Tag labirinto
“ Assim e a vida, cheia de desafio, um dia você ganha ou perde. Como um labirinto de precisamos ser atentos a todo momento para não nos perdemos. Sorrir, chorar, e uma forma de expressar aquilo que no coração não cabe mais. No fim de tudo o mais importante e você ter sido forte o suficiente para chegar onde muitos disse que jamais chegaria.”
Lágrimas Escondidas
Estava presa a um labirinto, andava em meio às sombras, escondendo-me na escuridão, camuflando-me entre as paredes. Sentia-me invisível, mas mesmo assim ele me via.
Seu olhar sombrio encontrava o meu, o sorriso sarcástico surgia em seu rosto pálido sujo de carvão. A maldade morava ali.
Eu era um ser tão indefeso, como um passado fora do ninho, aos poucos ia morrendo por dentro, apenas suplicando pela infância perdida.
Minha inocência fora tirada, minhas bonecas jogadas ao chão, encurralada pelo desespero e tomada pela agonia, busquei socorro em meio à multidão
Ajoelhada no chão, me afogando em súplicas e lágrimas, lágrimas sem fim. Todos ao meu redor me olhavam, porém não me viam, eu gritava, mas minha voz era muda, minhas verdades eram mentiras e minhas queixas apenas desculpas.
Ah como eu o temia. Meus cabelos encobriam meu rosto triste, as roupas de inverno escondiam meu corpo em pleno verão e a solidão escondia minha aflição.
Eu me afundava em um buraco, em meus punhos serrados escondia meu único trunfo, o qual me livrou da maldade. Aquele olhar sombrio nuca mais me encontrou, nunca mais me tocou, mas sua marca deixou.
Mesmo em um passado distante as cicatrizes ainda pulsam, minha inocência jamais fora devolvida, o medo nunca desapareceu e ainda posso sentir o frio na espinha e a angustia da mesma menininha que nas sombras se escondia.
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ERGÁSTULO
Ergástulo sombra, desta escura vida
Uma prisão solitária, onde nada mais
Posso, fazer se não chorar, chorar e
Nas lágrimas vertidas peço o perdão
De todos aqueles que em vida, não pude
Mas que também nunca quis, quis amar
Ó rude este caminho de fragas no monte
Que levam as águas turbulentas para o mar
Calabouço na alma presa entre as grades
Liberdade mortal para um pobre imortal
Rasga a carne entre os grilhões de mudos
Dentes, almas presas, abandonada prisão
Masmorra fria, labirinto perdido de sombras
Carcereiro de rosto atroz, silêncios solitários
Aprisionando amordaçado de correntes no chão
Cárcere de amargura, chave na imensa solidão
DESPOJADA
Despojada de mim, atravesso o tal inverno
Na existência de uma flor, desconheço o nome
No regresso ao esquecimento, espelho vazio
Cega de uma tal solidão, na pureza abandonada
O tempo flui no que procuro sem procurar
Demanda do que sou, foi ou talvez, seja ainda
Eu já sei que o teu desejo espreita o meu corpo
Ele refugia-se nas trevas, num triste, belo sonho
Sono de uma batalha, travada na madrugada
Corpo ferido, que escorre de mim nas trevas
Refugio-me no corpo vazio, de que disponho
Sendo réu e o meu próprio juiz do desencanto.
FROUXO SENTIMENTO
Frouxo oh talvez pálida esta rima
Destes meus delírios inconstantes
Porém odeio o pó em que me deixa
Tedioso, gela-me o sangue nas veias
Não existe nada além do meu vazio
Onde a vida não nos permite ensaios
Somos eternos amadores na vivência
Numa dura aprendizagem das dores
Nesse mundo tu és o meu maior vício
Sou uma viciada, portanto, sem ter cura
Na procura interminável da tua ternura
Matei a criança que havia dentro de mim
Pelos teus lábios, pelo meu desejo de ti
A tua ausência tortura os meus sonhos
Frouxo delírio inconstante, rimas soltas
Veias de sangue que correm à tua procura
Amo-te no silêncio das palavras, frouxo
Sentimento de escritas no teu corpo (...)
“MÁGOA”
Muitas vezes as pessoas que amamos
É que nos magoam, deixam feridas que
Custam a curar, a dor faz-nos chorar
Faz-nos sofrer, faz-nos querer parar de viver
Até que algo simples toca o nosso coração
Como a beleza do mar e do pôr- do -sol
Como carregar no ventre os filhos muito
Desejados e amados numa noite ao luar
E estrelada como esta, a simplicidade do vento
Ou da sua brisa, a bater no nosso rosto
Descobrir nas pessoas que pareciam ser sinceras
E que receberam a nossa confiança foram desonestas
Temos de dar graças à força de Deus que nos chama
Para a vida, para o amor, para esquecer a mágoa.
As vezes nos deparamos no lanirinto quando menos esperamos encontrar tentamos fugir...mas não hà lados...tentamos correr mas não para sempre e enfim acabamos ser descobertos ou melhor encontrados
Labirintos Recorrentes
No labirinto do medo
O pensamento
Da menina mulher entra
No labirinto do silêncio
A menina se indaga e passa ao
Labirinto dos motivos
Não entende e todos os caminhos levam ao
Labirinto dos teus braços
Mas tudo o que encontra é o
Labirinto da tua ausência
Um sonho
Tudo é ausência
Tudo é silêncio
Tudo é medo
Tudo é esperança
Tua voz
Tudo
Tua presença
O que ela quer
Teus braços
O seu abrigo
Teus carinhos
Seu anseio
Tua presença
Tudo o que precisa
Teu toque
Um renovo
Teu sumiço
Sempre há explicação
Paciência, ansiedade...
