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A mediocridade é rapidamente contagiante, se tão somente não for combatida eficazmente. Todos nós temos hábitos desagradáveis...
A política da qual se servem os demagogos, pode ser comparada a uma velha gagá e inválida, que em sua cadeira de balanço, pragueja os meninos peraltas que correm livres esbanjando vitalidade. Querem-se fazer ouvir pela força do discurso bruto, paralisador. E como são desprezíveis, temem o desprezo de seus opositores e desejam um aperto de mãos por parte dos medíocres, do povo, que merecem o desprezo. Pois demagogo no grego primitivo quer dizer condutor do povo. E se o povo precisa de condutores, os políticos carecem de um cão-guia, tão cegos que estão na trilha de melhorar a sociedade.
O tempo certo para agir é agora. Não de qualquer jeito, não com mediocridade, mas com o máximo empenho possível. Amanhã, como diriam os espanhóis, é sempre o dia mais ocupado da semana.
“Quem procura tempo para ser feliz, não consegue viver na mediocridade, pois ser infeliz é bem mais doloroso“.
A faca amolada da arrogância é a voz vazia da mediocridade. Pois, quanto mais soberbo é alguém, menos de humano esse alguém tem.
A mediocridade tem o especial poder de fazer a morte transformar-se em alegria, imantar as pessoas num imenso brinde à alienação,
e demonstrar que uma cova pode acabar se tornando a tua melhor amiga.
Algumas pessoas nascem para desestabilizar, para desagradar, para remexer com as circunstâncias de aparente conforto. Elas surgem e demonstram sua beleza interior, sua inteligência e capacidade de raciocínio crítico. Com isso, acabam arrumando inimigos, alguns ocultos, outros declarados. Não são mal interpretadas, são na verdade chocantes, por suas opiniões... e por onde quer que passem, essas pessoas deixam o clima desagradável, elas destróem convicções arraigadas em dogmas infundados, balançam verdades absolutas, chacoalham a mediocridade. Ferem egos que se inflam, quebram paradigmas e tiram o poder de edificação de ideologias. São pessoas odiadas, pessoas excluídas de círculos onde a trivialidade impera, são destituídas de quaisquer formas de inclusão. Geralmente introvertidas, mas com ideais ferrenhos, essas pessoas são muito criticadas e até desconsideradas, taxadas como arrogantes, convencidos, orgulhosos, pedantes, entre outros adjetivos. São simplesmente almas extemporais. Incompreendidas devido aos conceitos medíocres da sociedade a que pertencem. No entanto, suas almas são inabaláveis, suas ideias são alicerçadas e bem-fundadas, essas pessoas sabem que seu valor é inestimável, não se vendem, não trocam sua personalidade por fama ou atenção efêmeras. São essas pessoas que deixam grandes obras para a humanidade que está por vir, deixam questionamentos os quais jamais serão compreendidos por medíocres.... flores que nascem no pântano.
No dificílimo e estranho aprendizado de dissociar alguém de seus muitos atos medíocres, o amor viceja por outrem sem amar (n)a mediocridade.
Mentes medíocres não notam diferenças.
Mentes medíocres não diferenciam qualidades e defeitos.
Mentes medíocres precisam de rótulos para notar diferenças.
“Pobres são as raízes daqueles que se entregam a uma vida medíocre. Porém, seus frutos podem dar boas colheitas. Basta que estes busquem a luz Divina de Deus.”
Os ditadores são seres com muitos achismos e apenas duas certezas: São eternos e estão cercados de idiotas que envelhecerão.
Não duvido da capacidade do ser humano
em realizar grandes feitos.
O que duvido é da boa vontade
de pessoas viciadas em mediocridade.
Admiramos os valentes de outros tempos, pois com toda certeza não nos chamarão de covardes por temermos lutar pela justiça. Viramos as costas aos valentes de nossa época para não medirmos nossa mediocridade.
Eu olho para os homens e vejo o tamanho da mediocridade deles. E então, olho para Cristo e vejo o tamanho da minha mediocridade.
É inútil usar uma fita métrica para mensurar as dimensões da mediocridade a que se foi obrigado, mas é (re)construtivo medir o traquejo de si próprio.
A mediocridade do homem se inicia quando esse se apega na busca da fama, glória e fortuna.Em detrimento ao preenchimento do seu vazio existencial.
Denis Henrique Martins.
Grande parte dos, vulgarmente, apelidados de fortes ou poderosos, não passam de meros fracassados, que partem, de imediato, para a ignorância, quando são confrontados com a mais ínfima das adversidades. Forte é aquele que enfrenta e supera, com grandiosidade e satisfação, as dificuldades que lhe surgem e se manifestam ao longo da vida.
