Tag máscara
Almas sem laços não merecem nada mais que um tanto faz...
Um nada além...
Se alguém te enganou, não fiques à lamuriar...
Logo ali na frente...
Ali na esquina ela perde a máscara,a língua e às bênçãos.
Em época de carnaval é bom não jogar confete nos jogadores de futebol jovens, pois o risco de colocarem uma máscara enorme aumenta muito.
Por que mentimos se o que realmente desejamos é ser compreendidos? Mesmo sabendo disso não nos expomos, usamos uma máscara.
As pessoas estão alimentando suas mentes e corações com tanta coisa vazia, que se não usarem máscaras, não tem mais identidade.
Existem mulheres lindas naturalmente, encantadoras, brilhantes e simples ... Sim existem... Mas, pense... Se pra ficar bela precisa de mais de uma hora de espelho e uma caixa de coisas coloridas e cremes... Então... Espero que o seu coração pelo menos seja belo e não vaidoso e arrogante... Um pequeno toque de realce com alguns lápis até faz bem, e só, pois a beleza real vem do sorriso, na gratidão, da humildade, simplicidade e do amor verdadeiro que oferece sem nada em troca. De nada adianta uma máscara no rosto e no corpo se a alma é morta e vazia... Seja linda e simples... Isso sim atrai. Interesses geram interesses... Amor gera amor.
Tem quem confunde a vida com um palco de teatro. Esquece quanto tempo dura o carnaval, já que usa máscaras o ano todo. Ignora a existência dos próprios defeitos e vive embriagado das mentiras proferidas pela cegueira do ego.
... somente se nos aceitarmos como somos, até mesmo com nossos defeitos, podemos ser donos da nossa vida. E, para isso, primeiro devemos nos conhecer. Assim, os outros poderão amar a pessoa que realmente somos, e não a máscara que criamos.
Desconheço uma pessoa que conheço. Onde estarás? Encontrar-se-ia na estação do ano que repara, que hiberna, que alimenta o horizonte invisível. Metamorfosiando-se em algo do algo que almeja. Passam-se os dias, vem o vento intrépido sussurrando de mansinho no horizonte. Este horizonte vertical. Ora quente, ora gelado... Era o teor do vento que pairava ali. Um vento seco feito a flor do cacto. Espeta-me, me faz eclodir do rochedo o qual estara. O ponteiro do relógio mostrava-me que já estava em outra dimensão. O horizonte tomou forma, floresceu, bebeu da água dos deuses, virou uma rosa. Mas o desconhecido continua desconhecido. Por fim, desconheço-me!
Quando alguém passa e deixa a máscara cair, pego, vou atrás e devolvo. Pode ser a única coisa que a pessoa tem.
O professor já está humilhado. Arrastado pelos caminhos incertos de todas as metodologias inovadoras, nada dando certo, e sua fama de desmerecido aumentando! Agora, floreada a ideia de usar outra máscara, é bem vinda! Seleção natural: Por último, o mimetismo.
Muitas caras para o espelho, algumas máscaras para a sociedade; quem olha nos meu olhos, vê minha única Verdade!
A minha máscara se colou tanto à minha pele que virou o meu outro eu visto de dentro. Vale a ambiguidade.
Eu vejo sua verdade. Não adianta vesti-la de boa moça.
Pode guardar os laços e vestidos de voal. Tira esse chapéu charmoso que esconde o vidrado dos teus olhos.
Enfia tudo num baú, naquele mesmo onde você guarda a maquiagem de camuflar solidão e os perfumes que abafam cheiro de culpa.
Ah, a culpa! Ela some com seu estômago e lhe dá concreto no lugar. E de longe se vê que ali vai alguém que leva mais do que aguenta carregar.
Vem cá, sobe no cavalo da liberdade, vamos fugir do tsunami em direção a montanha mais alta. Onde o sol é dourado e as corujas fazem ninhos. Onde fadas iluminam a noite e um toque de varinha mágica faz todo esse concreto virar pó.
Sua mão álgida tocando na face,
que calma e decência
se fazem sentir,
e lá dentro aos berros, querendo fugir.
E na vontade de ser novo
descontruindo-se.
Se desmanchando,
manchando o outro.
Nutrindo o nocivo
medo das sombras,
igual a uma criança
agonizando.
Em desespero o ciclo volta
a se repetir
já que o que se vê, reflexo nítido
não é, longe de tudo aquilo
que evidencia existir.
Não quero imagens mitificadas sobre mim.
Não quero que amanhã as pessoas se surpreendam
e perguntem com perplexidade: nossa, ele era assim?!
Quero que conheçam de mim o que é verdadeiro.
Quero que possam dizer desde agora:
sim, ele é assim!!
É gente como a gente. E gente não tem perfeição,
mas nem por isso é ruim.
Além da máscara derribada, só existe você mesmo; Jesus Cristo te ama sem alarde, nem nenhuma manipulação, tampouco se surpreende com as suas atitudes, encenações; Ele é extremamente respeitoso e conhece o seu íntimo profundamente; mesmo assim continua te amando e almejando o seu arrependimento, entrega e rendição.
Ele espera pacientemente interagir contigo face a face; a verdade sendo revelada ao te desnudar do velho eu-- arquétipo corrupto-- em decadência, exalando morte e iniquidades!
QUAL MÁSCARA TIRAR
Quando pequenos...
Nascemos.
Máscaras usamos...
Brincamos.
Quando crescemos
Esquecemos.
Das máscaras tirar.
Camuflamos.
Com medo de não agradar...
Criamos
Papéis pra nos proteger.
Fugimos
Da essência de quem somos.
Fingimos
Ser felizes pra sempre.
Sofremos
E nos distanciamos.
Agora o que mais queremos?
As máscaras tirar...
De panos???
Mirian Rebeca Lalli
(depois de um "baile" da máscara)