Finalmente uma razão
Uma boa razão...
A razão perfeita...
A mulher
Se sente egoísta
Retoma a esperança
De que adianta?
Logo passa
Pois teu silêncio
Fala mais alto
Grita
E não fala nada
Mas diz tudo
Indaga
O que há de errado
Errático
Freático
Louco
Insano
Necessitado
O amor
Sente a ausência
Grita pra ouvir tua voz
Mas nada
Nem mensagem
Nem ligação
Nem pensamento?
O que há em teus pensamentos?
Aguenta?
Tenta?
Inventa?
Lamenta?
Chora...
Que hora?
A toda hora
Nada...
Nem voz, nem nós
Nem presença
Nem ausência
Nada
Haverá amor?
O labirinto do amor
Cheio de espelhos
Que horror!
Onde estou?
De volta ao labirinto do medo!
Tirem-me daqui, por favor!
É como se estivéssemos em um labirinto escuro. Estamos com o mapa em mãos, mas enquanto você acende a vela para enxergar o caminho, eu apago.
Você pergunta: "por que apagou a vela?”.
Eu respondo: "Que vela?”.
Não exponha os labirintos de tua alma por emoção. Lembre-se do que passou para se conhecer e chegar até aqui.
“Se você não pode mudar seu destino, mude sua atitude.” (Amy Tan)
Um labirinto... um percurso intrincado, embaraçado, enredado, emaranhado, confuso, complicado...
Um labirinto... um caminho com entradas incertas e dificultosas... sem escancarar aos teus olhos a direção certa... da saída certa.
Num labirinto... assim te sentes: passos duvidosos... hesitantes... totalmente vacilante, desnorteado, confuso, medroso, temeroso?
Um labirinto... encontros desencontrados... desencontros não esperados... tudo errado.
Na entrada do labirinto, tu podes ficar parado! Pela chuva ser molhado... pelo vento ser derrubado... pela vida ser derrotado... (não, não vai aí nenhum julgamento, afinal cada um tem sua própria maneira de enfrentar as vicissitudes da vida).
Ou... podes dar um primeiro passo... um segundo... um terceiro. Adaptar-se e readaptar-se às mudanças... superar os obstáculos (a vida é cheia de altos e baixos... subidas e descidas)... se precisar, podes fazer a trajetória inversa... e resistir a pressões adversas...
Então foca! Podes atirar e acertar... dar o tiro certeiro...
... a próxima porta pode ser a da saída certa (seja otimista)... e saia, saia vitorioso e inteiro.
Estar fora dos planos dEle é o mesmo que permanecer aprisionado num labirinto, sendo manipulado pelo opressor, onde o ego o conduzirá à perdição, e ao fim da sua história, sem direito a um epílogo memorável
Então vai ficar aí, ou vai romper as paredes e terminar com uma história de fugitivo abraçado pela Graça?
Sabe quando todos os problemas e diversidades te cercam e te derrubam no chão? Quando todos que deviam te amar ignoram seus sinais de tristeza e fingem que você não existe? Quando as pessoas te perguntam o que ta acontecendo com você, mas no fundo não ligam e só querem saber da sua vida? O que você faz? Há tantas respostas, mas por que todas tão difíceis? A vida te envolve como uma amante e te joga em um labirinto como se vc fosse personagem de um jogo e te arremessa para a morte como uma bolinha de papel pro lixo!
Labirinto
_Existe em mim...
um labirinto,
que não me deixa,
chegar até você....
Foi o que ele me disse.
Palavras,
que justificaram
e justificam
a sua ausência!
O LABIRINTO DA VIDA
É como eu se tivesse acordado
em um extenso labirinto, cheio de atalhos
tortuosos, e armadilhas infindáveis.
É como se falseasse cada suspiro
E roubasse momentaneamente o ar,
O oxigênio seco, a mistura com outros
Causadores dos formigamentos indesejáveis.
É como se andasse descalça,
Num mar de espinhos prontos
Para perfurar, sangrar os pés
As camadas de meu próprio eu,
Foram rompidas.
É como se a fortaleza que segura
Desabasse, descesse lentamente,
Machucando as últimas esperanças.
Dos obstáculos, desviavam-se, mas
A válvula de escape se rompia
A cada nova tentativa.
A saída se perdera no instante da entrada
O labirinto da vida se fechava,
A inconstante vontade de fugir,
Empurra o corpo que jaz na forma física
Da persistência.
Pelo suor gasto no caminho galgado,
Nada surge para salvar, para mostrar
Que a labuta estava valendo apena
Que no final do labirinto,
Uma luz iluminaria a saída.
É como se tudo transcendesse
a realidade, o reflexo da imagem
no espelho transformasse a face num
Místico mistério que já não suporta a pressão.
Afastou-se o cansaço, e convidara-se o descanso
para terminar a jornada, os sentidos que dantes
Furtara o ar, já não tem sede de respirar.
É como se a luz tão desejada,
Surgisse para mostrar finalmente,
Uma rota de fuga, toda via, sucumbiu-se
O corpo desfaleceu, a frieza tomou conta.
Avistou-se o fim do labirinto, a vida,
O roteiro de existência chegara ao
Seu desfecho final percorreu-se todas as
Curvas, cada espaço planejado.
A única verdade que jamais
Refuta-se é chegar à saída do labirinto
E não encontrar a liberdade.
Deparar-se com a certeza que
Viver é um labirinto.
Entrei num labirinto onde a caminhada é árdua, e dali não posso enxergar a saída. Preciso de olhos que vejam a situação por cima e me informem o que devo fazer.
