enormes modificações interiores, obrigando-nos a reavaliar conceitos antes tão arraigados em nosso interior. Permite-nos, finalmente, saber que esses novos rumos, aparentemente muito difíceis, poderão nos levar a uma existência muito feliz, uma vez passadas todas as tormentas que poderão provocar...
Simplesmente, são rumos a serem seguidos, por serem fruto da indicação de quem merece uma absoluta confiança, ou seja, nossa boa e misteriosa alma... Nem sempre um novo rumo quer dizer mudança de modo de vida. Pode significar uma reavaliação e uma melhor aceitação do que estamos vivendo. Apenas temos que ter o discernimento para saber escolher o melhor caminho, e para tanto, devemos saber bem usar nosso livre arbítrio, que por algum motivo nos foi doado por Deus... Nem sempre o que a cabeça parece nos indicar é o melhor. Simplesmente temos que saber “escutar” nossa voz interior, e escolher o que realmente é o melhor para nossa vida, e nem sempre uma aventura excitante é o mais adequado. Assim, temos que saber usar nosso livre arbítrio para que possamos escolher o melhor caminho.
Nada melhor do que a vida para nos ensinar o que nossa alma tem para nos comunicar. Apenas temos que saber aprender a ver e ouvir, e seguindo algo que me vem de dentro, de alma e coração, desejo a todas as queridas amizades que possam desfrutar de UM LINDO DIA.
#SONHOS
Abro a minha janela...
E olho o infinito céu suspirando...
E peço licença para poder sonhar...
Sonhar em que eu tudo possa ser...
E com meus desejos assim sonhando...
Assim quero viver...
Quero me vestir de estrelas...
Nas alturas, entre às nuvens, poder me esconder...
E seguirei tecendo meus sonhos...
Um mistério a resolver...
Que a vida tenha mais cores...
Que seja uma tranquila fonte...
Onde a mentira não perdura...
E a verdade sendo límpida e bem tranquila...
Sem receios, sem pudores...
Não nos machuque por às vezes ser tão dura...
Quero pegar os raios de sol...
E onde reina a escuridão eu o plantar...
E fazer a esperança estender suas asas...
Assim como sonho...
Que você também possa sonhar...
Não me importo em saber...
Quantas guerras terei que vencer...
E, assim, que seja lá como for...
Quero ver sempre triunfar o amor...
Que a felicidade seja bem doce...
E apareça para todos aqueles que choram...
Que o futuro seja mais brilhante...
Só vivemos uma vez...
Só temos uma chance...
A ilusão quando se desfaz...
Dói no coração de quem sonhou demais...
A vida é tão curta...
Precioso diamante...
E o belo um dia também morre...
E sonhando como sonho agora...
Alcançaremos a eternidade...
Sandrinho Chic Chic
facebook.com/conservatoria.poemas
As geometrias sagradas são portais que revelam a expansão da consciência, desvendando os mistérios do universo e conectando-nos com o infinito.
